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Uma ouvinte que assina Daniela Augusto Ramirez escreve na área de comentários para este vídeo no You Tube.

“Cantantes y canciones como estas me reconcilian con el genero humano….realmente estremecedor!!!”

Nem precisa traduzir.Basta ouvir, hoje e sempre!

(Vitor Hugo Soares)

Desde as 17 horas desta segunda-feira( 30/07), o Governo Federal começou a disponibilizar, no Portal da Transparência (www.portaldatransparencia.gov.br), mantido pela Controladoria-Geral da União (CGU), as informações sobre a remuneração e cadastro dos militares ativos das Forças Armadas. Para consultar a remuneração dos militares da ativa.

O interessado deve acessar o Portal e clicar na aba “Servidores”. Essa primeira carga de dados traz informações sobre a remuneração referente ao mês de maio. A partir daí, os dados serão atualizados mensalmente.

Segundo a assessoria da comunicação da CGU os dados divulgados referem-se a informações contidas nas fichas cadastrais e financeiras dos militares das forças armadas, produzidas por cada um dos Comandos (Marinha, Exército e Aeronáutica) e disponibilizadas pelo Ministério da Defesa, no total de 358.183 registros. A consulta discrimina os itens que compõem o cadastro do militar, identificando o posto/graduação, órgão de exercício/lotação, regime jurídico, situação do vínculo, ocorrência de afastamento, jornada de trabalho, data/ato/documento legal de incorporação à força e a remuneração.

Além da remuneração básica, que é composta pela soma das parcelas remuneratórias correspondentes ao soldo e adicionais correspondentes ao posto ou graduação, são informados os descontos obrigatórios como Imposto de Renda, Pensão Militar e Fundo de Saúde.

Para saber mais, acesse o “Entenda a consulta e conheça os itens que compõe a remuneração”, localizado na tela de consulta às remunerações individualizadas. Os descontos de caráter pessoal, incidentes sobre a remuneração, como pagamentos de pensão e de empréstimos consignados, não serão exibidos por serem considerados informações de natureza privada.

Tal como as informações sobre a remuneração dos servidores civil, as informações dos servidores militares também estão disponíveis para download, o que permite aos interessados organizar os dados da forma que desejarem – como, por exemplo, por valores ou órgão público específico -, bem como elaborar gráficos ou tabelas.

(Mais informações no Portal da Transparência, da CGU)


Michelle veste blusa com fios de prata na recepção
da Rainha em Buckngham e causa arrepios/DN
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A blusa que Michelle Obama usou na receção pré-olímpica realizada dia 27 no Palácio de Buckingham gerou controvérsia entre opositores de Obama e estilistas. O preço da peça – 5500 euros – foi o motivo.

Segundo o site do jornal espanhol ABC, o modelo de J. Mendel suscitou logo a reação dos opositores do marido de Michelle, Barack Obama, para os quais, em tempo de crise não é aceitável que a primeira dama use uma peça de roupa cujo valor é superior à média daquilo que ganha uma família americana por mês.

O modelo pertence à coleção Resort 2013 de uma firma americana e é bordada a prata. Michelle completou a toilett com uma saia plissada e uns sapatos prateados.

Mas se uns criticaram a escolha da mulher do presidente dos Estados Unidos, outros consideram que a primeira dama americana promovia o produto nacional e contribuia assim para o desenvolvimento da economia do seu país. “Não é um luxo, é inspirador. Trata-se da divulgação de uma companhia de Nova Iorque e isso acaba por ajudar a industria da moda”, refere o estilista Robert Verdi.

(Com informações do jornal Diário de Notícias, de Portugal)


Thomaz Bastos:tempo para o contraditório
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DEU NA FOLHA DE S. PAULO
Mônica Bergamo

Os advogados e ex-ministros da Justiça Márcio Thomaz Bastos e José Carlos Dias protocolaram documento no STF (Supremo Tribunal Federal)  pedindo o adiamento do julgamento do mensalão.

Eles defendem diretores do Banco Rural e assinam a petição com outros dois advogados da instituição.

Os dois alegam que precisam de tempo para analisar a nova documentação entregue na semana passada pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, à corte.

Nela, Gurgel afirma que o “mensalão”  foi o maior caso de corrupção da história do país.

O procurador fez um resumo da acusação, relembrou detalhes e elencou documentos relativos a cada réu como perícias, depoimentos e interrogatórios.

Thomaz Bastos e Dias afirmam que a defesa tem o direito à última palavra no caso, tanto verbal quanto escrita. E que, portanto, precisam ter conhecimento do que diz o procurador em sua peça para poder apresentar o contraditório.

O memorial elaborado por Gurgel foi entregue na última semana aos 11 integrantes do Supremo e visa facilitar o trabalho dos ministros.

O julgamento está marcado para começar na próxima quinta-feira (2) e deve durar pelo menos um mês.

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DEU NA FOLHA

FERNANDO MELLO

DE BRASÍLIA

Mulher de Carlinhos Cachoeira, Andressa Mendonça foi levada para a Superintendência da Polícia Federal em Goiânia sob suspeita de oferecer R$ 100 mil para o juiz que cuida da ação penal decorrente da Operação Monte Carlo.

A Polícia Federal cumpriu um mandado de condução coercitiva expedido pela Justiça Federal.

Andressa chegou na manhã desta segunda-feira (30) à sede da PF em Goiânia.


Promessas:Governador Jaques Wagner com executivos
da Jac Motors em Salvador /Foto:Secom

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DEU NA FOLHA DE S. PAULO

FERNANDO RODRIGUES

DE BRASÍLIA

A JAC Motors, montadora chinesa, desistiu de aumentar sua rede de concessionárias no país. Interrompeu também seus planos de fazer uma fábrica na Bahia enquanto o governo federal não baixar o decreto que prometeu desde o início do ano para facilitar a entrada de fabricantes estrangeiros no Brasil.

“O governo prometeu que baixará o decreto em agosto. Vamos esperar. Mas, sem as regras definidas, não temos como fazer a fábrica na Bahia nem aumentar a rede”, diz Sergio Habib, presidente da JAC Motors no Brasil.

O decreto estenderia a montadoras com fábricas instaladas ou em construção o direito de importar automóveis com IPI reduzido, dentro de um certo limite, para viabilizar as operações no país.

“É natural que uma montadora que tenha interesse em se instalar no país tenha o direito de trazer um certo volume de carros importados no início da operação. De outra forma, fica inviável entrar no Brasil”, diz Habib.

Hoje, os carros populares importados pela JAC Motors pagam IPI de 36,5%. Os similares nacionais pagam 6,5%. O presidente da empresa explica: “A medida foi drástica já quando adotada. Mas o dólar à época estava a R$ 1,70. Agora, com o dólar a R$ 2, a operação toda ficou muito cara. Por essa razão é que, sem o decreto do governo rebaixando o IPI, não temos como pensar em aumentar as revendas e muito menos em construir a fábrica na Bahia”.

Esse anúncio da JAC Motors é mais um efeito colateral da política adotada pelo governo para o setor de automóveis em setembro do ano passado, quando aplicou um aumento de 30 pontos percentuais no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros importados ao Brasil de fora do Mercosul.

A medida teve efeitos limitados. As montadoras já instaladas no país, que pressionaram pela medida, têm sinalizado com demissão de funcionários porque continuam prevendo eventual queda na demanda por causa do desaquecimento da economia.

Do outro lado, as montadoras estrangeiras que nos últimos anos instalaram grandes redes de concessionárias no país tiveram forte queda nas vendas por causa do aumento dos preços.

“Temos uma rede de 45 concessionárias. Essas revendas empregam 4.500 pessoas. A ideia era aumentar para cem lojas por causa da fábrica que teríamos em operação na Bahia até 2014.”

A expectativa da JAC Motors é que o decreto promova uma redução do IPI para seus carros importados para 6,5%. A contrapartida seria a construção imediata da fábrica na Bahia, que começaria a produzir já em 2014.

O investimento anunciado é de R$ 900 milhões. A novidade é que 80% do capital será brasileiro. A capacidade de produção prevista é de até 100 mil carros por mês.

“O mercado automotivo é muito empregador na ponta, nas revendas, e não mais nas fábricas. A nossa planta na Bahia empregará 3.000. Mas a rede de concessionárias terá muito mais. Os 4.500 empregados nas lojas hoje duplicariam com a fábrica.”

Para o empresário, com o IPI alto para importados e o dólar a R$ 2, em breve “muitas revendas de carros importados não vão conseguir ficar abertas e pode haver muitas demissões”. Como a JAC opera com automóveis populares, diz Habib, ainda não está nessa situação.

jul
30
Posted on 30-07-2012
Filed Under (Charges) by vitor on 30-07-2012


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Fausto, hoje, no jornal Olho Vivo


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OPINIÃO POLÍTICA

Fernando Wilson

Ivan de Carvalho

Realizou-se a partir das 16 horas de ontem, no cemitério Jardim da Saudade, a cerimônia de cremação do corpo de Fernando Wilson Magalhães. Estava bem de saúde, mas há poucos dias tomou uma queda e, como é comum acontecer nesses casos com pessoas de sua idade – ele ia fazer 88 anos em setembro – quebrou um osso. Uma costela. Teria superado o tombo se a costela não lhe houvesse perfurado um pulmão. Isto causou a morte, ocorrida no sábado.

Foi uma vida longa e bem vivida, grande parte dela ao lado de sua querida esposa Sônia, que agora deixou. Deu certo como pai de muitos filhos.
Advogado, foi como pecuarista, político e pessoa do bem que atuou na sociedade. Quem o conheceu sabe que, diferente de muitos que operam na área política, era um homem sem ódios, rancores, mágoas ou preconceitos, de coração leve. Mas conceitos os tinha. Gostava de conversar e era muito tranquilo – ou “trankilo”, como insistia em pronunciar, talvez em protesto porque a palavra não tinha o trema que sua pronúncia sugeria. Tenho certeza de que, na Casa do Pai, foi recebido, “trankilamente”, numa boa morada.

Político, prefeito do município de Castro Alves, obteve em seguida vários mandatos parlamentares. De deputado estadual e deputado federal. Exerceu sempre a função pública com honestidade, seriedade e evidente espírito público. Disto posso dar testemunho pessoal, pois trabalhei com ele como “secretário extraordinário” de Informação e Divulgação durante o período (1 de abril de 1977 a 15 de agosto de 1978, portanto, 16 meses e meio) em que foi prefeito de Salvador.

Foi escolhido prefeito segundo o processo da época, por indicação do governador Roberto Santos e aprovação da Assembléia Legislativa, para suceder na prefeitura a Jorge Hage. E deixou o cargo em agosto do ano seguinte (foi sucedido por Edvaldo Brito) para ter condições legais de renovar seu mandato de deputado federal.

Mal acabara de assumir o cargo, chuvas torrenciais como há vários anos não ocorriam quase destruíram a cidade. Ele a reparou. Em alguns lugares, com muito trabalho, como na reconstrução reforçada do cais de Amaralina destruído por ondas poderosas e na substituição da insuficiente macrodrenagem da Avenida Magalhães Neto.

Deixou muitas outras coisas para a cidade. Cito algumas, mas outras certamente estão escondidas em arquivos secretos da gasta memória do jornalista:

1. Substituição da drenagem e urbanização da Baixa dos Sapateiros e Barroquinha, que inundavam a cada chuva forte. Obra demorada, política e materialmente difícil, complexa, exigiu uma forte campanha publicitária, não para propaganda da obra, evitar o colapso do intenso e tradicional comércio local.

2. Construção da Avenida Orlando Gomes, ligando a Paralela à Orla.

3. Criação, por decreto municipal, do Parque Metropolitano de Pituaçu (implantação dos equipamentos pelo governo Roberto Santos, por intermédio da Conder, presidida então pelo economista Osmar Sepúlveda).

4. Criação da Limpurb e consequente extinção do antigo DLP – Departamento de Limpeza Pública, cuja estrutura superada impedia um serviço de limpeza decente.

5. Pavimentação da segunda pista da Av. Juracy Magalhães Jr.

6. Drenagem e urbanização em áreas paupérrimas da periferia da cidade.

Muito mais haveria a dizer. Sobre obras, ações de governo e pessoas. Por exemplo, que a cidade deve bastante, e especialmente, a Luiz Braga, então secretário de Obras, ex-deputado e engenheiro. À diretora do Oceplan (Órgão Central de Planejamento), Maria Auxiliadora e ao economista e assessor especial Antonio Alberto Valença. E, claro, ao prefeito, sob cujo comando eles e outros serviram.

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