“É D’Oxum”, música de Geronimo e Vevé Calazans com imagens de Salvador.
======================================================

Resista, Salvador! Resistam soteropolitanos e os que amam e acreditam de verdade no destino desta cidade fundada para ser “a rainha do Atlantico Sul”

Falta pouco para a possibilidade de uma nova virada. Vale acreditar que desta vez sera
para melhor.

BOA NOITE!!!

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO GLOBO.COM

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira à noite a quebra de sigilo bancário do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) e de outras pessoas suspeitas de explorar ilegalmente jogos com máquinas de caça-níquel em Goiás.

O período da quebra é de aproximadamente dois anos, incluindo datas de 2012. O parlamentar é alvo de um inquérito aberto na Corte pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, na última terça-feira. Também são investigados os deputados Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) e Sandes Junior (PP-GO), além de Carlinhos Cachoeira.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/


Tumulto em frente ao Clube Militar no centro do Rio/Globo

=================================================

DEU NO GLOBO.COM

A comemoração(no Rio de Janeiro) pela passagem dos 48 anos do golpe que culminou em 21 anos de ditadura no Brasil, organizada por militares da reserva, nesta quinta-feira, no Centro do Rio, terminou com uma grande confusão. Cerca de 350 pessoas, entre eles representantes do PT, PCB, PCdoB, Psol, PDT e outros movimentos sociais de esquerda, bloquearam a entrada principal do Clube Militar, na esquina da Avenida Rio Branco com Rua Santa Luzia, e tumulturam a chegada dos convidados para o evento. O tempo todo gritavam palavras de ordem, chamando os militares de torturadores, assassinos e covardes. Cada militar que chegava ao local era cercado, xingado e só conseguia entrar no prédio sob escolta da PM.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais


DEU NO IG

O ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, disse hoje (29) que fará um apelo para que a presidenta Dilma Rousseff sancione o mais rápido possível a criação da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp).

A proposta de criação das fundações foi aprovada no Senado ontem (28) e aguarda agora sanção presidencial. Depois de publicada no Diário Oficial da União, o governo têm 180 dias para fazer a regulamentação dos fundos. “Vamos fazer um apelo à presidenta para que não precisemos esperar esse prazo”, disse.

O ministro destacou ainda que as nomeações de servidores terão de esperar. “Vamos ter reunião com o Planejamento, mas elas [nomeações] ficarão aguardando até a sanção [da Funpresp]. Temos que preservar a política que será dotada. Não podemos permitir que haja uma situação de dúvida [de qual regime o servidor será submetido]”, afirmou. O ministro não soube dizer quantos servidores aguardam a nomeação, pois o órgão que controla isso é o Planejamento.

Garibaldi disse também que a matéria deverá ser sancionada pela presidenta com alguns vetos, entre eles, de um parágrafo que diz respeito à gestão do fundo no Judiciário pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Garibaldi explicou que há choque de atribuições nesse ponto.

O secretário de Previdência Complementar do Ministério da Previdência, Jaime Mariz, disse que em 30 anos o déficit da Previdência dos servidores públicos estará zerado. Mariz explicou ainda que, para que as fundações sejam efetivamente criadas, elas tem ter sua criação homologada pela Superintedência Nacional de Previdência Complementar (Previc), órgão responsável por fiscalizar a gestão dos fundos de previdência complementar.

Pela proposta, aprovada ontem (28) pelo Senado, os servidores públicos federais que têm salários até o teto da Previdência, hoje R$ 3.916,20, vão contribuir com 11% e o governo com 22%. Sobre o valor que exceder esse limite, a União pagará até 8,5%. A contribuição da União é paritária, o que significa que se o servidor pagará um percentual de 5%, a União pagará a mesma porcentagem.

O projeto proíbe instituições financeiras diferentes e com qualquer ligação societária de concorrer na mesma licitação para administrar recursos de um dos três fundos de previdência complementar que foram criados no Executivo, Legislativo e Judiciário.


Psiquiatra Mário Simões:”nossos sonhos são para tratar
do lixo do dia, para no dia seguinte termos novas ideias”

==============================================

O professor de Psiquiatria e de Ciências da Consciência da Faculdade de Medicina de Lisboa, Mário Simões, defendeu hoje que os sonhos repetidos devem ser valorizados pelo próprio indivíduo, porque funcionam como “uma mensagem, uma espécie de aviso”.

Contudo, em declarações à Lusa no Simpósio Aquém e Além do Cérebro, que se realiza na cidade do Porto, até sábado, o especialista considerou que no que respeita à interpretação dos sonhos “apenas os repetidos devem ser valorizados para perceber a mensagem dos seus mecanismos inconscientes de perceção da vida”. Os restantes devem ser “colocados na máquina trituradora”.

“Sabemos hoje que os sonhos são uma grande central de tratamento do lixo do dia-a-dia. Eu diria que 90 por cento dos nossos sonhos são para tratar do lixo do dia, para no dia seguinte termos novas ideias”, afirmou.

O psiquiatra referiu à Lusa que atualmente “conhece-se muito sobre a patologia, sobre algumas funções que o sono e o sonho têm. As mais conhecidas são sobre a memória e hoje viu-se, aqui, que as memórias durante a vida são integradas e fortalecidas no sono, mas também no sonho”, sustentou.

“Quanto a outras funções do sonho, vamos tentar perceber se são aquelas que Freud falou como sendo uma realização de desejos insatisfeitos, possivelmente também são, mas também sabemos que as pessoas que são privadas de sonhar à noite têm problemas de saúde”, disse.

Mário Simões apontou “problemas não só ligados às insónias. Em termos sociais as pessoas que tem má qualidade de sono e de sonhos ou que não sonham são as mais irritáveis no dia seguinte, com mais erros de atenção, no desempenho na condução e no seu trabalho”.

(Deu no Diario de Noticias, de Lisboa, com Agencia Lusa)

http://youtu.be/k885_TUjwxw
==================================================

DA-LHE, HIME!

SALVE O CINEMA BRASILEIRO E BOA QUINTA-FEIRA PARA TODOS OS LEITORES E OUVINTES DO BP!

Gilson, Fontana, Vangelis: ajudem se for possivel na contextualizaçao do video.

(VHS)


Torres na festa de casamento com a advogada Flavia Coelho

======================================================

DEU NO IG ( com informações da Agencia Estado)

Novos grampos da Polícia Federal evidenciam ligações do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) com o grupo acusado de chefiar a máfia dos caça-níqueis em Goiás. O nome do parlamentar é citado em conversas gravadas durante a Operaoção Monte Carlo, nas quais o empresário de jogos de azar Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, se refere a quantias milionárias.

As gravações, reveladas ontem (28) pelo “Jornal Nacional”, da TV Globo, seriam do início do ano passado e mostram Cachoeira, apontado pela PF como o chefe da organização criminosa, conversando com dois integrantes de seu grupo sobre a contabilidade do esquema.

O contador Geovani Pereira da Silva, que seria o responsável pela administração financeira da quadrilha e está foragido, e Cláudio Dias de Abreu, apontado pela PF como sócio de Cachoeira em vários negócios, querem, nas conversas, usar “um milhão” para pagar contas. O contexto das conversas e o destino do dinheiro não ficam claros.

Numa das gravações, Cachoeira pergunta a Abreu quanto dinheiro reteve. Ouve a seguinte resposta: “Um milhão do Demóstenes”. Referindo-se ao senador, o empresário de jogos de azar cita valores calcula: “Um milhão e quinhentos mais seiscentos, que dariam dois e cem”. Ele cita mais um milhão, que Cachoeira diz ao sócio ter pedido para segurar. Ao fim, fecha a conta em “três e cem”.

Cláudio discorda e, usando a expressão “este do Demóstenes”, diz que já tinha sido mostrado a ele e que Cachoeira vinha segurando (o dinheiro) desde que o senador ganhou a eleição.

Ao todo, o nome do parlamentar aparece seis vezes nas conversas, com duração de cerca de cinco minutos. Os diálogos integram o material remetido pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ao Supremo Tribunal Federal (STF), que decidirá sobre a abertura de inquérito para apurar o envolvimento do senador em crimes.

mar
29
Posted on 29-03-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 29-03-2012


===========================================================
Auto, hoje, no Diario Catarinense (SC)

mar
29

=======================================================


Opinião Política

Emenda pior que o soneto

Ivan de Carvalho

A legislação que proíbe dirigir sob o efeito de álcool e certas drogas é praticamente letra morta desde ontem. Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça decidiu que o bafômetro – que é específico para detectar álcool – e o exame de sangue são os únicos meios que podem provar a embriaguez ao volante. A decisão não tratou de drogas, mas, pela lógica da decisão, seu uso só poderia ser provado pelo exame de sangue.

A decisão foi adotada no julgamento de um recurso do Ministério Público contra decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal que absolvera um motorista que havia se recusado a fazer o teste do bafômetro. A decisão é apenas para o caso específico, mas representa uma clara sinalização para todos os casos similares no país.
Uma polêmica foi aberta durante o julgamento, quando o desembargador convocado Adilson Macabu alegou que somente o bafômetro e o exame de sangue poderiam ser usados como meio de prova para determinar se o acusado tinha no sangue um teor de álcool superior ao permitido por lei para efeito de dirigir veículo.

O placar do julgamento foi de quatro votos contra três. O grupo minoritário de ministros do STF, liderado pelo relator, ministro Marco Aurélio Belizze, incluir outros possíveis meios de prova da embriaguez, a exemplo do exame clínico do motorista e o depoimento de testemunhas. Mas Adilson Macabu argumentou contrariamente, no sentido de descartar todos os meios de prova como ineptos para medir o teor alcoólico no sangue, exceto o teste do bafômetro e o exame de sangue.

Houve empate na votação, por três votos contra três, e o voto de minerva, dado pela presidente da Terceira Seção do STJ, ministra Maria Thereza Assis Moura, desempatou descartando os demais meios de prova e, portanto, admitindo apenas o teste do bafômetro e o exame de sangue.

A Terceira Seção do STJ decidiu tendo em conta o princípio constitucional e do Direito Penal de que ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo. Assim, ninguém é obrigado a fazer o teste do bafômetro ou submeter-se a um exame de sangue. Quanto ao exame clínico e o depoimento de testemunhas, podem até evidenciar embriaguês, mas não podem fornecer uma prova material e nem quantificar com precisão quanto álcool está circulando no sangue, de modo a se saber com segurança, sem nenhuma dúvida, se ultrapassava o mínimo legal e em que medida. Ou até se existe algum álcool envolvido.

Assim, para o tipo de caso examinado pelo STJ – quando há uma quantidade limite de álcool que não pode ser ultrapassada sem constituir crime, mas há uma pequena quantidade permitida – se o motorista se nega a fazer o teste do bafômetro e o exame de sangue, ele esta totalmente livre da acusação de dirigir embriagado. E se causa um acidente, estará livre, por falta de provas, da agravante por dirigir alcoolizado. A não ser, como ressalvou um dos julgadores, que se mude a lei.

Está sendo tentada uma emenda pior do que o soneto. Um projeto em tramitação na Câmara dos Deputados, de autoria do deputado Jonas Donizette, do PSB, condiciona a emissão da carteira nacional de habilitação à concordância prévia do condutor, em se submeter, sempre que solicitado, a testes ou exames para identificar a presença de álcool ou outras substâncias psicoativas em seu organismo. Pela proposta, o condutor fica obrigado a assinar o termo de autorização prévia tanto na emissão da primeira habilitação quando nas renovações.

Boa intenção? Até pode ser, mas uma proposta abestada e autoritária. Violência, mediante chantagem, contra aquele princípio de que ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo. O projeto, se transformado em lei, será inconstitucional e também desconhecerá um princípio básico do Direito Penal. A chantagem: só recebe a CNH se assinar o termo, o que representaria uma renúncia forçada a um direito constitucional e princípio fundamental do Direito Penal ou uma renúncia ao direito a habilitar-se para dirigir veículo.


======================================================
Grato, poeta! Tim Tim!

BOA NOITE!

(VHS)

  • Arquivos