jul
10


Eva Rausing: morte cercada de suspeitas

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A milionária britânica Eva Rausing, pertencente à família que controla o império Tetra Pak e uma das mulheres mais ricas do Reino Unido, foi encontrada morta em casa, no bairro londrino de Belgravia. De acordo com o jornal Evening Standard, o marido está detido.

De acordo com a BBC, a morte de Rausing está sendo investigada como “por motivo a explicar”. Eva Rousing, de 48 anos, era casada com o herdeiro da fortuna Tetra Pak, Hans Kristian Rousing, também de 49 anos.

Um homem de 49 anos foi detido por alegadas ligações à morte da milionária, segundo informações policiais divulgadas pela imprensa britânica.

“Ontem [segunda-feira] um homem de 49 anos foi detido por suspeita de posse de drogas. Na sequência de buscas efetuadas a uma residência foi encontrado um corpo. (…) O homem continua detido por ligações a esta morte”, declarou um porta-voz da polícia, citado pela Sky News.

De acordo com o jornal London Evening Standard, Hans Kristian Rousing é suspeito da morte da mulher e está detido, depois de, segundo a polícia.ter sido apanhado ontem na posse de drogas na zona sul de Londres. Segundo este jornal, Eva Rousing, que pertencia ao círculo de amigos do príncipe Charles, teria morrido de uma overdose de drogas.

O casal tem quatro filhos pré-adolescentes e são conhecidas as suas batalhas contra o consumo de drogas. Os dois conheceram-se há cerca de 20 anos numa clínica de reabilitação nos Estados Unidos e em 2008 foram presos depois de Eva ser apanhada na posse de drogas numa festa na embaixada norte-americana em Londres. Nesta ocasião, a polícia fez buscas na residência do casal e encontrou cocaína e heroína no valor de cerca de 2500 euros.

(Com informações do Diário de Notícias(Portugal) , BBC e agencias britânicas de notícias)

http://youtu.be/_3NaFbCkug8
Un Vestido y un Amor(Fito Paes): Magnificamente, Caetano!!!
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DEU NA FOLHA/ILUSTRADA

Caetano Veloso, que completará 70 anos em agosto, será homenageado como personalidade do ano pelo Grammy Latino, durante festa de gala marcada para 14 de novembro.

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Segundo anúncio do presidente da Academia Latina de Gravação, Gabriel Abaroa Jr., canções de Caetano serão apresentadas por artistas convidados e amigos do cantor e compositor baiano.

A homenagem ao músico brasileiro, que foi oito vezes ganhador do Grammy Latino e duas vezes vencedor do Grammy, acontecerá um dia antes da cerimônia de premiação, que será realizada no Mandalay Bay Events Center, em Las Vegas.

“Caetano Veloso tornou-se o embaixador de destaque da música e cultura brasileira”, afirma Abaroa no comunicado. “É difícil encontrar alguém capaz de empenhar talento, paixão e dedicação tão imensos aos seus projetos criativos, seja na música, na poesia de suas composições ou em sua postura ativista. É um grande prazer para a Academia Latina de Gravação e seu Conselho de Curadores celebrarem um homem de talento e empenho ilimitados. Ao celebrar Caetano, celebramos o Brasil e estamos ansiosos para homenagear sua carreira e música incríveis.”

Daniel Marenco-28.fev.2012/Folhapress

Caetano Veloso será homenageado no Grammy Latino

Um dos músicos mais influentes do Brasil, Caetano Veloso ficou conhecido por ter feito parte da Tropicália, um dos maiores movimentos da cultura brasileira. Gravou mais de 40 discos, publicou cinco livros e dirigiu um longa-metragem. Viveu em exílio involuntário em Londres, entre 1968 e 1972. Nos anos 80, ampliou seu público com turnês internacionais.

Em 2003, Caetano participou da cerimônia do Oscar, quando apresentou com Lila Downs “Burn It Blue”, do filme “Frida”.


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O talento eterno de Jackson do Pandeiro.

som na caixa, maestro!

(Vitor Hugo e Olívia )

jul
10
Posted on 10-07-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-07-2012


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O papa Bento XVI enviou nesta terça-feira um telegrama ao arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani Tempesta, manifestando “pêsames” pela morte do cardeal dom Eugenio Sales, que comandou a arquidiocese da cidade por 30 anos até 2001. O telegrama ressalta a “longa vida de dedicação à igreja” de Sales.

Dom Eugenio Sales morreu por volta das 23 horas de segunda-feira (09)O corpo do cardeal dom Eugenio Sales será velado a partir do meio-dia na Catedral Metropolitana de São Sebastião, no centro. Sales deverá ser sepultado na cripta (local da igreja onde são enterrados os sacerdotes) da catedral amanhã (11), quando seu irmão, dom Heitor Sales, voltar de uma viagem à Europa. Sales morreu na noite de ontem (9), vítima de um infarto.

Íntegra do telegrama do papa Bento XVI:

“Recebida a triste notícia do falecimento do venerado cardeal Eugenio de Araujo Sales, depois de uma longa vida de dedicação à igreja no Brasil, venho exprimir meus pêsames a si e aos bispos auxiliares, ao clero e comunidades religiosas, e aos fiéis da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, que por três décadas teve nele um intrépido pastor, revelando-se autêntica testemunha do evangelho no meio do seu povo.

Dou Graças ao Senhor por ter dado à Igreja tão generoso pastor que, nos seus quase 70 anos de sacerdócio e 58 de episcopado, procurou apontar a todos a senda da verdade na caridade e do serviço à comunidade, em permanente atenção pelos mais desfavorecidos, na fidelidade ao seu lema episcopal: Impendam et superimpendar (Gastarei e gastar-me-ei por inteiro por vós).

Enquanto elevo fervorosas preces para que Deus acolha na sua felicidade eterna este seu servo bom e fiel, envio a essa comunidade arquidiocesana, que lamenta perda dessa admirada figura, à Igreja no Brasil, que nele sempre teve um seguro ponto de referência e de fidelidade à Fé Apostólica, e a quantos tomam parte nos sufrágios animados pela esperança da ressurreição, uma confortadora bênção apostólica.”


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Canto e encanto no Bahia em Pauta.Confira.

BOA TARDE!!!

(VHS)


Câmara de Salvador:direto com a Corte
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ARTIGO/ Mando

Eleições municipais e mandonismo

Rosane Santana

O Brasil realiza, este ano, eleições em todos os 5.564 municípios. Até abril, cerca de 138 milhões de eleitores estavam aptos a votar para eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. Os eleitos terão mandatos de quatro anos, a partir da posse em janeiro de 2013. Voto digital e urnas biométricas, segundo especialistas, reduzem a possibilidade de fraude no pleito, historicamente marcado por disputas renhidas no plano local.

As primeiras eleições municipais no Brasil ocorreram em 1532, no século XVI, quando da fundação da Vila de São Vicente e da instalação da Casa da Câmara e do Senado, com funções judiciais e administrativas. Deste período até 1828, o pleito foi regido pelas Ordenações Filipinas, que regulavam o funcionamento dessas instituições em Portugal.

Participavam das eleições os proprietários de terra, os chamados “homens bons”, aos quais cabia escolher, entre eles, dois juízes ordinários e três vereadores, com mandato de um ano, só podendo ser reeleitos três anos depois de terminado o primeiro mandato. Na prática, essa determinação não se efetivava.
Desmandos de toda ordem, disputas entre facções rivais, mistura de interesses públicos e particulares marcaram as eleições e a administração das câmaras no Brasil colônia – reflexo de uma colonização delegada à iniciativa privada, no primeiro século, que teria impacto, mais tarde, na construção do Estado após a Independência

A partir de 1696, duas medidas foram tomadas para esvaziar o poder dos proprietários nessas instituições.A primeira, a nomeação, pela Coroa, de juízes de fora para presidí-las. A segunda, a eleição de comerciantes para o cargo de vereador.

Em 1828, iniciou-se o processo de incorporação das câmaras ao governo central, com a submissão dessas instituições ao controle dos presidentes de província (nomeados pelo imperador) e aos Conselhos Gerais, medidas que seriam amenizadas pela descentralização administrativa da Regência, iniciada três anos depois.

As eleições passaram a ser realizadas a cada quatro anos e as condições de elegibilidade eram o direito a voto e dois anos e meio de residência no termo, cabendo ao juiz de paz elaborar a lista dos votantes.

Os juízes de paz substituíram o juiz de fora e o juiz municipal (estes dois, membros da magistratura togada) na presidência das mesas eleitorais, a partir das alterações no Código de Processo Criminal, em 1832. Eram escolhidos entre pessoas da confiança dos grandes proprietários de terra (quando não os próprios), que continuavam a dominar a política local em função do poder econômico que detinham. No Império, 70% das rendas do governo central provinham da agricultura de exportação.

Em 1834, as câmaras passaram a ser controladas pelas recém-criadas Assembleias Provinciais, onde a maior parte dos deputados era de proprietários rurais ou bacharéis, filhos daqueles, além de vereadores em suas localidades de origem, com a permissão de acúmulo de mandatos eletivos, numa época em que a elite política era bastante reduzida.

Depois de perderem as funções judiciais, por conta da legislação do Império que as transferiu a juízes e funcionários nomeados pelo poder central, as Câmaras, finalmente, deixaram de ter atribuições administrativas com a chegada da República e a criação do cargo de prefeito. Esta última, uma iniciativa fracassada, durante a Regência, porque entrava em conflito com os interesses dos proprietários rurais.

A partir da República, essas instituições passaram a atuar como espaço de representação política das elites locais, mas nem de longe reproduziam o poderio dos tempos coloniais, quando algumas delas, como as de Belém, São Luiz e Salvador, comunicavam-se diretamente com a Corte, em Portugal, ignorando o governo sediado no Rio de Janeiro.

Rosane Santana é jornalista e professora universitária.

jul
10
Posted on 10-07-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-07-2012


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Sid, hoje, no Metro1(BA)


Dom Eugenio nas exéquias de Paulo II, em Roma
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O cardeal do Rio de Janeiro Dom Eugenio de Araújo Sales, arcebispo emérito do Rio, morreu na noite desta segunda-feira, por volta de 23h30m, no Rio de Janeiro. Segundo a Arquidiocese, ele morreu em casa, no Sumaré, de causas naturais. O religioso será velado a partir da manhã de terça-feira na Catedral, onde deverá ser enterrado.

Em 1964 ( ano em que se implantou a ditadura militar no País com a derrubada do presidente João Goulart) , Dom Eugênio foi nomeado administrador apostólico da Arquidiocese de Salvador, função na qual permaneceu até 29 de outubro de 1968, quando da sua nomeação a Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, pelo Papa Paulo VI.

A Arquidiocese do Rio informou que a rotina de Dom Eugênio nos últimos dias era apenas de ficar no quarto e no gabinete, onde lia muitos jornais e assistia à TV. Ele não teria nenhuma doença específica.

Nascido em 8 de novembro de 1920, em Acari (RN), o cardeal teve o nome entre os candidatos a Papa depois da morte de João Paulo I. Conhecido como o homem do Vaticano no Brasil durante os 30 anos em que esteve à frente da Arquidiocese do Rio, o cardeal continuou sendo querido pelo Papa, mesmo afastado das funções eclesiásticas no estado fazia quase uma década. O arcebispo emérito do Rio chegou a ser surpreendido, às vésperas de completar 90 anos, por uma carta de felicitações assinada por Bento XVI. Para Dom Eugenio, o documento não foi sinal de prestígio, mas o reconhecimento de uma vida dedicada à fé.

Em 67 anos de vida dedicada à Igreja, o cardeal foi rotulado tanto como líder conservador quanto “bispo vermelho”, por ter, no início do sacerdócio, ajudado a criar os primeiros sindicatos rurais no Rio Grande do Norte. Um capítulo importante da vida de Dom Eugenio remonta à ditadura, quando atuou de maneira silenciosa, abrigando no Rio mais de quatro mil pessoas perseguidas pelos regimes militares do Cone Sul, entre 1976 e 1982, especialmente argentinos. A história da participação sem alarde do arcebispo foi contada, 30 anos depois, pelos principais meios de comunicação. Discretamente, o cardeal cultivava delicadas relações com os militares e ajudou a salvar vidas.

Para dar conta de tanto pedidos, autorizou o aluguel de quartos e depois apartamentos. A ajuda incluía dinheiro para gastos pessoais, assistência médica e auxílio jurídico. Em entrevista ao GLOBO em 2008, Dom Eugenio contou por que agiu nos bastidores:

– Se eu anunciasse o que estava fazendo, não tinha chance. Muitos não concordavam, mas eu preferia dialogar e salvar – disse. – Eu não tinha nem nunca tive interesse em divulgar nada disso. Queria que as coisas funcionassem, e o caminho naquele momento era esse, o caminho de não pisar no pé (do governo).

Em entrevista ao GLOBO em 2010, vestido de preto, com um crucifixo de prata no pescoço, o homem que organizou as duas visitas do Papa João Paulo II ao país, em 1980 e 1987, respondeu a todas as perguntas com serenidade, mas fez questão de deixar claro que estava cansado do assédio por conta das comemorações do seu 10º aniversário:

– Eu já estou cansado, às vezes minha memória falha. Mas faço questão de receber os jornalistas. Nada no mundo funciona sem a comunicação. Ela é fundamental para difusão do Evangelho. Eu levei isso muito a sério na minha vida religiosa, instalei rádios, escrevi em jornais, dei muitas entrevistas para TV. Quando eu não podia ir ao local, eu chegava às pessoas pelos meios de comunicação.

Além de ter ser considerado um bom articulador e um defensor incansável da doutrina católica, Dom Eugenio era citado como grande empreendedor. Ao assumir a Arquidiocese, na década de 70, mandou construir nos fundos do Palácio São Joaquim um prédio de dez andares para reunir num só lugar serviços da Igreja espalhados pela cidade. Também criou dezenas de pastorais, entre elas a Pastoral Penal, a das Favelas e a do Menor.

Dom Eugenio passou parte da infância no sertão nordestino. A vocação para o sacerdócio surgiu no início dos anos 30, após ser matriculado em colégio marista de Natal. Antes de optar pela Igreja, pensou em ser engenheiro agrônomo. Foi ordenado em 21 de novembro de 1943.

(Com informações da Agencia Globo, Wilkipedia e agencias internacionais)


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OPINIÃO POLÍTICA

Jogo perigoso

Ivan de Carvalho

Esperteza, quando é demais, vira bicho e come o dono, avisa um conhecido ditado popular.

O ministro da Defesa do Brasil, Celso Amorim, qualificou ontem de “esdrúxula” a hipótese de instalação de uma base militar dos Estados Unidos no Paraguai. Segundo ele, isto resultaria em um isolamento ainda maior desse país em relação a seus vizinhos do Mercosul.

Amorim foi muito enfático: “Eu não sou ministro das Relações Exteriores, mas seria uma coisa tão esdrúxula que resultaria no isolamento a tão longo prazo do Paraguai que acho que não vale a pena. Não creio que ocorrerá”.

Bem, os Estados Unidos, que não são um país inimigo do Brasil, mas são uma potência com seus interesses geopolíticos e econômicos próprios, já estão bem instalados na Colômbia, do ponto de vista militar. Foram para ajudar e assessorar no combate ao narcotráfico e à narco-guerrilha das Farc, mas veio bem a calhar ser a Colômbia vizinha da Venezuela, cujo governo é, por enquanto, o maior problema dos norte-americanos na América do Sul.

Mas os Estados Unidos andam há tempos – desde a destruição do World Trade Center – preocupados com a região da “tríplice fronteira”, que, por suas especificidades, no encontro de Brasil, Paraguai e Argentina, seria uma área propícia ao funcionamento de um centro de terrorismo, como já notoriamente é para o contrabando. Além disso, a região tem a hidrelétrica de Itaipu, uma base militar no Paraguai teria em seu raio de ação o grande Aquífero Guarani e pode-se chegar a Buenos Aires, São Paulo e Brasília em pouco tempo.

Pois bem. O parlamento do Paraguai, dentro dos exatos termos da Constituição do país – em um processo rápido, de aproximadamente 30 horas, pois a Constituição nada estabelece sobre prazos, deixando esta questão para o livre manejo do parlamento – decreta o impeachment do então presidente Fernando Lugo. Houve, na Câmara, apenas um voto contra. No Senado, o escore foi de 39 a quatro.

O dispositivo constitucional usado, como destacou em artigo o constitucionalista e tributarista brasileiro Ives Gandra Martins, é um instrumento do parlamentarismo adotado deliberadamente pelo Poder Constituinte dentro de um sistema presidencialista para evitar as crises e rupturas que este sistema costuma produzir em todos os países que o adotam, exceto, até aqui, nos Estados Unidos – onde a democracia forte parece haver afastado a ruptura, embora deixando espaço para assassinato de presidentes.

Impedido o presidente no Paraguai, não houve ruptura. Tropas não foram às ruas, não houve sequer protestos populares, a liberdade de imprensa não foi afetada, o vice-presidente assumiu imediatamente e as eleições continuam marcadas sem qualquer alteração, os Poderes Legislativo e Judiciário continuam funcionando normalmente. O presidente podia, segundo a constituição, ser impedido por “mau desempenho”, crimes contra o Poder Público ou crimes comuns.

Foi impedido por “mau desempenho”. O histórico do caso, por si só, confirma o acerto do enquadramento, não importando que se esteja a dizer que a oposição, desde o princípio, buscava a chance de impedir o agora ex-presidente Lugo. Buscava e achou e não havia governistas, devido ao “mau desempenho”. Mas o Mercosul e a Unasul, zangados, resolveram “adotar medidas” contra o novo governo. Sob isolamento na região, o Paraguai vai tender a buscar relacionamento mais longe. O jogo supostamente esperto dos vizinhos do Paraguai pode abrir mesmo o caminho para uma base militar dos EUA, se este país quiser mesmo isso

jul
10
Posted on 10-07-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-07-2012

Doris gravou Day by Day em 21 de setembro de 1956.

Para sempre!!!

BOA NOITE

(VHS)

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