jul
14

http://youtu.be/cU67iG0W99M

Henri Salvador e Rosa Passos: uma dupla de altissimo nível, interpretando? à altura uma das mais belas canções do repertório da canção francesa, e porque não do mundo ocidental?
Scialom Roland, na área de comentários do You Tube

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Vive La France. Viva Rosa Passos, logo mais, no TCA.

(dica de Maria Olivia Soares)

jul
14


Victor de Athayde:vítima da violência
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Pavor

Graça Azevedo

Acabo de ver na TV Bandeirantes que o pedófilo e assassino Galiza foi colocado em regime aberto por uma juíza de Lauro de Freitas, na calada da noite. Este meliante matou e incendiou o jovem Lucas Terra após tê-lo sodomizado. É pastor da poderosa indústria de dinheiro chamada Universal. Talvez isso explique a agilidade da progressão da pena.

Um pedófilo sempre será um perigo porque não há cura para este tipo de perversão. E uma juíza o coloca em regime semiaberto o que abre uma grande possibilidade de que repita o crime de pedofilia. Na cadeia ele tinha, teoricamente, bom comportamento. Claro, não há aí crianças, é mais fácil.

Há seis anos escrevi neste site sobre a impunidade. Infelizmente vejo que os meus pesadelos se tornam realidade. Quando percebo que a justiça está mais preocupada em “se livrar” do preso que puní-lo ou reabilitá-lo, fico temerosa que o próximo a ser liberado seja o assassino Abelha e seus cúmplices que mataram de forma cruel o meu filho Vitor. E que eu seja a próxima vítima, conforme ameaça feita por ele e familiares.

Quando penso na luta que os pais de Lucas, Carlos e Marion, travaram por longos anos para que a justiça cumprisse o seu papel, imagino com que dor receberam a notícia da liberação parcial do algoz do seu menino. Daqui envio a minha irrestrita solidariedade.

Espero, mais uma vez, que o nosso País pense que os humanos direitos querem ter seus direitos humanos respeitados.

http://youtu.be/gn6ItjMoMs8
Trenet, ao vivo

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Uma gravação de Jacqueline François:
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Toda a alma do poeta nesta soberba canção!

VIVA O 14 DE JULHO!

VIVA A FRANÇA. SEMPRE!!!

(Vitor Hugo Soares)


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OPINIÃO POLÍTICA

Formação militar
Ivan de Carvalho

O líder do Psol na Câmara dos Deputados, deputado Chico Alencar, protocolou, na quinta-feira, requerimento em que cobra explicações sobre o “canto” de apologia à violência que soldados da Polícia do Exército entoaram em treinamento pelas ruas do Rio de Janeiro. De vez em quando acontece uma dessas coisas que pregam um susto e deixam as pessoas estupefatas, uma espécie de doideira sem doido identificado, mas que não podem acontecer por acaso e, exatamente por isto, devem ser levadas muito a sério.
Foi o que fez o líder do Psol, Chico Alencar. O jornal O Globo, na sua coluna Panorama Político, publicou a nota seguinte: “Soldados do quartel do 1º Batalhão da Polícia do Exército, onde funcionava o DOI-Codi na ditadura militar, corriam ontem pela manhã na Rua Barão de Mesquita, no Rio, cantando: ‘Bate, espanca, quebra os ossos. Bate até morrer’. O instrutor então perguntava: ‘E a Cabeça?’ Os soldados respondiam: ‘Arranca a cabeça e joga no mar’. No final o instrutor perguntava: ‘E quem faz isso?’ E os soldados respondiam: ‘É o Esquadrão Caveira!”.
O deputado Alencar justificou seu requerimento alegando que o “canto” é uma “clara indução à violência e ofensa aos princípios universais dos direitos humanos. Diante dos abomináveis cantos de guerra e tortura que os soldados da Polícia do Exército no RJ são estimulados a gritar”, o líder do Psol e a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, por seu presidente, deputado Domingos Dutra, tomaram algumas providências:
1) Oficiar ao ministro da Defesa para que determine o imediato fim destes brados em toda e qualquer unidade das Forças Armadas; 2) Requerer informações sobre a ciência que o Ministério tem do fato, quais são as autoridades diretamente responsáveis pelo treinamento, se isso é usual nas práticas militares e desde quando; 3) emitir nota de repúdio de membros da Comissão de Direitos Humanos; “encaminhar denúncia, como resquício da ditadura e da tortura, à Comissão Nacional da Verdade”; apresentar proposta de audiência pública da Comissão de Direitos Humanos para debater “Educação Militar e Direitos Humanos”.
Bem, das providências enumeradas, a única discutível, talvez mesmo sem sentido, é a de “encaminhar denúncia, como resquício da ditadura e da tortura, à Comissão Nacional da Verdade”. Afinal, o que é que a Comissão Nacional da Verdade vai fazer com isso? O caso não se enquadra nas finalidades legais dela, finalidades estas que já estão envolvidas em polêmica mesmo sem a ajuda de tal e tão estranho “canto”.
Quanto às demais providências, são todas perfeitamente adequadas. E o tema precisa ser abordado em profundidade, como precisa ser mensurada a extensão, no meio militar, da “pedagogia” de ensino que explodiu nesse “canto” celerado nas ruas do Rio.
Claro que aos soldados seus comandantes precisam incutir, além dos princípios básicos de hierarquia e disciplina, sem os quais as forças armadas não seriam operacionais e não cumpririam suas finalidades, uma cultura de bravura e de ânimo combativo, mas não – até porque não haveria qualquer finalidade legítima ou aceitável nisso – ideias de crueldade, de bater, espancar, quebrar os ossos, bater até matar e, para completar, arrancar a cabeça e jogar no mar.
Não se formam soldados assim. Formam-se monstros. E não é isto o que a sociedade brasileira quer que seus soldados sejam.

jul
14
Posted on 14-07-2012
Filed Under (Charges) by vitor on 14-07-2012


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Sid, hoje, no Metro1(BA)

jul
14
Posted on 14-07-2012
Filed Under (Newsletter) by vitor on 14-07-2012

aéreo

DEU NO CORREIO DA BAHIA

Um homem de 30 anos foi preso em flagrante por agentes da Polícia Federal por furtar passageiros de uma aeronave no Aeroporto Internacional Luis Eduardo Magalhães, em Salvador, quando desembarcava de um voo de Manaus com destino a Salvador.

De acordo com informações da Polícia Federal, o suspeito, identificado pelas iniciais M.R.S., se aproveitou da distração de uma senhora no voo 5316, da TRIP Linhas Aéreas, e levou a bolsa da vítima até o banheiro da aeronave, onde teria furtado os pertences da vítima.

A bolsa foi encontrada no local por uma comissário do voo, que avisou à vítima sobre o local onde o acessório foi encontrado. Uma outra passageira, que havia percebido a ação de M.R.S. no banheiro, denunciou o suspeito e disse que o mesmo tinha furtado a passageira enquanto ela dormia durante o voo.

Com a chegada da aeronave ao solo, já em terras baianas, policiais federais foram acionados e foram até a área de desembarque ao encontro da comissária e da vítima. Após informarem aos agentes sobre a suspeita, o homem foi abordado pelos policiais, que encontraram o dinheiro em quantidade e características exatas às informadas pela vítima. Preso em flagrante, o acusado foi encaminhado para o Sistema Prisional de Salvador, onde ficará à disposição da Justiça Federal.


Dilma em Maragojipe: outra roupa, outras armas, outro discurso

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OPINIÃO POLÍTICA

Dilma balança entre Lula e Brizola

Vitor Hugo Soares

Oito anos depois da morte de Leonel Brizola, completados mês passado (24 de junho) e menos de um mês depois do encontro com apertos de mãos reconciliatórios de Lula-Maluf – e direito a foto tão histórica quanto polêmica colhida nos jardins da mansão do ex-governador de São Paulo -, o coração e a mente da presidente Dilma Rousseff parecem balançar “entre dois amores”, como no filme famoso.

De um lado, o ex-governador nascido na gaúcha cidade de Carazinho, que a acolheu afetuosamente no PDT do Rio Grande do Sul, quando a ex-guerrilheira das lutas contra a ditadura dava os primeiros passos na política fora da clandestinidade. Do outro, o pernambucano ex-dirigente sindical do ABC paulista, fundador do PT e ex-presidente da República que a levou nos braços (e no muque) ao Palácio do Planalto na eleição em que praticamente ninguém acreditava quando a campanha começou.

O balanço de Dilma, que vem de longe (como Brizola gostava de dizer) ficou esta semana mais evidente do que nunca na historia deste país (como prefere Lula) em pelo menos duas cerimônias emblemáticas com a participação da presidente da República.

A primeira, em Brasília, na quinta-feira, 12. A segunda em Maragogipe – cidade do Recôncavo Baiano com prefeito petista em campanha de reeleição (e o governador Jaques Wagner, também do PT, em fase de inferno astral desde a greve da PM) – visitada ontem, sexta-feira, 13, pela presidente, depois de dois adiamentos.
A Dilma brizolista, cujos sinais mais efusivos no período de governo haviam se manifestado na posse do ministro do Trabalho, Brizola Neto, reapareceu com força anteontem, durante a abertura da Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente.
Para espiritualistas ou ateus que acreditam em milagres (como o jornalista que assina estas linhas), a petista presidente da República parecia tomada pelo espírito e pelas palavras do falecido líder trabalhista, ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, Leonel de Moura Brizola.

No discurso surpreendente, uma Dilma veemente afirmou que uma Nação de verdade deve ser medida pela atenção que os seus governantes dão às novas gerações, e não pelo crescimento da economia representada pelos saltos do PIB (soma de todas as riquezas de um país). Vale a pena reproduzir aqui, literalmente, as palavras da presidente, pois até ontem, quando Dilma desembarcou na Bahia, muita gente dentro e fora de seu governo seguia atônita, ou fazendo de conta de que nada de diferente havia acontecido na solenidade de Brasília. Mesmo que a forte, ampla e imediata repercussão do discurso presidencial na mídia revelasse o contrário.

“Uma grande nação deve ser medida por aquilo que faz a uma criança e a um adolescente. Não é o PIB, mas a capacidade do País, do governo e da sociedade de proteger o que é o seu presente e o seu futuro”, bradou a presidente na fala produzida sob medida para os tempos de dificuldades que se anunciam no Brasil pós-marolinha.
Uma indiscutível sacada política, de governo e marketing em tempo de crise. É preciso reconhecer: nem o próprio Brizola, um dos formadores da cabeça e do coração da Dilma pedetista, teria feito melhor se vivo ainda estivesse.

Apenas um dia depois, no entanto, na sexta-feira 13, a presidente Dilma Rousseff desembarcava bem cedo no Recôncavo , novamente vestida com as roupas e as armas do PT, seu partido atual. Chegava cercada do governador Jaques Wagner, do prefeito também petista de Magagogipe que tenta a reeleição, aliados políticos, empresários e militantes em campanha eleitoral. Uma festa multicolorida de gente que parece navegar indiferente em águas de “Brasil grande e imune às crises”.

Dilma veio batizar a nova plataforma de exploração de petróleo da Petrobras, a P-59, destinada a operar em águas profundas do Espírito Santo, área do pré-sal. Antes, a presidente participou do lançamento feérico da pedra fundamental do Estaleiro Enseada do Paraguaçu, para construção de mais plataformas off-shore de exploração de óleo em alto mar, com sede na Maragogipe tornada conhecida por um de seus filhos mais ilustres, o humorista Zé Trindade, hoje praticamente esquecido nas festas do lugar.

“Coisa de primeiro mundo, de país grande”, como faziam questão de acentuar executivos da Petrobras ao falar sobre as qualificações técnicas da monumental P-59, na qual os operários “ficarão numa sala automatizada, com controles por joysticks (como os de vídeo game”) e touch screen (na própria tela)”. Coisa de encher os olhos e o discurso do ex-presidente Lula, o grande ausente, mas não esquecido pelos políticos e ex-auxiliares presentes na festa em Maragogipe.

No meio de tudo, a Dilma brizolista das crianças, na antevéspera em Brasília, dividia sentimentos e palavras de paixão com a presidente lulista da festa petista de ontem em Maragogipe. É como assinalou um frequentador do Twitter esta semana, ao refletir sobre o confuso país deste dias: “No meio da confusão sempre se pode ganhar alguma coisa”.

A conferir.

Vitor Hugo Soares é jornalista – E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

http://youtu.be/Z0-uaMd-_hE
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Montreal Jazz Festival, 1986

Antonio Carlos Jobim – vocals & piano,
Jacques Morelenbaum – violoncelo,
Paulo Jobim – guitar,
Danilo Caymmi vocals & flute,
Sebastião Neto – bass,
Paulo Braga – drumms,
Ana & Elizabeth Jobim, Simone Caymmi, Maúcha Adnet, Paula Morelenbaum – vocals.

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Rosane:

Fazer aniversário em data como esta é privilégio de poucos, mas ainda é pouco para o tanto que você merece. Os que fazem o Bahia em Pauta a felicitam, contentes e agradecidos por sua amizade e colaboração.

VIVA O 14 DE JULHO.NA FRANÇA E EM CARAVELAS!!!

BOA NOITE, BELOS SONHOS, ÓTIMO SÁBADO PARA TODOS !!!

(Vitor Hugo Soares e Margarida)

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