http://youtu.be/uVlJWQ9Hh-g

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Procure e cartela porque neste caso da Mega-Sena a sorte no sorteio deste sabado ( nada de sonho) veio para valer.

BOA SORTE A BOA NOITE!!!

(VHS)


DEU NA FOLHA.COM

Dois apostadores de Salvador acertaram as seis dezenas do concurso 1.370 da Mega-Sena, sorteado na noite deste sábado e levaram, cada um, o prêmio de R$ 7,499 milhões, de acordo com a Caixa Econômica Federal.

O concurso 1.371, sorteado na próxima quarta-feira (14), deve pagar R$ 2 milhões.

Os números sorteados nesta noite em Tietê (SP) foram 02 – 04 – 05 – 27 – 49 – 59.

Ao todo, 115 apostas acertaram a quina e devem levar, cada uma, R$ 18.434,86. A quadra saiu para 9.979 bilhetes e pagará R$ 303,49 para cada um.

A Mega-Sena realiza sorteios duas vezes por semana, às quartas e aos sábados. As apostas devem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio. A aposta mínima –seis números– custa R$ 2.

http://youtu.be/g7yh-nbFH08
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Víttor Santos, fera do trombone, manda ver com ” Nem Eu “, composição do mestre maior da Bahia, o superlativo Dorival.

Boa Tarde!!!

(Gilson Nogueira)


Gabrielli: a posse que abre caminho para Ondina

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Opiniao Politica

O soldado Gabrielli

Ivan de Carvalho

Pronto. José Sérgio Gabrielli tomou posse ontem como secretário do Planejamento. O time do PT para a sucessão do governador Jaques Wagner em 2014 já está em campo, ainda que apenas fazendo aquecimento, e se compõe basicamente de dois jogadores. Um deles é o ex-presidente da Petrobras e o outro é o secretário da Casa Civil, deputado Rui Costa, que antes de obter o mandato parlamentar foi secretário de Relações Institucionais.

As solenidades de posse de Rui Costa na Casa Civil e Gabrielli no Planejamento foram similares em finalidade política e, por isto mesmo, também em seus elementos constitutivos. Ambas realizadas na Fundação Luís Eduardo Magalhães, que não teve lugar para todo mundo na cerimônia festiva de 5 de janeiro em que se deu posse a Rui Costa, assim como não deu para quem quis entrar ontem no auditório, na posse do “soldado Gabrielli”.

Foi com esta expressão que ele se qualificou, ontem, para afastar a convicção geral de que veio para o governo com a disposição de construir sua candidatura à sucessão de Wagner, além de trabalhar nas tarefas da Secretaria de Planejamento, evidentemente.

Nada disse que descarte a disposição de candidato e certamente não o fará, mas evita a admissão da pretensão, pois admitir agora seria uma precipitação e fonte de muitos problemas. Até mesmo porque o governador ontem mesmo disse que Gabrielli está aí como secretário (assim como Rui Costa, claro), mas, de sucessão, ele, Wagner, só cuidará a partir do segundo semestre do ano que vem. Ainda assim (isso ele não chegou a dizer), se o fim do calendário maia em 21 de dezembro próximo não coincidir com o fim do mundo.

Na festa de Gabrielli, como na de Rui Costa, houve muita presença política, mas, na primeira, duas coisas se destacaram. Elas não tiveram paralelo na outra. Uma, a presença de José Dirceu. Outra, a carta de Lula, cuja vinda foi prejudicada pela pneumonia. Ação conjunta planejada em São Paulo, não dá para duvidar. Some-se a isto a figura do próprio Gabrielli, por vários anos presidente da Petrobras. Isso fez do evento estadual um acontecimento também nacional.

Bem, quanto à vertente local, reduzir o time de alternativas petistas ao cargo de governador praticamente a apenas duas, como hoje faço pela segunda vez, poderá ser objeto de reclamações, pois existem dois outros aspirantes petistas ao governo, os prefeitos de Camaçari, Luiz Caetano (também presidente da União dos Municípios da Bahia e que foi coordenador da campanha eleitoral de Jaques Wagner) e Lauro de Freitas, Moema Gramacho. Até se poderia citar o senador Walter Pinheiro, novo líder do PT no Senado, como mais um nome de aspirante.

Mas o repórter não pode igualar situações desiguais nem confundir sonhos com realidades. Daí a fixação, a partir da perspectiva atual, no âmbito do PT (que certamente não pretende abrir mão de candidatura própria, a não ser que seja a pau), nos nomes de Gabrielli e Rui Costa.


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Dá-lhe, Paulinho!!!

Bom sabado a todos: ouvintes e leitores!!!

(VHS)

mar
10
Posted on 10-03-2012
Filed Under (Charges) by vitor on 10-03-2012


Casso, hoje, no Diário do Pará(PA)


Na festa da posse de Gabrielli na Seplan…
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…Dirceu marca presença de astro do PT

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ARTIGO DA SEMANA

Galo paulista em terreiro baiano

Vitor Hugo Soares

A posse do ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli, desde ontem novo Secretário de Planejamento do governo de Jaques Wagner, foi organizada por ele e seus aliados, de forma a passar mensagens inequívocas sobre política e poder no melhor estilo baiano. Engana-se, redondamente, quem pensar que alguma coisa foi feita ao acaso – no Centro Administrativo da Bahia – depois do forte temporal que caiu na véspera (8) em Salvador. Ou simplesmente para marcar com pompa e circunstância o início da caminhada do economista da UFBA e um dos fundadores do PT, ao lado de Lula, rumo ao Palácio de Ondina nas eleiçoes de 2014.

Ontem na capital baiana tudo foi pensado, nos mínimos detalhes, para impressionar, principalmente, aos que entendem e sabem decifrar os signos do mando e do marketing. A começar pelo local da solenidade, o auditório da Fundação Luiz Eduardo Magalhães (FLEM), ambiente criado no auge do domínio político de Antonio Carlos Magalhães, para atos e eventos de demonstração de capacidade de planejamento administrativo, força e liderança do Carlismo, preservado quase sem retoques pelo petismo dominante hoje no estado.

Em meio a tão detalhado planejamento, o senão mais lamentado na festa ficou por conta do imponderável. Internado semana passada no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, para cuidar de uma infecção pulmonar, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (que faz tratamento de um câncer de garganta) foi obrigado a cancelar a presença, em Salvador, que estava marcada antecipadamente e “com prioridade” em sua agenda pessoal.

Amigo e principal padrinho e avalista do nome de Gabrielli à sucessão “do galego Wagner”, Lula mandou uma carta de saudação (repleta de elogios pessoais e profissionais ao empossado, com destaques para o Pré-sal, a fundação do PT e a longa convivência do baiano, ao seu lado por dois mandatos) lida com muita emoção na festa petista no auditório da FLEM.

Recinto, diga-se a bem da verdade dos fatos jornalísticos, lotado de pesos-pesados da política, dos negócios empresariais privados, do marketing, do mundo acadêmico e dos mais elevados escalões da administração pública na Bahia e no País, a começar pela nova presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, substituta de Sérgio Gabrielli na estatal.

Ideia primeira na fase de organização: o evento deveria assinalar, além do prestígio de Gabrielli em sua nova pretensão, o retorno reluzente do ex-presidente Lula (ao lado do afilhado político) aos palcos e palanques das grandes disputas eleitorais. Um ato, portanto, que seguramente alcançaria enorme visibilidade regional e nacional neste ano de previsíveis embates municipais históricos. De São Paulo ao Acre, de Pernambuco ao Pará. Uma prévia fundamental para saber quem tem farinha para vender na feira em 2014.

Isso tudo em um território particularmente agradável e de bons fluidos para o ex-presidente da República (ele próprio tem assinalado este sentimento repetidas vezes na Bahia). Ontem não deu para vir: Lula mandou uma mensagem recebida com muitas palmas e algumas lágrimas. E a festa seguiu. Todo bom político, principalmente em Salvador, sabe que não adianta verberar contra o imponderável. “Toca o carro pra Lapinha”, como manda o grito de guerra dos baianos na Festa do 2 de Julho.

Mas engana-se, outra vez, rotundamente (como dizia Leonel Brizola), quem pensar que, com a ausência de Lula, a festa baiana da posse de Gabrielli, no secretariado do governo petista, ficou sem o brilho de um astro de primeira grandeza no salão.

E nem imaginem que o espaço petista vazio, na ausência de Lula, foi ocupado por Graça Foster, Wagner ou algum dos outros dois ansiosos postulantes que disputam, com Gabrielli, as graças do partido para concorrer como candidato governista à sucessão do “galego”: Walter Pinheiro (líder do governo Dilma no Senado, baleado na asa esta semana, depois da primeira derrota da presidente em votação no Congresso) e o deputado licenciado Rui Costa, novo chefe da Casa Civil do governo estadual (e tido por muitos “companheiros” como candidato “in pectore” do governador).

Na verdade, além do próprio José Sérgio Gabrielli, a grande estrela da festa no Centro Administrativo da Bahia foi o deputado cassado, ex-ministro-chefe da Casa Civil de Lula e atual poderoso dirigente nacional e articulador político do PT, José Dirceu.

Foram as fotos ao seu lado “e o abraço de Zé” que quase todos disputavam, vivamente, na passagem de Dirceu pelo auditório. Os companheiros históricos e de sempre do PT na Bahia (e não são poucos); os “velhos amigos” do PC do B, a “turma da pesada na esquerda” no tempo das lutas estudantis e da clandestinidade, os neo-petistas, que há pouco tempo balançavam bandeiras do carlismo no estado, e até o “ex-ministro da ditadura” e empresário Angelo Calmon de Sá.

“Amaldiçoado quem pensar mal dessas coisas”, diriam os franceses.

Mas fato é fato, e foi Zé Dirceu quem veio em carne e osso a Salvador – “ele continua um pão”, suspirava uma ex-militante das passeatas baianas, presente ontem na FLEM – para dizer que o nome do partido “e das esquerdas” na Bahia, para a sucessão de Wagner é o do ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli. Doa em quem doer.

A conferir.

Vitor Hugo Soares e jornalista – E-mail: vitor-soares1@terra.com.br


Pepe Vargas:o substituto de Florence
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DEU NO GLOBO.COM

O ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Afonso Florence, saiu do governo nesta sexta-feira, e será substituído pelo deputado Pepe Vargas (PT-RS). Florence (PT-BA) voltará para a Câmara dos Deputados para “cuidar de projetos políticos pessoais”. Em nota à imprensa, a presidente Dilma Rousseff agradeceu “os inestimáveis serviços prestados” por Florence, que continuará contando com sua “estima e total confiança” na Câmara e em outras funções que venha a exercer. A posse do novo ministro ainda não está marcada.

A nota diz ainda que Florence conduziu “com dedicação e eficiência ações que fortalecem a agricultura familiar e contribuíram para a redução da pobreza no campo e para a promoção da inclusão social”. Ele deixa o cargo, segundo o Palácio do Planalto, “depois de dar importante colaboração ao governo e ao país”. A presidente desejou “boa sorte” a Vargas, “certa de que ele exercerá as novas funções com o mesmo empenho e compromisso que têm caracterizado sua vida pública”.

Florence era considerado um ministro muito apagado por setores do governo e não conseguiu construir uma boa relação com os movimentos ligados à reforma agrária. Ele foi pego de surpresa. A assessoria do MDA já havia divulgado a agenda dele, na próxima terça-feira, em Maceió. Florence participaria da entrega de retroescavadeiras a 31 municípios de Alagoas, dentro do programa do governo federal de financiamento da construção e recuperação de estradas vicinais.

Apesar dos elogios da presidente na nota à imprensa, o desempenho de Florence no Ministério do Desenvolvimento Agrário não agradava ao Planalto nem aos movimentos sociais ligados à reforma agrária. Somente após um ano de governo, a presidente assinou seu primeiro lote de desapropriações de terras para reforma agrária. Foram desapropriadas 60 fazendas, em 13 estados, que devem atender 2.739 famílias.

A saída do ministro enfraquece o poder de Jaques Wagner no governo federal e amplia o espaço dos gaúchos, que já ocupam o Desenvolvimento Social (Tereza Campello), a Advocacia Geral da União (Luís Inácio Adams), os Direitos Humanos (Maria do Rosário), o Banco Central (Alexandre Tombini), a Agricultura (Mendes Ribeiro Filho), a Ciência e Tecnologia (Marco Antônio Raupp) e a chefia de gabinete da Presidência (Giles Azevedo).

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/

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