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Paulo Colombiano/ CORREIO

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DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação

A Polícia Civil iniciou na manhã desta quinta-feira (17) uma operação para cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão relacionados à morte do diretor financeiro do Sindicato dos Rodoviários, Paulo Colombiano dos Santos e de sua companheira Catarina Galindo. Segundo informações da assessoria da polícia, até o momento cinco pessoas já foram presas.

São 120 policiais civis, divididos em 25 equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), nas ruas que estão cumprindo os 14 mandados de busca e apreensão em Salvador, no interior e Região Metropolitana. As equipes também estiveram nos condomínios Morada dos Cardeais e Victory Tower, no Corredor da Vitória. A identidade dos acusados ainda não foi divulgada. Acontecerá em entrevista marcada para esta tarde de quinta-feira na SSP.

O crime

O assassinato aconteceu quando Paulo Roberto Colombiano dos Santos, 53 anos, e sua mulher, a secretária do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) em Salvador, Catarina da Ascensão Galindo, 53, retornavam para casa, em Brotas, em junho de 2010.

O casal, que estava junto há 20 anos, chegava numa Kia Sportage em casa, no condomínio Catavento, na rua Teixeira de Barros, em Brotas, quando foi surpreendido por dois homens em uma moto. Os bandidos atiraram contra as vítimas. Colombiano foi alvejado sete vezes, e Catarina foi atingida com um tiro.

O então delegado-chefe da Polícia Civil, Joselito Bispo, afirmou que não restava dúvida de que o crime tinha sido encomendado. Já o governador Jaques Wagner chegou a dizer que “todo o equipamento da Segurança Pública estadual” seria empregado na busca dos assassinos. “Quero respostas rápidas”, disse o governador, há um ano, no início das investigações.

Irmão de Catarina, Geraldo Galindo, contou ainda que, três dias antes do assassinato, Colombiano comentou que poderia sofrer ameaças. “Ele (Colombiano) disse que queria fazer mudanças no plano de saúde do sindicato, mas dizia que era uma questão perigosa e que sofreria muita pressão quando fosse propor mudanças”, relatou o cunhado da vítima.

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