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DEU NA FOLHA

FERNANDO MELLO

DE BRASÍLIA

Mulher de Carlinhos Cachoeira, Andressa Mendonça foi levada para a Superintendência da Polícia Federal em Goiânia sob suspeita de oferecer R$ 100 mil para o juiz que cuida da ação penal decorrente da Operação Monte Carlo.

A Polícia Federal cumpriu um mandado de condução coercitiva expedido pela Justiça Federal.

Andressa chegou na manhã desta segunda-feira (30) à sede da PF em Goiânia.

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Comentários

Olivia on 30 julho, 2012 at 13:44 #

Condução coercitiva na Bahia é cadeia.


Mariana on 30 julho, 2012 at 14:22 #

Em qualquer lugar do mundo, Olivia…É que essa gente costuma dourar a pérola quando se trata de criminoso que usa Chanel e outras marcas da moda…É o fim da picada mesmo, como diria D. Jandira.


Graça Azevedo on 30 julho, 2012 at 16:03 #

Mulheres como esta denigrem o gênero.


Olivia on 30 julho, 2012 at 16:31 #

Já tá na rua!!! Esse é o Brasil. Cadeia mesmo só preto e pobre.


jader on 30 julho, 2012 at 16:42 #

Do G1:
Juiz afirma que mulher de Cachoeira tentou chantagem para soltar bicheiro
Magistrado diz que mulher de contraventor teria dossiê com fotos contra ele.
Andressa Mendonça presta esclarecimento na manhã desta segunda na PF.
Versanna Carvalho
Do G1 GO

133 comentáriosO juiz federal Alderico Rocha Santos afirmou ao G1 nesta segunda-feira (30) ter sido chantageado por Andressa Mendonça, mulher do contraventor Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

Santos é responsável pelo processo da Operação Monte Carlo na Justiça Federal, que culminou na prisão do bicheiro em fevereiro.

Segundo o magistrado, Andressa o procurou na quinta-feira (26) afirmando que teria um dossiê contra ele e, em troca da não-publicação, teria pedido um alvará de soltura para Cachoeira.

O juiz diz ter encaminhado ao Ministério Público um papel com nomes escritos por Andressa e imagens de sua entrada e saída no prédio da Justiça Federal.

Andressa prestou esclarecimentos nesta manhã na Polícia Federal em Goiânia e saiu sem falar com a imprensa. A mulher do contraventor terá de pagar fiança de R$ 100 mil e está proibida de visitar o marido, informou a PF.

saiba mais

Mulher de Cachoeira é suspeita de tentar subornar juiz em GO, diz PFAndressa terá de pagar R$ 100 mil e não poderá visitar Cachoeira, diz PFSegundo o delegado Sandro Paes Sandre, “caso essas medidas não sejam atendidas, Andressa terá a prisão preventiva decretada e ficará presa na PF”.

A suposta conduta de Andressa está prevista no artigo nº 333 do Código Penal, que trata de corrupção ativa, diz a PF em nota.

O G1 tenta contato por telefone com Andressa Mendonça e seus advogados, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

Dossiê
Conforme relatou o juiz ao G1, na versão de Andressa, o dossiê teria sido produzido a pedido de Cachoeira pelo jornalista Policarpo Júnior, repórter da sucursal da revista “Veja”, em Brasília.

Procurada, a direção da “Veja” afirmou que seu departamento jurídico “está tomando providências para processar o autor da calúnia que tenta envolver de maneira criminosa a revista e seu jornalista com uma acusação absurda, falsa e agressivamente contrária aos nossos padrões éticos”.

Ainda segundo Santos, Andressa teria pedido para falar com ele mesmo sem a presença do seu advogado. Como ela insistiu em ser atendida, o juiz diz que concordou em recebê-la e chamou uma de suas assessoras para acompanhar a reunião.

Depois de cerca de 20 minutos, diz ainda o magistrado, Andressa teria dito para que a assistente fosse retirada sala. Depois de mais 25 minutos, teria insistido. “Ela disse: ‘Quero falar com o senhor a respeito das minhas visitas ao Carlos e vou falar de questões pessoais. Não queria que questões da minha intimidade fossem reportadas a terceiros’. Então concordei com a saída da minha assessora”, relatou.

Conforme o juiz, Andressa teria dito: “Doutor, tenho algo muito bom para o senhor. O senhor conhece o Policarpo Júnior? O Carlos contratou o Policarpo para fazer um dossiê contra o senhor. Se o senhor soltar o Carlos, não vamos soltar o dossiê”.

O juiz diz também que respondeu que não tinha nada a temer, quando teria ouvido de Andressa: “O senhor tem certeza?”.

A mulher de Cachoeira, conforme o relato do juiz, teria então escrito o nome de três pessoas em um pedaço de papel e perguntado se ele os conhecia: o ex-governador do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), que teve o mandato cassado em setembro de 2009 por suspeita de abuso de poder político nas eleições de 2006; um fazendeiro da região do Tocantins e Pará, conhecido como Maranhense; e Luiz, que seria um amigo de infância do juiz e supostamente responderia a processo por trabalho escravo.

De acordo com o juiz, Andressa teria dito que o jornalista teria fotos do magistrado com essas três pessoas.

“Não tenho nada a temer. Eu não vejo Marcelo Miranda há mais de quatro anos. O Maranhense, ou quem imagino que possa ser o Maranhense, também não vejo há bastante tempo. Já o Luiz é meu amigo de infância. As terras da família dele fazem divisa com as do meu pai, no Maranhão, há mais de 50 anos”, disse Santos.

O magistrado afirmou ter voltado a dizer a Andressa não ter nada a temer, momento em que ela teria se retirado de sua sala. “Quando ela saiu, guardei o papel onde ela escreveu os três nomes, solicitei as imagens que mostram a sua entrada e saída do prédio da Justiça Federal e encaminhei um documento ao Ministério Público relatando o fato.”

“Eles entenderam que a ação dela se caracteriza crime e que ela deve pagar uma fiança de R$ 100 mil sob pena de prisão”, relatou.


Graça Azevedo on 30 julho, 2012 at 20:23 #

A impunidade é norma neste país. Um juiz acaba de decidir que os 5 marginais que quase assassinaram um jovem que defendeu um morador de rua no RJ, não irão a Juri Popular. Serão julgados por agressão e não por tentativa de homicídio. Um deles vai cumprir “pena alternativa”. Em tempo: as familias dos boyzinhos estão festejando em grande estilo. Faltou Madame Cachoeira no evento.


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