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Policia francesa isola local do atentado
Foto:Publico(Lisboa)

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A campanha para as presidenciais francesas foi hoje suspensa na sequência do tiroteio em frente a uma escola judaica de Toulouse, do qual resultou a morte de três crianças e de um adulto.

O socialista François Hollande defendeu uma resposta firme contra todos os atos anti-semitas e racistas, considerando que foi toda a França que foi, esta manhã, afetada. O presidente Nicolas Sarkozy falou também de uma tragédia nacional

Os dois principais candidatos – o Presidente Nicolas Sarkozy e o socialista François Hollande – deslocaram-se imediatamente para o local.

Nicolas Sarkozy declarou como «tragédia nacional» o ataque armado a uma escola judaica da cidade de Toulouse, no Sudoeste do país, onde quatro pessoas morreram, e prometeu descobrir o criminoso.

«Será feito absolutamente tudo para encontrar o assassino», disse Nicolas Sarkozy, durante uma visita à escola, onde decretou um minuto de silêncio, na terça-feira, em todas as escolas francesas e onde prometeu que o ministro do Interior, Claude Guéant, permanecerá na cidade o tempo que for necessário.

Enquanto a hipótese de um «atirador isolado» ter atacado a escola de Toulouse depois de ter já matado três soldados de origem magrebina é investigada, a morte de três crianças e de um adulto desencadeou uma imensa emoção em França, até aos ‘quartéis-generais’ dos candidatos às presidenciais de 22 de abril e 6 de maio próximos.

Aterrorizados e desorientados, pais e alunos da escola judaica Ozar Hatorah em Toulouse expressaram choque e fúria em relação ao ataque classificado pela comunidade judaica como um ato de «antissemitismo ignóbil».

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Imenso Jorge Goulart, infelizmente mais um rei da musica brasileira que parte praticamente esquecido do grande publico.

Ao lado de Nora Ney (uma das cantoras preferidas deste editor do BP) formou um dos casais mais perfeitos da canção no País.

Saudades!!!

(Vitor Hugo Soares)

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Opinião Política

A crise da base no Senado

Ivan de Carvalho

A insatisfação da base aliada no Senado continua. Lá, a oposição tem menos de 30 por cento do total de senadores, o que a impede de, sozinha, criar comissões parlamentares de inquérito. Fica, assim, incapaz de usar o mais poderoso instrumento democrático de fiscalização do governo pelo parlamento.

Dentro da composição atual, em que a oposição não tem sequer 27 dos 81 senadores, para que uma CPI seja criada no Senado Federal é preciso que o plenário aprove um requerimento apresentado neste sentido. E no plenário há ampla maioria governista, o que torna inviável uma CPI que desagrade ao governo.

Para criar uma CPI automaticamente, sem a necessidade de aprovação do plenário, é necessário um requerimento com as assinaturas de, pelo menos, um terço dos membros da casa legislativa – se o Senado, assinaturas de 27 senadores.

Como a oposição não tem isto, precisa de apoio de alguns senadores da base governista ou de senadores que hajam se desligado da base do governo e passado, a exemplo dos sete integrantes da bancada do PR, que se declararam oposição porque a presidente Dilma Rousseff decidiu que não vai entregar novamente a alguém indicado pelo partido (que apresentou vários nomes de deputados e o do ex-senador César Borges) o comando do Ministério dos Transportes.

Existem também os “independentes” e os insatisfeitos do PMDB, de modo que se esses peemedebista e a bancada do PR se unissem às oposições, uma CPI poderia ser criada facilmente. Uma possibilidade seria comissão parlamentar de inquérito para investigar o escândalo na Casa da Moeda, o que poderia atingir diretamente o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que indicou o ex-presidente desse órgão e não levou a sério as denúncias inicialmente feitas. O governo quer impedir esta CPI a todo custo.

Mas, apesar de insatisfeitos da base aliada estarem passando discretamente à oposição a mensagem de que um requerimento para criação de CPI tem agora condições de obter o número de assinaturas mínimo estabelecido na Constituição, as coisas não são tão simples.

Note-se que recentemente o Senado rejeitou – com forte ajuda de insatisfeitos da base do governo, numa rebelião liderada por peemedebistas – indicação feita pela presidente Dilma Rousseff para recondução ao cargo do presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres. Mas isto é diferente de assinaturas para CPIs ou de rejeição de medidas provisórias ou projetos de lei enviados pela presidente da República.

Como diria o genial ex-presidente nacional do PT, José Genoíno, “uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa”. No caso da rejeição para a ANTT, a votação foi secreta, o que permitiu aos insatisfeitos tímidos retaliarem no anonimato o tratamento ruim que consideram estar recebendo do Executivo. No caso de projetos de lei, medidas provisórias e assinaturas em CPIs, não há anonimato. Cada senador teria de assumir as consequências de suas atitudes. Para os oposicionistas, não há problema, mas, para uma parte dos governistas insatisfeitos, há. E para os sete senadores do PR, que se declararam na oposição, eles talvez não queiram ir tão longe por enquanto.

É que a bancada do PR no Senado saiu da base governista com o desejo de pressionar para que lhe seja devolvido o Ministério dos Transportes e, sendo atendida, voltar. Provavelmente iniciará sua atividade oposicionista com brandura para não fechar o caminho de volta e também para que o partido não perca os cargos que ainda detém no governo e dos quais não se retirou. Mas a bancada do PR no Senado deve estar mais aborrecida ainda do que quando declarou-se em oposição. Foi o novo líder do governo nesta Casa do Congresso, Eduardo Braga, quem ameaçou o PR e de “chantagistas” os insatisfeitos do PR ou de qualquer outro partido, incluindo o PMDB, ao qual o senador Eduardo Braga é filiado.


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O corpo do cantor Jorge Goulart, morto na tarde de sabado (17) foi sepultado na tarde de ontem,domingo (18) no cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na zona oeste do Rio de Janeiro. O artista morreu, aos 86 anos, na noite do sábado (17) no Hospital Samaritano, em Botafogo, na zona sul da cidade.

Goulart foi o primeiro a interpretar sambas-enredo em rádio e conseguiu a fama com a interpretação de sucessos de grande popularidade, como “A Voz do Morro”, “A cabeleira do Zezé” e “Fim de Semana em Paquetá”.

O artista recebeu no ano de 1952 a honraria do título de “Rei do Rádio”. Ele era conhecido também por puxar sambas no carnaval de algumas escolas do Rio.

Jorge Neves Bastos, seu verdadeiro nome, foi um dos artistas da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, onde alcançou fama . Era viúvo da cantora Nora Ney, uma das rainhas do rádio no Brasil nos anos 50. Seu primeiro sucesso foi Xangô,

Foto: Divulgação Internet

mar
19
Posted on 19-03-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 19-03-2012


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Zope, hoje, no site A Charge Onliine

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