http://youtu.be/tkKcgzYymCw

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DEU NO DIARIO DE NOTICIAS (LISBOA)

Em plena campanha para as presidenciais de dia 22, o chefe do Estado francês não fugiu a cumprimentar a multidão na praça da Concorde. Mas, no meio dos cumprimentos, decide tirar o relogio Patek Philippe de 55 mil euros que Carla Bruni lhe presenteou.

Rodeado de guarda-costas, Nicolas Sarkozy desceu do palco onde acabara de fazer um discurso, no domingo, em plena praça da Concorde, em Paris. Ao som da Marselhesa, o hino nacional francês, o homem que no dia 22 disputa a primeira volta das presidenciais, em busca da reeleição, decide apertar as mãos da multidão presenteo ao comicio.


Hage:governo aberto contra corrupção e desperdicio

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O ministro da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage,
defendeu hoje (17) a abertura e transparência das informações públicas
ao discursar na 1ª Conferência Anual de Alto Nível da Parceria para um
Governo Aberto (cujo nome em inglês é Open Government Partnership).

“Quanto maior for a exposição e a publicidade dos gastos e atos
públicos, menor será o espaço para a corrupção e o desperdício”,
ressaltou.

Hage destacou o crescente aumento do interesse dos países em aderir ao
Governo Aberto relatando que o organismo partiu de oito países
fundadores, em 2011, para os atuais 55 membros. Ele citou também o
interesse de organizações da sociedade civil no mecanismo.

“Tudo isso significa uma aposta na democracia, na renovação dos povos,
nas instituições e em mecanismos democráticos de governo”, disse Jorge
Hage, ao lembrar ainda que se trata de uma iniciativa de compromissos
voluntários e espontâneos.

O encontro, iniciado ontem (16), é copresidido pelos governos do
Brasil e dos Estados Unidos. Criada no ano passado, a conferência
surgiu de uma ideia de Dilma e do presidente norte-americano, Barack
Obama. A parceria é um fórum de participação voluntária que reúne
governos e entidades da sociedade civil.

A 1ª Conferência Anual de Alto Nível da Parceria para um Governo
Aberto tem o objetivo de alcançar avanços concretos nos compromissos
assumidos pelos governos para garantir maior acesso às informações
públicas, aumentar a participação cívica, combater a corrupção e
aproveitar novas tecnologias para tornar os governos mais
transparentes e eficazes.

A presidenta Dilma Rousseff e a secretária de Estado norte-americana,
Hillary Clinton, presidem a conferência.

O Senado já coletou as assinaturas necessárias na Casa para a instalação de uma CPI sobre as ligações políticas do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acusado de comandar uma rede de jogos ilegais, informou a assessoria da liderança do PT nesta terça-feira.

Durante reunião da bancada de senadores petistas o líder, Walter Pinheiro (BA), contabilizou 28 assinaturas – 13 delas do PT – ao requerimento para a CPI mista.

Para a instalação da comissão, são necessárias 27 assinaturas de senadores e 171 de deputados. Resta às lideranças na Câmara recolherem o apoio necessário.

A liderança informou ainda que as 28 assinaturas foram recolhidas entre partidos da base e não incluem as da oposição, que também trabalha pela instalação da CPI. As assinaturas da bancada do PMDB também não foram contabilizadas.

(Com informações do IG)


Cristina Kirchner:”questao de soberania”

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DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

O governo espanhol garantiu que a Argentina vai ser alvo de sanções caso avance com a expropriação da petrolífera YPF, controlada pela espanhola Repsol.

O ministro da Indústria, Energia e Turismo garantiu que o executivo espanhol «vai ser consequente com esta hostilidade do governo argentino e haverá consequências que vão ser anunciadas nos próximos dias».

No canal público espanhol, José Manuel Soria disse que as sanções contra o governo de Cristina Kirchner serão «no âmbito diplomático, comercial, industrial e energético», sublinhou que a decisão de Buenos Aires «não foi sensata e séria».

«Na nossa opinião tomaram uma decisão arbitrária, contra a lei e não só contra uma empresa espanhola, como é o caso da Repsol, mas também contra os interesses de Espanha e dos espanhóis», frisou.

Este ministro espanhol recordou que a Repsol «é uma empresa cotada em bolsa» e que, por isso, «muitos pequenos investidores têm as suas poupanças justamente investidas na Repsol».

abr
17
Posted on 17-04-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-04-2012

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“Mia” em vídeos da apresentação em 2008 do tenor espanhol Placido Domingo, ao lado do autor dessa preciosidade musical, o mexicano Armando Manzanero . De arrepiar! Confira.

BOA TARDE!!!

(VHS)

abr
17


Dilma e Hilary:encontro em Brasilia

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DEU NO UOL

No último dia de sua viagem ao Brasil, a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, afirmou nesta terça-feira (17) que o empenho da presidente Dilma Rousseff na luta contra a corrupção “criou um padrão para o mundo”. Ela fez o comentário na abertura das discussões da Parceria para o Governo Aberto, que reúne líderes de 53 países na capital federal.

A secretária afirmou que “os governos que se escondem do público, que descartam a ideia de abertura” no futuro “terão mais dificuldade para manter a segurança”. “A corrupção mata e destrói o potencial dos países. Tira a motivação das pessoas. Este é um recado para nossas populações, defendemos a abertura”, disse Hillary.

“Achamos que quando a população pode se expressar, nós fazemos melhor. A vontade política é que determina se prestamos conta ou não”, disse ela, pouco antes do elogio a Dilma: “Seus esforços criaram um padrão mundial no combate à corrupção”.

A presidente brasileira perdeu seis ministros em seu primeiro ano de governo por conta de denúncias de corrupção. Nenhum deles sofreu outras sanções até agora. Foram eles: Antonio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transportes), Wagner Rossi (Agricultura), Pedro Novais (Turismo), Orlando Silva (Esporte) e Carlos Lupi (Trabalho). Outros, como Fernando Pimentel (Desenvolvimento) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais), também foram alvos de denúncias, mas mantiveram seus cargos.

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DEU NO TERRA MAGAZINE

CPI do Cachoeira: Os fatos, a Política e a Mídia

Bob Fernandes

E vem ai a CPI. (Vem?) Mais uma. Tivemos parlamentares tornados heróis em quase todas as CPIs, desde aquela do Collor, nos anos 90. E, quase sempre, heróis de uma CPI se tornaram réus na CPI seguinte. Demóstenes Torres é o mais recente exemplo. Vamos ver no que vai dar essa CPI. Indicado pelo seu PTB, o Senador Fernando Collor é um dos investigadores. Renan Calheiros, do PMDB, é outro. E parece que o Romero Jucá também vai.

Uma forma simples de se evitar que o réu de amanhã seja o herói de hoje é usar as redes sociais. Basta, via internet – Facebook, Twitter – fazer uma pergunta: vocês ai, do estado tal, município tal, conhecem o deputado fulano, o senador Sicrano? Qual é a dele? Só um pouco disso, e muito menos manchetes, teria bastado para mostrar a intimidade de Demóstenes com o bicheiro Cachoeira.

O anúncio da CPI do Cachoeira acirrou os ânimos. Na política e na mídia. Prosperam as teorias, convicções, conspirações… enquanto os fatos apenas engatinham. A CPI é do Cachoeira, mas chovem manchetes sobre o…”Mensalão”.

Então, vamos aos fatos. O escândalo conhecido como Mensalão já foi investigado. Está no Supremo Tribunal Federal que deverá julgá-lo ainda esse ano. Espera–se que os culpados sejam condenados e os inocentes, inocentados.

Quem, na oposição ou na Mídia, nessa hora trombeteia o Mensalão, ou é inocente ou está dando bandeira. Indica temer a investigação que vem ai, a do Cachoeira e suas vastas e íntimas relações; relações não só com setores da oposição.

Da mesma forma, erra quem, no PT, antecipa que a CPI do Cachoeira será terreno para um acerto de contas. Erra porque diz isso antes do tempo e erra no tom. O tempo certo é o tempo dos fatos. Sua Senhoria, O Fato. Se eles forem comprovados. Antes de acusar, de insinuar, há que ter provas. Antes, a CPI terá que chegar aos fatos. Antes disso, tudo soa como forçação de barra, ou mera tentativa de pressão contra o julgamento no Supremo. E, da mesma forma, dizer que o Supremo “está sendo pressionado no Mensalão” é também pressão. Pressão pelo outro lado.

Nesse caso Cachoeira, também a mídia está na berlinda. É preciso, então, dizer o que qualquer repórter sabe, ou deveria saber: jornalista não só conversa, como tem a obrigação de conversar com todo mundo. Mesmo com a escória. Às vezes, principalmente com a escória. Para se chegar ao submundo é preciso descer aos esgotos da sociedade. Não é nos conventos, nem em conversas na Irmã Dulce, que se terá informação sobre quem rouba e quem paga. Quem espia e quem não espia. Quem grampeia e quem não grampeia.

Mas é preciso deixar muito claro: o problema não está nas relações, nas conversas PROFISSIONAIS que um jornalista, qualquer jornalista, tenha com gente do crime organizado. O problema passa a existir, SE e QUANDO a mídia se torna ela mesma uma costela, uma alavanca, uma ponta do crime organizado. Se isso acontecer- (e se aconteceu é preciso PROVAR, e não ficar insinuando ) se acontecer… bem …a mídia tem suas prerrogativas, mas não é inimputável.

Bob Fernandes foi redator-chefe de CartaCapital. Trabalhou em IstoÉ (BSB e EUA) e Veja. Repórter da Folha de S.Paulo e JB, fez “São Paulo, Brasil” no GNT/TV Cultura. Comentarista da TVGazeta e Rádio Metrópole (BA)

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Brasília sedia, a partir desta terça-feira (17), a 1ª Conferência de Alto Nível da Open Government Partnership (OGP) ou Parceria para o Governo Aberto. O evento, que acontece no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, terá na sua abertura, a participação da Presidenta Dilma Rousseff, e da Secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, além do presidente da República da Tanzânia, Jakaya Kikwete; e do Primeiro Ministro da Geórgia, Nika Gilauri.

O evento é organizado pela Controladoria-Geral da União (CGU), que representa o Brasil na iniciativa. Lançada em setembro passado, em Nova York (EUA), a OGP marca o momento para se avançar mundialmente no fortalecimento das democracias e dos direitos humanos, na luta contra a corrupção e no fomento de inovações e tecnologias para transformar a governança do século XXI.

Logo após a solenidade de abertura, dentro do painel “Preparando o Ambiente pra a Era da Abertura: OGP 2012”, falarão o Ministro-Chefe da Controladoria Geral da União (CGU), Jorge Hage; a Subsecretária de Estado dos EUA, Maria Otero; e o diretor da organização Parceria Internacional sobre Orçamento (IBP) nos EUA, Warren Krafchi.

Considerada a Primeira Cúpula Anual de Alto Nível da Parceria de Governo Aberto, a OGP vai reunir delegações de 55 países, com a participação de mais de mil representantes de governos, da sociedade civil, do setor privado, além de atores multilaterais.

Além de manter o estímulo a uma plataforma global para colaboração, assistência técnica e intercâmbio de melhores práticas, o evento inclui também apresentações plenárias, discussões temáticas e exposições de iniciativas inovadoras na disseminação de práticas de governo aberto e outros temas como dados abertos; acesso à informação; orçamento e prestação de serviços; novas tecnologias etc. A OGP será aberta às 9h30 da amanhã (17) e encerrada no dia seguinte, às 18 horas.

abr
17
Posted on 17-04-2012
Filed Under (Charges) by vitor on 17-04-2012


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Aroeira, hoje, no jornal O Sul


Walter Pinheiro:”Podem dizer que é golpe!”

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Opinião Política

Velório de aniversário

Ivan de Carvalho

Dia 21 – além de ser o dia das mortes de Tiradentes, Tancredo Neves e Luís Eduardo Magalhães – é também o aniversário de Brasília. Esta deveria ser a nota alegre a suavizar as três perdas humanas citadas. Mas não haverá nota alegre, apesar de cantorias programadas pelo governo do Distrito Federal, com Michel Teló à frente, cantando, supõe-se, “Ai se eu te pego”.

Haverá, sim, constrangimento, pois na mesma praça do Museu Nacional em que haverá na noite de sábado o show musical, a partir das 10 horas da manhã vão se concentrar manifestantes convocados pelo Movimento Brasil Contra a Corrupção para empreender a 3ª Marcha Contra a Corrupção na Esplanada dos Ministérios. “Mossoró.

O ambiente na capital federal é propício a esse hit da moda.
O STF se prepara para tentar julgar o processo do Mensalão. Mas várias coisas, manemolência do ministro revisor Ricardo Lewandowski, manobras políticas e argumentos jurídicos já rejeitados antes pelo Supremo – coisas que estão no noticiário – conspiram para evitar o julgamento ainda este ano (o que resultaria na prescrição de crimes imputados a numerosos réus) e para um eventual desdobramento do processo e o envio de muitos réus sem o foro privilegiado do STF a outra instância, o que retardaria os trâmites judiciais mais ainda.

Contribui para esse ambiente o arranca-rabo da CPI da Cachoeira. É que o PT, sob o decidido estímulo do ex-presidente Lula, entrou pressurosamente em campo para assegurar a criação da CPI mista de deputados e senadores, ávido para fornecer a Lula o instrumento de vingança contra o governador tucano de Goiás, Marconi Perillo. Este avisara Lula da existência do Mensalão e como o então presidente nada teria feito a respeito, Perillo o responsabilizou. A CPI também teria para muitos a grande vantagem de desviar a sociedade do foco no processo do Mensalão.

Acontece que a presidente Dilma Rousseff foi, segundo dá conta o noticiário, interrompida em sua laboriosa faxina ética pelo aviso de que, pela cachoeira da CPI, poderá escorregar espetacularmente o governo. Apesar da esmagadora maioria governista no Congresso Nacional, a CPI pode, sob forte pressão social, ficar fora de controle. E há muitos problemas, incluindo a Delta Construções S/A – considerada pela mídia como a empreiteira que mais atua no PAC. Até uma impressionante gravação, com a voz de seu dirigente maior explicando como é fácil corromper políticos, acaba de ter seu áudio divulgado.

A partir de coisas assim, a presidente Dilma conversou com o presidente Lula na sexta-feira e o tema teria sido abordado. No PT e no governo já se fala que o ex-presidente teria se precipitado. E nesse ponto é que entra o líder do partido no Senado, o baiano Walter Pinheiro, sugerindo que se o STF – ao qual novo pedido será feito – enviar ao Conselho de Ética do Senado documentos que demonstrem que a Polícia Federal já fez o que a CPI faria, a CPI pode ser posta no lixo: “Se mandarem os documentos, e avaliarmos que o que a CPI vai apurar é o que está apurado, aí podemos rediscutir a CPI. Mas confesso que é difícil segurar agora. Podem dizer que é golpe”.

O senador adverte muito apropriadamente. Podem dizer, sim. Porque é golpe mesmo. E dos mais vergonhosos.

Estando as coisas como estão, Brasília não vai fazer uma festa de aniversário, mas um velório de aniversário.

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