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Posted on 04-05-2012
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Tom Tavares:em defesa da verdade

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DEU NO BLOG DE TOM TAVARES ( Músico baiano, professor da Escola de Música Musica da UFBA, parceiro de Capinan na “Sinfonia do Descobrimento” e amigo do BP)

COMISSÃO DA VERDADE

“Eu quero a Comissão da Verdade atuando durante o julgamento do Mensalão
e na apuração do caso Carlinhos Cachorreira.
Se não houver pressão popular, os dois casos serão devidamente varridos
pra debaixo do tapete. E no futuro os grandes canalhas dirão que tudo foi só
miragem, fantasia, que tudo o que aconteceu… não aconteceu.
Escolherão um ou dois bois-de-piranha e os outros safados (eles existem,
são grandes e muitos, muitíssimos) safar-se-ão, manter-se-ão à sombra,
sob o turvo manto do segredo de justiça.
O povo brasileiro tem o direito de saber TUDO, absolutamente TUDO
o que contém os processos gerados pelas investigações da Polícia Federal.
Segredo não rima com verdade”.
Tom Tavares – O Inimigo do Rei


Suassuna:Em Feira de Santana e na web

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Dica da jornalista Maria Olivia Soares para o BP

Quem não conseguir ir à aula-espetáculo de Ariano Suassuna durante a Celebração das Culturas dos Sertões poderá assistir o escritor e dramaturgo pela web. A aula-espetáculo, marcada para às 18 horas do próximo domingo, dia 06 de maio, será transmitida através do portal do IRDEB, diretamente do Centro de Cultura Amélio Amorim, em Feira de Santana, pelo endereço www.irdeb.ba.gov.br. Essa apresentação será transformada, posteriormente, em um especial da TVE, para que o público possa conferir, mais uma vez, a presença de uma das referências em dramaturgia brasileira.

Na aula-espetáculo, o escritor relembrará a infância e juventude vividas no sertão de Cariri. Defensor da cultura nordestina, Ariano tem influência dos sertões na criação de suas narrativas e aponta como grandes obras da literatura nacional os romances “Grande Sertão Veredas”, de Guimarães Rosa, e “Os Sertões”, de Euclides da Cunha. A aula faz parte da Celebração das Culturas dos Sertões, evento da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult).

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http://youtu.be/ip8wXnIvd4Y
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Saudades da dupla que embalou gerações!

Vamos recordar!

(VHS)

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Morreu na madrugada desta sexta-feira (4), aos 91 anos, o cantor sertanejo José Perez, conhecido como Tinoco, da dupla Tonico e Tinoco. Com insuficiência respiratória, ele foi internado na tarde de quinta-feira no Hospital Municipal Ignácio de Proença de Gouvêa, na Mooca, zona leste de São Paulo. Antes de morrer, Tinoco teve duas paradas cardíacas, afirmaram familiares.

O velório do músico será realizado a partir das 10h no Cemitério da Quarta Parada, no Belém, zona leste da capital. O enterro está programado para as 17h no Cemitério da Vila Alpina. Tinoco se apresentaria na Virada Cultural paulistana às 13h do domingo (6), no palco Arouche.

Segundo o filho e empresário do cantor, José Carlos Perillo Perez, o pai estava relativamente bem. “Inclusive na quarta-feira ele gravou para o programa da Inezita Barroso lá no Teatro Franco Zampari, na Avenida Tiradentes. A apresentação vai ao ar no próximo dia 20”, afirmou o filho do cantor.

José Carlos ainda afirmou que o pai teve uma crise respiratória na tarde de quinta-feira, quando foi internado no hospital, por volta das 15 horas. Segundo os familiares, os médicos afirmaram que, pelos sinais apresentados pelo cantor, ele havia sofrido um enfarte dois dias antes, apesar de não ter sentido sintoma algum em casa.

Formação da dupla

Tinoco, como era conhecido, formou uma dupla sertaneja ao lado do irmão mais novo, Tonico, nos anos 30. A dupla terminou em 1994 com a morte de Tonico, no dia 13 de agosto de 1994, ao cair da escada do prédio onde morava. O último show da dupla foi na cidade mato-grossense de Juína, em 7 de agosto de 1994.

A primeira apresentação profissional de Tonico e Tinoco foi em 15 de agosto de 1935, ao lado do primo Miguel. A “Dupla Coração do Brasil” foi uma das primeira duplas sertanejas. Seus sucessos mais conhecidos incluem as músicas “Chalana”, “Tristeza do Jeca” e “Chico Mineiro”, entre outras.

Em 1943, os dois vieram para São Paulo, onde participaram de programas radiofônicos de calouros, sem sucesso. Do primeiro concurso que ganharam, com a música “Adeus, Campina da Serra” (R. Torres/ C. Pires), na Rádio Difusora, saiu o nome artístico Tonico e Tinoco. O primeiro disco foi lançado em 1944, e os primeiros sucessos vieram pouco depois, com “Percorrendo o Meu Brasil”, “Cana Verde” e “Canoeiro”.

Em 60 anos de carreira, Tonico e Tinoco realizaram cerca de mil gravações, divididas em 83 discos que venderam mais de 150 milhões de cópias, realizando cerca de 40.000 apresentações em toda a carreira. Os fois ainda ganharam dois prêmios Sharp e participaram de seis filmes.

Após a morte de Tonico, Tinoco ainda cumpriu contrato de shows e fez cerca de 30 apresentações sem o irmão. Posteriormente, seguiria carreira solo ao lado de seu filho, Tinoquinho.

(Com informações da Agência Estado)

DEU NO IG

Em uma das revelações do livro “Memórias de uma Guerra Suja”, o ex-delegado da Polícia Civil do Espírito Santo Cláudio Guerra acusa o ex-deputado Camilo Cola (PMDB-ES) – proprietário da Viação Itapemirim – de encomendar a morte do dono de um jornal sediado em Vitória (ES).

Na versão de Guerra, Cola apoiava ações clandestinas da linha dura do regime militar. O delegado afirma que ele era próximo ao coronel Freddie Perdigão, um dos líderes das ações contra movimentos de esquerda.

“Muito próximo do coronel Perdigão, ele (Cola) arrecadava recursos entre grandes empresas, como a Gasbrás e a White Martins, e levava em mãos para o coronel”, afirma Guerra, em depoimento aos jornalistas Marcelo Netto e Rogério Medeiros.

Por conta dos serviços prestados ao grupo, Cola, no começo dos anos 80, pediu a Perdigão que se encarregasse do assassinado o jornalista José Roberto Jeveaux.

“Já fora do SNI (Serviço Nacional de Informações), o coronel havia criado uma empresa de investigação, e Camilo encomendou uma crime de mando. O jornalista José Roberto Jeveaux, dono de um periódico de pouca expressão em Vitória, o Povão, estaria chantageando o empresário”, acusa Guerra.

Em resposta enviada por e-mail na manhã desta sexta-feira, Camilo considerou a acusação é “sem pé nem cabeça”. “Trata-se de absurdo tão grande que fica difícil imaginar o que motivou este senhor a fazer afirmações totalmente descompromissadas com a verdade. Elas são sem pé nem cabeça, inverossímeis, ilógicas. Quem conhece minha história, sabe que nunca fui homem de violência. Pelo contrário, sou um humanista, religioso, ligado à Igreja Católica e temente a Deus”.

Segundo o livro, o jornalista foi assassinato porque estaria chantageando o empresário capixaba. “Ele tinha perdido a paciência e queria uma solução definitiva para o caso. Perdigão escalou uma equipe mista, com gente do Rio e de Minas, para dar um fim no jornalista. Seu corpo nunca apareceu”, afirma Guerra em depoimento para a produção do livro.

“José Roberto Jeveaux havia patrocinado um livro sobre mim, O cana dura, redigido por Pedro Maia, e eu não quis participar da sua execução. Frequentávamos a casa um do outro, e não me envolveram nisso. Todo o grupo que participou do crime sumiu também”, completa Guerra.

A reportagem do iG entrou em contato com a assessoria do empresário Camilo Cola na tarde de ontem, mas até a publicação desta reportagem não obteve resposta.

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Posted on 04-05-2012
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Aroeira, hoje, no O Dia (RJ)


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Opinião Política

Pulando a cerca

Ivan de Carvalho

Como uma ovelha negra, que se recusa a seguir os caminhos traçados para o rebanho, a CPI mista da Cachoeira já conseguiu pular a cerca que lhe estava impondo o governo e o PT com a inestimável colaboração do PMDB e desembestou a correr por campos proibidos.

Desde o princípio, o PT orientado pelo ex-presidente e seu ex-ministro chefe da Casa Civil, José Dirceu, quis criar o controlar rigidamente a CPI mista, na pretensão de atingir determinados objetivos.
Não se tratava muito de atingir o DEM por intermédio de seu então líder no Senado Federal, Demóstenes Torres, porque este parlamentar já estava politicamente morto apenas em decorrência dos vazamentos do inquérito da Polícia Federal, no âmbito da Operação Monte Carlo, antecidade pela Operação Vegas.

Se já estava politicamente morto com isso, seria enterrado pelo Conselho de Ética do Senado por quebra do decoro parlamentar – para o que não são necessárias provas legalmente obtidas, mas apenas indícios fortes que permitam um julgamento político que leve à cassação do mandato.

Ademais, o procurador geral da República, Fernando Gurgel, pediu ao STF – e este deferiu – abertura de uma investigação contra o senador, como preparação para oferecimento de denúncia e abertura de processo. Gurgel, na verdade, fez um pedido extemporâneo, pois a PF já estava investigando o senador como se não estivesse há um ano e meio ou dois. Sem autorização do juízo competente. Ou Gurgel foi retardatário ou a PF pôs o carro à frente dos bois. Mas por enquanto essa baderna jurídico-legal está valendo, ainda que por decisão liminar do ministro Lewandowski, do STF.

Bem, mas visto que Demóstenes, hoje sem partido (fugiu do DEM quando este abriu um processo para expulsá-lo), politicamente acabou, não seria ele, de nenhuma maneira, o estímulo para Lula, Dirceu e o PT mandarem criar, sem dar satisfações à presidente Dilma Rousseff, a CPI mista. A presidente já percebeu o míssil em curso e além do ponto de não retorno. Então, acalmaram-no, confabularam com ela (só as fotos foram divulgadas, as conversas não).

Queriam pegar o governador de Goiás, Marconi Perillo (ele disse o imperdoável, que avisara Lula sobre o Mensalão, o mesmo Lula que não sabia de nada) tentariam pegar “a grande mídia”, entendida esta, no caso, como a revista Veja, e controlariam a CPI, com ampla e seletíssima maioria em sua composição e com um presidente do PMDB e um relator do PT ainda mais cuidadosamente escolhidos. A Delta Construções, setor do Centro-Oeste, seria também alvo, de modo a atingir o governador tucano de Goiás, Marconi Perillo.

Mas na quarta-feira a CPI mista começou a furar a blindagem construída pelo PT e aliados para proteger o governo, evitando a temida contaminação. A CPI decidiu investigar as ligações da Delta Construções – a empresa que mais pegou obras do PAC – com Carlinhos Cachoeira não somente no Centro-Oeste, como propunha o relator Odair Cunha, do PT mineiro, mas no Brasil todo. Essa é a primeira grande ampliação do raio de ação da CPI mista, revelando um potencial para eventualmente se colocar fora de controle.

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Posted on 04-05-2012
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BOA NOITE!!!

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