fev
17


Deputado Romário: no rol dos alcançados pela lei
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A validação da Lei da Ficha Limpa pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na noite de ontem, levantou um arame farpado que deve manter alguns dos principais nomes da política nacional afastados das urnas por um bom tempo.

A lista é ampla, geral e irrestrita. Pega desde parlamentares envolvidos no mensalão do PT, que veio à tona em 2005, ao mensalão do DEM, revelado pelo iG em 2009. Vai do ex-ministro José Dirceu (PT-SP) aos ex-governadores José Roberto Arruda (sem partido) e Joaquim Roriz (PSC-DF).

Nem mesmo o deputado federal em primeiro mandato e tetracampeão mundial com a seleção canarinho, Romário de Souza Faria (PSB-RJ), bem como um número não contabilizado pela Justiça Eleitoral de políticos atingidos por todo tipo de denúncias, devem escapar à norma.

A decisão do Supremo torna inelegíveis por oito anos políticos cassados, que renunciaram ao mandato para fugir de processo de cassação e os condenados por órgão colegiado, independente de o caso ter ou não sido julgado em última instância.

Os casos de cassação e renúncia atingem principalmente parlamentares envolvidos em episódios que ficaram conhecidos como “mensalão”. Em 2005, o rótulo foi originalmente atribuído ao escândalo que marcou a maior crise política do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que consistia na denúncia de pagamento de mesada a congressistas em troca de apoio a projetos de interesse do governo federal.

Com repercussões no Palácio do Planalto, na Esplanada dos Ministérios e no Congresso, a crise levou à queda do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, então braço-direito de Lula, assim como de toda cúpula do Partido dos Trabalhadores na época. De volta à Câmara, Dirceu teve seu mandato cassado pelos colegas.

Desde então, o ex-ministro, apontado pelo Ministério Público (MP) como o “chefe da quadrilha”, tem se empenhado em retornar à política. Dirceu participa de eventos do PT e busca “anistia” das acusações em processo em curso no STF, onde é réu junto com outros 35 “mensaleiros”. Ao todo, o MP denunciou 22 por crime de formação de quadrilha. O caso deve ser analisado este ano pelo Supremo.

O rol de réus do mensalão inclui ainda o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ). Autor das denúncias, Jefferson foi o primeiro parlamentar a ter o mandato cassado. Embora afastado da vida pública, o presidente do PTB ainda atua nos bastidores, inclusive na articulação de uma aliança da sigla em torno da candidatura do deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP) à prefeitura de São Paulo, contra os interesses do PT.

A crise do mensalão resultou também na renúncia do então presidente do PL, deputado Valdemar Costa Neto (SP). Na ocasião, o parlamentar assumiu na tribuna da Câmara ter recebido dinheiro não contabilizado do PT para custear despesas de campanha em 2002. Apesar da renúncia, Costa Neto voltou a ser eleito para mandato na Câmara e hoje é um dos nomes com mais força dentro do PR.

Alguns deputados acusados de envolvimento no mensalão, no entanto, se recusaram a renunciar ao posto e tampouco foram cassados. É o caso de João Paulo Cunha (PT-SP), que até o início do ano presidiu a Comissão de Constituição e Justiça, uma das principais da Casa, e de Sandro Mabel (GO), que na época estava no PL e hoje se assentou no PMDB.

Leia integra da reportagem sobre rol da Ficha Limpa no IG
www.ig.com.br


Daniela, Caetano e Gil: passado, Daniela?
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DEU NA REVISTA DIGITAL TERRA MAGAZINE

Bob Fernandes e Claudio Leal

De Salvador (BA)

Nesta noite de sexta-feira (17), ao passar em frente ao camarote Terra, a cantora Daniela Mercury parou o show e disse:

– Quando o Terra quiser falar comigo, fale pela frente! Não bote fofoca em sua revista (Terra Magazine)! Me respeite que eu não sou moleca!… Fofoca é coisa do diabo. Quem é covarde fala por trás…

Não eram fofocas. Paulo Miguez, professor da Universidade Federal da Bahia e ex-secretário de Políticas Culturais do ministério da Cultura liderado por Gilberto Gil, em entrevista a Terra Magazine, nesta noite de sexta, depois do discurso da cantora, confirmou o teor da reportagem e dos diálogos ocorridos nos bastidores do programa “Aprovado”, da TV Bahia, afiliada da Rede Globo.

– Eu estava no programa “Aprovado”, eu fui um dos que mantiveram aqueles diálogos com ela. Confirmo todos os diálogos, confirmo as minhas respostas, a interlocução foi exatamente aquela. Agora, só foram suprimidos alguns palavrões que ela disse, que vocês não publicaram porque certamente não ficaria bem serem publicados pelo Terra – diz Miguez.

Antes de se aproximar do camarote, a cantora puxou a música “Milagres do Povo”, de Caetano Veloso, e puxou:

– Pra turma do Terra, em homenagem a Caetano e Gilberto Gil… Caetano eterno, insubstituível…

É certo que Daniela Mercury não deve ter sido bem informada pelos seus. Terra Magazine procurou sua assessoria por quatro vezes – duas por telefone e duas por e-mail, e tem prova da troca de mensagens – para dela obter resposta. A assessoria enviou duas notas, que foram publicadas na íntegra. Portanto, Terra Magazine procurou Daniela Mercury.

Nos bastidores da gravação do programa “Aprovado”, da TV, em janeiro, a cantora opinou sobre o modelo do carnaval de Salvador. Fora do ar, a conversa correu na informalidade. Participavam do debate, além de Daniela, os músicos Luiz Caldas, Durval Lélys e Saulo Fernandes, o professor Paulo Miguez e o apresentador Jackson Costa. No estúdio, mais de uma dezena de técnicos e assessores. Terra Magazine apurou os bastidores com três dos presentes.

Numa das discussões, o professor do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências da Ufba, Paulo Miguez, afirmou que o Axé Music só teria sido possível com a evolução do trio elétrico nos anos 70, com Moraes Moreira introduzindo o ijexá e com a existência da Tropicália. Daniela o interrompeu e se declarou de “saco cheio” dessa história. “Caetano (Veloso) e (Gilberto) Gil são do passado”, declarou.

Depois de críticas de um dos participantes ao cantor Bell Marques (do Chiclete com Banana) por ter passado na frente do afoxé Filhos de Gandhy, na Praça Castro Alves, em 2006, gesto considerado um desrespeito às tradições do carnaval, ela afirmou: “Isso é porque você (Paulo Miguez) não sabe o que é ficar seis, sete horas esperando para entrar na avenida, ouvindo aquele cara (do Gandhy) tocar o agogô!”.

A seguir, a entrevista com o professor Paulo Miguez, nesta sexta, após o discurso de Daniela Mercury.

Terra Magazine – Professor Paulo Miguez, você participou do programa “Aprovado”, da TV Bahia?
Sim, participei.

Aqueles diálogos aconteceram?
Foram diálogos fora da gravação, mas diálogos que aconteceram.

Os diálogos foram aqueles?
Exatamente aqueles.

O diálogo se dá entre você e Daniela Mercury?
Alguns deles… O equipamento quebrou e as pessoas continuaram a conversar. As pessoas falaram com mais paixão porque sabiam que não estava no ar, que era um bastidor. Mas que aquilo tudo foi discutido, foi.

Quantas pessoas no estúdio?
Entre convidados e técnicos, umas vinte pessoas no estúdio. Boa parte deles deve ter ouvido tudo.

Em duas notas, uma assinada por sua assessoria e outra por ela mesma, Daniela disse que o relato é “inverídico” e também “fora de contexto”, o que são duas coisas contraditórias entre si. Você confirma o teor do relato que apuramos?
Confirmo. Foi exatamente aquilo.

Em relação a Gil, Caetano, filhos de Gandhy, Bell Marques…
Sim, a tudo. Luiz Caldas certamente confirmará, porque estava do meu lado. Pelo menos a fala dele, “duvido que eles larguem o osso”.

Então, você confirma todo o diálogo?
Eu estava no programa “Aprovado”, eu fui um dos que mantiveram aqueles diálogos com ela. Confirmo todos os diálogos, confirmo as minhas respostas, a interlocução foi exatamente aquela. Agora, só foram suprimidos alguns palavrões que ela disse, que vocês não publicaram porque certamente não ficaria bem serem publicados pelo Terra. Vocês me ligaram, eu não atendi, mas, diante do que ela disse esta noite, negando o ocorrido, confirmo que ela disse tudo aquilo. Não posso fugir dos fatos porque tinha mais gente. Não foi um diálogo entre duas pessoas, mas um diálogo que mais de 20 pessoas assistiram. Não era pra ser publicado, mas, já que vocês publicaram, não posso fugir da verdade.

Leia mais sobre o carnaval da bahia na revista digital Terra magazine
http://terramagazine.terra.com.br


DEU NO IG


Lula:depois da quimio, repouso em casa

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concluiu nesta sexta-feira o tratamento de quimioterapia, de acordo com boletim médico divulgado nesta tarde pelo Hospital Sírio-Libanês.

Segundo o boletim, Lula teve alta hospitalar e realizará o processo de recuperação em sua residência, em São Bernado do Campo, na grande São Paulo. Ele receberá assistência fonoaudiológica e fisioterápica em casa. Ainda de acordo com médicos, os exames de reavaliação do tratamento oncológico deverão ocorrer entre quatro e seis semanas.

“Os médicos recomendaram ao paciente que permaneça em repouso neste final de semana e não participe do desfile carnavalesco”, diz o boletim.


Sara brito:já combinaram com ela?

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O jornal A Tarde publica:

“Em viagem aos EUA a passeio, o desembargador Carlos Cintra, presidente do TRE em exercício, dirá quando voltar se quer ou não disputar a presidência do TRE, a que vai presidir as eleições deste ano. Cintra, que vai se aposentar no próximo ano, tem dito que está cansado e não quer.

Mas os aliados dele querem que ele queira. Um deles, o presidente do TJ, Mário Alberto Hirs, diz que eleitoralmente não há problema:

– Se Cintra topar, e nós queremos que ele tope. Ele ganha a eleição de 4 a 3.”

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BAHIA EM PAUTA COMENTA:

“Até aqui, tudo bem”, como diria aquele suicida da piada antológica de Millôr Fernandes, ao passar pela janela do décimo andar depois de se atirar do alto de um edificio de 20 pavimentos.

No caso em pauta, cabe ainda uma pergunta, e perguntar não ofende:

Alguem do time de Cintra já combinou com a desembargadora Sara Brito, recém eleita para o TRE , sobre o placar do jogo?

Responda quem souber

(Vitor Hugo Soares)

http://youtu.be/LamjauFJON4
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Porta Estandarte foi a grande vencedora do II Festival Nacional de Música Popular Brasileira, realizado pela TV Excelsior em 1966. É uma composição de Geraldo Vandré em parceria com o baiano de Ubaitaba, Fernando Lona. No festival foi defendida pela cantora Tuca e por Airto Moreira, mas teve também notável interpretação, em dupla, de Marilia Medaglia e Edu lobo.

BOM DIA E FELIZ CARNAVAL!!!

(VHS)


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DEU NA REVISTA DIGITAL TERRA MAGAZINE

AS CORDAS E O CARNAVAL

Paulo Miguez

De Salvador (BA)

As cordas não são uma invenção recente do carnaval baiano. Existem, por aqui, desde muito tempo. Eram usadas por praticamente todas as entidades carnavalescas, ao menos por aquelas que participavam dos concursos que premiavam os melhores do carnaval. Por um lado, garantiam uma certa uniformidade durante o percurso pela Avenida, por outro, sinalizavam algum grau de organização da entidade.

As cordas não só eram utilizadas por blocos, batucadas e afoxés como chegaram a batizar um tipo de grupo carnavalesco, os “cordões”, nome dado a grandes batucadas e blocos, uma categoria que fazia parte, inclusive, do concurso de entidades carnavalescas. Desapareceram por volta da metade dos anos 1970, quando a juventude negromestiça que “saía” nos “cordões” migrou em peso para os Blocos Afro que acabavam de criar. Lembro do “Cordão Carnavalesco Vai Levando”, imenso, uma potente orquestra de percussão e sopro, os homens trajando bermudas e camisas coloridas, com toalhas de rosto penduradas no pescoço, agitando pequenas sombrinhas, também coloridas, daquelas com que se dança o frevo no carnaval pernambucano.

Sem cordas, só o Bloco do Jacu. Criado ainda na década de 1960 por jovens das classes médias de Salvador, tornou-se famoso pelo seu slogan: “Não tem corda porque tem coração”. Um slogan que, pela diferença que celebrava, confirma a existência das cordas na cena carnavalesca já lá atrás.

Mas as cordas, agora, são outras. Mudaram radicalmente o seu sentido original. Já não são utilizadas para juntar os que desfilam; servem para separar os que pagaram dos que não pagaram pelo direito de “sair” no bloco. Foram, portanto, reinventadas como negócio.

É que no carnaval afro-elétrico-empresarial que se desenvolveu a partir dos anos 1980, as cordas passaram a compor a equação mercantil da festa, aí ocupando um lugar de proa. Mais que tudo, as cordas, desde então, garantem a “segurança” dos participantes dos blocos, item que rivaliza com a “alegria” na composição do produto-bloco.

Sua importância, das “cordas” e da “segurança”, no negócio dos blocos é de tal ordem que acabaram inventando outra novidade no carnaval: os “cordeiros” – antes, segurar as cordas era uma responsabilidade, regra geral compartilhada pelos membros das próprias entidades -, um exército de algumas boas dezenas de milhares de homens e mulheres pobres e desempregados que, recrutados por empresas que oferecem este serviço aos blocos, seguem, desfile afora, como um paredão humano a separar os foliões-consumidores, os dos blocos (apenas 15,5%), dos foliões-pipoca (62%, a maioria, portanto).

Uma ocupação, a dos “cordeiros”, que exercida de forma tão precária (remuneração, alimentação, equipamentos de segurança etc) acabou por levar à constituição de sindicato próprio, o Sindicorda, que atua na tentativa de garantir o mínimo de direitos a quase-escravos fantasiados de trabalhadores – lembram os escravos que durante o Entrudo carregavam em cestos e gamelas os limões-de-cheiro que serviam de munição aos “combates” travados entre si pelos seus senhores.

Pois bem, o carnaval que começou nesta quinta-feira em Salvador promete a apresentação de várias das grandes estrelas da música carnavalesca, artistas que são “puxadores” de grandes blocos, em trios elétricos fora das cordas. Generoso, Saulo Fernandes, cantor do Bloco Eva e que arriou as cordas no carnaval passado para comemorar os trinta anos de desfiles do bloco; generosos, também, os que este ano resolveram seguir o seu exemplo.

Mas, se Momo agradece tamanha generosidade, também adverte que o carnaval não pode e não quer depender de generosidades individuais para enfrentar os seus desafios, para resolver os seus problemas. A festa, como patrimônio cultural da Bahia, exige, isto sim, políticas, políticas públicas de cultura, coisa que não existe no carnaval baiano – exceção feita a alguns programas da Secretaria Estadual de Cultura, cujo melhor exemplo é o “Carnaval Ouro Negro”, programa destinado a apoiar a participação de entidades afro-carnavalescas na festa.

É óbvio que a decisão de arriar as cordas, bem-vinda, claro, nem de longe enfrenta o desafio de equacionar a questão do espaço público no carnaval. Aqui, trata-se, evidentemente, de uma mudança radical da lógica que orienta, hoje, a organização da festa. Sem que seja reformulado inteiramente o Conselho Municipal do Carnaval, hegemonizado que está pelos grandes grupos que atuam no carnaval-negócio, sem que a Prefeitura assuma as suas responsabilidades com a dimensão cultural do carnaval, formulando e implementando políticas culturais dedicadas à festa e regulando negócios e negociantes que atuam no mercado carnavalesco, não há saída.

Arriar as cordas – e só no circuito da Avenida, porque no circuito Barra-Ondina… ah!, aí nem pensar, é o filé do negócio (hotéis, televisões, celebridades), convenhamos que generosidade tem limites! – sem mexer na ordem do desfile nos circuitos é fazer um jogo de faz-de-conta, jogo do qual a Prefeitura participa consciente e irresponsavelmente. Arriam as cordas para não “arriarem” abadás, camarotes, carros-de-apoio (pra quem não é do pedaço baiano, são aqueles caminhões que seguem atrás dos trios elétricos dos blocos oferecendo serviços privados de bar, banheiro e atendimento médico e que também servem de poleiro para papagaios de piratas e sub-celebridades locais olharem de cima a “patuleia” que brinca espremida pelas cordas) etc.

Mais que generosidade, o que o carnaval espera das estrelas que inventou é que se reconheçam como súditos de Momo, como devedores da cidade e de sua folia, folia, aliás, que os fez grandes e ricos, ainda que muitos deles, aqui e ali, deixem entrever a falsa e arrogante ideia de que foram eles que tornaram o carnaval uma grande festa.

Sem isso, até a generosidade corre riscos. O risco de revelar-se uma farsa. De revelar que, no lugar da generosidade, a máscara de quem se imagina generoso esconde mesmo é o desprezo e o desrespeito pelos que não podem ou não querem pagar pela alegria carnavalesca. Com a palavra, Bell Marques, líder da Banda Chiclete com Banana, que, com bandana e sem máscara, declarou que “povão” tem mais é que agradecer aos céus pela festa que ele faz de dentro das cordas e que, aliás, a ideia de arriar as cordas este ano na Avenida não foi dele. Foi do seu patrocinador.

Paulo Miguez é doutor em Comunicação e Cultura Contemporâneas. Atualmente é professor do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências da UFBA e coordena o Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade (UFBA). Foi assessor do ex-ministro da Cultura Gilberto Gil e Secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura entre 2003 e 2005.

fev
17


Teixeira, com Ronaldo e Bebeto:aliados se afastam
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Evitando contato com a imprensa, o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ricardo Teixeira, não compareceu na entrevista coletiva após o anúncio de Bebeto como novo membro do conselho do COL (Comitê Organizador Local da Copa de 2014). O cartola, que vive em meio a boatos de que renunciará à presidência da entidade, apareceu apenas em uma foto posada entre os conselheiros Ronaldo, Bebeto, e os diretores do COL Ricardo Trade e Joana Havelange, que é sua filha.

A foto divulgada pelo site da Copa do Mundo de 2014 foi a única aparição do presidente da CBF, que segundo alguns aliados vive isolado nos últimos dias. O cartola não nega, nem mesmo através da sua assessoria de imprensa, a possibilidade de deixar o cargo.

“A pessoa que está no comando está no comando. Só trabalhamos com fatos, não foi a CBF que divulgou a informação. Não posso ficar lidando com especulação. Lido com informação e não tenho nenhuma informação para dar”, declarou Rodrigo Paiva, diretor de comunicação da CBF, após o anúncio de Bebeto.

Ao site da Copa do Mundo, Teixeira comentou apenas a chegada de Bebeto ao COL. “Ronaldo e Bebeto fizeram muito pela Seleção Brasileira dentro de campo. Agora, fora das quatro linhas, vão trabalhar juntos para que a Copa do Mundo da FIFA no Brasil seja um sucesso”, afirmou.

(Deu no IG, colaborou Renan Rodrigues, iG Rio de Janeiro)

fev
17
Posted on 17-02-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-02-2012


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Aroeira, hoje, no jornal O Dia (RJ)


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OPINIÃO POLÍTICA

Aborto: mais um round

Ivan de Carvalho

A ministra Eleonora Menicucci, depois de convidada para a Secretaria de Políticas para as Mulheres pela presidente Dilma Rousseff e antes de tomar posse do cargo, declarou o que em seguida declararia ser sua “convicção pessoal” favorável à liberação geral do aborto e disse que, para ela, o aborto “é uma questão de saúde pública”.

Isso provocou forte e indignada reação de igrejas e lideranças evangélicas e da Igreja Católica, na qual o bispo da diocese paulista de Assis e presidente da Vida Regional Sul 1 da CNBB, dom José Benedito Simão, qualificou Eleonora Menicucci de “uma pessoa infeliz, mal-amada e irresponsável”, que “adotou uma postura contra o povo e a favor da morte”.

O bispo advertiu que vai seguir os pronunciamentos da ministra e seu trabalho. Caso sejam “nessa mesma linha (de defesa do aborto), vamos tomar algumas medidas de protesto, que podem ser panfleto ou manifesto público”. Acrescentou que Menicucci abriu polêmica que pode criar um confronto entre Igreja e governo.

Na ocasião, a ministra ainda não havia tomado posse. Quando o fez, a presidente Dilma Rousseff, que tem amizade com ela desde os tempos da luta contra o regime militar, afirmou que a nova ministra seguirá a política do governo e a própria empossada fez declaração idêntica. Diante dessas declarações, a CNBB informou, por sua assessoria de imprensa, que o fato de a nova ministra ser favorável ao aborto é uma questão pessoal e não uma posição oficial do governo, razão pela qual, segundo o secretário-geral da entidade, dom Leonardo Steiner, bispo auxiliar da Arquidiocese de Brasília, não se justificaria uma declaração oficial da CNBB.

Mas ocorre que, como já assinalado, o presidente da Vida Regional 1 da CNBB, dom José Benedito Simão, já fizera uma declaração que tanto pode ser qualificada como mal-educada quanto como devastadora. Mas apesar dos panos quentes da secretaria-geral da CNBB, o assunto não estava encerrado no que diz respeito à Igreja Católica (o mesmo se pode dizer em relação a várias denominações evangélicas, que ainda não se aquietaram a respeito).

A parte mais importante da reação, no que toca à Igreja Católica, veio com uma carta da CNBB (que antes dera a saber, pela assessoria de seu secretário-geral, que não se justificaria uma declaração oficial). Com certeza a Igreja prosseguiu analisando e discutindo o caso e percebeu que, inserido no contexto político-ideológico em que está posto, se trata de um problema de grande magnitude. Resolveu, então, pronunciar-se formal e oficialmente.

E fez isto em carta à presidente Dilma Rousseff (chefe do governo e responsável pela escolha dos ministros e ministras). Na carta, criticou a posição da nova ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres por sua defesa da legalização do aborto.

Em entrevista à imprensa, o presidente da CNBB, dom Raymundo Damasceno Assis, informou que a Igreja Católica reitera seu compromisso em “defesa da vida em todo o seu estado natural, desde sua concepção e é absolutamente contra o aborto”, advertindo que “a vida merece respeito desde o princípio, desde a concepção” e que “essa é uma questão inegociável”, acrescentando que “qualquer debate sobre os direitos da mulher não pode excluir os direitos do nascituro”.

Coincidência ou não (eu, pessoalmente, não creio em coincidências), a CNBB informou ontem que a Campanha da Fraternidade deste ano, a ser lançada no dia 22, com a presença do ministro da Saúde, o petista Alexandre Padilha, terá como tema “Saúde Pública”. Cabe, talvez, lembrar que para a ministra Eleonora Menicucci “aborto é uma questão de saúde pública” e também que acabam de ser cortados R$ 5 bilhões do notoriamente

http://youtu.be/4rJFm3MOSNk
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Imagine Amelinha em cima do trio cruzando a Avenida Sete com destino à Praça Castro Alves, cantando este frevo de rachar, e a multidão enlouquecida (este editor no meio) pulando atrás: sem cordas, sem lenço e apenas alguns trocados e a carteira de identidade no bolso. Não acredita? Pois eu juro que o carnaval da Bahia já foi assim.

BOA NOITE!!!

(Vitor Hugo Soares)

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