A poderosa Hillary com a filha Chelsea
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Dilma (com filha e neta):o segundo lugar é dela
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Deu no jornal Diário de Notícias (Portugal)

“Todos pensamos que a nossa mãe é a melhor. Mas quem é a mãe mais poderosa do mundo, que gere biliões de dólares, populações inteiras e também as crianças?”

É desta maneira que a Forbes introduz a sua lista sobre as “20 mães mais poderosas do mundo”, que vêm de áreas tão distintas como a política, o entretenimento ou a filantropia.

Hillary Clinton, Secretária de Estado dos Estados Unidos, foi eleita a “mãe mais poderosa do mundo”. Há dois anos, enquanto a sua filha Chelsea preparava o seu casamento, Hillary acompanhou o processo enquanto geria a diplomacia dos EUA, considerando os deveres de “mãe da noiva” como tarefas “sérias, importantes e stressantes”.

Em segundo lugar aparece a Presidente do Brasil Dilma Rousseff, seguida de Indra Nooyi, diretora executiva da Pepsi e mãe de dois filhos. Sonia Ghandi, presidente do partido no poder na índia, a primeira-dama americana Michelle Obama e a diretora do FMI Christine Lagarde são outros nomes que compõe a lista. Na área do entretenimento, destaca-se o nome da cantora americana Beyonce Knowles, que foi mãe há poucos meses.

maio
10
Posted on 10-05-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-05-2012


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Erasmo, hoje no Jornal de Piracicaba(SP)

http://youtu.be/AtAvuBuvj4g

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MINHA HISTÓRIA

Compositor: João do Vale

Intérprete: Chico Buarque

Seu moço, quer saber, eu vou cantar num baião
Minha história pra o senhor, seu moço, preste atenção

Eu vendia pirulito, arroz doce, mungunzá
Enquanto eu ia vender doce, meus colegas iam estudar
A minha mãe, tão pobrezinha, não podia me educar
A minha mãe, tão pobrezinha, não podia me educar

E quando era de noitinha, a meninada ia brincar
Vixe, como eu tinha inveja, de ver o Zezinho contar:
– O professor raiou comigo, porque eu não quis estudar
– O professor raiou comigo, porque eu não quis estudar

Hoje todo são “doutô”, eu continuo joão ninguém
Mas quem nasce pra pataca, nunca pode ser vintém
Ver meus amigos “doutô”, basta pra me sentir bem
Ver meus amigos “doutô”, basta pra me sentir bem

Mas todos eles quando ouvem, um baiãozinho que eu fiz,
Ficam tudo satisfeito, batem palmas e pedem bis
E dizem: – João foi meu colega, como eu me sinto feliz
E dizem: – João foi meu colega, como eu me sinto feliz

Mas o negócio não é bem eu, é Mané, Pedro e Romão,
Que também foram meus colegas , e continuam no sertão
Não puderam estudar, e nem sabem fazer baião.

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Neiva Moreira: exemplo internacional de jornalista e político…
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…nascido na Nova Iorque do Maranhão

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Morreu em São Luís do Maranhão, na madrugada desta quinta-feira (10), o jornalista, editor e ex-deputado federal pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT, partido que ele ajudou a fundar ao lado de Leonel Brizola), José Guimarães Neiva Moreira, de 94 anos. Neiva Moreira, figura exemplar tanto no jornalismo quanto no parlamento, estava internado no Hospital UDI, na capital maranhense, desde o dia 31 de março. Morreu de insuficiência respiratória.

Neiva, como era chamado por seus amigos mais próximos, parentes e companheiros nas duas atividades que ele exerceu, plena e intensamente, com espírito de cidadão do mundo, mas principalmente de “homem da América Latina (foi ele o criador e editor durante anos dos Cadernos do Terceiro Mundo ) nasceu irônica e emblematicamente no município de Nova Iorque, no interior do Maranhão. Jornalista reconhecido internacionalmente , foi presidente nacional do PDT, líder na Câmara por duas vezes e presidente da Comissão de Relações Exteriores.

O corpo de Neiva Moreira será velado na Rua dos Afogados, no Centro de São Luís do Maranhão. O sepultamento será no Cemitério do Gavião, às 16h.

Saiba mais

Nascido em 10 de outubro de 1917, em Nova Iorque, município localizado a 496 quilômetros de São Luís, na região leste maranhense, Neiva Moreira ficou órfão de pai aos seis anos. Mudou-se então com a família para Barão de Grajaú, onde fez o primário. Já em Floriano (PI) iniciou o curso ginasial, continuando-o no Liceu Piauiense, de Teresina, e no Liceu Maranhense, de São Luís.

Ajudou, desde garoto, na subsistência familiar, vendendo bolos, remando canoas no Rio Parnaíba e como cobrador da Associação dos Empregados do Comércio de Floriano, cidade onde deu os primeiro passos no jornalismo, na redação do jornal estudantil A Luz. Em 1932 mudou-se, com a mãe e os irmãos, para Flôres (atual Timon). Em Teresina, ao mesmo tempo em que estudava, fundou e dirigiu, com Carlos Castelo Branco (o Castelinho, do Jornal do Brasil, um dos mais completos articulistas políticos do País), o jornal A Mocidade.

O portal G1-Maranhão registra no obituário: No início de 1942 Neiva Moreira viajou para o Rio de Janeiro, trabalhando como repórter free lancer, no Diário de Notícias, Diário da Noite, O Jornal e da revista O Cruzeiro, então o mais prestigioso semanário nacional, e ali fez brilhante carreira de repórter político, destacado para diversas missões no Brasil e no exterior. Ainda no Rio de Janeiro colaborou em A Vanguarda, O Semanário, e fundou O Panfleto.

Em abril de 1950 voltou a São Luís para fundar o Jornal do Povo, do qual se tornou proprietário em outubro de 1952. No jornal, tornou-se, desde a fundação, o maior porta-voz das oposições maranhenses, assim como conferiu a seu dirigente e principal redator a posição de mais importante líder político de São Luís. Nesse mesmo ano de 1950, foi eleito deputado estadual, com votação consagradora, notadamente do eleitorado da capital, iniciando uma carreira que lhe conferiu, a contar de 1954, três mandatos consecutivos de deputado federal. Por sua atuação em diversas comissões, na liderança da Minoria, na Frente Parlamentar Nacionalista e na Mesa da Câmara, Neiva Moreira projetou-se como um dos mais combativos e admirados parlamentares brasileiros. Desempenhou papel fundamental na transferência da Câmara dos Deputados para Brasília.

Atuação política

Ex-presidente nacional do PDT, Neiva Moreira já liderou a bancada do PDT na Câmara dos Deputados por duas vezes, além de ter sido presidente da Comissão de Relações Exteriores da Casa. Ex-deputado estadual pelo antigo Partido Social Progressista (PSP) de 1951 a 1955, o maranhense é um dos políticos que mais tempo passou na Câmara Federal, tendo mandatos efetivos nas legislaturas de 1955-1959; 1959-1963 e 1963-1964 [todos pelo PSP]. Já pelo PDT, ele assumiu mandatos de 1993-1994 (Congresso Revisor); 1997-1999; 1999-2003 e de 2003-2007.

Licenciou-se do mandato de Deputado Federal, nas Legislaturas 1999-2003 e 2003-2007, para assumir o cargo de Secretário Extraordinário Municipal de Assuntos Políticos de São Luís. Assumiu, como suplente, o mandato de deputado federal, na Legislatura 1991-1995, em virtude do licenciamento do deputado José Carlos Sabóia. Assumiu e foi efetivado no mandato de deputado federal, na Legislatura 1995-1999, em 3 de janeiro de 1997.

No início de 1961 ele aproximou-se do ex-governador do Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, Leonel Brizola, com quem passou a percorrer o país pregando as reformas de base do presidente João Goulart e articulando as chamadas forças nacionalistas. Por sua atuação no Congresso, quando era um dos líderes da Frente Parlamentar Nacionalista (FPN), teve seu mandato de deputado federal cassado em 9 de abril de 1964, através do Ato Institucional nº 1.

Moreira foi preso e depois obrigado a exilar-se na Bolívia, de onde depois se mudou para o Uruguai, para, novamente com Brizola, organizar a resistência à ditadura, que se prolongaria por 20 anos. Nesse período ele ajudou a organizar movimentos sociais em vários países da América Latina e África.

Nesse período ele ajudou a fundar a Cadernos do Terceiro Mundo, revista de cunho político e social, ao lado de jornalistas uruguaios e argentinos. Com a implantação da Anistia, em 1979, Neiva Moreira retornou a São Luís, onde implantou o PDT, partido que Leonel Brizola fundara ao chegar do exílio. Depois foi para o Rio de Janeiro, onde refundou os Cadernos do Terceiro Mundo.

Além da trajetória política, foi fiscal da prefeitura de São Luís; redator do Instituto Brasileiro de Comunicação (IBC); Secretário de Comunicação Social do Rio de Janeiro (1983-1985); presidente do Banco de Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro (Bancoderj) de 1985-1986; e membro da Academia Maranhense de Letras, ocupando então a cadeira de número 16.

Neiva Moreira publicou, entre outros, os seguintes livros: Fronteiras do mundo livre. Rio de Janeiro, Editora A Noite, 1949; O Exército e a crise brasileira. Montevidéu: 1968; Modelo peruano. Buenos Aires: La Linea, 1973 (este livro foi reeditado em diversos países, inclusive no Brasil – Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1975); Brasília, hora zero. Rio de Janeiro: Terceiro Mundo, 1988 (depoimento sobre a transferência da Capital Federal para Brasília, trabalho em que o autor exerceu decisivo papel).

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do Portal G1-Maranhão)

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OPINIÃO POLÍTICA

O jogo é bruto

Ivan de Carvalho

Como diz o apresentador de televisão Uziel Bueno no seu programa Brasil Urgente, “o jogo é bruto”.

O procurador geral da República, Roberto Gurgel, precisou afastar-se ontem da natural posição discreta que lhe cabe para defender-se de um insistente ataque de setores governistas do Congresso Nacional, liderados, no caso, pelo senador e ex-presidente Fernando Collor, que quer porque quer que Gurgel seja convocado para depor na CPI do Cachoeira. Setores governistas de fora do Congresso também participam das hostilidades.

Collor – e alguns governistas com ele – alega que Gurgel deve explicar porque nada fez quando recebeu, ainda em 2009, os autos do inquérito sobre a Operação Vegas da Polícia Federal, que já continha elementos do envolvimento do senador Demóstenes Torres. Gurgel denunciou Demóstenes e Carlinhos Cachoeira ao STF recentemente, ao receber os autos da investigação Monte Carlo, da PF.

O procurador geral deu uma resposta dura aos que o criticam e querem levá-lo a depor na CPI mista do Cachoeira. Segundo ele, essas críticas foram feitas por “pessoas que estão morrendo de medo do julgamento do Mensalão”. Sem citar nomes, Gurgel disse ser “compreensível” que “pessoas ligadas a mensaleiros” queiram atacar o procurador geral e também atacar ministros do STF que vão julgar o processo do Mensalão “com aquela afirmação falsa de que eu estaria investigando quatro ministros do Supremo Tribunal Federal”.

Gurgel afirmou que tais ataques seriam uma “tentativa de imobilizar o procurador-geral da República para que ele não possa atuar como se deve, seja no caso que envolve o senador Demóstenes e todos os seus desdobramentos, seja preparando-se para o julgamento do Mensalão, caso que, repito, classifiquei nas alegações finais como talvez o mais grave atentado à democracia brasileira”.

O procurador geral acrescentou que os mentores das críticas são, “se não réus, protetores de réus”, além de pessoas que foram alvo da ação do Ministério Público e agora querem retaliar. Collor foi um alvo do MP. Questionado se haveria alguém, especificamente, por trás das críticas, Gurgel foi discreto: “São fatos notórios, que independem de prova”.

“Agora” – afirmou também – “minha preocupação é de continuar trabalhando, continuar investigando e de continuar a levantar o véu e revelar cada vez mais fatos extremamente graves que estão submetidos também à Comissão Parlamentar, mas que parece mais preocupada com o julgamento do Mensalão”.

Essa acusação à CPMI, de parecer mais preocupada com o julgamento do Mensalão do que com a investigação relacionada com a Operação Monte Carlo, para o que foi criada, é extremamente grave e significativa, partindo do procurador geral da República. E tal entendimento vai ao encontro de uma percepção notoriamente generalizada na mídia brasileira e no meio político, como em grande parte da sociedade. Gurgel disse ainda que se ele houvesse tomado qualquer atitude em 2009, ante a Operação Vegas, não teria existido a Operação Monte Carlo “e todos os fatos relacionados a autoridades envolvidas não teriam vindo à tona agora”.

As declarações de ontem do procurador geral da República sem dúvida lancetaram um tumor que crescia e tentava instrumentalizá-lo nas múltiplas ações jurídicas e políticas em curso para tentar frustrar o julgamento do maior escândalo de corrupção do Brasil desde que um português da esquadra de Cabral gritou “terra à vista”.

“O maestro João Omar é filho do grande Elomar Figueira de Melo. O arranjo musical dessa música foi dele? (João Omar), juntamente com o maestro Ocelo Mendonça que aparece tocando o cello.

Parece incrível mas consegue juntar a arte áspera da caatinga com a delcadeza de uma obra cameristica medieval.”

(Do ouvinte que assina Matmagu na área de comentarios do You Tube para este vídeo
de completa beleza e emoção).

BRAVOS PARA TODOS ELES. A COMEÇAR PELO POETA E COMPOSITOR HÉLIO CONTREIRAS, FALECIDO ANO PASSADO .

BOA NOITE!!!

(Vitor Hugo Soares)


Tecnico Ricardo Silva festeja virada do Leão
Foto:Correio

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DEU NO CORREIO DA BAHIA

Nelson Oliveira

Impossível outra forma de dar mais moral antes de um Ba-Vi. Mesmo jogando fora de casa, no Engenhão, nesta quarta-feira (9) o Vitória conseguiu bater o Botafogo por 2 a 1, com gols de Pedro Ken e Tartá, e se classificar às quartas de final da Copa do Brasil, quando enfrentará o Coritiba. O triunfo na casa do adversário foi ainda mais importante porque o Leão havia empatado em casa por 1 a 1 e ainda precisou virar o jogo para conseguir o objetivo.

Na partida desta quarta, enquanto o Vitória entrou muito motivado, o Botafogo estava aparentemente muito abalado pela perda de 23 jogos de invencibilidade na goleada sofrida na final do Campeonato Carioca, contra o Fluminense. A equipe carioca demonstrou um futebol futebol tão fraco quanto o público do Engenhão: pouco mais de 6 mil pessoas assistiram a derrota do alvinegro, deixando quase 39 mil lugares vagos no estádio carioca. O Vitória, por sua vez, não tomou conhecimento do rival, sobretudo no segundo tempo, quando teve um jogador a mais por pelo menos meia hora e dominou o jogo.

Esta quinta-feira(10), na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), acontece o sorteio das datas e ordem dos jogos das quartas de final da competição. Enquanto isso, o Vitória já pode pensar no Ba-Vi deste domingo, que pode deixar o primeiro semestre do ano mais positivo do que tem sido até o momento.

O jogo

Não faltaram emoções no primeiro tempo da partida no Engenhão. Logo aos 11 minutos, Loco Abreu teve a primeira grande chance da partida, depois que a zaga do Vitória se atrapalhou na frente de Maicosuel. Porém, após receber o passe, o atacante uruguaio não teve frieza e chutou para fora.

Abreu se recuperou aos 20 minutos, quando usou bem o corpo para atrapalhar Rodrigo. Na sobra, Elkeson ganhou de Wellington Saci e, mesmo depois de ter perdido o equilíbrio e ter caído, fez mais um gol contra seu antigo clube. Na comemoração, respondeu à torcida botafoguense, que o vaiou e criticou muito após a goleada sofrida contra o Fluminense na final do Campeonato Carioca.

Aos 30 minutos, o Vitória perdeu Léo, que caiu de mau jeito no gramado e machucou o ombro. Após a entrada de Romário, o Leão melhorou. Não exatamente pela entrada do reserva, mas porque começou a ir um pouco mais para cima e também porque Jéfferson estava falhando. A primeira chance mais clara para o rubro-negro aconteceu justamente quando o arqueiro saiu mal do gol e Neto Baiano cabeceou. Se Lucas não cortasse em cima da linha, o Vitória abriria o placar.

Em jogada parecida, aos 46 minutos, Jéfferson saiu mal do gol novamente – seria sua quarta falha no jogo, considerando mais algumas rebatidas -, e esbarrou em Neto Baiano. Rodrigo aproveitou a falha e cabeceou para o gol, quando Lucas novamente tirou em cima da linha, desta vez com a mão. Paulo César Oliveira marcou pênalti e expulsou o jogador, que também já havia sido expulso contra o Fluminense. Porém, Neto Baiano cobrou mal a penalidade e Jéfferson, bastante adiantado, rebateu a cobrança. Não houve tempo para mais nada no primeiro tempo.

Após o intervalo, Ricardo Silva tirou um apagado Geovanni e colocou Dinei, para tentar buscar o empate com um a mais. Oswaldo de Oliveira recompôs a defesa, colocando o volante Gabriel no lugar de Felipe Menezes. Correndo atrás do empate, o Vitória teve sua primeira chance com uma boa cobrança de falta de Pedro Ken, defendida por Jéfferson.

Pedro Ken, jogando de forma bastante regular, empataria o jogo aos 21 minutos. A zaga do Botafogo deu bobeira ao tentar evitar escanteio, Dinei aproveitou e tocou para o meia, que ainda cortou dois adversários antes de fuzilar Jéfferson. A partir de então, o Vitória cresceu ainda mais no jogo, principalmente pela ótima entrada de Dinei. O atacante teve duas ótimas chances de cabeça – a primeira defendida por Jéfferson, à queima-roupa, e a segunda para fora, por azar. Neto Baiano também levou azar, quando uma cabeçada fulminante passou à direita do gol alvinegro.

O Leão, porém, continuava acreditando. Aos 23, Dinei puxou boa jogada e abriu na esquerda para Wellington Saci, que vinha mal no primeiro tempo e melhorou no segundo. Saci cruzou com açúcar para o baixinho Tartá, que cabeceou como um especialista e não deu a menor chance para que Jéferson defendesse.

Leia mais sobre triunfo do Leão na edição impressa do Correio

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