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O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira à noite a quebra de sigilo bancário do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) e de outras pessoas suspeitas de explorar ilegalmente jogos com máquinas de caça-níquel em Goiás.

O período da quebra é de aproximadamente dois anos, incluindo datas de 2012. O parlamentar é alvo de um inquérito aberto na Corte pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, na última terça-feira. Também são investigados os deputados Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) e Sandes Junior (PP-GO), além de Carlinhos Cachoeira.

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Comentários

luiz alfredo motta fontana on 30 Março, 2012 at 13:36 #

Demóstenes, a farsa, sobreviveu mais do que devia.

Displicência ou cumplicidade?

As gravaçõies e indícios contra Demóstenes que levaram o STF a tomar as medidas anunciadas, ao que se sabe, dormitavam nos autos do inquérito original contra Cachoeira.

Forma feitas, espera-se, estas gravações, como dita a norma, com a devida autorização de um magistrado, afora o acompanhamento, do Ministério Público.

Pergunta-se:

Sendo estas gravações suficientes para o STF agir, qual a razão de terem dormitado em gavetas?

A tal “notitia criminis” estava presente e nada foi feito?

Conclui-se:

Demóstenes, a farsa, teve cúmplice, ao menos neste período, sem essa cumplicidade, materializada na inércia das autoridades competentes, ele, Demóstenes, teria encontrado seu destino sem a necessidade de “vazamentos” espetaculares no noticiário noturno.


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