João visita unidade da Cidade Mãe (subúrbio)…

=============================================

…realização de Lídice, com premio internacional

=============================================

DEU NO SÍTIO DE CHICO BRUNO ( http://www.chicobruno.com.br )

Direto da Varanda

Chico Bruno

O prefeito de Salvador João Henrique (PP) sugeriu a senadora e ex-prefeita Lídice da Mata (PSB) a “fazer uma reflexão sobre a sua própria trajetória política”, diante das críticas feitas por ela à atual gestão municipal, no programa Bahia Notícias no Ar, da Tudo FM, informa a Tribuna da Bahia, de hoje (25).

Segundo o prefeito, a senadora “conhece melhor que ninguém” as dificuldades de governar Salvador, enfrentando adversários poderosos e setores antagônicos aos verdadeiros interesses da cidade.

Era só o que faltava a João Henrique. Querer comparar a perseguição sofrida por Lídice, enquanto prefeita de Salvador, aos seus oito anos de mandato como alcaide soteropolitano.

Lídice foi destratada e Salvador tratado a pão e água pelo então governador da Bahia, Antônio Carlos Magalhães (PFL) e seu séquito de correligionários, incluindo no cesto os veículos de comunicação da família Magalhães.

João Henrique ao contrario, eleito em 2004, foi muito bem tratado pelo governador Paulo (PFL), até o fim de seu mandato em 31 de dezembro de 2006, e pelo atual governador Jaques Wagner, a partir de 2007 até os dias atuais.

É piada, João Henrique querer comparar as agruras de Lídice, asfixiada por ACM e sua turma, com a benevolência com que ele foi e é tratado.

O problema de João Henrique é que ele não tem a aptidão de gestor público, como atestam alguns aliados.

Já Lídice tinha e tem essa aptidão, tanto que não se vergava a artilharia pesada.

Lídice deixou um legado privado importante para a cidade ao licenciar o Parque do Aero- Clube e a Marina da Avenida do Contorno, apesar de acossada por empreiteiros carlistas que vinha há anos dificultando a implantação dos dois empreendimentos.

Eentre os legados públicos que Lídice deixou vale citar: Fundação Cidade Mãe, Programa de Qualidade Total na Prefeitura, Serviço de Atendimento ao Público – Central 156, Orçamento Participativo, ampliação e renovação da frota de ônibus em mais de 1500 veículos, profissionalização o Carnaval com ampliação do Circuito Barra-Ondina, construção da ligação Iguatemi-Paralela, Estação Pirajá, contenção de 22 áreas de grande risco, construção de 750 casas populares para receber os desabrigados das chuvas de 1995 e 1996 em Mussurunga, urbanização da Colina do Bonfim e reurbanização da Praça do Rio Vermelho.

Tudo isso, sem a mínima participação do governo estadual à época.

As realizações de Lídice demonstram que um bom gestor é capaz de governar “uma cidade que tem uma das menores receitas tributárias per capita”, como costuma afirmar João Henrique para justificar o caos de sua administração.

Resumo da ópera.

João Henrique afirma que é “vítima de setores orquestrados da mídia”, mas não dá nome aos bois.

O mais grave é que João não cita o que ocorreu de verdade com Lídice. Omite a perseguição implacável que ela sofreu de ACM, mas tenta se justificar com essa estória risível de “vítima” de setores da imprensa.

Ao invés dos ataques desferidos a Lídice, João deveria se curvar a realidade e desculpar-se com os eleitores que lhe deram uma segunda chance em 2008, haja vista que ele não correspondeu aos anseios por inapetência de gestão.

Be Sociable, Share!
Deixe um comentário
Name:
Email:
Website:
Comments:

  • Arquivos