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Que Barsa, que nada!!

VIVA O CHELSEA, BAM BAM BAM DE LONDRES E CAMPEÃO DE FUTEBOL EUROPEU EM JORNADA HISTÓRICA DOS “BLUES” ESTA TARDE DE SÁBADO EM PLENO ESTÁDIO DOS VERMELHOS DO BAYERN, EM MUNIQUE.

BOA NOITE!!!

( Vitor Hugo Soares)


Chelsea:festa em azul no estadio do vermelho Bayern

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PORTUGAL)

Foram necessários muitoe milhões de euros investidos por Roman Abramovich, mas o magnata russo finalmente cumpriu o desejo de ver o “seu” Chelsea sagrar-se campeão europeu. Sem um futebol capaz de deslumbrar a crítica, mas eficaz em todos os momentos cruciais, os blues derrotaram os alemães do Bayern em Munique, no desempate por cobrança de penaltis, após um empate em 1 a 1no tempo regulamentar.

A frase do antigo futebolista inglês Gary Lineker – “o futebol é simples: 22 homens correndo atrás da bola durante 90 minutos e no final ganha a Alemanha” – nunca fez tão pouco sentido. Desta vez, não foram 90 minutos, nem duas equipas a correr atrás da bola. Foi o Bayern Munique a correr e a jogar durante 120 minutos e o Chelsea a cumprir com a “arte” de (saber) defender. Foi assim, durante mais de 180 minutos, frente ao Barcelona, onde os blues até resistiram a um penálti perdido por Messi no tempo regulamentar. Desta vez, foi Arjen Robben a fperder o penálti que poderia ter acabado com as aspirações do Chelsea. Mas a “estrelinha” que acompanha os campeões não se limitou a este momento.

Depois de 83 minutos de domínio do Bayern Munique, onde a bola ora esbarrava na trave, ora parava nas mãos de Cech, ora encontrava a “floresta” de pernas da defesa do Chelsea, os alemães chegaram ao gol. Uma grande cabeçada do alemão Thomas Müller – o melhor marcador do Mundial 2010, com apenas 19 anos -, que ainda teve que bater na trave antes de entrar, deixou o Bayern Munique a poucos minutos do quinto “caneco”. Só que Drogba não estava disposto a perder a ‘Champions’ pela outra vez, depois da final perdida em 2007/08 (época em que Mourinho foi despedido), e empatou a partida a dois minutos dos 90, de cabeça, após um corner. Um gol com toda a ironia do futebol: o Bayern Munique conquistou 20 tiros de canto, em vão; o Chelsea conseguiu apenas um… e marcou.

Numa prorrogação dividida entre a fadiga e o sofrimento, Arjen Robben dispôs do tal penálti – outra vez cometido por Drogba, tal como em Camp Nou – que poderia ter acabado com o jogo. Só que Petr Cech conseguir ir buscar a bola “no cantinho” e manteve de pé as aspirações do Chelsea, que parecia mesmo estar destinado a vencer o troféu. No desempate por penáltis, depois de o Chelsea ter ficado em desvantagem logo na primeira cobrança (falhou Mata), Olic e Schweisteinger desperdiçaram os seus remates e permitiram que Drogba ficasse a onze metros do troféu. O costa-marfinense mal precisou de tomar distância e de ouvir o apito do árbitro: colocou a bola com convicção no fundo das redes e abriu a festa londrina em Munique. No final, fez uma vénia aos adeptos do Chelsea que “soou” a despedida.

maio
19
Posted on 19-05-2012
Filed Under (Charges) by vitor on 19-05-2012


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Sid, hoje, no portal Metro 1 (BA)

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OPINIÃO POLÍTICA

Informação e privacidade

Ivan de Carvalho

Está em vigor a lei que garante o direito dos cidadãos à informação em poder do Estado, ressalvados os casos legalmente previstos de informações classificadas como sigilosas por prazo que não pode exceder a 25 anos.

Mas, logo entrou em vigor a lei, esta semana, um curioso debate se estabeleceu. A maioria das atenções se voltou para a questão de definir – como se já não fosse óbvio – se o valor da remuneração dos servidores públicos, desde o auxiliar de escritório até o presidente da República, deve ser excluído do direito da cidadania à informação.

Estranho é que haja surgido essa polêmica, que logo se tornou uma coisa barulhenta. Os que se opõem à disponibilização de tal informação alegam, em uníssono, que se trata de uma invasão da privacidade do servidor. O argumento é insustentável, por não haver aí um assunto privado, mas público.

Afinal, a população é que, na qualidade de contribuinte de tributos – impostos diretos e indiretos, taxas, contribuições e empréstimos compulsórios – fornece ao Estado o dinheiro com que este paga seus servidores. Assim, o povo, que paga todos os servidores públicos, tem o direito público de saber qual a remuneração de cada servidor público.

Por causa dessa lógica evidente, de aplicação obrigatória em um país democrático, é que, por exemplo, o acesso à remuneração de todos os funcionários da Casa Branca, como lembraram algumas notícias divulgadas esta semana no Brasil, é franqueado a todos os cidadãos, está no site da sede do Poder Executivo dos Estados Unidos da América.

Sem que ninguém alegue que isto é invasão de privacidade, mesmo em um país em que a privacidade ainda é (não tanto como antes do atentado do World Trade Center) muito valorizada. Invasão de privacidade haveria caso se tentasse saber o que os servidores públicos, individualmente, fazem com o seu salário. Mas a nova lei brasileira não prevê isso.

Bem, apesar de tudo, o Senado Federal decidiu que manteria sigilo sobre a remuneração de seus servidores e a Câmara dos Deputados estava animadíssima para fazer o mesmo. Sob fortes protestos, o Senado anunciou que irá “reexaminar” a questão e a Câmara, que nada havia anunciado, está na moita, esperando pela decisão do Senado e do Supremo Tribunal Federal. O pleno do STF vai decidir se a publicação individualizada de salários de servidores públicos respeita ou não a Constituição, informou ontem o jornal O Estado de S. Paulo.

O STF reconheceu “repercussão geral” em um recurso movido pelo município de São Paulo contra decisão da Justiça paulista, que mandou excluir do site De Olho nas Contas, da prefeitura, os dados relacionados a uma servidora. O STF, no passado, já decidiu que a remuneração bruta dos servidores, os cargos e as funções deles são informações de interesse coletivo ou geral.

Espera-se que o STF mantenha agora a mesma posição, “preço que se paga pela opção por uma carreira pública no seio de um Estado republicano”, segundo disse na ocasião o atual presidente do STF, ministro Carlos Ayres Brito.

Ontem, o ministro-chefe da Controladoria Geral da União, Jorge Hage, defendeu a divulgação detalhada dos salários dos servidores do Executivo federal. E disse que esta é também a posição da presidente Dilma Rousseff. Espera-se que a informação disponível inclua os penduricalhos, entre outros, os jetons pela participação em conselhos.

maio
19


Chen: saga na China antes de partir partir para os EUA
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O ativista chinês Chen Guangcheng, a sua mulher e os seus dois filhos, partiram já para os Estados Unidos, encerrando um processo diplomático que durava há um mês.

«Milhares e milhares de pensamentos surgem na minha mente», afirmou Chen Guangcheng, calmo, dizendo esperar regressar à China no futuro

Para Bob Fu, ativista dos direitos humanos na China, o desenlace foi um «grande progresso» e uma «vitória para os combatentes pela liberdade» naquele país.

O ativista cego chinês cuja fuga de uma aldeia rural desencadeou uma disputa diplomática entre Pequim e Washington foi hoje retirado à pressa de um hospital para o aeroporto, de onde deve embarcar para os Estados Unidos.

A saída de Chen e da sua família para os Estados Unidos marca o fim de um mês de incerteza e anos de maus tratos por parte das autoridades locais para o ativista, que fez uma ousada fuga da prisão domiciliar, no mês passado.

O ativista, que ficou conhecido por denunciar esterilizações forçadas e abortos tardios devido à política do filho único, deslocou-se para a embaixada dos Estados Unidos em Pequim, após uma fuga da casa onde estava em prisão domiciliária no este do país.


De musas das passeata anti-Collor a dona de pizzaria

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DEU NO IG

Aos 17 anos, Cecilia Lotufo faltou à aula, saiu às ruas gritando “Fora, Collor” e tornou-se a musa dos caras-pintadas. Hoje, 20 anos depois do impeachment de Fernando Collor de Mello, a ex-musa vê o presidente deposto pela população cumprindo seu mandato no Senado Federal. Indignada, ela acompanha a política nacional à distância, no bairro da Lapa, zona oeste de São Paulo, onde abriu recentemente uma pizzaria. E para ela isso não é piada pronta.

“Sou uma pessoa decepcionada com esse sistema, não leio mais jornal porque fico angustiada. Por isso eu faço a minha política na base. Para mim, não deu tudo em pizza”, diz. Aos 37 anos, Cecilia é líder do movimento Boa Praça, que promove piqueniques comunitários na região de Pinheiros, onde mora com o marido e os dois filhos pequenos. Orgulha-se de ter recebido em 2011 o troféu Dia da Mulher, honraria concedida pela Prefeitura de São Paulo pelo trabalho voluntário.

iNesses últimos 20 anos, a musa trabalhou com vendas de TV a cabo, administrou uma pousada no sul da Bahia, organizou festas brasileiras na Itália, voltou para o Brasil e abriu uma ONG voltada à educação ambiental e ao consumo sustentável. “Até pensei em me candidatar a vereadora, mas desisti. Conversei com um amigo vereador que me disse que eu ajudaria mais a comunidade fazendo política de base, que é o que eu gosto de fazer, e é o que faz diferença”, conta a ex-petista.

Antes e depois

Cecilia guarda com esmero todos os recortes de jornais e revistas daquela época dentro de uma pasta. Entre as lembranças, duas fotografias tiradas em 1994 ao lado de Luiz Inácio Lula da Silva. Então candidato à Presidência, Lula quis conhecer a bela participante do comitê da juventude petista que havia se tornado símbolo das manifestações contra Collor. Depois do impeachment, ela também havia contribuído com um depoimento divulgado na propaganda eleitoral petista na televisão.

“O que mais me marcou naquela visita foi uma brincadeira que Lula fez sobre a minha família e um filme chamado Família Serpente”, lembra. O filme italiano Parenti Serpenti (Parente é serpente), lançado no mesmo ano do impeachment, em 1992, narra a história de uma família italiana que se reúne no Natal para festejar, mas acaba em conflito quando a avó anuncia que terá de morar com um dos filhos. “Ele disse pra eu tomar cuidado com a minha família”, conta.

Cara-pintada: Quem é o jovem que enfrentou a cavalaria a chutes?

A família de Cecília, também de raízes italianas, é proprietária da primeira pizzaria da Vila Madalena, segundo ela. Um certo dia, a estudante recebeu a ligação de um assessor de Lula dizendo que ele gostaria de conhecê-la. Para a satisfação da família, apoiadora do PT, Lula e sua mulher, Marisa Letícia, foram até o bairro na zona oeste de São Paulo para agradecer a ajuda da musa nas eleições.

Pizza cidadã

“O know how da massa é de família”, diz. Agora, com seu próprio estabelecimento, a Pizzaria Dona Rosa, “uma homenagem à antiga moradora da casa”, Cecilia Lotufo pretende fazer da pizza um exemplo de cidadania. Desde a escolha do trigo até a contratação dos funcionários, a ex-musa tem preocupações que vão além do sabor da pizza – alguns exóticos, como berinjela com queijo de cabra e linguiça de cordeiro com hortelã.

Aquela foto está nos livros didáticos. Minhas irmãs mais novas estudaram sobre mim no cursinho. Meus filhos também vão se deparar com isso. É uma responsabilidade

Parte do trigo utilizado é integral e orgânico. Na reforma do imóvel, a área permeável foi mantida. A água da chuva e os azulejos da parede são reutilizados. “O copeiro e a garçonete são moradores do bairro”, diz Cecília. No movimento Boa Praça, um projeto prevê a realização de feiras de troca de serviços por meio de um banco de dados de profissionais da Lapa. “Queremos fomentar a contratação local”, explica.

Os filhos, de 7 e 4 anos, também estudam no bairro, no mesmo colégio de onde Cecilia fugiu – veladamente incentivada pela própria direção da escola – para se juntar a milhares de manifestantes em 1992. “Mas hoje o colégio está muito diferente, virou uma empresa que visa o lucro”, critica.

De qualquer maneira, aquilo que Cecilia representou no momento histórico do impeachment de Collor não corre o risco de se perder. “Aquela foto está nos livros didáticos. Minhas irmãs mais novas estudaram sobre mim no cursinho. Meus filhos também vão se deparar com isso. É uma responsabilidade”.

Leia tudo sobre impeachment no IG

www.ig.com.br

maio
19

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Maio
já está no final
O que somos nós afinal
se já não nos vemos mais
Estamos longe demais
longe demais

Maio
já está no final
É hora de se mover
prá viver mil vezes mais
Esqueça os meses
esqueça os seus finais
esqueça os finais

Eu preciso de alguém
sem o qual eu passe mal
sem o qual eu não seja ninguém
eu preciso de alguém

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Mariana

Neste 19 de Maio de seu aniversário receba o forte abraço de afetos e os votos de felecidades, com os agradecimentos “a quem de direito” por você existir e ser a doçura de ser o que é.

(Hugo e Margarida, em nome do Bahia em Pauta )


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http://youtu.be/Gx7EW-l9erg

Chico e Edu cantam e encantam para celebrar @marisoares19, querida aniversariante do dia. Viva Mariana!

(Maria Olívia)


Dilma reage a apupos de prefeitos:”vocês não vão gostar”

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ARTIGO DA SEMANA

Dilma e João: vaias, bêbados e prefeitos

Vitor Hugo Soares

Da mesma maneira que o primeiro sutiã para uma adolescente – como apontou há anos o publicitário washinton Olivetto, em peça publicitária premiada – a primeira vaia para um artista no palco, para um político no palanque ou para um governante, em pleno exercício do poder, é experiência indelével. A presidente Dilma Rousseff que o diga.

Não dá para, simplesmente, passar uma esponja em tudo, nem fazer de conta que nada aconteceu. A presidente da República viveu sua primeira vaia no poder, esta semana, durante um encontro com prefeitos, organizado com pompa e circunstância pela Confederação Nacional dos Municípios(CNM) e pela Frente Nacional dos Prefeitos para marcar a chamada Marcha a Brasília, em sua décima quinta edição.

Nas palavras e nas imagens foi algo marcante e bastante raro, em atos de poder no Brasil. Algo para não esquecer tão cedo ou, quem sabe, jamais. Tanto para a presidente Dilma e seus assessores, como para os responsáveis pelos apupos. Principalmente, os que prepararam terreno para que a vaia acontecesse e a estimularam.

Apelemos à memória para contextualizar o fato, como recomendava o mestre premiado do jornalismo, Juarez Bahia, quando editor nacional do Jornal do Brasil, ou em seus livros referenciais de teoria e prática da Comunicação.

Em ambiente ornamentado e preparado, de acordo com os melhores e mais testados princípios do marketing político e administrativo, a presidente da República discursava para finalizar o ato, com natural expectativa de apoteose.

Diante de mais de três mil prefeitos presentes ao ato, Dilma anunciava mais um pacote de bondades em ano de eleições municipais:máquinas retro-escavadeiras para as prefeituras, construção de creches para acolher filhos de trabalhadores, ajuda na seca nordestina e nas cheias do norte. Tudo parecia correr às mil maravilhas e, de repente, as coisas começaram a desandar.

Mal comparando, parecia repetição daquela antiga história brasileira das promessas de colares e apitos para os índios. O caso virou até impagável marchinha carnavalesca, sucesso indispensável em toda folia momesca que se preza país afora.

No meio dos milhares de chefes e chefetes políticos municipais no fim de mandato – boa parte deles desenganados, ameaçados de perder a prefeitura e as benesses que o cargo possibilita. Vários decidiram mostrar fastio diante do que a presidente Dilma prometia já quase no final de seu discurso. E apostar no jogo de pressão por “mais alguma grana viva da viúva”, sempre desejada, ainda mais na despedida para muitos, em ano de campanha eleitoral nos mais de cinco mil municípios do país.

Alguém, no fundo do imenso salão, puxou o coro: “Queremos royalties” (da exploração do petróleo). Logo, outro grito: “royalties”. E mais outro e outros: “Royalties, royalties, queremos royalties”. No caso, para municípios que não produzem uma gota de óleo.Então, chegamos ao ponto crucial da história e das conseqüências do enredo da Marcha de Brasília esta semana.

Há vozes que, à boca pequena, nos corredores do poder no Palácio do Planalto e Esplanada dos Ministérios, se dizem convencidas de que teria sido melhor e menos desgastante para os dois lados, se a presidente tivesse agido como os antigos pessedistas. Feito “ouvido de mercador” em frente aos apupos, divididos com aplausos do auditório. “Deixado a bola passar”, sem maiores escaramuças.

Mas, em sua sempre imprevisível mistura mineira, gaúcha e búlgara, de sentimentos e reações, Dilma Rousseff tem seu jeito próprio de dizer e fazer as coisas. Optou pelo exemplo do artista baiano e universal, João Gilberto, sempre disposto a uma boa polêmica, principalmente quando tentam invadir sua seara de músico virtuose ou pisam em seus calos.

João criou um caso sem tamanho, que até hoje ainda repercute, na inauguração da casa paulistana de espetáculos Credicard Hall. Com tudo preparado e previsto para ser uma apoteose. A certa altura, porém, João, que se apresentava com Caetano Veloso, reclamou do ar condicionado e da qualidade do som da super casa de espetáculo que se inaugurava. A platéia respondeu com vaias ao artista. Caetano tentou contemporizar para evitar o pior na festa, mas João Gilberto foi direto ao ponto: mostrou a língua para os que o apupavam e atacou no ponto fraco: “Uh, uh, Uh! Vaia de bêbado não vale”. E o caso até hoje rola, sem fim!

A presidente Dilma, diante do pouco caso dos prefeitos, ao pacote de bondades que ela anunciava, e das suas vaias pedindo grana viva em forma de royalties, não contou conversa, como dizem os baianos. “Então, eu vou dizer uma coisa para vocês: não acreditem que vocês conseguirão resolver a distribuição de hoje para trás. Lutem pela distribuição de hoje para frente”, atirou a presidente, como se dissesse: “Vaia de prefeito em fim de mandato não vale”.

O resto é o que se sabe e o que se verá nas eleições municipais que se aproximam. A conferir.

Vitor Hugo Soares, jornalista – E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

Vídeo postado no You Tube por Noemia Hime, que diz na apresentação:

“Linda canção de amor, falando sobre a dúvida sempre presente : se é amada ou não. Nana dá o tom certo com o brilhantismo habitual”.
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BOA NOITE!!!

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