jul
25

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Grand classique enregistré en janvier 1968,
Françoise Hardy
COMMENT TE DIRE ADIEU
Paroles et musique: Serge Gainsbourg, Jack Gold, Arnold Goland, 1968

Não precisa de tradução. Basta ouvir.

BOA NOITE

(VHS)

jul
25


Andressa:promessas de casamento em Goiania/Reprodução
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DEU NO G1

Humberta Carvalho, Iara Lemos e Mariana Oliveira
Do G1, em Goiânia

O bicheiro Carlinhos Cachoeira prometeu, durante depoimento à Justiça Federal de Goiânia, nesta quarta-feira (25), se casar com Andressa Mendonça “no primeiro dia” após ser libertado. Eles vivem juntos, mas não são oficialmente casados.

Ao ser perguntado pelo juiz se era casado, ele afirmou: “É uma pergunta difícil”, arrancando risadas do público, e emendou: “Se o MP me liberar, no primeiro dia, tá?”, disse, olhando para a mulher Andressa que estava sentada no local destinado aos familiares.

O juiz, então, perguntou o endereço do bicheiro, e ele disse: “Agora tenho que perguntar para ela. Nem sei mais. Estou segregado há cinco meses”, disse.

Andressa, então, tentou intervir para falar o endereço ao bicheiro. E o juiz advertiu: “Não pode, não, dona Andressa. É só ele aqui”.

Quando o juiz passou para as questões relacionadas aos fatos do processo, Cachoeira passou a se recusar a responder. “Eu gostaria de fazer um bom debate com o Ministério Público, mas devido às falhas do processo, melhor eu não falar nada. Nós resolvemos não falar.”

Depois, quando o juiz perguntou se ele teria outras observações a respeito das acusações, Cachoeira respondeu: “Só queria falar porque o sofrimento é muito grande, e a oportunidade é grande. Ela me deu a nova vida [olhando para Andressa]. Eu te amo, tá?” E Andressa falou de público: “Eu também.”


Cristiane: show de bola no Reino Unido
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Autora do quarto gol da seleção brasileira feminina na vitória sobre Camarões por 5 a 0, nesta quarta-feira, pelo Grupo E, a atacante Cristiane se tornou a maior goleadora da história dos Jogos Olímpicos.

A atacante, que entrou no segundo tempo no lugar de Thaisinha, anotou seu 11º gol em Olimpíadas. Ela superou a alemã Prinz, que fez dez gols na história da competição.

Cristiane fez parte da equipe brasileira nas duas últimas Olimpíadas (Atenas e Pequim), quando conquistou a medalha de prata. Em cada uma das edições, a jogadora marcou cinco gols.

Em Pequim, Cristiane passou em branco nas duas primeiras partidas, mas desencantou e fez três gols na vitória sobre a Nigéria, pela última rodada da primeira fase. A atacante ainda marcou dois gols na vitória sobre a Alemanha por 4 a 1, pela semifinal –igualando a marca de Prinz –hoje aposentada–, que anotou um gol na partida.


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DEU NA COLUNA RADAR ONLINE, DA VEJA, ASSINADA POR LAURO JARDIM

Avenida Brasil alcançou ontem 45 pontos de audiência pela segunda noite consecutiva, de acordo com números prévios do Ibope para a Grande São Paulo. Repetiu o seu recorde de público, mas relativamente foi um resultado melhor.

Na véspera, SBT e Record somadas registraram onze pontos. Ontem, a emissora de SS marcou quatro pontos e a do bispo Edir Macedo, três.

Também em relação à antecessora, Fina Estampa, novo trunfo. Fina Estampa chegou aos 45 pontos no 16º capítulo (Avenida Brasil fez o mesmo no 103º), mas só conseguiu repetir o feito dois meses depois.
Por Lauro Jardim


João visita unidade da Cidade Mãe (subúrbio)…

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…realização de Lídice, com premio internacional

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DEU NO SÍTIO DE CHICO BRUNO ( http://www.chicobruno.com.br )

Direto da Varanda

Chico Bruno

O prefeito de Salvador João Henrique (PP) sugeriu a senadora e ex-prefeita Lídice da Mata (PSB) a “fazer uma reflexão sobre a sua própria trajetória política”, diante das críticas feitas por ela à atual gestão municipal, no programa Bahia Notícias no Ar, da Tudo FM, informa a Tribuna da Bahia, de hoje (25).

Segundo o prefeito, a senadora “conhece melhor que ninguém” as dificuldades de governar Salvador, enfrentando adversários poderosos e setores antagônicos aos verdadeiros interesses da cidade.

Era só o que faltava a João Henrique. Querer comparar a perseguição sofrida por Lídice, enquanto prefeita de Salvador, aos seus oito anos de mandato como alcaide soteropolitano.

Lídice foi destratada e Salvador tratado a pão e água pelo então governador da Bahia, Antônio Carlos Magalhães (PFL) e seu séquito de correligionários, incluindo no cesto os veículos de comunicação da família Magalhães.

João Henrique ao contrario, eleito em 2004, foi muito bem tratado pelo governador Paulo (PFL), até o fim de seu mandato em 31 de dezembro de 2006, e pelo atual governador Jaques Wagner, a partir de 2007 até os dias atuais.

É piada, João Henrique querer comparar as agruras de Lídice, asfixiada por ACM e sua turma, com a benevolência com que ele foi e é tratado.

O problema de João Henrique é que ele não tem a aptidão de gestor público, como atestam alguns aliados.

Já Lídice tinha e tem essa aptidão, tanto que não se vergava a artilharia pesada.

Lídice deixou um legado privado importante para a cidade ao licenciar o Parque do Aero- Clube e a Marina da Avenida do Contorno, apesar de acossada por empreiteiros carlistas que vinha há anos dificultando a implantação dos dois empreendimentos.

Eentre os legados públicos que Lídice deixou vale citar: Fundação Cidade Mãe, Programa de Qualidade Total na Prefeitura, Serviço de Atendimento ao Público – Central 156, Orçamento Participativo, ampliação e renovação da frota de ônibus em mais de 1500 veículos, profissionalização o Carnaval com ampliação do Circuito Barra-Ondina, construção da ligação Iguatemi-Paralela, Estação Pirajá, contenção de 22 áreas de grande risco, construção de 750 casas populares para receber os desabrigados das chuvas de 1995 e 1996 em Mussurunga, urbanização da Colina do Bonfim e reurbanização da Praça do Rio Vermelho.

Tudo isso, sem a mínima participação do governo estadual à época.

As realizações de Lídice demonstram que um bom gestor é capaz de governar “uma cidade que tem uma das menores receitas tributárias per capita”, como costuma afirmar João Henrique para justificar o caos de sua administração.

Resumo da ópera.

João Henrique afirma que é “vítima de setores orquestrados da mídia”, mas não dá nome aos bois.

O mais grave é que João não cita o que ocorreu de verdade com Lídice. Omite a perseguição implacável que ela sofreu de ACM, mas tenta se justificar com essa estória risível de “vítima” de setores da imprensa.

Ao invés dos ataques desferidos a Lídice, João deveria se curvar a realidade e desculpar-se com os eleitores que lhe deram uma segunda chance em 2008, haja vista que ele não correspondeu aos anseios por inapetência de gestão.

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CRÔNICA/SOTERÓPILIS

O Canto do Ypiranguinha

Gilso Nogueira


Parece pintassilgo ou filhote de bem-te-vi o passarinho que, volta e meia, pousa, todo prosa, na rede da janela da minha sala.

A netinha, quando o avista, nas férias, festeja sua chegada, entre sorrisos cor-de-rosa e admiração Luluzinha, como se ele fosse o Flamengo.

Creio que os dois se entendem, minha neta e o passarinho, na linguagem universal, e misteriosa, das maravilhas da natureza.

A visita da minúscula criatura de Deus acontece, invariavelmente, de segunda a sábado.

Domingo, imagino, o bichinho amarelo e preto deve ter outros compromissos, pois não nos dá a alegria de sua chegada, com seu canto agudo e rápido, tão ligeiro quanto o vôo que empreende, na fuga, ao pressentir ruído e movimento dos donos da casa.

Tentei, hoje, pela manhã, fotografá-lo, e consegui, graças ao recurso de uma Canon australiana fabricada no Japão.

Posicionei-me atrás do vidro da janela, revestido com película que garante privacidade domiciliar, na terra do muro baixo, e fiz a foto.

Muro baixo?

Era assim que o ex-governador Octávio Mangabeira classificava a bela Salvador, a capital da Bahia.

Para ele, o local onde o absurdo, tantos, como, por exemplo, o ônibus não parar, no ponto, ao aceno dramático de uma mulher grávida, tinha ( e tem ) precedente.
A cena da incivilidade urbana sobre rodas testemunhei semana passada, na Avenida Centenário, aquela que, um dia, foi considerada a menina dos olhos da prefeitura da cidade.

Não é mais, por conta da falta de cuidado com o seu jardim central, onde foram gastos milhões de reais, ao ser implantado, e de sinalização de suas pistas, espaço que muitos motoristas imaginam ter sido construido, há anos, para dirigir como se eles estivessem participando de alguma prova automobilística, o que acontecia no final dos anos 1960, e início de 1970, em corridas promovidas pela federação baiana desse esporte.

Mas, aqui, antes que minha idéia bata asas, como o passarinho que fugiu sacando o click de seu admirador, quero exaltar, em tempo, a volta triunfal do simpático Botafogo Sport Clube, hoje já apelidado de Botafogo da Bahia, sábado passado, à primeira divisão do futebol baiano, com a faixa de campeão da sua Série B, depois de derrotar a briosa equipe da Jacuipense, de Conceição do Jacuípe, por 2 x 0.

Como torcedor do Esporte Clube Bahia, daqueles que preferem, na atualidade, o conforto de uma poltrona ao cimento de uma arquibancada, gritei gol, apaixonadamente, ao assistir, pela TV Educativa, o Canal 2, os tentos do time que ocupa o coração de quase todos os amantes do futebol da terra de Gabriela.

Creio que o único a discordar dessa tese, agora, é um “sujeito” baixinho, pequenino, todo alegre, fofo que só ele, vestido com as cores do velho Ypiranga – o maior rival do alvirubro, o Botafogo – que canta na minha janela, chova ou faça sol, como eterno vencedor.

Gilson Nogueira é jornalista

jul
25
Posted on 25-07-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-07-2012

Yolanda Fordelone, do Economia & Negócios
Estadão

A unidade da General Motors (GM) de São José dos Campos (SP) voltou a funcionar normalmente nesta quarta-feira, 25, informa o Sindicato dos Metalúrgicos da cidade. Ontem, a empresa ficou fechada em meio a negociações com o sindicato sobre o destino de 1,5 mil empregados de um setor da indústria que irá fechar.

Hoje, será retomada uma nova reunião entre a empresa e o sindicato, às 11 horas, no gabinete do prefeito da cidade. Às 16 horas, haverá assembléia com os trabalhadores para explicar o que ficou decidido. Na entrada do primeiro turno na fábrica pela manhã, às 5h30, foi realizada uma assembleia em que foi explicada a situação aos empregados.

“Nesta reunião vamos exigir que a GM aborte qualquer plano de demissão em massa e que o Governo Federal intervenha imediatamente para garantir a manutenção dos postos de trabalho. Temos também uma séria crítica à postura da Prefeitura, que tem sido omissa e até agora não fez absolutamente nada para evitar as demissões”, afirma o presidente do Sindicato, Antonio Ferreira de Barros, o Macapá.

A assembleia realizada na tarde desta terça-feira reuniu cerca de 100 trabalhadore, de acordo com o sindicato.

A questão ficou preocupante e o governo já participa do processo. Será o governo federal que intermediará nesta quarta-feira a reunião entre a General Motors e o sindicato.

De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o secretário de Relações do Trabalho da Pasta, Manoel Messias Nascimento Melo, participará do encontro para saber quais são as propostas da empresa. Segundo o MTE, a prefeitura da cidade e a Secretaria de Relações do Trabalho do Estado de São Paulo também foram convidados para o encontro desta quarta-feira.

(Com Agência Estado)

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OPINIÃO POLÍTICA

Uma boa decisão

Ivan de Carvalho

O governo da Bahia ainda pode recorrer da decisão, mas, pelo menos por enquanto, está condenado a pagar uma indenização de R$ 100 mil e pensão vitalícia no valor de quatro salários mínimos – cerca de R$ 2,5 mil, atualmente – a uma jovem de 15 anos que, aos três anos de idade, foi infectada pelo vírus HIV ao tomar uma transfusão de sangue no Hospital Geral Roberto Santos, em Salvador, para combater uma anemia. É presumível que o sangue não havia sido testado em relação à presença de anticorpus para o HIV.

Ora, esse teste deveria ser – já há doze anos atrás, quando a transfusão de sangue contaminado ocorreu – obrigatório e rigorosamente efetuado no então chamado Hemocentro estadual e o próprio hospital estadual não deveria usar o sangue sem o certificado de que fora submetido ao teste anti-AIDS, além de alguns outros exames laboratoriais indispensáveis.

A sentença condenatória foi prolatada ontem pelo desembargador Salomão Resedá e outros três colegas da 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia, conforme revelou a assessoria de comunicação do tribunal. É possível questionar valores. O Brasil tem uma tradição de minimizar as indenizações de danos, mais ainda quando se tratam de danos morais.

Embora seja significativo, o valor da indenização, fixado em R$ 100 mil reais, é modesto, diria insuficiente, pois, embora possa estar apenas visando à compensação dos danos morais (não conheço o processo em detalhes), supondo-se, portanto, que os danos materiais seriam cobertos pela pensão vitalícia de quatro salários mínimos.

A indenização de R$ 100 mil é insuficiente para cobrir os danos morais. Uma pessoa que vem desde os três anos de idade enfrentando a AIDS e todas as suas consequências e continuará nesta mesma aflição até o último dia de sua vida ou, na melhor das hipóteses (ressalvados milagres), até que a cura da AIDS seja descoberta e resolva efetivamente o seu problema.

Quanto aos danos materiais, eles incluem a aquisição de medicamentos que, eventualmente, sejam necessários ou convenientes sob o aspecto médico e o Estado não forneça à cobertura da diferença do que a pessoa poderia ser e fazer se não houvesse sido contaminada com o vírus e do que ela puder fazer apesar dele. Note-se que, tanto no caso da indenização quanto no da pensão vitalícia, o Estado não teria dificuldade em dispender os valores estabelecidos nem valores expressivamente mais altos. Na opinião deste repórter, valores mais altos seriam mais adequados.

No entanto, não se tem aqui qualquer propósito de censurar aspectos da decisão judicial, muito ao contrário, escrevo como um humilde estímulo a que outros prejudicados pelos serviços de saúde, seja públicos ou privados, por erros evitáveis que sejam cometidos e efetivamente prejudiquem a saúde das pessoas. O sistema privado de saúde será um alvo fácil devido às falhas que, com raras exceções, apresenta, mas é evidente que o ponto crítico está na assistência prestada pelo SUS em unidades de saúde públicas e privadas.

A decisão da 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia é um alento para as pessoas que se sintam prejudicadas ou para suas famílias. Também para que o Ministério Público se mova em relação a isto. Talvez, se tais ações se tornarem uma rotina, um hábito no caso em que haja verdadeira justificativa, o Estado passe a cuidar melhor da saúde das pessoas, cumprindo o dever a que o obriga a Constituição e o permitindo que o cidadão desfrute do direito que lhe dá a Carta Magna.

jul
25
Posted on 25-07-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-07-2012


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Pelicano, hoje, no Bom Dia (SP )

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