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Posted on 15-03-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-03-2012

DEU NO UOL


Maurício Savarese
Do UOL, em Brasília

Por 4 votos a 3, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu nesta quinta-feira (15) que o Twitter não pode ser usado para propaganda eleitoral fora dos prazos estipulados, isto é, dia 5 de julho. Na prática, a partir de agora o uso de redes sociais antes da data prevista pela Justiça eleitoral é irregular e pode trazer penas aos postulantes.

A decisão foi tomada com base em um recurso do ex-deputado Índio da Costa, que foi multado em R$ 5.000 assim que divulgou no Twitter que concorreria à vice-presidência na chapa do tucano José Serra nas eleições de 2010. A minoria dos ministros entendeu que o microblog tinha alcance restrito e que os receptores das mensagens concordavam em recebê-las.

Derrubaram o uso do Twitter antes do prazo os ministros Aldir Passarinho Júnior (já aposentado), Marcelo Ribeiro, Arnaldo Versiani e o presidente da Corte, Ricardo Lewandowski. Foram derrotados os ministros Dias Tóffoli, que substituía Marco Aurelio de Mello no primeiro julgamento, Cármen Lúcia e Gilson Dipp –que tinha pedido vistas na primeira votação e fez com que o processo fosse retomado esta noite.

A regra já é válida para as eleições municipais deste ano. Depois de 6 de julho, a propaganda eleitoral é liberada. “Todos nós somos a favor da antecipação do prazo de propaganda eleitoral, mas é necessário que os legisladores decidam sobre isso e deixem claro”, afirmou Lewandowski.

Leia reportagem completa no UOL
http://eleicoes.uol.com.br


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DEU NO SITE DE CHICO BRUNO

Análise de bamba

Hora de recompor a base

Zé Dirceu / Blog do Zé

A ruptura da bancada – composta por sete senadores – do PR com o governo revela que a questão não está nos líderes, mas na coalizão e na sua participação no governo Tanto o PR quanto o PMDB pretendem uma repactuação de suas participações Afora insatisfações sobre telefonemas não respondidos, audiências não marcadas e emendas não liberadas, o problema de fundo é esse.

Nem mesmo as eleições municipais chegam a afetar a coalizão, com essa decisão do PR, em torno da questão do Ministério dos Transportes. Também fica evidente que a atual composição do governo não atende às expectativas de alguns partidos.

Isso, sem falar em inúmeras matérias a votar sem acordo dentro da base aliada – mas não a ponto de ameaçar a atual coalizão. Ou seja, não se trata de aceitar a exigência do PR, mas de recompor a base aliada, sua coesão e apoio ao Governo.


Figueredo:honras de heroi em Conquista

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Chegou no início desta tarde de quinta-feira(15), em Vitória da Conquista, o corpo do Segundo-Tenente da Marinha, Carlos Alberto Vieira Figueiredo, morto na Antártida, em um incêndio na Base da Marinha, em fevereiro. O corpo está sendo velado na Câmara de Vereadores da cidade. Às 16h, passará por algumas ruas de Vitória da Conquista no carro do Corpo de Bombeiros.O enterro está previsto para às 17h, no Cemitério Parque da Cidade.

O segundo-tenente da Marinha, Carlos Alberto Vieira Figueredo morreu há 19 dias em uma ação para conter o incêndio que destruiu 70% da Estação Comandante Ferraz, base da Marinha na Antártica. A liberação do corpo esteva travada por falha na identificação do militar por meio do exame de DNA, mas foi autorizada há cinco dias
após ordem judicial. O colega Roberto Lopes dos Santos também morreu
no incêndio.

O corpo de Carlos foi transportado por um avião da Força
Aérea Brasileira. Do aeroporto local, o segundo-tenente foi encaminhado para o plenário da Câmara Municipal, onde será realizado o velório e a condecoração da
vítima com a Medalha do Mérito Legislativo.


Wagner:perda de espaço no governo Dilma

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DEU NO BLOG DO RICK (SEM MAIS DELONGAS)

O governador Jaques Wagner se queixou da perda de espaço da Bahia na Esplanada dos Ministérios e pediu uma “reflexão” do partido sobre o assunto. “O PMDB do Sarney tem dois ministros do Nordeste. O PSB de Eduardo Campos tem dois ministros no Nordeste. O PT tem dois governadores no Nordeste [Bahia e Sergipe] e não tem nada”, comparou Wagner em entrevista ao jornal A Tarde.

Apesar das reclamações, o petista disse que não faz parte do seu perfil reivindicar cargos e, questionado se buscaria compensações pela saída de três representantes baianos do alto escalão, assegurou que não trabalha com este conceito. Em seguida, porem, revelou que o estado pode ganhar a presidência da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).


Marta:prenda preciosa para campanha do PT em Sampa
Foto: AE/IG
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DEU NO IG

Ricardo Galhardo, iG São Paulo

Depois de trabalhar pela aliança entre PT e PSD na eleição pela prefeitura de São Paulo, o prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PT), agora se esforça para trazer de volta a senadora Marta Suplicy (PT-SP) para a campanha de Fernando Haddad.

Na última semana Marinho convidou Marta para participar da inauguração do primeiro (Centro Educacional Unificado) CEU da cidade. A senadora aceitou.

O evento marcado para o dia 14 de abril pode ser o primeiro encontro público entre Marta e Haddad desde que a senadora, contrariada pela aproximação com o PSD do prefeito Gilberto Kassab, decidiu se afastar da campanha.

Além deles, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ex-primeira-dama, Marisa Letícia, participarão da inauguração. O CEU de São Bernardo receberá o nome de Regina Rocco Casa, benzedeira popular na cidade e mãe da ex-primeira-dama.

Ao fazer o convite, Marinho fez questão de afagar Marta. Ele deixou claro para a senadora que a decisão de batizar a nova escola como CEU, uma das marcas registradas da gestão da senadora a prefeitura de São Paulo, foi dele próprio. Assessores sugeriram que ele usasse outro nome mas Marinho preferiu reforçar uma das marcas do partido. Marinho foi um dos principais articuladores da fracassada tentativa de aliança com Kassab.

Além de Marinho, o próprio Lula fará um esforço para acalmar a senadora. Ela deve ser convidada para participar de um seminário sobre governança de metrópoles promovido pelo Instituto Lula e Fundação Perseu Abramo, no dia 30 de março, do qual Haddad também fará parte.

Petistas querem integrar Marta quanto antes na campanha de Haddad para atrair o eleitorado cativo da senadora em setores da periferia, melhorar o desempenho do pré-candidato nas pesquisas de opinião e acabar com os boatos sobre uma possível substituição de Haddad no PT.

mar
15
Posted on 15-03-2012
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Canção do Conjunto Farroupilha, Gauchinha Bem querer ( 1957 )

Letra e Melodia: Tito Madi

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Cida Torneros
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CRONICA / VIAGEM

Os ventos do Rio Grande ( do Sul )

Maria Aparecida Torneros

Uns dias no Rio Grande do Sul e a certeza do quanto sopram ventos pujantes de progresso e organização para aquelas bandas do país. Primeiro, um compromisso agradável de fazer palestara sobre o tema “mulher e atualidade” para um grupo de criaturas sensíveis e carinhosas na cidade de Gramado, num domingo encalorado. Depois, 3 dias para rever o circuito do vinho, visitar indústrias, pontos turísticos naturais, observar estruturas bem montadas, fábricas de chocolates, os legados das colônias italiana e alemã e ainda, de quebra, testemunhar a chegada da frente fria que trouxe, finalmente , muita chuva para a região, que passava por uma braba estiagem há algum tempo.

Um clima de Brasil pujante, inegavelmente instalado por ali, vai me adentrando em orgulho e história o sentimento sulista tão apregoado como “separatista” tantas vezes, mas que agrega, hoje, um país a caminho da afirmação internacional, sem dúvida alguma. Na visita à vinícola Miollo, hoje, a maior da América Latina, vou ouvindo da jovem enóloga Priscila, uma série de informações surpreendentes. Eles exportam para 32 países, atualmente, nossos vinhos ali produzidos e também na área de Juazeiro na Bahia (no vale do Rio Sao Francisco), constituem uma demanda encabeçada por importadores e consumidores da Inglaterra, Alemanha e agora a China desponta como grande parceira na busca pelos vinhos brasileiros.

Não há como negar que uma região rica em cultivo, indústria de calçados, o exemplo da lendária Tramontina, também responsável pela massa de empregos de duas ou mais cidades que circundam a cidade de Paulo Barbosa, devidamente integrada, como as outras municipalidades , em processo de estrutura interligada para a indústria turística, afirmação tácita de um sul aguerrido, pleno de tradições de luta e progresso, que soma em brasilidade. Num show que assisti na churrascaria Garfo e Bombacha, apresentação detalhada das manifestações folclóricas do lugar, pude perceber que nos momentos principais, dois jovens empunhavam igualmente as bandeiras brasileira e do Rio Grande, no palco, com imponência e garbo, como deve ser a identificação de um cidadão por sua terra e sua gente.

Os ventos sopram fortes vindos do Sul do país, em sintonia com a certeza de que há uma extremidade sulista atenta ao resto da imensa área que nosso Brasil ocupa, encontrei com visitantes do Pará, do Maranhão, do Espírito Santo, de Minas Gerais, todos interessados não apenas no passeio despreocupado, mas, isto me encheu de alegria, bem mais perguntadores e participantes, dos dados que os guias iam nos fornecendo, sobre os índices de escolaridade, atendimento médico, especializações profissionais , formação de mão de obra hoteleira, cursos para enólogos, entre tantos outros que a demanda local carece dentro de um contexto crescentemente engrossado por um momento econômico especial da região.

Não se furtam de falar dos problemas, evidentemente, mas se gabam de enfrentá-los, são guerreiros esses gaúchos de tanta miscigenação índia e colona, bem ao gosto sensato da raça brasileira, feita de encontros que resultaram em povo único, multifacetado em questão de sobrevivência e busca de progresso.

Voltei do Sul, mais uma vez, impregnada de um nacionalismo típico, aquele que me faz reavaliar o quanto a para se acrescentar e fazer ainda por todo o país, em torno das conquistas sociais mais sólidas e menos dependentes de economias internacionais, a despeito de um mundo tão globalizado, aqui se pode produzir e consumir, crescer e atrair importadores ou turistas, parceiros ou fregueses, admiradores ou uma nova leva de visitantes que a nós acorrerão para conhecer o novo Brasil, aquele país que acordou, finalmente, que pode surpreender, com os ventos do Sul, a brisa do Nordeste, a riqueza do Sudeste, a ecologia do Centro Oeste e a potencialidade aquífera do Norte, entre mil outros itens que ficam no imaginário e podem ser alvo de pesquisa dos novos “brasilianistas” ressurgentes que se espalham pelo mundo curiosos para estudar nosso “modo de vida” , nosso jeito brasileiro de ser, entre a música, o futebol, a miscigenação, a industrialização, a economia estável, tudo com sabor de churrasco ou chimarrão, como manda a tradição que vem lá do Sul.

Cida Torneros, escritora e jornalista, mora no Rio de Janeiro, onde edita o Blog da Cida Torneros ( http://blogdacidatorneros.blogspot.com/

mar
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Posted on 15-03-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-03-2012


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Humberto, hoje, no Jornal do Comercio (PE)

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Opinião Política

O governo, a base e as baratas

Ivan de Carvalho

A presidente Dilma Rousseff designou o deputado Arlindo Chinaglia, do PT, para líder do governo no Senado Federal. Pelo menos foi isto o que o Diário Oficial da União publicou. Mas ela designou também o senador Eduardo Braga, do PMDB, para líder do governo no Senado Federal.

Claro que essa foi apenas mais uma trapalhada, quase se poderia dizer um descuido. Tem importância? Tem, como sinal. Trata-se de um ato formal da presidente da República que, pretendendo designar um deputado para a importante função de líder do governo na Câmara, o faz para a liderança do governo no Senado, para a qual havia sido designado logo antes, e neste caso sem trapalhada, um senador. Também é claro que o erro na publicação ocorreu em nível de assessoria, mas é desconcertante que ninguém acima haja notado o descuido a tempo de corrigi-lo. Uma gestão muito distraída. Ou atrapalhada.

A impressão que se tem é que o ambiente no Palácio do Planalto, pelo menos no que diz respeito às relações do governo com o Congresso Nacional, melhor dizendo, com sua base de sustentação no Congresso, é de “barata voa”. Uma coisa mais ou menos assim: o predador pretende matar as baratas da crise na base governista, mas elas voam, assustando o predador e levando-o a reagir no susto, que o baratina.

E susto grande houve quando o Senado Federal, onde a base governista representa mais de 70 por cento da Casa, rejeitou uma indicação pessoal da presidente Dilma Rousseff para o comando da Agência Nacional de Transportes Terrestres, exatamente o homem enfronhado nos trilhos do absurdo projeto do trem bala, que tem a estima da presidente. A rejeição, em voto secreto, resultou de uma rebelião liderada por peemedebistas para pressionar o governo.

Mas tem sido susto atrás de susto. Enquanto o novo líder do governo no Senado dizia ontem que sua missão é de “unificar e pacificar o PMDB” e “ampliar a interlocução da base com o governo” – esta expressão está na moda – um outro foco de crise que vinha se manifestando informalmente tornou-se ostensivo, declarado e formal: os senadores do PR, partido que tem sete das 81 cadeiras do Senado, decidiram encerrar as negociações com o Palácio do Planalto para indicar o ministro dos Transportes e imediatamente romperam com o governo, passando a oposição. O PR era governo e tinha nos Transportes o ministro Alfredo Nascimento, alvo de denúncias e por isto exonerado em julho.

O PR queria voltar ao ministério dos Transportes, mas as negociações não progrediam. O senador Blairo Maggi, do Mato Grosso, principal negociador pelo lado do PR, chegou a ser convidado para o cargo, mas não aceitou. Havia uma expectativa de que o PR indicasse e a presidente nomeasse o ex-senador César Borges, presidente do PR na Bahia, contra o qual não existem denúncias de improbidade ou quaisquer outros “malfeitos”, como diz Dilma Rousseff.

Uma eventual nomeação de César Borges seria até uma espécie de compensação para a Bahia, que perdeu importantes postos – ministérios dos Esportes, das Cidades, do Desenvolvimento Agrário e presidência da Petrobrás –, mas havia um obstáculo a superar, o fato de Borges e o governador Jaques Wagner estarem em campos políticos diferentes, adversários nas eleições de 2010.

O senador Blairo Maggi explicou as coisas de forma lapidar, após a reunião da bancada do PR que tomou as decisões já descritas: “Fui lá hoje. Não tinha definição. Eu não quero mais negociar porque o negócio não desenvolve. Então, resolvemos (os senadores do PR) que estamos fora da discussão e isso significa que estamos na oposição”.

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