jul
02

http://youtu.be/AUZkh-kD-aI

“My Funny Valentine”, com Tsuyoshi Yamamoto Trio, jazz puro, sem gelo, para comemorar …ou simplesmente flutuar.

BOA NOITE!!!

jul
02


Demostenes no Senado:sozinho na hora do aperto
==============================================

O senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) decidiu voltar à tribuna do Senado nesta segunda-feira para se defender das acusações de elo com o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Alvo de processo no Conselho de Ética que pede sua cassação, Demóstenes enfrenta na semana que vem a votação em plenário e decidiu mudar sua estratégia para tentar conquistar votos dos colegas a seu favor. “Virei à tribuna todos os dias para me defender das acusações feitas. Farei com o plenário cheio ou plenário vazio”, disse. Hoje, o senador falou para um plenário vazio.

Demóstenes pediu perdão da tribuna e citou nominalmente os senadores. Disse que vive “um calvário sem tréguas” há quatro meses, negou envolvimento com Cachoeira e afirmou que vai provar que está sendo alvo de injustiças. “Fui amigo de Carlinhos Cachoeira e conversava frequentemente com ele ao telefone, mas nunca tive negócios legais ou ilegais com ele. (…) Nunca procurei qualquer senador ou senadora para legalização de jogos”, afirmou.

Sua estratégia até a próxima quarta-feira, 11 de julho, data em que está marcada a votação em plenário do pedido de cassação, é subir à tribuna todos os dias para se defender das acusações. Para um senador ser cassado, são necessários 41 votos num universo de 80, pois ele não tem direito a se manifestar.

(Com Agência Senado, Agência Brasil e Agência Estado)


=========================================
“A Carta” vai em memória de Antonia Secunda, a saudosa “empreguete” que colecionava todos os discos de Amado Batista,( “cantor preferido acima de todos, seu Vitor”) . Em dias de saudades de alguma paixão complicada ou de sua gente em São Felipe, ela ouvia e repetia mil vezes canções como esta em sua radiola portátil para discos de vinil, que cuidava com carinho especial.

Que a música a alcance onde estiver agora no andar de cima.

BOA TARDE A TODOS E VIVA O 2 DE JULHO!!!

(Vitor Hugo Soares)

jul
02


Susto e pouso na rodovia. Foto:Brumado Agora
=====================================
DEU NO SITE BRUMADO AGORA

Logo no início da manhã dessa segunda-feira, 02, feriado da Independência da Bahia, o site Brumado Agora noticiou em primeira mão, o pouso forçado que o avião do cantor Amado Batista, fez na BA – 262, a 2 km de Aracatu sentido Vitória da Conquista. Segundo informações obtidas por nossa reportagem o avião tinha saído da cidade de Itiruçu onde Amado fez um show nesse domingo (01). O piloto relatou a alguns populares que estava indo para São Paulo e que iria fazer abastecimento em Montes Claros – MG. Antes de fazer o pouso de emergência no meio da pista, por causa de uma perda de potência, foi feito um sobrevôo, e ao perceber que não estava vindo veículos, fez rapidamente o pouso. A aeronave levava dez pessoas, o piloto e integrantes da produção, mas Amado Batista não estava no voo, pois pegara outro avião de volta para Sâo Paulo.

Ninguém se feriu, e a aeronave não teve danos. Logo após o ocorrido a polícia controlou o trânsito no local. O monomotor Caravan de prefixo PR-ARZ ficou estacionado ao lado da pista.


==================================

DEU NO PORTAL BRASILl247

247 – Quem é, o que pensa, o que quer Andressa Mendonça? A repórter Sônia Bridi, do Fantástico, entrevistou a mulher de Carlinhos Cachoeira na casa do sogro, em Anápolis, Goiás. Ela diz que o bicheiro vai contar tudo o que sabe.

“Ele disse para mim que tem muito o que falar, que ele quer contribuir. E pediu para falar para o Brasil que ele tem o que dizer”, diz Andressa.

A ENTREVISTA

Repórter: Esse “tem o que dizer” envolve os políticos que são acusados de ter relacionamento com ele, de ter recebido dinheiro dele?

Andressa: Talvez. Talvez sim.

Andressa: Talvez sim.

O pai, a irmã e sobrinhos de Carlinhos Cachoeira acompanharam a entrevista, que foi gravada também por eles.

Repórter: A gente está conversando com você há oito semanas para fazer essa entrevista. Por que agora você aceitou?

Andressa: Aceitei porque tivemos uma derrota difícil no Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Me senti assim, injustiçada. Acho que ele é bode expiatório.

Repórter: Bode expiatório de quê?

Andressa: Eu considero meu marido um preso político.

Repórter: Como é que você chega a essa conclusão de preso político? Ele é acusado de corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, contrabando, lavagem de dinheiro e exploração de jogos de azar.

Andressa: Se ele não fosse um preso político, não teria criado uma CPI com o nome dele.

Repórter: Mas a CPI é para investigar a relação dele com políticos.

Andressa: Eu acredito que a mídia criou um monstro: Carlinhos Cachoeira. O monstro Cachoeira. Meu marido não é um monstro, meu marido é um homem de bem.

Repórter: Não seria então obrigação dele, dever dele, ir à Justiça e dizer o que sabe?

Andressa: Ele vai fazer isso no momento oportuno.

Mas quando será esse momento? Andressa diz apenas que o marido não tem se sentido bem na cadeia. “Ele anda deprimido. Está tomando vários medicamentos, está sendo consultado uma vez por semana por um psiquiatra. Ele não está bem psicologicamente”, afirma.

Como nas outras aparições públicas de Andressa, ela chegou para a entrevista vestida com luxo, com roupa de uma grife francesa tradicional e cara. Andressa e Cachoeira começaram um relacionamento quando ambos eram casados. Ela, com Wilder Morais, suplente de Demóstenes Torres, o senador que enfrenta processo de cassação no Congresso por envolvimento no esquema Cachoeira.

Em ligação gravada pela polícia, Andressa e Cachoeira discutem uma viagem em segredo.

Andressa: A gente vai de avião ou de carro?

Carlinhos: Tem que ser táxi aéreo.

Andressa: Amor, pede o Sênica do Cláudio, da Delta.

Carlinhos: Ué, é só pegar.

O Cláudio que emprestaria o avião é Cláudio Abreu, representante da construtora Delta no Centro-Oeste, que também foi preso na operação Saint Michel, que investiga tráfico de influência e fraude em licitações no governo do Distrito Federal.

Leia íntegra no portal 247 ( http://www.brasil247.com/pt/247/br )

jul
02
Posted on 02-07-2012
Filed Under (Charges) by vitor on 02-07-2012


Fausto, hoje, no jornal Olho Vivo


Wagner deesfila no 2 de Juho
Foto: Erick Issa/Metropress
=================================

Queira ou não queira a justiça eleitoral, o fato se impõe:a campanha para a sucesssão do prefeito João Henrque Carneiro está nas ruas de Salvador, juntamente com o desfile cívico ao 2 de Julho, esta segunda-feira.

Os candidatos das três principais coligações (Nelson Pelegrino (PT), Mario Kertesz(PMDB) e ACM Neto(DEM) que disputam as eleições para prefeito de Salvador enfrentam o primeiro teste com o povo e a militância nas ruas. Além de policiais e agentes de segurança, ostensivos ou disfarçados, espalhados por todo canto.Ausente mesmo só o próprio prefeito João Henrique.

Antes mesmo do início oficial da campanha, na próxima sexta, eles poderão saber, no desfile do 2 de Julho, aberto às 8h30 no Largo da Lapinha pelo governador Jaques Wagner (sob apupos de professores em greve e saudações de grupos de militantes do PT e PC do B que respaldam seu governo) como andam de popularidade.

Ao lado de seus vices, candidatos a vereador, deputados, lideranças e centenas de correligionários, eles crumpem esta manhã o trajeto entre a Lapinha e o Campo Grande. Aproveitam a comemoração dos 189 anos de Independência da Bahia para “gastar saliva,suoe e sola de sapato”, no início informal das respectivas campanhas.

“Como existe uma quantidade muito grande de gente nas ruas, acaba sendo um termômetro”, considera ACM Neto , experiente na festa cívica. “Muito antes de ser deputado, eu já participava”, registra o parlamentar do DEM em reportagem do Correio.

Na mesma matéria , Mário Kertész,candidato do PMDB que não se lembra a última vez em que foi ao 2 de Julho, enxerga o evento como um treinamento para o corpo a corpo. Mas, diz ele, é cedo para medir seu “ibope”. “Está começando tudo ainda, né? Tem gente que bota pessoas para aplaudir. Não gosto de nada artificial. Durante anos participei da festa”.

O petista Pelegrino, que desfila no grupo mais próximo ao governador, ouviu gritos de protesto dos professores em greve, abafados no percursos pelo som da banda de música da PM, barulho de vuvuzelas e acenos e gritos de aprovação de militantes estrategicamente postados ao longo do percurso do desfile cívico.

Perto da Praça Municipal, onde foi encerrada a primeira parte do cortejo que prossegue à tarde até o pé do Caboclo no Campo Grande, Pelegrino comentou em uma emissora de rádio: “Vaias são parte da própria história do desfile do 2 de Julho na Bahia. O relevante é que a festa dos baianos sobreviva”.
É como registra o Correio da Bahia em sua matéria sobre o desfile:

“Termômetro ou não, o 2 de Julho será o primeiro contato com o povo, o que, confirmam os três, será marca de suas campanhas. “A presença nas ruas é tão importante quanto na TV”, aposta Neto. “O corpo a corpo já faz parte de minha maneira de fazer política”, disse Pelegrino. “Para ganhar eleição, tem que gastar sola de sapato”, afirmou Kertész.

A conferir

(Com informações do Correio da Bahia, emissoras de rádio de Salvador e colaboradores do Bahia em Pauta que participam do desfile)

TATAU E ORQUESTRA SINFÔNICA DA BAHIA-HINO AO 2 DE JULHO, GRAVADO NO TEATRO CASTRO ALVES DE SALVADOR PELA TVE-IRDEB-SALVADOR-BAHIA.
=================================================
SALVE O 2 DE JULHO DAS LUTAS LIBERTÁRIAS DA BAHIA E DOS BAIANOS

BAHIA EM PAUTA TAMBÉM CANTA NESTA DATA CÍVICA: “NUNCA MAIS O DESPOTISMO REGEGÁ NOSSAS AÇÕES/ COM TIRANOS NÃO COMBINAM BRASILEIROS CORAÇÕES.

SALVE O 2 DE JULHO

(Vitor Hugo Soares )


Geraldo Azevedo no Arraiá:fim antes do tempo
Reprodução:Metro1

========================================

DEU NO METRO1

Após sofrer embargo da Sucom e ter que alterar data, o “Arraiá da Capitá”, evento promovido pelo Jornal A Tarde, enfrentou mais um problema na noite deste domingo (1°).

O público que foi conferir a tão aguardada apresentação de Geraldo Azevedo voltou para casa decepcionado. Logo que subiu ao palco, o pernambucano cantou as músicas “ABC do Sertão”, “Dona da Minha Cabeça” e teve que encerrar o show.

“Parece que temos um problema de estrutura, uma viga de ferro acabou de cair aqui. Ou cancelamos o show ou teremos que ter parcimônia. Quem está aí na frente deve chegar um pouco para trás que vocês também estão correndo risco”, avisou o cantor. Alem da ameaça de desabamento anunciada por Geraldo, o teto de lona do palco acabou soltando-se com os fortes ventos, deixando os músicos expostos à chuva, que caiu logo em seguida.

“Pelo visto não vão consertar a tempo e infelizmente teremos que cancelar. Estava adorando me apresentar aqui para vocês”, disse Geraldo despedindo-se do público. Depois do cantor, ainda estava prevista a apresentação do grupo Saia Rodada.

jul
02

============================================
OPINIÃO POLÍTICA

PSD ganha força

Ivan de Carvalho

O PT e seu candidato a prefeito de Salvador, deputado Nelson Pelegrino, devem estar felizes com a ampla aliança partidária construída, acrescida, na fase final de articulações – graças a um decidido esforço do governador Jaques Wagner – pelo ingresso de algumas legendas que resistiam, a exemplo do PC do B, ou que abrigavam, minoritárias ou não, tendências diferentes, a exemplo do PDT e do PR.

Uma única e surpreendente perda de última hora acabou excluindo da coligação uma legenda que nela entrara na penúltima hora, o PSC. As negociações iam bem e, de repente, fracassaram (que falta faz Sherlock Holmes!). O PSC tem relevância, especialmente por sua ligação com o segmento evangélico.

Foi assim que, depois de chegar a 15 partidos, a aliança governista liderada pelo PT ficou com 14, o que, em número de legendas, é um feito admirável. Quanto a um número mais importante, o de eleitores, será preciso esperar o dia 7 de outubro e, em caso de classificar-se o candidato petista para o segundo turno, também o dia 28 do mesmo mês.

Infelizmente (mas isso não é lá tão importante), o candidato Nelson Pelegrino não poderá vangloriar-se de ter em sua coligação o maior número de legendas entre todas as capitais do país. Ele tem uma desvantagem de seis partidos em relação ao prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, do PMDB, que formou uma coligação com 20 legendas, o que lhe dará mais de 16 minutos em cada bloco de 30 minutos do horário eleitoral “gratuito” no rádio e televisão.

Quanto a tempo de propaganda eleitoral no rádio e televisão – o que não foi evidentemente o único, mas foi um dos principais, senão o principal fator para o enorme esforço feito para ampliação da coligação, mesmo com inclusão de algumas siglas de pouca, duvidosa ou até nenhuma expressão eleitoral –, o candidato do PT em Salvador disporá de mais de dez minutos em cada bloco, o que é muito mais do que suficiente para dizer o que tiver para dizer.

O tempo amplo disponível para a candidatura de Nelson Pelegrino não é só importante para que ele e seus apoiadores se exibam à vontade ao eleitorado e critiquem os concorrentes. É importante também porque quanto maior é o tempo de que dispõe, menor é o que sobra para os demais candidatos a prefeito e seus aliados – ACM Neto (coligação liderada pelo Democratas), Mário Kertész (coligação encabeçada pelo PMDB e que recebeu no fim de semana a adesão do PSC) e Hamilton Assis (coligação liderada pelo PSOL, com PSTU e PCB) – falarem bem de si mesmos e mal dele ou até para replicar a críticas que sofram. Voltando ao PSC: fez convenção no fim de semana e a executiva municipal recebeu autorização para decidir sobre coligação com o PMDB. A executiva confirmou ontem a coligação.

Independentemente da candidatura de Pelegrino – embora a beneficie um pouco na questão de tempo de televisão e rádio –, a decisão do STF de que o PSD (nacionalmente presidido pelo prefeito paulistano Gilberto Kassab e na Bahia pelo vice-governador Otto Alencar tem direito a tempo de propaganda eleitoral “gratuita” no rádio e televisão proporcional ao número de integrantes de sua bancada na Câmara dos Deputados tirou o partido de um grande sufoco. Não só para as eleições deste ano, como para as eleições gerais de 2014. E lhe deu força. Tanto em nível nacional, quanto estadual e municipal. Deixou de ser o patinho feio. Agora é um partido de médio porte com todos os direitos que tem um partido assim. Para o PSD, acabou a discriminação.

  • Arquivos