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Posted on 18-05-2012
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Litoral Norte: um dos destinos mais procurados

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A Bahia recebe mais turistas estrangeiros do que todos os estados nordestinos somados, aponta o estudo feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). A pesquisa apresentada pela Fundação na tarde desta sexta-feira (18), durante o I Salão Baiano do Turismo, também diz que a Bahia é o estado que mais atrai turistas na região.

No ano passado, 11 milhões de visitantes passaram pelo estado, sendo que 5,29 milhões saíram de outros locais do Brasil, 558 mil eram estrangeiros e outros 5,3 milhões eram baianos viajando pelo próprio estado. Dentro do país, São Paulo (16,6%), Minas Gerais (7,4%) e Rio de Janeiro (4,9%) têm o maior percentual de turistas que visitam a Bahia. Argentinos, espanhóis, italianos, franceses, alemães e norte-americanos são os visitantes estrangeiros que mais viajam para o estado.

Destinos

Ainda de acordo com o estudo da Fipe, Salvador e Litoral Norte são os principais locais procurados no estado por brasileiros, recebendo 41,6% dos turistas que visitam a Bahia. O município de Porto Seguro, no sul do estado, é o segundo destino mais visitado, com 9%; seguido por Ilhéus, com 4,3%; Prado, com 3,8%; Praia do Forte, com 3,5%; Morro de São Paulo, com 3,4%; Arraial D’Ajuda, com 3,3%; Costa do Sauípe, com 2,9%; Imbassaí, com 2,7%; Maraú, com 2,5%; Itacaré, com 2,2%; Lençóis, com 1,8% e Trancoso, com 1%.

Quase 80 % dos turistas de fora do país vão a Salvador e ao Litoral Norte quando visitam a Bahia. Em seguida vem Porto Seguro, Arraial D’Ajuda e Trancoso; Maraú; Cairu; Lençóis; Itacaré; Costa do Sauípe; Ilhéus; Praia do Forte; Imbassaí e Morro de São Paulo.

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Deu no Público (Portugal)

Durante mais de uma década, a voz de Warda al-Jazairia não se ouviu porque o marido a proibira de cantar. Retomou a carreira em 1972 depois do divórcio que a levou para os braços de um grande compositor a quem deve o apogeu. Hoje, a diva argelina da música clássica árabe calou-se para sempre. Depois de mais 300 canções de patriotismo e amor, o seu coração parou subitamente aos 72 anos.

De seu nome verdadeiro Warda Fatouki, a cantora mas também atriz que os fãs conheciam por Warda al-Jazairia (rosa argelina) ou apenas por Warda, nasceu em Puteaux, na região de Paris, em 1940, filha de uma libanesa e de um argelino. Foi num clube do pai, no Quartier Latin, aos 11 anos, voz possante, expressivos olhos castanhos e elegância nos gestos, que começou a chamar a atenção, entoando versões dos lendários egípcios Umm Kulthoum (aclamada como “rouxinol do Cairo”), Mohammed Abdelwahab e Abdelhalim Hafez. O seu apoio à Frente Nacional de Libertação (FLN) durante a guerra da Argélia forçou-a a deixar a França, em 1958.

Refugiada, primeiro, em Rabat (Marrocos) e depois em Beirute (Líbano), Warda decidiu mudar-se para o Egito, onde teve lições com os mestres que emulava. Ganhou fama com uma magistral interpretação de “al-Watan al-Akbar” (A pátria maior), hino patriótico composto por Wahhab. Em 1962, voltou à Argélia para celebrar a independência e casar-se. O marido confinou-a à casa e ela só voltou a atuar em 1972, quando o então presidente, Houari Boumediène, a convidou para retomar os palcos. O povo emocionou-se quando a ouviu cantar “Min Baide” (De longe), um louvor à nação livre.

A aceitação do convite conduziu ao divórcio. De regresso ao Egipto, onde fixou residência, Warda conheceu Baligh Hamdi, compositor célebre, que se tornou segundo marido e artífice de uma carreira brilhante na música (agora feita de originais) e no cinema. Este casamento também fracassou mas não a parceria artística, com êxitos memoráveis como “Harramt ahebbak” (Não me é permitido amar-te). Para o estrelato, que ultrapassou as fronteiras linguísticas e musicais do Magrebe e do Mashreq, contribuiu também muito o mentor tunisino Sade Thuraya.

Nos anos 1990, para atrair gerações mais novas, Warda começou a misturar o clássico com a sonoridade pop. Um dos seus maiores êxitos foi “Batwanis beek”, uma melodia de amor com diferentes significados nos vários dialectos árabes. No Egito, por exemplo, é traduzida como “Passei um momento bom contigo”; no Iraque, por lhe ter sido atribuído um pendor fortemente sexual, foi proibida de passar nas rádios.

Admiradora de Gamal Abdel Nasser e dos seus ideais pan-arabistas, Warda nunca perdeu esse fervor nacionalista. “El Ghala”, uma das suas canções, de um repertório que vendeu mais de 100 milhões de discos em todo o mundo, tornou-se controversa. Era um elogio da família de Maomé, o profeta do islão, mas também da de Muammar Khadafi, o líder líbio entretanto deposto e assassinado por uma rebelião. Essa canção fez com que Anwar Sadat a banisse do Egipto durante três anos. A proibição só foi levantada graças à intervenção de Jehane, a mulher do presidente.

Deu no Diário de Notícias (Lisboa)

A presidente brasileira , Dilma Rousseff, doará a indenização de 20 mil reais (cerca de 7,7 mil euros) que vai receber do Governo do estado do Rio de Janeiro por ter sido torturada durante a ditadura militar.

A informação foi avançada hoje pelo porta-voz da Presidência, Thomar Traumann, citado pela Agência Brasil.

A presidente brasileira receberá a indenização juntamente com outras 244 pessoas, que constam de uma lista de 1.113 vítimas da ditadura, ou herdeiros e familiares, que fizeram pedidos de reparação, dos quais 650 já foram pagos.

Dilma Rousseff militou contra a ditadura miliar no Brasil (1964-1985) pela organização VAR-Palmares, tendo sido condenada por subversão em 1970. A líder brasileira permaneceu presa por dois anos e meio.

Existem diferentes versões sobre as torturas que Dilma Rousseff terá sofrido, mas a própria Presidente nunca teceu comentários sobre o assunto.

Criado em 1985, o grupo Tortura Nunca Mais é formado por ex-presos políticos e parentes de vítimas e desaparecidos da ditadura militar. A organização luta pelo esclarecimento dos casos de pessoas dadas como mortas ou desaparecidas durante o Regime.

http://youtu.be/iozCNviQFmg

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Maceió – Alagoas (Brasil)

Musica: Djavan

BOM DIA!!!

(VHS)


Fernando Collor:contradição ambulante

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DEU NO PORTAL IG

Ricardo Galhardo, enviado a Maceió

Em um café da manhã realizado na última quinta-feira, em Maceió, o PTB do senador Fernando Collor confirmou o apoio à candidatura do ex-governador Ronaldo Lessa (PDT) à prefeitura da cidade. Se tudo correr conforme o esperado, Collor e Lessa dividirão o palanque com o PT, PC do B e PMDB na eleição de outubro.

Vinte anos atrás, quando a revista “Veja” estampou na capa o depoimento bomba de Pedro Collor, irmão do ex-presidente, essa imagem era inimaginável. O PDT, então liderado por Leonel Brizola, se manteve fiel a Fernando Collor até o momento em que a derrota era inevitável mas PT, PC do B e PMDB – aliados ao PSDB – foram os principais algozes de Collor no processo iniciado com as revelações de Pedro, no dia 27 de maio de 1992, e terminado com o impeachment do então presidente da República, em dezembro daquele ano.

Lessa, que hoje recebe apoio incondicional do senador, esteve na vanguarda da oposição a Collor em nível estadual. A virulência das agressões extrapolou a disputa política e chegou ao ponto de, por meio de prepostos, ambos se acusarem de envolvimento em crimes comuns.

“Em entrevista por telefone ao iG, o ex-governador comentou com naturalidade a aliança. “Convidei todos os partidos que estiveram comigo no segundo turno da campanha para governador (em 2010, quando ele e Collor foram candidatos na eleição vencida pelo tucano Teotônio Vilela Filho)”, disse Lessa.

No almoço de quinta-feira passada, o PTB foi representado pelo dirigente estadual Fernando James Collor, 32 anos, filho do senador. Segundo ele, as relações entre os dois ex-rivais vão de vento em popa. “Meu pai e Ronaldo não se conheciam de verdade. Isso só aconteceu no segundo turno da campanha de 2010 (quando Collor apoiou Lessa). Ele costuma dizer que o que meu pai fez por ele naquele segundo turno não fez nem por si próprio no primeiro”, disse James.

De acordo com o filho do senador, a aproximação de Collor com seus antigos algozes é fruto do amadurecimento político. “Somos seres humanos em evolução. Nossos problemas mudam. Tudo muda”, disse.

James, que tinha apenas 12 anos na época do impeachment, verbaliza uma interpretação que é compartilhada por muitos hoje em Alagoas. “Muitas pessoas falam que fizeram de uma gota d’água um tsunami”, afirmou. “Não devemos nem mais falar disso. Devemos olhar para o futuro”.

Para o governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho (PSDB), adversário de Collor nas eleições de 2010, o atual cenário político do Estado não chega a surpreender. “Não me surpreende nem pelo PT nem pelo Collor. A política é muito dinâmica e talvez o que o PT defendia e criticava antes seja o que hoje Collor defende e critica, ou vice-versa”, disse o governador. “É um sinal de que o impeachment e tudo o que cercou essa história ficou lá atrás”, completou.

De acordo com políticos e amigos que acompanharam o surgimento político de Collor, o ex-presidente sempre teve uma postura ambígua, pois embora tenha nascido na direita flertou permanentemente com a esquerda.

Collor foi nomeado prefeito de Maceió em 1979 pela extinta Arena e eleito deputado em 1982 pelo PDS. Em 1984 votou a favor das “Diretas Já” e, depois, apoiou Paulo Maluf (PDS) contra Tancredo Neves (PMDB) no Colégio Eleitoral.

Em 1986, quando se candidatou ao governo de Alagoas, trocou o PDS pelo PMDB e adotou um discurso radical de esquerda no qual afrontava a elite dos usineiros de açúcar e pregava a moralização do Estado. “Ele tinha um discurso mais à esquerda do que os partidos de esquerda. Falava claramente reforma agrária e até em confisco de terras dos usineiros”, lembrou o presidente do PSOL de Alagoas, Mario Agra, que estudou com Collor na faculdade e na época estava no PC do B. “Era um discurso tão empolgante que ele conseguiu rachar o PC do B alagoano, levando consigo um pedaço do partido”, completou.

Segundo pessoas que acompanharam de perto a gênese de Collor, a migração partidária e ideológica foi puro cálculo político. Em 1986, o campo da direita estava tomado pelo ex-governador Guilherme Palmeira e restava ao jovem deputado disputar o espaço no PMDB que à época abrigava correntes de extrema esquerda sobreviventes da luta contra a ditadura.

Com apoio dos grupos de mídia da família e aproveitando a onda positiva que deu ao PMDB a maioria dos governadores naquelas eleições, Collor foi eleito. De acordo com testemunhas daquele período, o projeto presidencial nasceu antes mesmo de ele tomar posse. Na semana seguinte à eleição, Collor fez um giro pelo Rio de Janeiro e São Paulo com o objetivo de tentar contatos com os principais líderes da esquerda nacional, entre eles Mário Covas (PSDB), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Roberto Freire (PPS, então PCB), Ulysses Guimarães (PMDB) e Leonel Brizola (PDT), que três anos depois seriam seus adversários na campanha presidencial. Nem todos o receberam. Ao tomar posse, ele chegou a oferecer as secretarias de Saúde e Meio Ambiente do Estado ao PC do B, que recusou.

O senador Fernando Collor foi procurado diversas vezes pela reportagem do iG mas se recusou a dar entrevista.

LEIA REPORTAGEM COMPLETA SOBRE O ASSUNTO NO IG

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Posted on 18-05-2012
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Lute, no jornal Hoje em Dia (MG)


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OPINIÃO POLÍTICA

Cachoeira e a Choréia

Ivan de Carvalho

A CPMI que investiga as relações de Carlinhos Cachoeira com políticos, empresários e governos nada tem a perder se investir na busca de laços de interesse entre o contraventor e o ditador-presidente da Choréia do Norte, Kim Jong-un.

É que a declaração de Imposto de Renda Pessoa Física de Cachoeira contém uma informação surpreendente. Já se sabia que ele é detentor de 49 por cento das ações da Bet Capital. Aliás, Cachoeira recebeu milhões da tal Bet Capital. O que a Receita Federal sabia e só agora caiu no domínio da CPI é que a outra parte da sociedade, em nome da Bet Corporation, está sediada na Choréia do Norte, o mais fechado de todos (já são poucos) os países comunistas do mundo.

Lá não existe empresa privada, o que, de imediato, sugere a hipótese de que a tal Bet Corporation seja uma empresa de fachada, o que possivelmente coloca o contraventor Carlinhos Cachoeira como suspeito de incluir entre suas atividades a evasão de divisas. Mas não se pode nem deve fazer juízos sem comprovação, ainda mais que existe outra hipótese.

Quando o “político espantoso” e “querido líder” Kim Jong-il, filho e herdeiro político do “grande líder” Kim Il-sung, morreu, deixou o cargo de ditador para seu filho Kim Jong-un, o caçula da família, um gênio, general de quatro estrelas antes mesmo de completar 28 anos e cuja principal façanha, segundo se conta, sem confirmação ou desmentido – porque o regime não comenta assuntos privados, da mesma forma que os públicos – foi a de haver conseguido visitar incógnito a Disneylândia, nos Estados Unidos.

Isto, se realmente aconteceu, terá sido reconhecidamente uma coisa difícil para Kim Jong-un, tendo em vista sua estranha aparência, semelhante à do pai dele, Kim Jong-il, aquele pelo qual choreanos e choreanas do Norte bem alimentados – o que não ocorre com a grande maioria do povo – afogaram-se em lágrimas e desfizeram-se em faniquitos durante alguns dias, entre a morte dele e a retirada do corpo do altar.

Foi uma verdadeira cachoeira de lágrimas, o que pode ser considerado um indício suspeito, mas sem valor probatório, pois o chefe da defesa do Carlinhos, o competente advogado criminalista e ex-ministro Márcio Thomaz Bastos, poderia alegar que, na Choréia do Norte, as pessoas tendiam a chorar a morte do ditador por causa do culto à personalidade ou, se isto não bastasse, porque o choro seria compulsório, sob penas severas. Além do mais, o choro seria uma maneira dos puxa-sacos se achegarem ao novo ditador.

Bem, mas voltando ao “nosso” Cachoeira, a CPMI pode eventualmente deparar-se com o possível fato de que a Bet Corporation não seja exatamente a empresa de fachada que se está presumindo que é, mas uma exceção à regra, aberta pelo regime choreano para o ditador Kim Jong-un amealhar uns dólares para matar as saudades da Disneylândia.

Quanto à Delta Construções – empresa que mais tem obras do PAC, espalhadas em todo o país – à qual Cachoeira está ligado por telefonemas grampeados pela Polícia Federal com autorização judicial, a CPMI decidiu ontem pela quebra dos sigilos fiscal e bancário, mas apenas (que vergonha!) em relação às filiais de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Distrito Federal. O PT e o PMDB agiram para circunscrever o incêndio ao Centro-Oeste. Na semana passada, a Justiça Federal aprovou a quebra do sigilo da Delta Construções em todo o país.

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Posted on 18-05-2012
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http://youtu.be/jOpUfTi1keI
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De um comentarista do clip no You Tube:

“Viverás para sempre, Rainha!”

BOA NOITE!!!

(VHS)

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