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Posted on 30-03-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 30-03-2012

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DO CORREIO DA BAHIA

Luciano Matos

Morreu nesta sexta-feira (30), aos 68 anos, por falência de múltiplos órgãos, o sambista Ederaldo Gentil. Cantor e compositor da geração mais talentosa do samba baiano, Ederaldo Gentil nasceu no dia 7 de setembro de 1943.  Ao lado de nomes como Edil Pacheco e Batatinha se notabilizou como um dos maiores sambistas da Bahia. Gravado por Clara Nunes, o maior sucesso de Ederaldo foi o poético samba “O Ouro E A Madeira”, que trazia a letra “O ouro afunda no mar, madeira fica por cima, ostra nasce do lodo, gerando pérolas finas”. O enterro está marcado para este sábado (31), às 16 horas, no Cemitério do Campo Santo.

Antes de se enveredar pela música teve uma rápida passagem pelo mundo da bola, atuando como meia-esquerda no Esporte Clube Guarany, onde fazia dupla com o ex-jogador André Catimba (que mais tarde fez história no Esporte Clube Vitória). Consta que Ederaldo Gentil chegou também a treinar no Vitória. Foi na música, no entanto, que alcançou seu primor profissional.

Lançou cinco discos, entre álbuns de carreira e coletâneas, com apenas dois deles sendo editados em CD, além de um compacto simples. A estreia foi o compacto simples “Triste samba/O ouro e a madeira”, lançado em 1973 pela Chanteclair, no qual apresentou o maior sucesso da carreira. Em 1975, também pela Chanteclair, lançaria o primeiro disco “Samba, Canto Livre de um Povo”, que também trazia a clássica “O Ouro E A Madeira. Ainda pela Chanteclair, lançou, em 1976, “Pequenino”. Seis anos depois, em 1983, soltou o álbum “Identidade”, pela Nosso Som Gravações e Produções.

Muitos anos depois, em 1999, a Copene – Companhia Petroquímica do Nordeste lançou em CD o álbum “Pérolas finas”. Produzido pelo amigo Edil Pacheco, o disco, uma espécie de tributo, trazia nomes como Gilberto Gil, João Nogueira, Luiz Melodia, Elza Soares, Carlinhos Brown e Beth Carvalho cantando suas composições.

Em 1998, a EMI lançou o disco “Diplomacia”, de Batatinha, que trazia Ederaldo ao lado do próprio Batatinha, além de Nélson Rufino, Walmir Lima, Edil Pacheco e Riachão na faixa “De revólver não”. O disco trazia ainda uma de suas parcerias com Batatinha, “Ironia”, interpretada por Jussara Silveira. Atualmente, um projeto da Garimpo Discos está em curso para relançar numa caixa os quatro discos do sambista.

Deprimido e desanimado com a vida artística, Ederaldo se isolou e viveu durante os últimos anos uma espécie de exílio voluntário em sua casa no bairro da Vila Laura, onde residia com a irmã Denise Gentil e outros familiares. Doente, passou muitos anos sem contato social e artístico.


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Trilha de “Avenida Brasil”, a nova novela das nove da Globo.Composição de Rita Lee e Roberto de Carvalho, faixa do novo CD.

DA-LHE, RITA!!!

BOA TARDE!

(VHS)

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30

deu no uol

A cúpula do DEM vai pedir ao senador Demóstenes Torres (DEM-GO) que saia do partido antes da abertura de um processo de expulsão.

Integrantes do partido em Goiás foram escalados para procurar Demóstenes até segunda-feira e aconselhá-lo a deixar a legenda por conta própria, segundo a Folha apurou.

Os novos documentos e gravações envolvendo o nome do senador e o empresário Carlinhos Cachoeira estão sendo considerados gravíssimos pela cúpula do DEM.

Os membros da legenda conversaram nesta manhã e concluíram que a permanência do senador nos quadros da legenda ficou insustentável. Publicamente, o partido evita adotar o discurso, mas nos bastidores já trabalha pela saída do senador.

A pressão maior pela saída de Demóstenes parte da bancada do DEM na Câmara dos Deputados. Ontem, um grupo de deputados chegou a convocar reunião da Executiva Nacional para discutir o caso na terça, mas o presidente da legenda, senador José Agripino (RN), decidiu cancelar.

A ideia de sugerir a Demóstenes a desfiliação por conta própria é evitar o desgaste de um processo de expulsão, que dependeria da ação de um filiado pedindo a abertura deste tipo de procedimento.

A desfiliação partindo de Demóstenes seria um enredo parecido ao do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, que pediu para deixar o partido antes de ser expulso durante o escândalo de corrupção no Distrito Federal.

SUSPEITAS

De acordo com escutas divulgadas nesta sexta-feira (30) pelo jornal “O Globo”, o senador acertou com o empresário ajuda em processo judicial e em projeto de legalização de jogos de azar em tramitação no Congresso. Cachoeira foi preso no dia 29 de fevereiro durante a Operação Monte Carlo, que investiga uma quadrilha que explorava jogos caça-níqueis em Goiás.

Nas gravações, Demóstenes também fala com Cachoeira de negócios com a Infraero na época que ele era relator da CPI do Apagão Aéreo.

Hoje, a Folha mostrou que investigações da Polícia Federal apontam que o empresário repassou informações sobre apurações contra o seu grupo ao senador.

No inquérito a que a Folha teve acesso, o nome de Demóstenes aparece, por exemplo, num relatório da PF sobre um diálogo gravado com autorização judicial no dia 13 de março do ano passado, às 15h37.

Nele, conversam Cachoeira e o sargento aposentado da Aeronáutica Idalberto Matias, o Dadá –apontado pela Procuradoria como o principal araponga da quadrilha. Ambos estão presos. De acordo com a PF, eles falavam sobre investigações sigilosas que o grupo sofria à época, quando a Monte Carlo já estava em andamento.

OUTRO LADO

Questionado sobre as gravações da Polícia Federal na Operação Monte Carlo, o advogado de Demóstenes Torres, Antonio Carlos de Almeida Castro, afirmou que elas não têm valor jurídico e são totalmente nulas.

Isso porque o senador só poderia ser investigado com autorização do STF. O advogado afirmou não ter tido acesso à íntegra de todos os diálogos interceptados pela PF, mas critica a atuação da polícia.

“Como vou fazer interpretação de uma suposta interpretação do que a polícia ouviu?”, questionou.

Segundo a defesa, caberia ao juiz de primeira instância remeter o caso de Demóstenes ao Supremo logo nos primeiros dias de escutas.

A Folha tentou novo contato com o senador nesta sexta-feira, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.

mar
30
Posted on 30-03-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 30-03-2012

DEU NA FOLHA

Um dia depois de ter anunciado o desaparecimento do tumor na laringe, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse em entrevista à Mônica Bergamo e Cláudia Colucci que teve mais medo de perder a voz do que de morrer com a doença.

A entrevista está na edição desta sexta-feira da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

“Se eu perdesse a voz, estaria morto”, afirmou o ex-presidente, quase 16 quilos mais magro e com a voz um pouco mais rouca que o normal.

Sobre sua vida política, Lula disse que tentará evitar uma agenda “alucinada” e que vai procurar a senadora Marta Suplicy (PT-SP) para que ela entre na campanha do ex-ministro Fernando Haddad pela Prefeitura de São Paulo.

“Eu acho que ele vai surpreender muita gente. E desse negócio de surpreender muita gente eu sei. Muita gente dizia que a Dilma era um poste, que eu estava louco, que eu não entendia de política. Com o Fernando Haddad será a mesma coisa.”

Leia a reportagem completa na Folha desta sexta-feira, que já está nas bancas
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Posted on 30-03-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 30-03-2012


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Ivan, hoje, no site A Charge Online

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