mar
22

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Parabéns Jorge Duílio Lima Meneses! ‘Jorge Ben Jor’ nasceu no Rio, há 70 anos! “Ive Brussel”

Muitas felicidades e muitos anos mais de vida e canto para o grande artistas e gente boa que ele sempre foi e continua sendo.

Boa noite para todos!

Som na caixa, maestro!

(Maria Olivia Soares e Vitor Hugo)


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DEU NO IG

O departamento de medicina legal de Los Angeles divulgou nesta quinta-feira (dia 22) a causa da morte de afogamento acidental, que pode ter sido causado por um problema cardíaco e pelo uso de cocaína.

Os legistas encontraram cocaína no corpo da cantora, que sofria de um problema no coração. Não foi divulgada a quantidade ingerida da droga. Havia vários frascos de remédio no quarto do hotel.

Whitney Houston, 48, foi achada morta num quarto de hotel de Berverly Hills em 11 de fevereiro. Ela estava em uma banheira, debaixo d’água. “A senhora Houston foi retirada da banheira por membros da equipe dela e a segurança do hotel foi notificada de imediato”, disse a polícia, em comunicado, à época.

Whitney Houston foi enterrada em 19 de fevereiro, no cemitério Fairview, em Westfield, em Nova Jersey, onde também está o corpo de seu pai, John Russell Houston, morto em 2003. O enterro foi presenciado apenas por familiares e teve forte proteção policial.

Um dia antes, ocorreu o funeral de Whitney. Ao som de “I Will Always Love You”, o caixão com o corpo da cantora deixou a igreja New Hope, em Nova Jersey. O ator Kevin Costner e o músico Stevie Wonder foram algumas das personalidades que prestaram homenagens a Whitney Houston durante o funeral


Joao Henrique: nas cordas, mas seguro pelo PT

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Claudio Leal

Com seis votos a favor e uma abstenção, nesta quinta-feira (22), a Comissão de Finanças da Câmara de Salvador acompanhou o relatório do vereador Sandoval Guimarães (PMDB) pela manutenção do parecer do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), que rejeitou as contas de 2010 do prefeito João Henrique Carneiro (PP).

O TCM baiano reprovou o não-cumprimento de exigências constitucionais, a exemplo dos recursos mínimos para a educação. As contas de 2009 já haviam sido rejeitadas. Agora, a votação irá a plenário, mas deve ser retardada por 200 outros processos que estão à frente, na fila de votações, segundo informa o relator.

A única abstenção partiu do vereador Orlando Palhinha, do PP, partido do prefeito, o que sinaliza o desgaste da base governista. “Sendo líder do PP, ele não votou nem contra nem a favor. Portanto, considero votação por unanimidade, mantendo a decisão do TCM”, diz Guimarães, aliado do ex-ministro peemedebista Geddel Vieira Lima, por sua vez ex-padrinho político do prefeito, seu atual desafeto. No fundo da disputa pela rejeição ou aprovação das contas, está a campanha municipal de 2012. Segundo a pesquisa Datafolha, em março, João Henrique recebeu a pior nota entre nove prefeitos de capitais brasileiras, com taxa de reprovação de 50%.

Apesar da mais alta impopularidade na história recente da cidade, o PT tem feito críticas discretas a Carneiro. E apoia, pontualmente, seu governo. O vereador petista Henrique Carballal chegou ser um dos entusiastas da Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo (Louos), que recebeu “enxertos” do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) da Copa, suspenso por liminar. A Lous, aprovada na Câmara, é acusada de favorecer empreiteiras, por garantir a elevação do gabarito da orla (sob pena do sombreamento das praias), e vem sendo atacada pelo movimento social “Desocupa Salvador”.

O vereador Sandoval Guimarães avalia que, se houver pressão popular sobre a Câmara de Vereadores, o parecer pode ser considerado de urgência urgentíssima, furando a fila dos centenas de processos, irrelevantes ou nem tanto. “Mas será em regime de voto secreto”, lamenta Guimarães. “Quando você vota com transparência, você se expõe à cidade. Na votação secreta, não. Eu já declarei meu voto. O sentimento da população de Salvador é gritante de fiscalizar os 41 vereadores. Em ano eleitoral, todos nós estamos sujeitos”, avalia o relator.


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Simona, Caymmi, Trio Esperança, as rosas e aquele abraço para você, ouvinte do BP, no cair da tarde outono em Salvador!

(Gilson Nogueira)

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Composição: Dorival Caymmi

Nada como Ter rosas na vida
Rosa mesmo ou mesmo rosa mulher
Todos querem muito bem a rosa
Quero eu ….
Todo mundo também quer
Um amigo meu disse que em samba
Canta-se melhor flor e mulher
E eu que tenho rosas como tema
canto no compasso que quiser

Rosas…rosas … rosas…
Rosas formosas são rosas de mim
Rosas a me confundir / Rosas a te confundir
Com as rosas, as rosas, as rosas, de abril
Rosas… rosas… rosas…
Rosas mimosas são rosas de ti
Rosas a me confundir / Rosas a te confundir
Com as rosas, as rosas, as rosas de abril
Rosas a me confundir / Rosas a te confundir
São muitas…são tantas / São todas tão rosas
as rosas de abril.


Thor exibe machucados no areopelo de sabado

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Deu no site do Estadão

MINUTO DE SILENCIO

Tutty Vasquez

Pela foto dos machucados que Thor Batista postou no Twitter dá pra ver bem: os arranhões provocados pelo atropelado atingiram em cheio os 45 centímetros de pelo menos um dos bíceps que o primogênito do Eike apresentou como cartão de visitas em célebre reportagem da Veja Rio sobre a fórmula de sucesso do cara: “Nunca li um livro inteiro!” – lembra disso?

Não à toa, Luma de Oliveira – mãe é mãe! – está preocupada: toda vez que a família do bilionário ocupa a rede social para exaltar o exemplo de cidadania de Thor diante da fatalidade causada “inadvertidamente” pelo ciclista morto no local, o povo – o, raça! – desconfia. “Aí tem!”

Afora o preconceito indisfarçável com os ricos, brasileiro nenhum acredita na existência de alguém tão politicamente correto circulando em território nacional, ainda mais num sábado à noite qualquer. Muito menos com os antecedentes do motorista em questão.

Se pudesse, ninguém duvida disso, Eike Batista compraria logo 10 ciclistas pobres para repor a perda com sobras e minimizar o sofrimento da tia da vítima, mas o melhor que pode fazer agora é seguir o exemplo da ex-mulher: um minuto de silêncio, por favor, não há mais o que fazer!

mar
22
Posted on 22-03-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-03-2012


Gal, Caetano e Moreno no show Recanto
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DEU EM O GLOBO

A primeira ideia que Gal Costa teve para o show “Recanto” — que inaugura a Miranda, na Lagoa, nesta quinta-FEIRA(22) para convidados e sexta para o público — era que ele fosse feito apenas com canções de Caetano Veloso, exatamente como o disco homônimo, lançado no fim do ano passado. Mas o próprio compositor, que assina a direção do espetáculo, sugeriu que outras músicas fossem incorporadas.— Não dava para fazer o show de lançamento de um disco que diz tanto sobre a carreira de Gal sem algumas músicas que não são minhas — conta Caetano. — Nunca faria esse show se não tivesse “Vapor barato”, por exemplo. Cerca de 70% das canções são minhas, mas em compensação, as que não são têm uma força enorme para o show.

Para Gal, o repertório é, de certa forma, todo novo:

— As canções do “Recanto” cresceram e habitam em mim de uma forma muito mais intensa até do que na época da gravação. E as antigas se tornaram novas, não só pela estética que foi aplicada a elas, mas também dentro de mim. E há duas ou três que não cantava há muito tempo e que hoje tenho uma nova forma de senti-las — conta. — Esse disco (“Recanto”) me fez crescer muito. E os meninos tocam muito bem, tocam delicado. Têm tudo a ver com meu canto.

Os meninos são Domenico Lancellotti (bateria e MPC), Pedro Baby (guitarra e violão, quase sempre processados por muitos pedais) e Bruno Di Lullo (baixo e violão). São eles os responsáveis por traduzir a sonoridade eletrônica e seca de “Recanto” para o palco.

Caetano reforça as palavras de Gal:

— Cantando as músicas do CD novo ou as canções antigas com a estética do CD novo (o que acontecerá com algumas), Gal quebra a impressão de distância entre umas e outras que o disco pode ter causado. Faz tudo parecer natural e integrado.?

No show — desenhado a partir de ideias de Caetano, Gal e Moreno Veloso (assistente de direção do show e coprodutor do disco) —, canções como “Vapor barato” (Jards Macalé/ Waly Salomão) e “Um dia de domingo” (Michael Sullivan/ Paulo Massadas) se misturam às de Caetano, do novo CD (como “Recanto escuro”, “Autotune autoerótico” e “Neguinho”) e antigas (“Dom de iludir” e “Divino, maravilhoso”, parceria com Gilberto Gil). Ou seja, do tropicalismo à Gal ultrapop da década de 1980, passando pela recente incursão eletrônica, há o desejo de se traçar um panorama amplo da cantora.

— Como em “Recanto escuro” (canção que abre o CD “Recanto” e que traz nos versos várias referências mais ou menos cifradas à trajetória de Gal), o show tem a Gal toda — explica Caetano. — Na letra, falo desde antes de nos conhecermos até hoje, e indo para o futuro, o espírito que é eterno nos últimos versos (“Coisas sagradas permanecem/ Nem o Demo as pode abalar/ Espírito é o que enfim resulta/ De corpo, alma, feitos: cantar”, diz a estrofe final).

“Recanto escuro”, canção central do CD “Recanto”, está portanto também no núcleo conceitual do show.

— De uma maneira paradoxal, “Recanto escuro” dialoga com “Divino, maravilhoso” (dos versos “É preciso estar atento e forte/ Não temos tempo de temer a morte”), e isso atravessa todo o show — define Caetano, adiantando como será a releitura da canção tropicalista. — Ela guarda aquela violência da gravação original, mas com as coisas sonoras do novo disco.

Moreno completa:

— E alguns novos silêncios, ótimos.

Afetada pela força de “Recanto”, Gal faz questão de dizer que está mudada:

— E vou mudar sempre.

Caetano emenda:

— A pessoa, quando pode, muda para se transformar cada vez mais naquilo que é.

http://youtu.be/GJNAViLyCg8
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Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/gal-costa-estreia-em-casa-nova-show-recanto-4367123#ixzz1prVt3mVt

href=”http://bahiaempauta.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Raul.jpg”>

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DEU NO IG

“Vou ser popular no mundo inteiro, artista de cinema ou cantor”, escreveu Raul Seixas aos nove anos, em uma história em quadrinhos feita nos cadernos de escola. É uma das primeiras imagens de “Raul: O início, O Fim e o Meio”, documentário que entra em cartaz nesta sexta-feira (23), cumprindo, de certa forma, a profecia do jovem compositor.

Apesar do lançamento modesto (apenas 34 cópias), a expectativa é a de que as diversas gerações de fãs responsáveis por manter o mito vivo compareçam em massa. Raul é, hoje, o brasileiro morto que mais vende discos no país, cerca de 300 mil por ano, número bastante representativo para uma indústria fonográfica à beira do colapso.

Considerado o melhor diretor de fotografia do país, Walter Carvalho encabeça seu terceiro documentário, depois de “Janela da Alma” e “Moacir Arte Bruta”. O cineasta já exibiu “Raul” no Festival do Rio, na Mostra de São Paulo e em pré-estreias em diversas cidades, inclusive Salvador, terra-natal do roqueiro. A receptividade, segundo ele, não decepcionou.

“A reação do público não poderia ter sido melhor”, comemora Carvalho ao iG. “Não só reagem de forma positiva, até aplaudindo durante a exibição, como no final tem choro, comoção. Dos filmes que fiz até agora, esse é o que se comunica melhor. Se fosse outro artista, talvez não provocasse tanto. O Raul tem essa estrela que brilha até hoje, e pelo jeito vai continuar.”

O apelo do autor de “Maluco Beleza”, “Metamorfose Ambulante” e “Sociedade Alternativa”, verdadeiros hinos do rock nacional, permanece vivo entre aqueles que testemunharam o auge de sua carreira, mas encontra eco em jovens de todas as épocas – esse é o segredo, na opinião do diretor.

“Existe um entrosamento da juventude com a figura do Raul. A atitude contestadora que ele expôs no surgimento do rock no país provoca uma identificação com toda geração mais nova. Vi isso em casa: meus dois filhos tem diferença de 12 anos e descobriram Raul em momentos distintos da vida. Ouvia ele todo o tempo por causa disso.”


Mohamed Mehra: ato final em Toulouse

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O suspeito dos atentados de Toulouse morreu numa operação da polícia ao seu apartamento, após vários minutos de tiroteio, que acabaram com 32 horas de cerco. Mohamed Mehra atirou-se da janela do apartamento depois de ter disparado contra os polícias.Fonte policial disse entretanto à AFP que o suspeito foi “morto” no momento em que saltava da janela.

O Presidente francês, Nicolas Sarkozy, defendeu a ação polícial que levou à morte de Merah: “já tivemos suficientes mortos”, disse aos jornalistas. E prometeu vários castigos: garantiu que as autoridades irão punir qualquer pessoa “que vá online expressar simpatia por terroristas” e também pessoas que viagem para o estrangeiro para serem “doutrinadas” por grupos terroristas.

O ministro do Interior, Claude Guéant, tinha dito que a operação foi caracterizada por uma violência rara. Um polícia experiente confessou-lhe “nunca ter visto nada assim”, disse o ministro citado no site do jornal Le Monde.

Merah tinha-se fechado nO BANHEIRO do apartamento, de onde saiu para enfrentar os polícias com várias armas na mão.

Os polícias usaram equipamento de vídeo para inspeccionar o apartamento. Quando este chegou ao banheiro, Merah começou a disparar “com uma extrema ferocidade”, contou Guéant. Os polícias dispararam de volta. “Os atiradores que estavam do outro lado tentaram neutralizá-lo. No fim, Mohammed Merah saltou de uma janela, de arma na mão, e continuou a disparar. Foi encontrado morto no chão”, contou Géant aos jornalistas. A AFP citou mais tarde fonte policial dizendo que ele tinha sido atingido por um tiro no momento em que saltava da janela.

Segundo o Libération, três polícias ficaram feridos, um dos quais com gravidade, mas não está em estado crítico.

A notícia segue-se a muita especulação do que se passaria dentro do apartamento, enquanto fora se ouviam tiros e explosões.

O ministro do Interior, Claude Guéant, tinha antes afirmado que não tinha a certeza de que Mehra, barricado no seu apartamento, ainda estivesse vivo. A polícia não tinha estabelecido nenhum contato com ele durante a noite, mas tinha levado a cabo várias explosões com o objectivo de o desequilibrar.

Mohamed Mehra teria entrado ontem à noite numa “lógica de ruptura” – palavras do ministro -, afirmando querer “morrer de armas na mão”, declarou o governante à rádio RTL.

As autoridades esperavam, no entanto, capturar o suspeito vivo para que enfrentasse um julgamento.

Depois de terminada operação que tinha como objetivo a captura de Merah, entraram as equipes forenses no apartamento. Procuravam pistas sobre outras atividades do suspeito e ligações a outros extremistas.

O líder socialista e rival do Presidente Nicolas Sarkozy reagiu entretanto, saudando o fim de “um período de angústia insuportável”, dizendo que “o assassino mostrou que era extremamente perigoso”. Analistas dizem que Sarkozy poderá sair beneficiado pois os conservadores têm melhor reputação no que diz respeito à segurança. Talvez reagindo a estas suposições, Hollande garantiu que “a luta contra o terrorismo tem de continuar”.

Mohamed Merah, autor declarado de sete assassínios que chocaram o país, estava desde ontem cercado pela polícia no seu apartamento de Toulouse.

Os motivos de Merah, que se define como um mujahedin e diz pertencer à rede terrorista Al-Qaeda, foram comunicados ontem por Claude Guéant: vingar a morte de crianças palestinianas e punir a França em geral, por ter posto em prática a lei que interdita o uso do véu islâmico integral em público.

( DEU NO JORNAL “PUBLICO” (DE PORTUGAL), COM INFORMAÇOES DE AGENCIAS EUROPEIAS)

mar
22
Posted on 22-03-2012
Filed Under (Charges) by vitor on 22-03-2012


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Frank, hoje, no jornal A Noticia(SC)


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Opinião Política

Eleições em Salvador

Ivan de Carvalho

Será preciso bastante paciência até se chegar a um quadro consolidado das eleições para a prefeitura de Salvador. Por enquanto, persiste e até se reafirma muita diversidade ou divisão tanto no âmbito das oposições, tema que abordamos ontem, quanto no situacionismo, entendido este como a área governista estadual, não a municipal.

Este é, aliás, um fenômeno relevante que já se impôs ante as próximas eleições na capital da Bahia. As forças partidárias envolvidas na batalha não se organizam tendo em vista a oposição ou o apoio ao governo municipal, talvez porque ninguém está admitindo até aqui a hipótese de o prefeito João Henrique e seu partido, o PP, lançarem um candidato que vá ao segundo turno e ganhe as eleições.

Se o prefeito e sua administração estivessem com altos índices de aprovação e
houvesse uma pessoa com popularidade expressiva em Salvador e que pudesse ser lançada para a sucessão, então o governo de João Henrique poderia ser a referência para as forças políticas. Ou, pelo menos, poderia dividir essa qualidade de referencial com o governo Jaques Wagner.

Mas aquelas duas condições citadas (prefeito e administração com alto índice de aprovação e um nome com popularidade expressiva que pudesse ser lançado pelo prefeito e o PP) não existem. Até onde se sabe, o prefeito e sua administração não desfrutam de bons índices de aprovação popular. E o candidato que o PP se dispõe a lançar para prefeito da capital, o deputado João Leão, fez uma passagem loquaz pela chefia da Casa Civil da Prefeitura de Salvador, mas sua popularidade está mesmo é em Lauro de Freitas.

Por conta disso e de outros fatores, a eleição para prefeito de Salvador ganhou status de uma batalha política estadual. Isso nada tem de excepcional, pois em São Paulo, por exemplo e principalmente, a disputa pela prefeitura da capital tornou-se uma batalha política federal. Não só pelo envolvimento direto de José Serra e indireto de Lula e de outras lideranças ou forças de influência nacional, mas porque o pleito para a prefeitura paulistana será importante para facilitar ou dificultar o caminho do PT rumo a seu objetivo permanente de obter a hegemonia política no país. São Paulo é a prioridade do PT, Salvador está no segundo lugar na lista das cidades prioritárias para o PT nas eleições deste ano.

O candidato petista à prefeitura de Salvador, deputado Nelson Pelegrino, com novo layout e treinamento fonético, conseguiu esta semana seu primeiro aliado importante, o PSD liderado na Bahia pelo vice-governador Otto Alencar. O que está parecendo difícil (vale aqui lembrar que as aparências, muitas vezes, enganam) é conseguir, pelo menos por enquanto, mais partidos aliados expressivos. A não ser que o PP jogue a toalha, desista da candidatura de João Leão, e apoie Pelegrino, levando junto – ou não – o prefeito João Henrique.

Mas, por enquanto, João Leão é o pré-candidato do PP. O PC do B insiste com Alice Portugal, alegando que é para valer. A ver. O PDT tem insistido na pré-candidatura de Marcos Medrado, em obediência, inclusive, a uma resolução da convenção nacional do partido, que determinou candidaturas próprias em todas as cidades em que haja eleições em dois turnos. O problema é que Medrado é habituado a declarar-se candidato a prefeito e oportunamente desistir. O deputado bispo Márcio Marinho, do PRB (que faz parte da base do governo estadual), também está candidato.

Por enquanto, a área governista está tão dividida quanto a oposição. A diferença é que os governistas – especialmente os petistas de Pelegrino – têm as máquinas estadual e federal, que valem muito nas eleições.

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