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DEU NO BLOG GAMA LIVRE ( gamalivre.com.br)

Vitor Abdala, repórter da Agência Brasil


Os sindicatos dos médicos e dos enfermeiros do Rio de Janeiro vão entrar com representações no Ministério Público do Trabalho contra os chips implantados em jalecos de funcionários da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Mesquita, da rede estadual de saúde. A medida adotada pela direção da UPA visa controlar a frequência dos 150 servidores e evitar o desvio de materiais.

Segundo a presidenta do Sindicato dos Enfermeiros, Monica Armada, essa é uma atitude arbitrária dos gestores da unidade. “Que país é esse que as pessoas têm que ser monitoradas por um chip? Qualquer dia estarão colocando um chip embaixo da pele das pessoas. É uma perseguição às pessoas que estão trabalhando. E também acho que não vai funcionar efetivamente. Um jaleco eu posso trocar com você”, afirma Monica.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos, Jorge Darze, a medida viola a dignidade da pessoa humana. “Do ponto de vista da Constituição, o cidadão tem direito à dignidade. Nosso entendimento é que iniciativas dessa natureza, longe de representar o interesse público e a melhoria das condições da saúde pública, se assemelham a regras de regimes autoritários. Não é possível conviver com uma situação desse tipo”, criticou.

Darze disse ainda que, além de entrar com a representação no Ministério Público, o Sindicato dos Médicos encaminhará um documento à Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre a situação.

A UPA de Mesquita, na Baixada Fluminense, é administrada por uma organização privada chamada Instituto Data Rio, em nome da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro. De acordo com a Secretaria de Saúde, há uma preocupação de não deixar a população “desassistida” pela ausência de médicos e outros profissionais de saúde. A tecnologia será estendida à UPA de Queimados e a duas UPAs de Nova Iguaçu, que também serão administradas pelo Instituto Data Rio.

DEU NA FOLHA.COM

ANDREZA MATAIS
JULIA BORBA
DE BRASÍLIA

A Anatel decidiu suspender a venda a partir de segunda-feira (23) de novas linhas de três das maiores operadoras de telefonia móvel do país: TIM, Oi e Claro.

A medida, antecipada pela Folha, foi confirmada pela Anatel no final desta tarde e afeta venda de pacotes de voz e dados e fez as ações das empresas despencarem na Bolsa.

A Anatel tomou a decisão após avaliar dados das três empresas pelos últimos seis meses. Um dos maiores problemas é que as chamadas são interrompidas no meio do telefonema.

Somadas, elas detêm de 70% do mercado de telefonia móvel no país.

Esta é a primeira vez que a agência suspende as vendas de três operadoras de uma só vez. Isoladamente, a medida já havia sido adotada contra a Telefônica no passado.

POR ESTADO

Cada Estado, incluindo o Distrito Federal, terá uma operadora com a venda suspensa. A punição da Anatel atinge a prestadora com o pior desempenho em cada Estado. O consumidor, porém, não corre o risco de ficar impedido de adquirir novas linhas de telefonia celular. Isso porque cada Estado terá suspensa a venda de apenas uma das operadoras punidas. Ou seja, se em seu Estado o consumidor não conseguir adquirir um chip de uma empresa, porque sua venda está suspensa, poderá comprar a linha de outra companhia.

PLANO

A Folha apurou que as vendas ficarão interrompidas até que elas apresentem um plano de investimento para os próximos dois anos, com metas para resolver problemas na qualidade dos serviços prestados aos consumidores.

As prestadoras deverão apresentar um plano para melhorar a prestação de serviço, detalhado por Estado, em até 30 dias. O plano deve conter medidas capazes de garantir a qualidade do serviço e das redes de telecomunicações, especialmente quanto ao completamento e à interrupção de chamadas e ao atendimento aos usuários.

“Novas vendas só serão permitidas após análise e aprovação, pela Anatel, do Plano apresentado”, informou a agência.

“A decisão não trata de multa. Estamos atuando preventivamente. Mas, para as empresas que não cumprirem a suspensão nas vendas, a multa é de R$ 200 mil por dia”, afirmou João Rezende, presidente da Anatel.

A Anatel exigirá que as empresas apresentem, nos planos de ajustes, a intenção de melhorias imediatas no atendimento. A agência espera que as adaptações nas redes sejam feitas em seis meses.

De acordo com Bruno Ramos, superintendente de serviços privados da agência, a medida pode refletir sobre as promoções das operadoras voltadas para novos clientes.

“Se ela tem um tráfego maior que o suporte de rede, ela precisa elevar essa capacidade ou ajustar suas promoções. Não acreditamos que a medida vá afetar o que está disponível hoje”, disse.

VIVO

A Vivo, que é a maior operadora do país, não será afetada. O mesmo ocorre com CTBC e Sercomtel. Todas as operadoras, porém, serão obrigadas a melhorar os serviços.

Como o número de queixas dos usuários da Vivo não é tão expressivo quanto nas demais, não está prevista suspensão nas vendas da empresa.

A interrupção na comercialização de novas linhas da operadora só vai ocorrer caso ela não apresente o planejamento ou caso não cumpra o acordo que fizer com a agência. Leia integra da reportagem na Folha.com


Comunique-se: Direção de jornal dispensou mais de 20 profissionais da redação (Imagem: Reprodução)
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Deu no portal Comunique-se, especializado em notícias de bastidores da imprensa)

Nathália Carvalho

Pelo menos 23 profissionais de comunicação foram demitidos do impresso baiano A Tarde. No total, mais de 80 pessoas serão desligadas.

Em contato com o jornal, O Comunique-se buscou ter acesso aos nomes dos jornalistas que devem ficar fora do quadro de funcionários, mas essas informações não serão divulgadas por ora.

A direção de jornal dispensou mais de 20 profissionais da redação. No começou deste mês, cinco veículos de comunicação – Folha, Band, IG, Jornal da Tarde e Diário do Grande ABC – diminuiriam suas equipes. No total, mais de 50 pessoas foram desligadas.

Na Bahia, o diário A Tarde enviou comunicado à imprensa, que explica o acontecimento. “A dispensa de uma parte do quadro funcional é necessária para a empresa manter-se competitiva no mercado”, diz a direção do jornal.

Veja a íntegra do comunicado do jornal A Tarde:

“A Empresa Editora A TARDE S/A esclarece que serão adotadas todas as medidas legais com relação aos seus empregados. A dispensa de uma parte do quadro funcional é necessária para a empresa manter-se competitiva no mercado. A TARDE convocou os dois sindicatos, SADEJORBA e SINJORBA, para o diálogo, numa clara demonstração de respeito aos direitos dos seus colaboradores, e, além disso, protocolou junto ao Ministério Público do Trabalho requerimento para intermediação nas negociações, com audiência já designada para o dia 17 de julho de 2012, às 10h”.


Tapajós:agente federal executado no cemitério
(coisa de máfia ou assalto?)

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Do G1 DF

A Polícia Federal abriu inquérito nesta quarta-feira (18) para investigar a morte do agente baleado em um cemitério em Brasília na terça . Segundo a PF, a investigação será paralela à realizada pela Polícia Civil, que trabalha com as hipóteses de latrocínio – roubo seguido de morte – e execução.

Wilton Tapajós Macedo trabalhava na Polícia Federal desde 1987 e atualmente estava no núcleo de inteligência que investigou o bicheiro Carlinhos Cachoeira, preso em 29 de fevereiro deste ano durante a operação Monte Carlo. A polícia concluiu na manhã desta quarta a perícia do local do crime.

Segundo o Sindicato dos Policiais Federais (Sindipol), o velório de Wilton Tapajós será nesta quinta (19), das 8h às 10h30, e o enterro às 11h, no cemitério Campo da Esperança, em Brasília.

saiba mais

Nesta manhã de quarta-feira(18), o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, disse que é “precipitado” afirmar que o assassinato do policial federal tem relação com a participação do agente na Operação Monte Carlo.

“Nesse momento é precipitado tirar qualquer conclusão em relação a esses fatos. Mas a Polícia Federal está se empenhando e seguramente nós vamos encontrar as causas desse ato perverso que vitimou o agente da PF”, afirmou.

Vídeo

Em nota enviada na terça, a empresa Campo da Esperança informou que não pode restringir o acesso ao cemitério e que os visitantes não são revistados. A empresa informou ainda que quatro equipes com quatro seguranças armados trabalham, em escala, 24 horas no local.

Nesse momento é precipitado tirar qualquer conclusão em relação a esses fatos. Mas a Polícia Federal está se empenhando e seguramente nós vamos encontrar as causas desse ato perverso que vitimou o agente da PF”Eduardo Cardozo, ministro da JustiçaSegundo a empresa, as oito câmeras de vigilância instaladas nas áreas edificadas do cemitério estão funcionando e o material gravado nesta terça já foi disponibilizado para a polícia.

Um jardineiro que trabalha no local viu o crime e informou à direção do cemitério. A polícia informou que ele já prestou depoimento e investiga se o homem que cometeu o crime agiu sozinho.

De acordo com a PF, Macedo estava armado no momento do assassinato, mas não chegou a reagir. O assassino levou o carro que estava com o policial. A arma que o policial portava – uma Glock 9 milímetros – e a carteira não foram roubadas.

Macedo, de 54 anos, era casado e tinha sete filhos. Enquanto a polícia realizava a perícia no local do assassinato, quatro filhos chegaram ao cemitério. A mulher da vítima também esteve no local e precisou ser atendida por bombeiros após passar mal.

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) divulgou nota de pesar pela morte de Macedo e se solidarizando com a família do agente.


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Rosane Collor mostra a cara ( não pintada!)

Maria Aparecida Torneros

A mídia, muitas vezes, pode levar décadas para construir ou desconstruir seus ídolos, os tais “olimpianos”, como definiu o teórico francês Edgard Morin.

Justamente há 20 anos, caía o jovem presidente da República, Fernando Collor, ícone baseado em “cooper” de camisetas variadas, mensageiro de um colorido que remeteu ao verde e amarelo, exposto em imagens de marido de jovem mulher, “barbie” no Planalto, ele, alvo de denúncias de corrupção, envolto em marketing inovador que o elegera meteoricamente, e, sobretudo, em clima misterioso que resultou em série de mortes de pessoas que com ele estavam envolvidas, ou por laços de sangue ou de afinidades políticas.

A noite do domingo Fantástico, em rede nacional, trouxe a ex-primeira dama Rosane Collor, pondo a cara na telinha, mostrando e contando histórias daqueles dias de poder, quando ela e seu ex-marido, hoje Senador da República, vivenciaram um dos espisódios mais comprobatórios do quanto é possível movimentar a massa jovem, a mesma juventude de “caras pintadas” que foi às ruas gritar Fora Collor.

A jovem senhora não só mostrou a sua própria “cara” de pau ( ao reclamar por exemplo dos míseros 18 mil reais que ganha de pensão do ex marido, enquanto outras ganham 40 mil) como misturou seus credos , relatou os trabalhos de magia que presenciou ou participou, e falou em Jesus. Provavelmente, a audiência deve ter demonstrado que o público se interessou por suas declarações anunciadas como bombásticas, o que na verdade, apenas poderia ser decodificado como mais uma jogada de marketing sobre o tal livro que ela anunciou estar escrevendo, a nova vida religiosa que passou a levar, mesmo assim não desapegada do elemento “grana”, e a taxação de “maldição” Collor para as mortes que se sucederam na história do político alagoano, carismático renovado, digamos assim, cujos passos, hoje, no Congresso Nacional, integram alianças, talvez oscilantes entre Deus e o Demo.

A reportagem aproveitou para reproduzir cenas que trouxeram novamente as figuras de P. C. Farias, sua mulher, ambos já falecidos, e as imagens memoráveis da garotada de cara pintada, nas ruas, em resposta ao desafio presidencial que os chamou para apoiar suas verdades que pairavam em porões obscuros, hoje revelados , como atrelados a rituais de matanças de animais, trabalhos “pesados” como descreveu a ex Primeira Dama, que acrescentou que a “mãe de santo”, de nome Cecília, assim como ela própria, mantinha-se sob a proteção de Jesus, o que pareceu ainda uma propaganda religiosa subliminar em horário de pico televisivo, num país onde as estatísticas comprovam o crescimento factual da adesão às religiões ditas protestantes.

Entre caras e bocas da entrevistada, a jornalista responsável pela reportagem insistia em perguntas pertinentes e impertinentes, levando Rosane a lembrar por exemplo, os dias do famoso processo de “impeathmant”, quando o país parou para acompanhar o movimento popular democrático que tirou do ar o casal “feiticeiro”, sob uma demanda que varou encruzilhadas de todo o Brasil, e em cuja sensibilidade popular foi possível observar que havia mesmo algo de podre no reino da Casa da Dinda.

No dia seguinte, circularam na internet, nas redes sociais, montagens que aproximavam as imagens de Rosane e da personagem malediscente Carminha, vivida pela atriz Adriana Esteves, na novela das nove, além de inúmeros protestos sobre a desfaçatez da criatura em reclamar proventos de ex mulher de presidente compatíveis com sua vidinha de samaritana arrependida.

Televisão tem repercussão imediata no olhar do seu público atento ao mundo em volta, mesmo que a informação chegue manipulada ou maniqueizada, buscando rotular bem e mal, o receptor de mensagem tão propagandeada já não é tão bobo como há vinte ou quarenta anos atrás, e , num país crescentemente democratizado, que avança na busca de minimizar diferenças sociais e no sonho de proporcionar educação de bom nível para todos, há que considerar a necessidade de que figuras assim, tão controversas ou dissimuladas, tão produzidas ou extemporâneas, mostrem mesmo suas “caras não pintadas”, para que a lucidez, afinal, ilumine cabeças de eleitores que votam, que escolhem, que pensam , que observam, que podem mudar a história, quem sabe, ao concluirem que seus mandatários, na escuridão das madrugadas, podem estar “trabalhando” em magias negras ou, se bem escolhidos, poderiam estar ” honrando” seus cargos com decisões sensatas e ações equilibradas.

Pelo menos, a entrevista da senhora Rosane Collor, tem um mérito: não cremos nas bruxas, como dizia minha avó espanhola, “pero que las hay, las hay”!

Maria Aparecida Torneros, jornalista e escritora, mora no Rio de Janeiro


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Em greve há 99 dias, os professores da rede estadual continuam a ocupar o salão Deputado Nestor Duarte, na Assembleia Legislativa. Nesta quarta-feira (18), deverá ser votado o pedido de reintegração de posse do prédio feito pelo presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Marcelo Nilo (PDT).

Desde a noite de segunda (16), os ocupantes estão sem ar-condicionado e sem acesso aos banheiros nos períodos fora do expediente da assembleia. O prédio também teve o fornecimento de energia e água cortado para pressionar os professores a deixar o prédio. Dormindo em barracas de camping, os professores se negam a sair.

Em reunião nesta quarta (18), com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia (APLB), os professores aprovaram uma contraproposta que será apresentada ao governo. O documento será entregue ao Ministério Público.

Ontem (17), o Ministério Público Estadual (MP) e o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ) anunciaram que não vão mais participar das negociações entre os professores e o governo do estado, visando o fim da greve na Educação.

Em nota conjunta, as instituições informam que “persistindo o impasse, em razão da não obtenção de um acordo em tempo hábil e visto a aproximação de uma situação de dano irreversível ao calendário escolar, não resta outra alternativa às referidas instituições mediadoras senão considerar, nas atuais circunstâncias, concluídas as negociações”.
(Informações do Correio da Bahia. Redação)
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BAHIA EM PAUTA EM CIMA DA HORA:

A expectativa e a tensão flutuam por todos os salões, gabinetes e corredores da Assembléia Legislativa da Bahia, ocupada há 100 dias por professores da rede estadual de ensino em greve.

O clima de preocupação se espalha por outras áreas do Centro Administrativo, incluindo o prédio da governadoria e o gabinete do Secretário de Segurança.À forte tensão juntam-se os boatos sobre a decisão do TJ-BA quanto à reintegração de posse da ALBA pedida por seu presidente Marceli Nilo e os desdobramentos que se seguirão ainda hoje.

Tudo somado ao grande movimento de chegada de professores e de profissionais de redes de TV e da mídia em geral ao CAB, indicativos de que são aguardados acontecimentos decisivos ainda nesta quarta-feira(18)
A conferir

(Vitor Hugo Soares)

jul
18
Posted on 18-07-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 18-07-2012


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Amarildo, hoje, Gazeta Online(ES)


Aleluia(DEM):”Somos independentes”

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OPINIÃO POLÍTICA
Democratas e fusão

Ivan de Carvalho

O presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp, afirmou, ontem, que seu partido vem discutindo a hipótese de fusão com “meia dúzia” de legendas. Acrescentou que “a possibilidade de fusão é praticamente real” e que uma fusão, se houver, não será necessariamente com os seis partidos com os quais o assunto vem sendo tratado.“Não quer dizer que a fusão seja com os seis, talvez sejam dois, três”, disse, adiantando que as conversas serão aceleradas após as eleições de outubro e devem ser concluídas em 2013.

Um dos alvos exploratórios do PMDB seria o Democratas, segundo se especula no meio político, ressalvando que os resultados das eleições deste ano para prefeitos e vereadores deverão influir muito numa decisão do DEM a respeito. É óbvio que um bom resultado para os democratas tenderá a estimular a persistência da legenda, enquanto um resultado expressivamente abaixo do esperado mostraria, supostamente, uma inviabilidade de a legenda permanecer autônoma e estimularia, portanto, a fusão.

No entanto, ainda que venha a prevalecer a hipótese de uma fusão, o PMDB não seria o único candidato a absorver o DEM. Este teria no PSDB uma opção, de certo modo mais coerente ou menos incoerente, pois o DEM é um partido na oposição ao projeto de poder do PT e o PSDB também se coloca nessa linha, enquanto com o PMDB acontece algo muito diferente: durante o primeiro governo Lula esteve dividido, com o “PMDB do Senado” apoiando o governo e o “PMDB da Câmara, então majoritário no partido, fazendo oposição, ainda que reticente, vacilante, como reticente e vacilante tem sido a oposição do PSDB desde que o PT chegou ao poder.

Mas já para a reeleição de Lula o PMDB apresentou-se inteiro como apoiador do candidato e aliado do PT, tendo na eleição da petista Dilma Rousseff participado da chapa, indicando seu então presidente, deputado Michel Temer, para candidato a vice-presidente da República. Após a eleição de Dilma, o PMDB já foi alvo de muita pancadaria desferida pelo governo e pelo PT, mas continua sem largar o osso. A carne ainda existe para o PMDB, mas diminuiu a olhos vistos. Se continuar com eles fechados, quando os abrir verá que, além do osso, restam-lhe apenas pelancas. Talvez, intuindo isto, o PMDB, tentando recauchutar a musculatura, esteja tão interessado em fusões com outras legendas.

Uma fusão do DEM com o PSDB é ruim, pois as ideias desses dois principais partidos de oposição não são iguais, nem iguais são seus eleitorados. Com o PMDB também seria ruim, já aí por dois motivos: enquanto o DEM, apesar dos pesares, tem um ideário, o PMDB já não tem. Além disto, o DEM é oposição ao projeto de poder do PT e o PMDB tem auxiliado o PT a executar seu projeto. Isso tira qualquer sentido a uma eventual fusão PMDB-DEM.

Ex-vice-presidente nacional do Democratas e presidente da seção baiana da legenda, José Carlos Aleluia descartou, ontem, a possibilidade de fusão de seu partido com o PMDB. Alegou exatamente a posição de participante do governo Dilma deste partido. “Somos independentes e não faremos fusão com partidos governistas”, disse. Para Aleluia, o DEM precisa se firmar como alternativa ao atual governo, representando “o centro-democrático, a democracia cristã”.

http://youtu.be/1Yrd6caXygw

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BOA NOITE!!!

O resto deixo a cargo de Regina, lá na costa do Pacífico.

(VHS)

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The way we were

O jeito como éramos

As lembranças iluminam a minha mente
Embaçadas memórias coloridas do jeito que éramos

Imagens espalhadas dos sorrisos que deixamos para trás
Sorrisos que demos um ao outro pelo jeito que éramos

Será que era tudo tão simples naquela época
Ou o tempo reescreveu cada linha
Se tivéssemos a chance de fazer tudo de novo, me diga
Nós deveríamos, nós poderíamos?

As lembranças podem ser belas e ainda assim
O que é doloroso demais nós simplesmente decidimos esquecer
Então é das gargalhadas que iremos lembrar
Sempre que nos lembrarmos como éramos

A forma como éramos

“The Way We Were” é o tema musical do filme do mesmo nome, tendo Barbra Streisand e Robert Redford como principais intérpretes e estreado no ano de 1973.

A música foi escrita por Alan Bergman e Marilyn Bergman e chegou a ganhar os prêmios Academy Award (Oscar) e Golden Globe e aparece como a oitava na lista das 100 melhores músicas escritas para filme.

A versão de Barbara Streisand inclui-se entre as melhores de todos os tempos segundo a revista especializada “Billboard”.

The Way We Were

Memories light the corners of my mind
Misty water-colored mem’ries of the way we were

Scattered pictures of the smiles we left behind
Smiles we gave to one another for the way we were.

Can it be that it was all so simple then
Or has time rewritten every line
If we had the chance to do it all again, tell me,
would we, could we

Mem’ries may be beautiful and yet
What’s too painful to remember we simply choose to forget
So it’s the laughter we will remember
Whenever we remember the way we were

The way we were

O jeito como éramos

As lembranças iluminam a minha mente
Embaçadas memórias coloridas do jeito que éramos

Imagens espalhadas dos sorrisos que deixamos para trás
Sorrisos que demos um ao outro pelo jeito que éramos

Será que era tudo tão simples naquela época
Ou o tempo reescreveu cada linha
Se tivéssemos a chance de fazer tudo de novo, me diga
Nós deveríamos, nós poderíamos?

As lembranças podem ser belas e ainda assim
O que é doloroso demais nós simplesmente decidimos esquecer
Então é das gargalhadas que iremos lembrar
Sempre que nos lembrarmos como éramos

A forma como éramos

“The Way We Were” é o tema musical do filme do mesmo nome (“Nosso Amor de Ontem”, no Brasil) tendo Barbra Streisand e Robert Redford como principais intérpretes e estreado no ano de 1973.

A música foi escrita por Alan Bergman e Marilyn Bergman e chegou a ganhar os prêmios Academy Award (Oscar) e Golden Globe e aparece como a oitava na lista das 100 melhores músicas escritas para filme.

A versão de Barbara Streisand inclui-se entre as melhores de todos os tempos segundo a revista especializada “Billboard”.
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Regina

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