DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Carlos Ayres Britto, e a corregedora Nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, entregaram ontem 16 aeronaves de pequeno porte para uso compartilhado do Poder Judiciário e das Forças de Segurança Pública de 11 estados brasileiros, incluindo a Bahia.

Os juízes vão usar os aviões para chegar com mais facilidade em áreas remotas dos estados. Dos 16 aviões, 13 pertenciam ao tráfico de drogas e o restante à Funai e estavam parados há mais de dois anos. As 16 aeronaves estavam sem revisão e empoeiradas e serão vistoriadas pela Agência Nacional de Aviação Aérea (Anac) e pela Força Aérea Brasileira (FAB). Os outros estados que receberam as aeronaves são Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Piauí, Rondônia e Tocantins.

Participaram da cerimônia os presidentes dos Tribunais de Justiça dos estados que receberão as aeronaves, dirigentes dos órgãos parceiros da Corregedoria Nacional de Justiça no Programa Espaço Livre – Aeroportos, conselheiros e juízes auxiliares do CNJ, entre outras autoridades do Poder Judiciário. As doações fazem parte do programa Espaço Livre – Aeroportos, cujo objetivo é remover dos aeroportos brasileiros as aeronaves sob custódia da Justiça que estão paradas.

jul
31
Posted on 31-07-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 31-07-2012


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Inimitável Mercedes Sosa, aqui talvez em sua melhor interpretação. Confira.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

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DEU NA FOLHA DE SÃO PAULO (REPRODUZIDO NO SITE CONTEÚDO LIVRE)

O julgamento na imprensa

Janio de Freitas

O julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal é desnecessário. Entre a insinuação mal disfarçada e a condenação explícita, a massa de reportagens e comentários lançados agora, sobre o mensalão, contém uma evidência condenatória que equivale à dispensa dos magistrados e das leis a que devem servir os seus saberes.

Os trabalhos jornalísticos com esforço de equilíbrio estão em minoria quase comovente.
Na hipótese mais complacente com a imprensa, aí considerados também o rádio e a TV, o sentido e a massa de reportagens e comentários resulta em pressão forte, com duas direções.

Uma, sobre o Supremo. Sobre a liberdade dos magistrados de exercerem sua concepção de justiça, sem influências, inconscientes mesmo, de fatores externos ao julgamento, qualquer que seja.

Essa é a condição que os regimes autoritários negam aos magistrados e a democracia lhes oferece.
Dicotomia que permite pesar e medir o quanto há de apego à democracia em determinados modos de tratar o julgamento do mensalão, seus réus e até o papel da defesa.

O outro rumo da pressão é, claro, a opinião pública que se forma sob as influências do que lhe ofereçam os meios de comunicação.

Se há indução de animosidade contra os réus e os advogados, na hora de um julgamento, a resposta prevista só pode ser a expectativa de condenações a granel e, no resultado alternativo, decepção exaltada. Com a consequência de louvação ou de repulsa à instituição judicial.

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, reforça o sentido das reportagens e dos comentários mais numerosos, ao achar que “o mensalão é o maior escândalo da história” -do Brasil, subentende-se.
O procurador-geral há de ter lido, ao menos isso, sobre o escândalo arquitetado pelo brilho agitador de Carlos Lacerda em 1954, que levou à República do Galeão, constituída por oficiais da FAB, e ao golpe iniciado contra Getúlio Vargas e interrompido à custa da vida do presidente.

Foi um escândalo de alegada corrupção que pôs multidões na rua contra Getúlio vivo e as fez retornar à rua, em lágrimas, por Getúlio morto.

Como desdobramento, uma série de tentativas de golpes militares e dois golpes consumados em 1955.
O procurador Roberto Gurgel não precisou ler sobre o escândalo de corrupção que levou multidões à rua contra Fernando Collor e, caso único na República, ao impeachment de um presidente. Nem esse episódio de corrupção foi escândalo maior?

E atenção, para não dizer, depois, que não recebemos a advertência de um certo e incerto historiador, em artigo publicado no Rio: “Vivemos um dos momentos mais difíceis da história republicana”.
Dois inícios de guerra civil em 1930 e 1932, insurreição militar-comunista em 1935, golpe integralista abortado em 1937, levante gaúcho de defesa da legalidade em 1961, dezenas de tentativas e de golpes militares desde a década de 1920.

E agora, à espera do julgamento do mensalão, é que “vivemos um dos momentos mais difíceis da história republicana”.

http://youtu.be/k885_TUjwxw

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Som na caixa, maestro, como  escreve Maria Olivia neste site Blog baiano.
E viva o cinema brasileiro: antigo, novo e futuro.

Ótima terça-feira, nesta semana brasileira de Vanessa e Mensalão, que promete faiscas de fogo e de egos.

(Vitor Hugo Soares)

jul
31
Posted on 31-07-2012
Filed Under (Charges) by vitor on 31-07-2012


Pelicano, hoje, no Bom Dia (SP)
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(Mais informaçõrs na Folha Poder no Twitter)
Thomaz Bastos e Cachoeira:
caminhos separados
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DEU NO UOL/ FOLHA DE S. PAULO

CATIA SEABRA
DE BRASÍLIA

O escritorio do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos deixa nesta terça-feira oficialmente a defesa do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. A saída será protocolada no processo, sem pronunciamento formal.

Márcio Thomaz Bastos, advogado e ex-ministro da Justiça
A detenção de Andressa Mendonça, mulher de Cachoeira, foi o estopim. Mas a crise já se alongava durante semanas.

Thomaz Bastos já estava fora do caso há duas semanas. Recentemente uma advogada de seu escritório, Dora Cavalcanti, foi agredida verbalmente por Cachoeira.

Segundo advogados da equipe, não há previsão de pagamento por ressarcimento ao réu.

O empresário é acusado de envolvimento em um esquema de jogos ilegais e está preso desde fevereiro deste ano.

Ontem (30), a noiva do empresário, Andressa Mendonça, foi detida sob suspeita de tentar corromper o juiz responsável pela Operação Montecarlo, que resultou na prisão do empresário. Ela prestou depoimento e pagou fiança de R$ 100 mil para ser liberada.

Segundo o juiz federal Alderico Richa Santos, Andressa o ameaçou com a divulgação de um dossiê contra ele caso a prisão de Cachoeira não fosse revogada. O documento seria publicado pela revista Veja.

Procurada pela reportagem, a Veja, por meio de sua assessoria, afirmou que vai
processar o autor da calúnia. “A direção da Veja afirma que seu departamento jurídico está tomando providências para processar o autor da calúnia, que tenta envolver de maneira criminosa a revista e seu jornalista com uma acusação absurda, falsa e agressivamente contrária aos nossos padrões éticos”, diz nota da assessoria.

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(Mais informaçõrs na Folha Poder no Twitter)

jul
31
Posted on 31-07-2012
Filed Under (Newsletter) by vitor on 31-07-2012


Wagner com Habbib (da Jac): lobby chinês?
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DEU NO UOL

O governador da Bahia tem encontro nesta terça-feira (31) com a presidente Dilma Rousseff, em Brasília (DF), para discutir a situação da indústria automotiva no Estado. O petista Jaques Wagner deve tratar especificamente do caso da JAC Motors, empresa chinesa que pretende erguer uma fábrica na Bahia.

No domingo (29), o presidente da operação brasileira da JAC, Sérgio Habib, afirmou ao jornal Folha de S.Paulo que a sobretaxação dos carros importados via IPI (imposto sobre produtos industrializados) e o dólar a R$ 2,00 inviabilizam a instalação da fábrica na Bahia e até mesmo a rede comercial da JAC no país.

Wagner deve reivindicar a Dilma um tratamento tributário mais ameno a fabricantes de carros que desejam produzir no Brasil, mas que, em uma fase de sua implantação local, operem como importadoras — exatamente o caso da JAC. A Bahia já é sede da principal fábrica nacional da Ford.

A regulamentação do novo IPI favorável à JAC viria por meio de um decreto. Sobre isso, Wagner já falou nesta segunda-feira (30) com o ministro Fernando Pimentel, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

O lobby do governador baiano acontece num momento em que as vendas gerais de carros importados sofrem forte queda, devido à elevação do IPI decretada no final do ano passado e apesar de um abatimento temporário no imposto, em vigor pelo menos até 31 de agosto. Os carros da JAC chegaram ao Brasil em março do ano passado pagando 13% de IPI. Com o aumento, essa taxa subiu a 43%. No momento, pagam 36,5%.

No entanto, os preços de tabela da fabricante chinesa caíram. Seu principal modelo, o J3, hoje é vendido por R$ 34.990 na carroceria hatchback. No ano passado, estreou por R$ 37.900, quando o dólar estava na casa de R$ 1,60. Hoje a moeda americana vale R$ 2,00.

UOL Carros apurou que a JAC do Brasil está “queimando dinheiro” para manter os preços atraentes e a rede de lojas no número atual. Verbas que iriam para o marketing, por exemplo, estão subsidiando os carros. Sem anúncios em televisão, jornais e revistas, as vendas do J3 (que não figura nem entre os 50 carros mais emplacados no Brasil) são sustentadas pelo “boca-a-boca”.

Eugênio Augusto Brito/UOL


Daniele Suzuki e o filho
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DEU NO BLOG GLAM.COM, DE BÁRBARA THOMAZ

Daniele Suzuki está indignada. A atriz e apresentadora soltou o verbo em seu blog, nesta segunda-feira. Ela está denunciando a clínica do hospital Albert Einstein, que fica na avenida República do Líbano, em São Paulo.

A história é a seguinte: Dani, que mora no Rio de Janeiro, esteve na capital paulista a trabalho durante 15 dias, e, nesse meio tempo, o filho dela, Kauai, ficou doentinho. Ela, então, decidiu aproveitar um dia de folga para levar o pequeno ao médico. “Liguei e perguntei se aceitava meu plano de saúde, fui informada que sim. Cheguei lá e, depois de uma demora em fazer a ficha, fui informada que deveria pagar e teria o reembolso do meu plano, enfim, aceitei”, escreveu a bela.

Ela continua dizendo que a médica examinou o bebê e o medicou com Novalgina. A médica ainda pediu que eles ficassem mais um tempo na clínica, para que alguns exames fossem feitos. “Ela disse que um enfermeiro iria coletar uma amostra e limpar o nariz dele com soro. Gentilmente me sugeriram que me sentasse numa cadeira mais confortável, já que meu bebê iria mamar, e, claro, aceitei. Em menos de dois minutos, sugeriram me deitar com o bebê numa maca ao lado, com uma cortininha, para ele ficar mais à vontade.”

Depois de quatro horas – e nada do tal enfermeiro –, chegou a conta, no valor de R$ 1.682,73. A atriz fez os cálculos: R$ 451,28 pela assistência médica, R$ 77,69 pelo enfermeiro, R$ 404,72 pelo exame, R$ 46 pela coleta de material, R$ 8,35 pela Novalgina, R$ 0,88 pelo soro fisiológico e, por fim, a quantia que ela denomina de “golpe”, R$ 693,28, por quatro horas de leito. “Leito aquele oferecido gentilmente para eu me sentar”, enfatiza Daniele.
Chato, né?

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BAHIA EM PAUTA COMENTA: Mais do que simplesmente chato, vergonhoso!!!
E este tipo de golpe do atendimento nos planos de saúde particulares (cada vez mais escorchantes) não está sendo aplicado apenas nos hospitais e clínicas de São Paulo, mas no País inteiro, com total impunidade, falta de controle e vigilância. Na Bahia, inclusive, e em Salvador principalmente.

Perguntar não ofende: Onde anda e o que faz a ANVISA?

Responda quem souber.

(Vitor Hugo Soares)

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Uma ouvinte que assina Daniela Augusto Ramirez escreve na área de comentários para este vídeo no You Tube.

“Cantantes y canciones como estas me reconcilian con el genero humano….realmente estremecedor!!!”

Nem precisa traduzir.Basta ouvir, hoje e sempre!

(Vitor Hugo Soares)

Desde as 17 horas desta segunda-feira( 30/07), o Governo Federal começou a disponibilizar, no Portal da Transparência (www.portaldatransparencia.gov.br), mantido pela Controladoria-Geral da União (CGU), as informações sobre a remuneração e cadastro dos militares ativos das Forças Armadas. Para consultar a remuneração dos militares da ativa.

O interessado deve acessar o Portal e clicar na aba “Servidores”. Essa primeira carga de dados traz informações sobre a remuneração referente ao mês de maio. A partir daí, os dados serão atualizados mensalmente.

Segundo a assessoria da comunicação da CGU os dados divulgados referem-se a informações contidas nas fichas cadastrais e financeiras dos militares das forças armadas, produzidas por cada um dos Comandos (Marinha, Exército e Aeronáutica) e disponibilizadas pelo Ministério da Defesa, no total de 358.183 registros. A consulta discrimina os itens que compõem o cadastro do militar, identificando o posto/graduação, órgão de exercício/lotação, regime jurídico, situação do vínculo, ocorrência de afastamento, jornada de trabalho, data/ato/documento legal de incorporação à força e a remuneração.

Além da remuneração básica, que é composta pela soma das parcelas remuneratórias correspondentes ao soldo e adicionais correspondentes ao posto ou graduação, são informados os descontos obrigatórios como Imposto de Renda, Pensão Militar e Fundo de Saúde.

Para saber mais, acesse o “Entenda a consulta e conheça os itens que compõe a remuneração”, localizado na tela de consulta às remunerações individualizadas. Os descontos de caráter pessoal, incidentes sobre a remuneração, como pagamentos de pensão e de empréstimos consignados, não serão exibidos por serem considerados informações de natureza privada.

Tal como as informações sobre a remuneração dos servidores civil, as informações dos servidores militares também estão disponíveis para download, o que permite aos interessados organizar os dados da forma que desejarem – como, por exemplo, por valores ou órgão público específico -, bem como elaborar gráficos ou tabelas.

(Mais informações no Portal da Transparência, da CGU)

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