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Posted on 21-05-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 21-05-2012


Bastos perde round no Supremo:
Cachoeira vai á CPI

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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta segunda-feira que Carlos Cachoeira vai depor à CPI que investiga a relação do bicheiro com políticos e agentes públicos e privados. A audiência de Cachoeira está marcada para as 14h desta terça-feira (22) na comissão.

Esse já é o segundo recurso dos advogados do bicheiro para adiar seu depoimento. O primeiro aconteceu há uma semana quando o ministro Celso de Mello aceitou os argumentos da defesa de que Cachoeira não podia depor porque não teve acesso aos inquéritos que o investigam, ou seja, não saberia a que acusações está respondendo.

Após essa decisão do STF, o advogado Márcio Thomaz Bastos teve acesso à investigação, mas argumentou em seguida que precisava de mais tempo para analisar o grande volume de documentos: 15 mil páginas. O argumento não foi aceito pelo ministro Celso de Mello desta vez.

Principal protagonista do escândalo que pode levar à cassação do mandato do senador Demóstenes Torres (ex-DEM) e já jogou suspeitas sobre os governadores de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), citados em gravações telefônicas feitas pela Polícia Federal com autorização judicial nas Operações Vegas e Monte Carlo, o contraventor Carlinhos Cachoeira tem seu depoimento à CPI apontado como o mais aguardado da comissão até o momento. Por enquanto, os governadores vêm sendo poupados.

Além de Cachoeira, devem depor outras seis pessoas amanhã: Idalberto Matias de Araújo, Lenine Araújo de Souza, Jairo Martins de Souza, José Olímpio de Queiroga Neto, Gleyb Ferreira da Cruz e Wladmir Henrique Garcez.
Cachoeira é acusado de comandar um grupo criminoso que tinha tentáculos em importantes estruturas do poder político do País. As gravações interceptadas pela PF durante as Operações Vegas e Monte Carlo revelariam supostas ligações entre o bicheiro e lideranças políticas de vários partidos. Segundo o que foi apurado pela PF, o grupo atuava no Congresso Nacional, nos governos de Goiás e do Distrito Federal e junto a agentes públicos e empresários.

http://youtu.be/nH5AYjKxlI0

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A última música de Whitney Houston chama-se ‘Celebrate!’ e foi gravada quatro dias antes da cantora morrer. O tema, um dueto com Jordin Sparks, foi agora revelado e faz parte da banda sonora do filme ‘Sparkle’ que se estreia em Setembro em Portugal.A informação é do jornal português Diário de Notícias.

‘Sparkle’ é um remake de um filme dos anos 70, que era protagonizado por Irene Cara. Nesta nova versão, Whitney Houston interpreta o papel de Emma, a mãe de três jovens que formam uma girlband. A história é, em parte, inspirada no grupo The Supremes, que teve em Diana Ross sua voz mais conhecida.

Este filme marcaria o regresso de Whitney Houston ao cinema após uma longa ausência. A sua última aparição na telona tinha sito em 1996, com o filme ‘The Preacher’s Wife’, (‘Espírito de Desejo’) quatro anos depois de ‘O Guarda-Costas’.

O filme é realizado por Salim Akil. Jordin Sparks, a cantora que se tornou conhecida no concurso American Idol, interpreta o papel de Sparkle. A banda sonora do filme foi escrita por R.Kelly, que no passado mês de fevereiro interpretou uma versão de ‘I Look To Yoy’ no funeral da cantora.


Seu Zeca, pai de Caetano, dona Canô, Dedé e o próprio

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DEU NO JORNAL O GLOBO ( EDIÇÃO IMPRESSA DE DOMINGO, 20 ), REPRODUZIDO EM CONTEÚDO LIVRE

VERDADE

Caetano Veloso

Tinha tido a impressão de que este jornal quis tirar onda com a minha cara. No domingo passado, ao anunciar, na primeira página, o que o leitor encontraria aqui na coluna, os editores disseram que eu teria “adoração” por Marcelo Freixo. Achei estranho. Sempre essas chamadas vêm com ideias expressas no meu texto. Por que dessa vez houve um distanciamento? Ali se dizia, literalmente, que eu estava entre a lucidez de Fernanda Torres e a adoração pelo pré-candidato. Será que dei mesmo lugar a que se escrevesse isso? — me perguntei. E pensei: há algo errado. Nada em meu texto permitia que se usasse a palavra “adoração”. E esta palavra desqualificava quaisquer observações objetivas que porventura eu tentasse desenvolver.

Minha adesão à ideia de uma candidatura de Freixo à Prefeitura do Rio é explicitada, inclusive com a afirmação de que sou “100% Freixo”. Todas as vezes em que, ao se avizinharem eleições, senti que um candidato representaria um movimento forte no sentido do encaminhamento político que vislumbro para o Brasil, declarei meu voto sem margem para dúvidas. Ao contrário do que querem fazer crer meus maus imitadores, não vivo dizendo “ou não”. Tal definição de posições tão específicas não podia ser tachada de “adoração” por essa ou aquela personalidade pública. Ao apoiar uma possível candidatura tão desamparada pelo dinheiro, pelos esquemas existentes, pelos donos do poder, não pude deixar de achar suspeita uma tirada como essa do GLOBO. Cheguei mesmo a formular que nenhum jornalista poderia fingir para si mesmo que o uso da palavra “adoração” não teria, no contexto, o papel destrutivo que detectei. Mas me esqueci de outra verdade sobre a vida diária dos jornais: a correria, que pode levar a mal-entendidos. Não é preciso ser um paranoico clássico para atribuir intencionalidade a coisas que chegam às rotativas por acidente ou falta de tempo. Relendo o que já tinha escrito, me vi (depois de alertado por amigos e por jornalistas em quem não tenho por que não confiar) como um articulista algo mimado e temperamental. Na verdade, a frase inicial me veio junto com a lembrança de Paulo Francis escrevendo na “Folha” em resposta ao então ombudsman daquele jornal. (Não reli tal texto na publicação de uma nova antologia de Francis: como disse, ainda não li nenhuma dessas coletâneas de coisas dele, prometo fazê-lo uma hora dessas. A frase — que era, mais ou menos, “Tenho a impressão de que Caio Tulio passou a mão na minha cabeça” — reveio de memória.) E, embora aquele jornalista tenha me influenciado desde a adolescência — e eu não deixe de perceber sua presença aqui em meus escritos —, eu acabei por considerá-lo um autor mimado e dado
a chiliques, aspecto que não desejo emular.

Eu teria declarado essa intenção de voto com a mesma firmeza de qualquer maneira, mas meu artigo nasceu da leitura do texto de Fernanda Torres na “Folha de S. Paulo”. Sem este, talvez eu apenas informasse o leitor sobre minha decisão. Mas Nanda questionava a viabilidade de um candidato que supostamente despreza empresários. Como explicou o próprio Freixo no “Roda Viva”, não se trata de desprezar os empresários, mas sim de rechaçar o modo viciado como vêm se dando as relações entre políticos e o poder econômico. Ele crê que isso pode e deve mudar, enquanto não chega o financiamento público das campanhas. Dizem que ele crê em muitas coisas incríveis. Mas achavam incrível a criação de uma CPI das milícias e no entanto ela foi instaurada e puniu gente. Pergunta: alguém acha oportuno uma candidatura de oposição, quando o alinhamento entre prefeitura, estado e União funciona e quando a polícia entra em favelas para ficar em vez de invadir e abandonar? Resposta: Freixo é uma espécie de oposição que ajuda o que há de bom no governante a se livrar das arapucas em que se meteu. Além de ele não anunciar o desarme do que foi conseguido, a cidade capta o valor de um gesto que indica aumento de saúde social.

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Contei no domingo passado que leio o Ex-Blog de Cesar Maia com proveito. Pois bem, esta semana li lá uma nota intitulada “Uma sugestão para a Comissão da Verdade: ver o filme ‘Cidadão Boilesen’”. Quero ver esse filme. A descrição que Maia oferece causa forte impressão. Quando estive preso, ouvi, no quartel da PE da Vila Militar, gritos de dor de torturados. O fato de me terem dito ali que provalvelmente se tratava de presos comuns, bandidos da Zona Norte, fez-me pensar na brutalidade da sociedade brasileira. Sempre penso que a Comissão da Verdade deveria desnudar o mundo da tortura, que tomou ares quase oficiais durante o governo militar, mas que é prática comum nas prisões e delegacias do país. Esse filme que Maia destaca conta como empresários e banqueiros financiaram a Oban (Operação Bandeirante, o centro de informações da ditadura, que torturava), sendo que Boilesen foi o mais entusiasmado deles: gostava de assistir pessoalmente às sessões de maus-tratos. Era um anticomunista. Como me ensinou meu pai: pior do que um comunista é um anticomunista.

XXX

Falar de Cesar Maia num texto em que se apoia Freixo pode parecer exibição gratuita de independência. Talvez seja. Mas o que interessa é que Maia chame a atenção para esse aspecto das relações entre nossa sociedade e a tortura. Quanto aos planos eleitorais do ex-prefeito (ou qualquer revelação que se faça sobre promiscuidade sua com empresas), minha resposta é meu apoio a Freixo.


Borges e Wagner: amigos outra vez graças ao BB

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Entrevista exclusiva do ex-governador carlista , Cesar Borges, publicada esta segunda-feira (21) no jornal Tribuna da Bahia, que está nas bancas.

OSVALDO LYRA

EDITOR DE POLÍTICA

Longe da mídia desde a derrota na última eleição para o Senado, o agora vice-presidente de Governo do Banco do Brasil, César Borges, admite conversar com o governador Jaques Wagner, deixando a oposição na Bahia ainda mais fragilizada. Em entrevista exclusiva à Tribuna, ele diz que está aberto ao diálogo e que a ida para o governo Dilma, do PT, não condiciona o apoio do PR ao pré-candidato petista, Nelson Pelegrino

Tribuna da Bahia – Desde que perdeu a última eleição, o senhor sempre evitou falar com a imprensa. Isso foi uma estratégia de guerra?
César Borges – Não, de forma nenhuma. Eu acho que a gente tem que estar sempre disponível para falar com a imprensa, mas só se deve falar quando, efetivamente, você tem o que dizer. Eu acho que só devo me relacionar, falar com a imprensa e para todo o público leitor em um momento que me procuram e que posso esclarecer posições da vida política, empresarial e administrativa do Estado, do Brasil e da nossa cidade.

Tribuna – Agora, vice-presidente do Banco do Brasil, como avalia o seu retorno à cena política?

Borges – Na verdade, não é um retorno à cena política. Eu nunca saí da cena política porque tinha o mandato de senador, disputei a eleição de 2010, os resultados das urnas não foram favoráveis, entretanto, eu continuei presidente do Partido da República da Bahia e isso sempre me manteve na cena política. Agora é um outro momento onde fui convidado pela presidente Dilma para ocupar um posto de relevância na estrutura do Banco do Brasil. Nós vamos ter uma função administrativa no BB e vamos manter, também, a nossa atividade política, como dirigente do PR em nível estadual.

Tribuna – Qual a sua meta à frente do BB?

Borges – É possível ter uma noção da importância desse banco. Bicentenário, maior e mais importante banco da América Latina, detém mais de 25% dos depósitos e do crédito de todo o país e é um banco que tem mais de 110 mil funcionários, mais de 50 milhões de clientes, mais de cinco mil agências, 60
mil pontos de atendimentos no país, portanto muito importante para qualquer política pública do ponto de vista econômico, do desenvolvimento do país, das atividades empresariais. A minha área específica, no Banco do Brasil, é aquela que diz respeito aos governos federal, estaduais e municipais e, também, os poderes Legislativo e Judiciário. Toda essa área tem as suas negociações, depósitos, fundos, remuneração de fundos, folhas de pagamento com a vice-presidência de Governo. Essa é a vice-presidência que passei a exercer desde a última semana.

Tribuna – A sua indicação para o Banco do Brasil foi uma decisão pessoal da presidente Dilma ou teve alguma interferência do partido?

Borges – Eu recebi o convite da presidente Dilma e, talvez, não tenha falado à imprensa nessa última semana pelo fato de que caberia a ela divulgar a conversa privada que nós tivemos. Não me achei à vontade para divulgar qualquer informação antes que as coisas acontecessem, pois existem algumas precauções pelo Banco do Banco ser uma empresa de economia mista e ter ações na Bolsa de Valores. Foram exatamente esses cuidados que fizeram com que eu não tivesse o prazer de dar uma entrevista, antes, ao nosso querido repórter que está me entrevistando, meu amigo Osvaldo Lyra.

Tribuna – O governador Jaques Wagner deu o aval à ida do senhor para o BB?
Ele incentivou um contato do senhor com a presidente Dilma nesse processo?

Borges – Apenas o governador Jaques Wagner, que sempre tem comigo uma relação cordial, independente das posições políticas, poderia lhe responder essa pergunta. Eu não sei se ele teve ou não esse contato com a presidente Dilma. Eu acredito que ele sempre deve ter contato com ela, mas não exatamente tratando desse tema. Eu, na verdade, fui contatado pela própria presidente, que me chamou no Palácio do Planalto, me fez o convite e conversamos demoradamente. Uma conversa muito agradável, e foi assim que aconteceu o fato. Eu não sei se ela fez ou não consultas a quem quer que seja e ao governador Wagner. Eu acho que, pela relação partidária que eles têm, acredito que ela deva participar ao governador, mas é uma dedução, eu não tenho nenhuma convicção sobre isso.

Tribuna – A ida do senhor para o governo federal lhe aproxima do governo Wagner, aqui na Bahia?

Borges – Não há essa relação direta, mas eu não tenho dúvida que, no momento em que eu chegue ao governo federal, a presidente Dilma sendo do partido do governador, sempre vai ter uma conversação. E tem que manter esse diálogo mais permanente do que anteriormente porque o PR era de oposição. Ressalto que toda a imprensa sempre acompanhou, sempre foi uma posição de oposição construtiva e não destrutiva ou contra os interesses da Bahia. Sempre uma oposição procurando somar e externar as preocupações com relação ao destino do Estado. Estando no governo federal, acredito que as nossas relações se estreitam efetivamente.

Tribuna – Qual o caminho que o PR vai tomar? Como o partido vai se posicionar a partir de agora?

Borges – Política é destino, é conversa, nós estamos abertos, não há nenhuma dificuldade em conversar com qualquer setor político da Bahia, sobretudo com o governador Jaques Wagner. Eu tenho mantido essa postura porque eu acho que não devemos ter inimigos políticos, eventualmente podemos ter adversários. Adversários podem compor desde que se ponham em primeiro lugar os interesses públicos e partidários. Eu tenho conversado com todas as forças políticas que têm me procurado para trocar ideias sobre o momento político atual, que é da sucessão municipal dos municípios baianos, com mais destaque para a cidade do Salvador. Eu tenho conversado com vários postulantes a candidatos ou presidentes de partidos. É claro que, entre eles, se encontra o próprio PT, o próprio governador Jaques Wagner. Não há nenhuma dificuldade, eu acho que o tempo do patrulhamento ou do estigma de que você não conversa com A ou com B já foi superado na política baiana.

Tribuna – Acredita que uma decisão do senhor e do PR de aproximar-se do governo estadual vai conseguir levar também os deputados na Assembleia?

Borges – Uma aproximação se dá a partir de um convite, você não se oferece, há um convite. Se houver essa vontade do governo, nós conversaremos normalmente, e qualquer convite, qualquer conversação eu procurarei repassar para os companheiros de partido para tomarmos uma decisão colegiada. Os deputados federais, estaduais, vereadores, prefeitos e companheiros de partido serão todos ouvidos. Mas, eu sei que, para você construir um consenso completo, dentro de um partido, é muito difícil. Nós vamos respeitar posições individuais que eventualmente existam, isso é democrático e procurarei conduzir, assim, qualquer decisão que venha a tomar, dentro do partido, na direção que o partido deva caminhar.

Tribuna – O senhor falou que não houve nenhum tipo de conversa sobre espaços porque o convite ainda não partiu, obviamente, do governo…

Borges – Não chegou a esse nível de conversa. Não posso adiantar nada porque, efetivamente, não existiu esse tipo de conversa.

Tribuna – Como o PR vai se comportar aqui em Salvador?

Borges – Em Salvador, a grande preocupação não é de governo ou oposição, eu acho que essa é uma dicotomia equivocada. O que Salvador tem que ter é um projeto bom, pois a cidade está vivendo um momento difícil. É unanimidade que a cidade precisa de muito apoio, seja do governo estadual ou federal, mas, principalmente, que o próprio município faça o seu papel. O poder público municipal é o condutor, é o responsável maior e não pode transferir a responsabilidade nem para o governo do Estado e nem para o governo federal. Por isso, eu quero ver o melhor projeto para Salvador, aquele que possa somar mais esforços, que possa nos assegurar um futuro que resolva os problemas graves na área da mobilidade urbana, da segurança. É muito bom quando essas esferas todas se juntam em um único projeto para servir à cidade.

LEIA INTEGRA DA ENTREVISTA DE CÉSAR BORGES NA EDIÇÃO IMPRESSA DA TRIBUNA DA BAHIA QUE ESTÁ NAS BANCAS.

Xuxa Meneghel:revelações às vésperas dos 50

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DEU NO BLOG DE MAURÍCIO STYCER

NO UOL (GRUPO FILHA DE S. PAULO)

Lembrando que o “Jornal Nacional” dedicou dez minutos para falar do parto de Sasha, chega a ser curto o tempo (25 minutos) oferecido a Xuxa no “Fantástico” para fazer revelações surpreendentes sobre a sua vida, entre as quais a oferta que recebeu para se casar com Michael Jackson e a confissão de que sofreu seguidos abusos sexuais na infância.

O relato sobre a proposta que teria recebido do empresário de Jackson é especialmente curioso. Xuxa foi muitas vezes comparada ao cantor americano por conta da estanha imagem que construiu, de uma vida sem amigos nem amores, protegida em uma “bolha”, isolada do mundo real.

A entrevista ao “Fantástico”, como tantas situações protagonizadas por Xuxa, foi um evento “controlado”, ao longo do qual ela foi senhora da situação. Disse apenas o que quis, da forma que achou melhor. Isso incluiu, por exemplo, o fato de falar de Adriane Galisteu sem que o nome ou a imagem da “rival” aparecesse na edição ou, ainda, o fato de não mencionar o pai de sua filha.

Ao conhecer Senna e se encantar pelo piloto, Xuxa revelou ter pensado: “Um cara com grana que não vai querer a minha”. Este mesmo pragmatismo aparece ao longo de quase todo o depoimento dado a Claudio Manoel.

Séria, sem emoção maior, com o texto na ponta da língua, falou da infância em Bento Ribeiro, do começo na Bloch, do seu namoro de seis anos com Pelé e da descoberta de que Senna era sua “alma gêmea”.

Já ao descrever a sua atual carência afetiva e sexual, riu como se fosse uma criança. “Os hormônios”, exclamou, sem saber se reclamava ou festejava do fato de sentir desejo.

Por fim, veio a parte barra pesada do depoimento. “Eu fui abusada”, ela disse, com todas as letras. “Não foi uma pessoa, foram algumas pessoas que fizeram isso”, continuou, antes de citar “o melhor amigo” do pai, “o cara que ia casar com a minha avó” e um professor da escola como autores de abusos que sofreu.

Para além das inquietações de caráter psicológico que este depoimento suscita, não é possível ver a participação de Xuxa no “Fantástico” sem deixar de pensar na guerra da audiência em que o dominical da Globo está envolvido e na pouca empolgação que o programa da própria apresentadora suscita nos dias de hoje.

Por que revelar em rede nacional um trauma desta gravidade? Xuxa está engajada numa campanha contra o abuso de crianças e pode ter pensado que o seu depoimento ajudaria a tornar o tema menos tabu. É provável que isso até ocorra, mas acho que há formas e formas de fazer campanhas educativas.

O depoimento de Xuxa, creio, faz pensar basicamente sobre Xuxa. Transforma todos os espectadores em psicólogos de botequim. Somos obrigados, de uma hora para outra, a voltar a especular sobre a vida e a carreira da “rainha dos baixinhos” e sobre o seu comportamento em diferentes situações. O que é muito triste, enfim.

maio
21

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“Agua mole, pedra dura, tanto bate que não restará nem pensamento”…

…”De um momento para o outro, poderá não mais fundar nem gregos nem baianos”

“Tudo agora mesmo pode estar por um segundo”…

…Mãe Senhora, do perpétuo, socorrei!!!”

Grande e premonitírio Gil.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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21


Pedro Leonardo: desperta do coma e vai passar por cirurgia na perna

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DEU NO IG

Internado na UTI do hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, Pedro Leonardo saiu do coma por volta das 20h30 deste domingo (20), informou em entrevista ao “Fantástico” sua assessora de imprensa, Ede Cury. “Ele acordou, ele acordou”, disse ela ao vivo para a apresentadora Renata Ceribelli.

Segundo a representante do cantor, Pedro estava acompanhado da mãe e suas primeiras palavras foram “oi, mãe”. “Os médicos entraram, trocaram a traqueostomia e a mãe perguntou: ‘Pedro, qual o nome do eu pai?’. Ele disse ‘Leonardo’”, contou a assessora.

Leonardo já está sabendo do estado do filho. “Ele está enlouquecido, no palco, no interior de Goiás”, disse Ede.

Pedro segue internado e deve passar por uma nova cirurgia ainda esta semana, mas ainda não foi definida a data ou qual cirurgia será feita, segundo disse a assessora ao iG no sábado (19).

maio
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Posted on 21-05-2012
Filed Under (Charges) by vitor on 21-05-2012


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Frank, hoje na Notícia (SC)

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Árvore desaba na Pituba
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Da Redação

A chuva forte que cai sobre Salvador e Região Metropolitana desde a madrugada de domingo (20) continua a provocar estragos e alagamentos na manhã desta segunda (21). Segundo informações do Corpo de Bombeiros, uma casa foi soterrada pela lama após o deslizamento de um barranco no bairro de São Marcos. A solicitação foi registrada às 6h36 e não há informações de vítimas.

O trânsito segue lento nas principais avenidas da capital baiana por conta do acumulado das chuvas na madrugada. Parte de uma encosta que fica sob o viaduto que liga a avenida Bonocô, sentido Rótula do Abacaxi, a BR-324 desmoronou neste domingo. O trecho foi interditado pela Transalvador.

As principais áreas de alagamento são: Baixa do Fiscal, próximo à Feira do Cortume, no cruzamento da Lucaia com a avenida Garibaldi, além de parte da via na Bonocô e ACM. Na avenida Paralela, nas proximidades do bairro da Paz também possui área de alagamento.

Segundo a Transalvador, árvores caíram nas avenidas Tancredo Neves, próximo ao Posto Escola da Petrobras, e Juraci Magalhães, em frente ao Hospital Aliança. Na rua Pedro Gama, final de linha Federação, e na rua Goiás, no bairro da Pituba.

Segundo a Transalvador, quase todos os semáforos da orla estão apagados ou piscando. De acordo com internautas, o mesmo ocorre com os semáforos do Campo Grande, Politeama, Nazaré e Caminho das Árvores.

Segundo o último balanço informado pela Defesa Civil de Salvador (Codesal), até as 7h38 desta segunda (21), a Codesal registrou 52 solicitações de emergência, sendo três desabamentos de imóvel, três desabamentos parciais, 17 deslizamentos de terra e 12 alagamentos de área.

De acordo com a previsão de alguns dos principais institutos de pesquisas do país, deve chover hoje mais que o índice registrado no domingo.

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