Wagner deesfila no 2 de Juho
Foto: Erick Issa/Metropress
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Queira ou não queira a justiça eleitoral, o fato se impõe:a campanha para a sucesssão do prefeito João Henrque Carneiro está nas ruas de Salvador, juntamente com o desfile cívico ao 2 de Julho, esta segunda-feira.

Os candidatos das três principais coligações (Nelson Pelegrino (PT), Mario Kertesz(PMDB) e ACM Neto(DEM) que disputam as eleições para prefeito de Salvador enfrentam o primeiro teste com o povo e a militância nas ruas. Além de policiais e agentes de segurança, ostensivos ou disfarçados, espalhados por todo canto.Ausente mesmo só o próprio prefeito João Henrique.

Antes mesmo do início oficial da campanha, na próxima sexta, eles poderão saber, no desfile do 2 de Julho, aberto às 8h30 no Largo da Lapinha pelo governador Jaques Wagner (sob apupos de professores em greve e saudações de grupos de militantes do PT e PC do B que respaldam seu governo) como andam de popularidade.

Ao lado de seus vices, candidatos a vereador, deputados, lideranças e centenas de correligionários, eles crumpem esta manhã o trajeto entre a Lapinha e o Campo Grande. Aproveitam a comemoração dos 189 anos de Independência da Bahia para “gastar saliva,suoe e sola de sapato”, no início informal das respectivas campanhas.

“Como existe uma quantidade muito grande de gente nas ruas, acaba sendo um termômetro”, considera ACM Neto , experiente na festa cívica. “Muito antes de ser deputado, eu já participava”, registra o parlamentar do DEM em reportagem do Correio.

Na mesma matéria , Mário Kertész,candidato do PMDB que não se lembra a última vez em que foi ao 2 de Julho, enxerga o evento como um treinamento para o corpo a corpo. Mas, diz ele, é cedo para medir seu “ibope”. “Está começando tudo ainda, né? Tem gente que bota pessoas para aplaudir. Não gosto de nada artificial. Durante anos participei da festa”.

O petista Pelegrino, que desfila no grupo mais próximo ao governador, ouviu gritos de protesto dos professores em greve, abafados no percursos pelo som da banda de música da PM, barulho de vuvuzelas e acenos e gritos de aprovação de militantes estrategicamente postados ao longo do percurso do desfile cívico.

Perto da Praça Municipal, onde foi encerrada a primeira parte do cortejo que prossegue à tarde até o pé do Caboclo no Campo Grande, Pelegrino comentou em uma emissora de rádio: “Vaias são parte da própria história do desfile do 2 de Julho na Bahia. O relevante é que a festa dos baianos sobreviva”.
É como registra o Correio da Bahia em sua matéria sobre o desfile:

“Termômetro ou não, o 2 de Julho será o primeiro contato com o povo, o que, confirmam os três, será marca de suas campanhas. “A presença nas ruas é tão importante quanto na TV”, aposta Neto. “O corpo a corpo já faz parte de minha maneira de fazer política”, disse Pelegrino. “Para ganhar eleição, tem que gastar sola de sapato”, afirmou Kertész.

A conferir

(Com informações do Correio da Bahia, emissoras de rádio de Salvador e colaboradores do Bahia em Pauta que participam do desfile)

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Comentários

inacio gomes on 2 julho, 2012 at 18:25 #

Vaia é manifestação própria da democracia afirmam os amigos de Wagner. Concordo, por isso por maiores que tenham sidon ão foi o fato que marcou o desfile civico para mim. O inesquecível é a foto do secretario de segurança e sua “turma” vestidos com camisas com o logotipo de 2 de julho. Quem te viu e quem de vê. Só faltaram as “baianas” ao lado do secretario.


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