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OPINIÃO POLÍTICA

Revelações

Ivan de Carvalho

Estas linhas, hoje, não serão sobre política, mas principalmente sobre discos voadores. Aos leitores que sejam absolutamente refratários ao assunto, minhas desculpas. Ficarei contente se alguns persistirem.

“Tudo que vos foi ocultado vos será revelado”, disse Jesus a seus discípulos, referindo-se ao que chamava de Fim dos Tempos, considerados estes como uma era ou um período, um ciclo, não ao que tantos fazem passar como “fim do mundo”, por ignorância ou para facilitar o descrédito.

O fim do planeta Terra evidentemente acontecerá algum dia, mas não era disso que Jesus falava quando se referia ao Fim dos Tempos. Falava de “um grande tribulação” – enormes catástrofes – que destruiria a atual civilização e seria finalizada por sua volta “com muito poder e glória”, marco do início de construção de uma nova e muito melhor civilização, além de marcar a ocorrência de eventos espirituais importantes.

Bem, mas esta é uma questão que sugiro aos padres e pastores explicarem melhor e com certa frequência aos fiéis e, pela televisão e rádio, a todos os que os ouvem. Em verdade, esta é uma temática fundamental na mensagem de Jesus e que é quase ignorada nas pregações.

Mas afirmei nas primeiras linhas que iria falar de discos voadores, os UFOs, na sigla em inglês, e foi por isto que tomei emprestada da Bíblia a promessa-aviso de Jesus de que “tudo que vos foi ocultado vos será revelado”.

Pois bem, segundo publicou ontem o portal UOL, um ex-agente da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA), Chase Brandon, confirmou, 65 anos após o incidente de Roswell, que ali foi realmente capturado um UFO, uma nave com tripulante ou tripulantes (o texto do portal de Internet não esclarece bem, mas a versão consolidada do caso é de que havia tripulantes, um dos quais estaria vivo). A nave caíra, a base aérea próxima da cidade de Roswell, no Novo México, anunciara a queda de um flying saucer (prato ou pires voador, o correspondente americano do popular brasileiro disco-voador).

O comunicado oficial da base aérea foi publicado em manchete no dia seguinte, mas nesse dia mesmo o tenente responsável pelas relações públicas da base – que, na véspera, autorizado pelo comando da unidade militar, havia emitido a nota oficial – recebeu ordem de desmentir tudo e afirmar que tratava-se de um balão meteorológico. A ordem viera do Pentágono para o comando da base. Já aposentado e velho, esse tenente não quis morrer com o polêmico segredo e escreveu um livro (adaptado depois para filme) contando tudo o que sabia.

Ele não tivera contato direto com a nave ou tripulantes mortos ou vivos, mas recolhera um pouco do material amplamente espalhado numa fazenda. Não existia nada igual na terra, assegurou, com base nas características que o material apresentava e ele expôs no livro.

Não tinha a prova, pois houve ordem para que o material fosse entregue à base por qualquer que o houvesse eventualmente recolhido – e, como militar obediente, o então tenente entregou a parte que pegara e mostrara em casa ao filho.

O incidente de Roswell, um dos mais famosos – talvez o mais – da ufologia aconteceu em 8 de julho de 1947. Agora, diz o ex-agente da CIA Chase Brandon: “Não era a droga de um balão meteorológico. Era sim o que as pessoas achavam que era quando encontraram aquilo.

Aquele objeto claramente não era deste planeta”. Nos seus últimos dez anos de serviço na CIA, Brandon tornou-se diretor de publicações, trabalhando na sede da agência, em Langley, Virgínia. O local em que trabalhava era secreto, poucos tinham acesso. Um dia, caminhando no local, uma caixa lhe chamou a atenção. Nela havia escrita uma só palavra – Roswell. Ele abriu a caixa deu uma olhada e disse, segundo conta: “Meu Deus, aquilo realmente aconteceu”.

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Comentários

luiz alfredo motta fontana on 13 julho, 2012 at 8:47 #

E por falar em ocultos e mistérios…

Alguns colunistas políticos, poucos é verdade, insistem em dizer e confirmar, embora com certa parcimônia, a existência de uma Chefe da Casa Civil denominada Gleisi Hoffmann, parecem acreditar tratar-se da desaparecida senadora pelo Paraná.

De forma mais velada, porém mais fantasmagórica, analistas econômicos, de quando em quando emitem referências a um tal Alexandre Tombini, que responderia pelos caminhos incertos do Banco Central.

Mistérios de um governo que adora manchetes e holofotes.

De conhecido mesmo só o “pibinho” do Mantega.


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