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De um ouvinte do vídeo na área de comentários do You Tube:

“Uma grande voz para alguém que fumava até cinco carteiras de cigarros por dia!”.

GRANDE BURTON!!!

BOA NOITE!!!

(VHS)


Mary com Robert Kennedy Jr
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Mary Kennedy, a segunda mulher de Robert Kennedy Jr. (sobrinho do presidente americano John F. Kennedy), foi encontrada morta em casa, em Bedford, no estado de Nova Iorque. Tinha 52 anos e a causa não foi divulgada.

A polícia disse ter sido chamada ao local para investigar a morte sem testemunhas, recusando-se a identificar a vítima e dizendo apenas que está em curso uma investigação. A família de Mary Kennedy, porém, já emitiu um comunicado confirmando a morte.

Mary e Robert, que têm quatro filhos, estavam desde 2010 em processo de divórcio.

As várias mortes na família Kennedy deram origem à expressão “maldição Kennedy”.

(Informações do jornal Público, de Lisboa)

maio
16

DEU NO IG

O senador Paulo Paim (PT-RS) acaba de subir à tribuna para denunciar um atentado ocorrido nesta madrugada contra o ex-delegado do DOPS(Departamento de Ordem Política e Social) Cláudio Guerra.

No livro “Memórias de uma guerra suja”, dos jornalistas Marcelo Netto e Rogério Medeiros, Guerra confessou o assassinato e a incineração de diversos presos políticos, além da participação em atentados a bomba como o do Riocentro, denunciando os nomes de seus comparsas.

Segundo Paim disse na tribuna, três homens cercaram a casa de idosos no interior do Espírito Santo, onde o delegado estava escondido, e um deles ameaçou atirar.

Logo após o discurso, Paim falou ao Poder Online/ig:


Dilma e ex-presidentes na instalação da Comissão da Verdade
(Foto: Roberto Stuckert Filho

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DEU NO JORNAL DO BRASIL

A presidente Dilma Rousseff empossou, na manhã desta quarta-feira, no Palácio do Planalto, os sete membros da Comissão da Verdade, que terão a tarefa de esclarecer violações de direitos humanos durante a ditadura militar. Em seu discurso, Dilma afirmou que a instalação da Comissão não é motivada por “ódio”, “revanchismo” ou “desejo de reescrever a história”.

“Ao instalar a Comissão da Verdade não nos move o revanchismo, o ódio ou o desejo de reescrever a história de uma forma diferente do que aconteceu. Nos move a necessidade imperiosa de conhecer a verdade em sua plenitude, sem ocultamento”, ressaltou.

Ao fazer referência às vítimas da violência do regime militar, Dilma emocionou-se e foi aplaudida de pé. “O Brasil merece a verdade, as novas gerações merecem a verdade e, sobretudo, merecem a verdade factual aqueles que perderam amigos e parentes e que continuam sofrendo como se eles morressem de novo e sempre a cada dia”, acrescentou, interrompendo o discurso emocionada.

Dilma estava acompanhada dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor e José Sarney.

O prazo para o trabalho de investigação de crimes contra os direitos humanos principalmente no período da última ditadura do país, entre 1964 e 1985, é de dois anos. O grupo deverá ter um perfil de imparcialidade: seus membros não podem ter cargos executivos em partidos políticos ou trabalharem em cargos de comissão ou de confiança em qualquer dos três Poderes.

Mesmo assim, as atribuições da comissão foram intensamente criticadas pelos militares enquanto o assunto foi discutido no Congresso Nacional. A Comissão poderá pedir à Justiça acesso a documentos privados, investigar violações aos direitos humanos – com exceção dos crimes políticos, de motivação política e eleitorais abrangidos pela Lei da Anistia -, “promover a reconstrução da história dos casos de violação de direitos humanos” e disponibilizar meios e recursos necessários para a localização e identificação dos restos mortais de desaparecidos políticos.

O grupo também terá poderes de requisitar informações públicas, não importando se protegidas por sigilo, e até convocar pessoas, incluindo os militares e ex-guerrilheiros. Prevista no projeto que veio do Senado, outra das polêmicas com as Forças Armadas é a que classifica como “dever” dos militares colaborar com a comissão.

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DEU NO TERRA MAGAZINE

Porque defender a privacidade de Carolina Dieckmann

Bob Fernandes

Carolina Dieckmann teve fotos privadas novamente expostas. Na noite desta terça-feira, 15, hackers invadiram o site da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) e postaram fotos da atriz nua. A Cetesb tirou o site do ar, como noticiou o Portal Terra.

Espantoso como tem gente, a essa altura do século XXI, que acredita, e prega, serem excludentes o combate à corrupção e a defesa da garantia plena de direitos individuais como, por exemplo, o direito à privacidade.

Como se um anulasse o outro, como se um, forçosamente, impedisse a luta pelo outro. Como se um fosse importante e o outro não. Como se uma coisa significasse “a ética” e a outra fosse frescura, puro marketing de uma “famosinha”. Como se a invasão de privacidade fosse “neutra” do ponto de vista ético; ou “moral”, uma vez que a raiz de tais discursos é essa. Basta ver a chuva de comentários nos sites, e de “campanhas” nas redes sociais.

Como se ambos – corrupção e invasão de privacidade – não fossem crimes, não fossem parte do mesmo pacote de desrespeito, incivilidade e escrotidão. Como se o fato da corrupção produzir estragos muito mais visíveis e muito mais imediatos tornasse a invasão de privacidade um fato “inferior” e menos devastador no médio e longo prazo.

Espantoso como ainda tem gente a defender que se você é atriz, se você é a Carolina Dieckmann, e é da Globo, se você posa nua para o seu namorado, marido, geladeira ou papagaio, você tem que ser “punida”. (Ah, o velho Freud!!!)

Espantoso como tem gente que entende e deixa escapar (mas nem percebe) que se você for mulher, e ainda mais se for bonita e, além de tudo, célebre, você tem mais é que expiar (e ser espiada) em praça pública. Gente que deixa vazar nas entrelinhas e até mesmo nas linhas… “Se você é uma vaca famosa e bela que posou nua dentro da sua casa, que se dane”.

Espantoso como tem gente que ainda não entendeu que o computador, o celular, o diário, o escambau de uma pessoa é, deveria ser, tão inviolável quanto a casa de cada um. Não entendeu que hoje é um pilantra ou um doente invadindo o computador e amanhã pode ser a polícia, pode ser o Estado sem ordem judicial alguma. Como é, a propósito, na China, no Irã…

Essa gente pensa e prega isso e, assim, claro, até o dia em que alguém invadir o computador do cara ou da cara e mostrar quem realmente a pessoa é, pensa e faz. Como cada um é, pode ser, visceralmente… humano.

Isso, claro, até o dia em que alguém invadir a privacidade do marido, da mulher ou dos filhos de quem assim prega, e jogar tudo no olho da web.

Espantoso como a burrice tá ganhando de goleada.

Bob Fernandes, jornalista, foi redator-chefe de CartaCapital. Trabalhou em IstoÉ (BSB e EUA) e Veja. Repórter da Folha de S.Paulo e JB, fez “São Paulo, Brasil” no GNT/TV Cultura. Comentarista da TVGazeta e Rádio Metrópole (BA)

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Lampião Falou
Luiz Gonzaga

Eu não sei porque cheguei
Mas sei tudo quanto fiz
Maltratei fui maltratado
Não fui bom, não fui feliz
Não fiz tudo quanto falam
Não sou o que o povo diz

Qual o bom entre vocês?
De vocês, qual o direito?
Onde esta o homem bom?
Qual o homem de respeito?
De cabo a rabo na vida
Não tem um homem perfeito } bis

Aos 28 de julho
Eu passei por outro lado
Foi no ano 38
Dizem que fui baleado
E falam noutra versão
Que eu fui envenenado

Sergipe, Fazenda Angico
Meus crimes se terminaram
O criminoso era eu
E os santinhos me mataram
Um lampião se apagou
Outros lampiões ficaram } bis

O cangaço continua
De gravata e jaquetão
Sem usar chapéu de couro
Sem bacamarte na mão
E matando muito mais
Tá cheio de lampião
E matando muito mais
Tá assim de lampião
E matando muito mais

Na cidade e no sertão
E matando muito mais
Tá sobrando Lampião

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Gonzagão: no centenário, este ano, o mestre nascido na pernambucana Exu segue atual e profético. Confira na música do dia no BP.

(Vitor Hugo Soares)

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DICA DA JORNALISTA MARIA OLÍVIA PARA O BAHIA EM PAUTA

Muita música, manifestações culturais e diversas exposições estão incluídas na programação do I Salão Baiano de Turismo, que será realizado nesta quinta-feira (17), sexta (18) e sábado (19), no Centro de Convenções da Bahia, em Salvador. Durante o evento, o público presente poderá curtir e conhecer um pouco mais do ritmo, da culinária e da arte do povo baiano que encanta milhares de turistas todos os anos. O Salão tem entrada gratuita e ficará aberto ao público das 14h às 22h. Quem quiser participar, basta fazer o credenciamento no site www.salao.turismo.ba.gov.br.

Para lembrar a maior festa regional do país, a área dedicada às atrações culturais e ao São João da Bahia vai ganhar uma decoração junina especial que fará homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga. Além da ornamentação, deliciosos quitutes típicos do período junino vão estar à disposição do público. O espaço, organizado em parceria com o Instituto Mauá, também vai contar com a exposição de variadas peças do artesanato local.

Exposições – Além do artesanato, o pavilhão cultural terá diversas mostras reunidas em um só espaço, para homenagear personalidades importantes da cultura da Bahia e do Nordeste. Dentre elas, estão a exposição 100 anos de Jorge Amado, da Fundação Casa de Jorge Amado, composta por painéis que ilustram personagens das obras do escritor baiano, e Memorial Luiz Gonzaga, que revive parte da história deste grande músico nordestino.

O espaço também contará com a exposição Corredor da História, com banners para contar a história do trio elétrico e da invenção do pau elétrico (que este ano completou 70 anos). O Transbaião (trem que percorre 13 municípios com o objetivo de resgatar a cultura e gastronomia regional e promover festejos juninos) também será representado.

O artista plástico Bel Borba mostra a sua criatividade genuinamente baiana com a instalação A lenda do peixe barco. Borba transformou a carcaça de uma embarcação, tipo saveiro, em carcaça de peixe, a fim de chamar a atenção para a Baía de Todos-os-Santos. A Mostra Cultural da Bahia e a Exposição de Cordel, de Bule-Bule, completam a grade de exposições do I Salão Baiano de Turismo.

Música – Durante os três dias de Salão, muita música, inclusive forró, vai animar o público. Um dos principais momentos será o encontro de grandes nomes do forró baiano, que será realizado no primeiro dia do evento (quinta-feira, 17). O show terá a participação dos forrozeiros Carlos Pitta, Del Feliz, Cicinho de Assis, Zelito Miranda, Adelmário Coelho, Virgílio, Val Macambira, Gereba, Léo Macedo (Estakazero) e Jota (grupo Jota e Cia). Juntos, eles farão show com uma hora de duração, das 19h20 às 20h20.

A noite também vai contar com a exibição da quadrilha junina Asa Branca, um dos grupos mais premiados da Bahia, com o título de tetracampeã do Concurso Regional de Quadrilhas. Quem completa a grade atrações é o maestro Fred Menendez.

Já na sexta-feira (18), a partir das 18h, os shows ficam por conta de Paulinho Boca, que homenageia a história da música da Bahia, e com o jazz de Rowney Scott e Ivan Huol. A última noite do Salão (sábado, 19) será comandada por Aroldo Macedo e Clube da Guiatarra baiana (16h), Capitão Corisco e sua Banda de Pífanos (17h), A Volante do Sargento Bezerra (18h) e pelo cantor, compositor e violeiro Xangai (19h). As manifestações culturais fecham a noite, com apresentações a partir das 20h20.

O I Salão Baiano de Turismo terá a participação de representantes das 13 zonas turísticas da Bahia, dos principais segmentos turísticos do Estado e rodadas de negócios entre empresários baianos e agentes e operadores de viagem do Brasil e exterior.

maio
16
Posted on 16-05-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 16-05-2012


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Humberto, hoje no Jornal do Commercio (PE)


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OPINIÃO POLÍTICA

PR, convite e sugestão

Ivan de Carvalho
As relações entre o governador Jaques Wagner e o ex-senador César Borges, presidente estadual do PR, já estiveram muito ruins. Isso aconteceu em 2010, quando Wagner queria o PR na coligação que o tinha como candidato a reeleição pelo PT para o governo e, depois de muitas conversas com alguns pretendentes ao apoio republicano, o ex-governador e então senador acabou levando o PR para a coligação que apoiou a candidatura ao governo de Geddel Vieira Lima, do PMDB.

Desde então, César Borges ficou assim como uma espécie de abominação nas áreas governistas, como se estas houvessem se sentido traídas, embora para o meio político em geral estivesse bem claro, na ocasião, que o então senador, detentor do controle do PR, demorava-se a tomar uma decisão porque esta era politicamente difícil: havia divisões internas em seu partido quanto ao caminho a seguir e, principalmente, ele tinha que medir bem as suas próprias possibilidades de reeleição para o Senado em cada uma das coligações.

Para César Borges havia um fator que pesava fortemente em sua análise. Numa coligação com o PT, mesmo que o governador Jaques Wagner se empenhasse a fundo, como se esperava, pela reeleição dos dois candidatos ao Senado pela coligação, era impensável que a militância do PT – e mesmo muita gente em instâncias acima da militância – tivesse o mesmo ou sequer algum empenho. Mais provável que, quanto mais baixasse o nível na hierarquia do partido, mais se acentuasse a rejeição.

E, de resto, havia outros partidos na coligação. Não vou fazer considerações sobre o PP, mas já sobre o PDT é provável que torcesse o nariz para a candidatura de César Borges à reeleição. No entanto, fortíssima seria a reação no PC do B e no PSB. Então, o que fazer numa coligação dessa?

Borges preferiu uma coligação com o PMDB e o ingresso na chapa encabeçada pelo deputado e ex-ministro Geddel Vieira Lima. E havia uma presunção de que Lula e Dilma ficariam, pelo menos, formalmente neutros entre as duas coligações, que apoiavam a eleição de Dilma, candidata do PT e do então presidente Lula.

A candidatura de César Borges a senador ia até bem quando, perto do final da campanha para o primeiro turno, as pesquisas e outros elementos de avaliação mostraram um grande distanciamento entre Dilma e seu principal concorrente, José Serra. Foi então que Lula e logo em seguida Dilma deram apoio público à reeleição de Wagner e à chapa de Pinheiro e Lídice para o Senado. Isto prejudicou menos Geddel (que talvez ficasse em segundo lugar sem essa posição de Lula e Dilma, mas não daria para forçar um segundo turno) do que César Borges, que foi seriamente prejudicado e poderia talvez ser reeleito senador, não fosse o desapoio explícito de Lula e Dilma às vésperas da eleição. O PR baiano saiu-se bem nas eleições de deputado.

Quando, no segundo turno das eleições presidenciais, Serra, do PSDB, ameaçou alcançar Dilma – alvejada pelo caso Erenice Guerra e pelo debate sobre aborto e outros pontos sensíveis a setores religiosos –, a candidata conseguiu ter o apoio de Geddel e de César Borges. Apesar de tudo que acontecera. Geddel está na CEF. Borges vai para a vice-presidência de Governo do Banco do Brasil. O fato de o convite de Dilma para uma conversa no Planalto ter sido transmitido por intermédio de Wagner quebrou o gelo e valeu como sugestão. O resto o futuro dirá.

maio
16

http://youtu.be/DxMzW8WQGZ0

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FOLHA DE PAPEL

Sérgio Ricardo

“Olha só o que o vento faz com o papel E traga ele a notícia que for Vai voar… voar… É assim quando se gosta de alguém Não se consegue mais impedir Que o amor Faça o mesmo com o coração Traga ele que razões trouxer Nem o tempo sabe mais dizer Quando é ontem, hoje ou amanhã Olha só Como a gente nem sabe onde está Nós somos o? papel a voar Contemplando este mundo Tristonho, profundo Olha bem porque quando se tem tanto amor A gente pode ver muito mais.”

BOA NOITE !!!

(VHS(

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