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24
Posted on 24-01-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 24-01-2012

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Indian Summer – Glenn Miller Vocals: Ray Eberle

BOA NOITE!!!

(VHS)

http://youtu.be/Q7Uo-4iwdaI
Brown e Mendes na trilha do Oscar
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DEU NO JORNAL DIGITAL 247

Lucas Reginato

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou nesta
terça-feira, em uma cerimônia em Los Angeles, os escolhidos para
concorrer ao Oscar 2012. Como esperado, O Artista foi o grande
destaque, indicado nas principais categorias. Os Descendentes, que
ganhou dois Globos de Ouro, aparenta ser o único longa que possa fazer
frente ao favorito. Mas quem lidera a corrida mesmo é a animação em 3D
do diretor Martin Scorsese, “A invenção de Hugo Cabret”, com 11
indicações.

Michel Hazanavicius, diretor de O Artista, é um dos favoritos para
ganhar o prêmio de Melhor Diretor por estar à frente do que será
considerado, provavelmente, o melhor filme. Ele tem como concorrentes,
no entanto, nomes como Woody Allen, de Meia-noite em Paris, e Martin
Scorsese, de A Invenção de Hugo Cabret. O Artista concorre ainda como
Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Roteiro
Original.

Na disputa como melhor protagonista masculino, George Clooney é o
favorito após vencer o Globo de Ouro por seu papel em Os Descendentes.
Ele enfrenta o francês Jean Dujardin, grande surpresa do ano, também
vencedor do Globo de Ouro por interpretar o artista do filme homônimo.

Entre as mulheres, Meryl Streep dificilmente perderá o troféu de
Melhor Atriz. Ela concorre com Viola Davis (Histórias Cruzadas),
Rooney Mara (Millenium – Os Homens que não amavam as mulheres), Glenn
Close (Albert Nobbs) e Michelle Williams (Sete Dias com Marilyn),
vencedora do Globo de Ouro como Melhor Atriz de Musical e Comédia.

Com Tropa de Elite 2 fora já nas pré-indicações, o único título de
origem brasileira pode ser o de Melhor Canção, no qual concorrem
Sérgio Mendes e Carlinhos Brown pela composição da trilha sonora da
animação Rio.

Como Melhor Filme, disputam, além de O Artista e Os Descendentes,
outras sete produções: Cavalo de Guerra, Moneyball, Histórias
Cruzadas, A Árvore da Vida, Meina-noite em Paris, A Invenção de Hugo
Cabret. O anúncio dos vencedores e a entrega dos troféus serão feitos
durante cerimônia no Teatro Kodak, 26 de fevereiro, em Los Angeles.
Veja a lista completa:

Melhor Filme

Cavalo de Guerra

O Artista

Moneyball

Os Descendentes

Histórias Cruzadas

A Árvore da Vida

Meina-noite em Paris

A Invenção de Hugo Cabret

Melhor Atriz

Viola Davis, por Histórias Cruzadas

Meryl Streep, por A Dama de Ferro

Rooney Mara, por Millenium – Os Homens que não amavam as mulheres

Michelle Williams, por Sete Dias com Marilyn

Glenn Close, por Albert Nobbs

Melhor Ator

Demián Bichir, por A Better Life

George Clooney, por Os Descendentes

Jean Dujardin, por O Artista

Gary Oldman, por O Espião que Sabia Demais

Brad Pitt, por Moneyball

Melhor Atriz Coadjuvante

Bérénice Bejo, por O Artista

Jessica Chastain, por Histórias Cruzadas

Melissa McCarthy, por Missão Madrinha de Casamento

Janet McTeer, por Albert Nobbs

Octavia Spence, por Histórias Cruzadas

Ator Coadjuvante

Kenneth Branagah, por Sete Dias com Marilyn

Jonah Hill, por Moneyball

Nick Nolte, por Warrior

Christopher Plummer, por Toda Forma de Amor

Max von Sydow, por Tão Forte e Tão Perto

Melhor Diretor

Michel Hazanavicius, por O Artista

Alexander Payne, por Os Descendentes

Martin Scorsese, por A Invenção de Hugo Cabret

Woody Allen, por Meia-noite em Paris

Terrence Malick, por A Árvore da Vida

jan
24

Patricia e Ciro: separados desde o fim de 2011

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DEU NA REVISTA DA BAHIA

O político Ciro Gomes, de 57 anos e a atriz Patrícia Pillar, de 48, estão separados desde o fim de 2011. Nesta terça-feira (24) a assessoria de imprensa da atriz confirmou o fim do casamento de mais de 10 anos.

O jornal Diário de S. Paulo revela que Patrícia e o político se separaram no fim do ano passado, mas somente agora o rompimento veio à tona. Patrícia não está mais usando aliança.

Os dois mantiam uma relação desde 1999. A última vez que a atriz foi clicada, em público, foi na apresentação do show ”Chico”, de Chico Buarque, no Rio de Janeiro. E ela estava sozinha no evento.


DEU NO JORNAL PORTUGUÊS DIÁRIO DE NOTÍCIAS

A uma semana da visita de Dilma Rousseff a Havana, a jornalista cubana Yoani Sanchez, umas das principais vozes críticas do regime de Cuba, formalizou um pedido de ajuda à Presidente brasileira para sair do país e visitar Jequié, na Bahurante, no lançamento de documentário de realizador brasileiro sobre  imprensa em Cuba.

“Sei muito bem que ela sentiu na pele o que é a vulnerabilidade de poder entre o Governo e um indivíduo, o que é o controle excessivo e a repressão”, descreve a jornalista e escritora num vídeo dirigido a Dilma Rousseff e colocado no youtube.

Inicialmente, o Governo brasileiro não comentou o pedido de Yoani Sanchez, argumentando com a falta de um documento formal para que a solicitação fosse considerada.

Hoje, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil (Itamaraty) confirmou a receção de uma carta formal na Embaixada brasileira em Havana, documento que será encaminhado para o Palácio do Planalto, sede da Presidência.

Yoani Sanchez pede autorização para participar, em fevereiro, no lançamento do documentário “Conexão Cuba Honduras”, realizado pelo brasileiro Dado Galvão, no qual participou com um depoimento sobre a censura sofrida pela imprensa cubana.

DEU NO IG

Fornecimento de energia é restabelecido no Rio e na Baixada Fluminense
Problema deixou cerca de 940 mil pessoas sem luz na manhã desta terça-feira.A energia foi totalmente restabelecida na zona norte do Rio de Janeiro e no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, segundo informam as concessionárias Light e Ampla. Uma falha no Sistema Interligado Nacional (SIN) causou oscilações no fornecimento de energia elétrica nessas regiões por volta das 10h30 desta terça-feira (24).

Em nota, a Light informou que os procedimentos para resolver o problema foram tomados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A concessionária Ampla comunicou que a falha no fornecimento de energia em Duque de Caxias foi decorrente de um desarme na substação de São José, pertencente à Eletrobras-Furnas. Os motivos das oscilações ainda não foram divulgados.

Entre os bairros da zona norte do Rio que foram afetados estão Ilha do Governador, Bonsucesso, Olaria, Vila da Penha, Cachambi, Quintino, Piedade e Inhaúma. A interrupção prejudicou cerca de 840 mil clientes da Light. Em Duque de Caxias, área de responsabilidade da Ampla, aconteceram problemas em Campos Elísios, Saracuruna, Jardim Primavera, Figueira, Mauá e Parque Império, afetando 100 mil clientes.

No Rio de Janeiro, o problema no fornecimento de energia chegou a afetar o funcionamento do metrô. As doze estações localizadas entre Pavuna e Maria da Graça, na Linha 2, ficaram fechadas por 55 minutos. De acordo com a concessionária Metrô Rio, a situação foi normalizada e os passageiros estão embarcando nas composições.

A falta de luz também prejudicou o Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim (Galeão), localizado na Ilha do Governador, zona norte do Rio. De acordo com a Infraero, nenhum voo atrasou por causa da falha no fornecimento de energia, mas aconteceram oscilações de luz nos terminais e os geradores tiveram que ser utilizados.

O problema no fornecimento elétrico não poupou nem o secretário municipal do Rio de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Osório. No momento da falta de luz, ele estava no telefério do Complexo do Alemão. “Fiquei 20 minutos parado no bondinho, que funciona com geradores apenas para retirar passageiros”, postou ele no Twitter.

jan
24
Posted on 24-01-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 24-01-2012

Esta música foi composta originalmente por Victor Herbert, em 1919. Vinte anos depois, ela ganhou letra de Al Dubin e foi gravada por Frank Sinatra, acompanhado de Tommy Dorsey & Orquestra. Foi a partir desta gravação, acredito eu, que surgiu a versão brasileira, com letra de Haroldo Barbosa, gravada por Francisco Alves e as Três Marias,? em 1943.
(De um ouvinte que assina Gato Preto na área de comentários sobre o vídeo no You Tube:)
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Céu Cor-de-Rosa
Quarteto em CY

Ontem
Na tarde formosa
No céu cor-de-rosa
Longe, longe
Divagando e pensando em ti, fiquei
Tuas juras de amor eu recolherei
Melancolicamente
Lembrei o passado
Procurei-te ao meu lado
Triste sonho
Como o sol no poente morreu
Assim minh’alma escureceu
Na solidão
Noite, noite em meu coração

Ontem
Revendo as lembranças do passado
Eu quis procurar-te ao meu lado, eu quis
Sonho em vão
Teu calor eu não senti
Como o sol no poente ficou
Assim o amor já se apagou
Desilusão
Noite, noite em meu coração.

BOA TARDE!!!

(VHS)


Luiz Caldas no carnaval do ano passado em Salvador
Foto Reinaldo Marques/Terra
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DEU NA REVISTA DIGITAL TERRA MAGAZINE

Dayanne Sousa

O Pai do Axé, Luiz Caldas, tornou-se um crítico da indústria do Carnaval baiano. Em sua nova música, composta em parceria com César Rasec, lamenta a “chuva de grana” por trás da organização dos foliões de Salvador em camarotes e blocos com abadás. Divisão que, no olhar do músico, arranca a espontaneidade da festa. “O Carnaval perde na essência para poder lucrar na parte financeira”, lamenta em entrevista a Terra Magazine.

Saudoso de tempos em que não havia a “farda” que uniformiza os blocos, Caldas se vê como um dos responsáveis pelo mal que ataca. Sua música Fricote, que em 2010 comemorou 25 anos, é considerada o marco inicial do axé. O ritmo passou a embalar trios elétricos e foi o pano de fundo de um processo que tornou o Carnaval mais lucrativo para grandes empresas do entretenimento. Para o músico, tudo terminou por concentrar as atenções da festa em poucos artistas de visibilidade e excluir “profissionais que fazem Carnaval de uma forma tão brilhante”.

– Eu tenho claro o meu quinhão de culpa nisso. Porque, afinal de contas, eu sou o criador do Axé Music. Antes de mim, era só o frevo. Eu dei uma música nova pra Bahia. E, claro, trouxe também as gravadoras pra os artistas daqui.

Com gravadoras ele não lida mais. Afirma que se recusou a “baixar a cabeça” e preferiu a liberdade de compor como quer e disponibilizar suas músicas na internet. Recentemente, lançou em seu site 130 músicas inéditas e pretende seguir trabalhando até que 280 canções estejam no ar.

Sobre a “culpa” pelo apartheid carnavalesco, acrescenta que nunca participou das mudanças na festa baiana.

– Eu toquei durante anos em blocos de graça. Eu tocava para o povo mesmo. Hoje em dia seria impossível alguém ir pro Carnaval tocar de graça, esse romantismo ficou lá atrás.

Em 2012, o cantor e compositor deve sair em um trio elétrico independente, ainda sem data para circular por Salvador.

A entrevista de Luiz Caldas

Terra Magazine – O que motivou sua música sobre o apartheid no Carnaval? É uma canção de protesto?

Luiz Caldas – Eu e César Rasec, meu parceiro, começamos a ver a grande transformação que o Carnaval sofreu e vem sofrendo. Vai sofrer outras ainda, nada fica como está. Mas só que a mudança que houve no Carnaval foi muito mais pelo lado financeiro. Não pelo lado da arte, como foi nos anos passados. Antes a coisa modificava pelo jeito de as pessoas dançarem, pelo jeito das pessoas se fantasiarem. Mas de um tempo pra cá virou um grande negócio. E quem realmente criou o Carnaval está sendo deixado de lado. É o folião pipoca. Não chega a ser um protesto, é só um alerta. Não há necessidade de protestar porque eu não sou contra o comércio. Não sou contra ninguém ganhar grana. Mas você não precisa matar a galinha dos ovos de ouro. Porque, neste caso, a galinha dos ovos de ouro pra mim é a alegria, é a espontaneidade do Carnaval. Trocaram a fantasia que a pessoa fazia em casa – como era antigamente – por um pedaço de pano que é o abadá. Ficou todo mundo vestido igual, tipo uma farda. O Carnaval perde na essência para poder lucrar na parte financeira.

Sua música tem um diálogo do folião pipoca com o sujeito do camarote. Você acha que o folião pipoca pode acabar? Está diminuindo a participação do povo?

O Carnaval que mais tem participação popular mesmo é o de Pernambuco, que não modificou seu formato de deixar o folião ele mesmo cuidar da onda, do visual dele. O lance de você cuidar da sua música. Hoje o Carnaval de Salvador é legal, mas eu não consigo compreender muito bem o lance da música eletrônica em cima de um trio elétrico. Você pode ter uma música, mas daí a ter forró em cima do trio… Eu acho interessante quando uma banda que faz Carnaval toca uma música ou outra. Mas trazer assim é uma forma meio estranha. Você acaba tirando profissionais que fazem Carnaval de uma forma tão brilhante.

Você acha que o Carnaval de Salvador deixou de ser espontâneo?

Deixou e está deixando de uma forma muito rápida. A gente tem que ter cuidado porque nossa música sempre teve uma carga de baianidade e negritude muito grande. Aos poucos, eu sinto que isso vem dando espaço pra música norte-americana, com Beyoncé e várias outras. Muitos artistas nossos estão levando por esse lado. Acho que é muito melhor primeiro a gente se preocupar com a música e depois com a coreografia, essas coisas. Porque quem vai dançar mesmo é o povo.
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Veja a letra de Apartheid da Alegria

Dayanne Sousa

O músico Luiz Caldas lança, via internet, um álbum com frevos que fazem referência à história do Carnaval e dos trios elétricos na Bahia. Uma das canções é Apartheid da Alegria, na qual discute os lucros de camarotes e vendas de abadás. Até os foliões pipoca (que não pagam e pulam o carnaval fora das cordas dos blocos) “já não brinca sem gastar”, canta.

O trabalho, feito em parceria com César Rasec, é parte de um projeto de Caldas para lançar até 280 músicas inéditas. E nada passa pro gravadoras, é vendido pela internet. No final de 2012, o cantor e compositor divulgou 130 dessas canções em discos separados por ritmo. Há albuns de rock, samba, mpb e forró.

APARTHEID DA ALEGRIA
(Luiz Caldas e César Rasec)

Chuva de grana, carnaval com capilé
A festa acabou sendo o que é
Estica e puxa na fila pra desfilar
E a pipoca já não brinca sem gastar

No apartheid da alegria
O trio que passa traz a massa
E no camarote, segurança e muito mimo de graça
Dentro do bloco a beijação não traz pirraça
Do outro lado o Pitt Bull só quer brocar
Não se volta no tempo sem respeito à praça
Careta agora é só pra se enfezar
Agora é o abadá, mortalha nunca mais
Pois quando tudo é free sempre se quer mais
E atrás de espaço fica o nobre cidadão
Maluco pra tirar o pé do chão

Ei você aí do camarote, toma uma aí por mim
Porque aqui embaixo é bico seco, agora é assim (bis)
Ei você que tá nessa pipoca, pula um pouco aí por mim
Porque dessa mordomia eu só vou sair no fim

Luiz Caldas (voz, guitarras baianas, guitarra base, baixo, caixa e surdão), Claudinho Guimarães (pratos) e Andréa Caldas e Paulinho Caldas (vocal)

Terra Magazine

Leia entrevita na íntegra em TM:

http://terramagazine.terra.com.br


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OPINIÃO POLÍTICA

Gabrielli entra no jogo

Ivan de Carvalho

Pode-se afirmar que ontem ocorreu um fato importante para o processo sucessório de 2014, quando o eleitorado baiano vai escolher um novo governador, além de seu vice e o futuro ocupante da chapa de senador que vai ficar vaga com o fim do mandato do senador João Durval, do PDT. O fato é o anúncio oficial, feito pela Petrobrás, de que o presidente do Conselho da empresa, ministro Guido Mantega, da Fazenda, já manifestou que vai encaminhar, como proposta para a próxima reunião do órgão, a escolha de Maria das Graças Foster para a presidência da Petrobrás.

Atualmente diretora de Gás e Energia da Petrobrás, Maria das Graças Foster assumirá o posto hoje ocupado pelo economista baiano José Sérgio Gabrielli, que ocupou na empresa, primeiro, cargo de diretor e depois o de presidente, durante o governo Lula e, por sugestão deste, permaneceu, conforme o combinado, o primeiro ano de governo da presidente Dilma Rousseff no comando da maior empresa da América Latina e uma das maiores do mundo. Agora, Dilma porá no cargo a pessoa que ela desejava desde sempre conduzir a ele – Maria Foster.

Mas para a sucessão baiana de 2014, o importante é que Gabrielli sai agora do cargo na Petrobrás como aspirante não declarado, mas evidente, ao governo da Bahia. O governador Jaques Wagner, sem que isto signifique qualquer sinal precipitado de apoio ou compromisso a candidatura, já afirmou que “Gabrielli é extremamente qualificado e poderá contribuir com o governo baiano”.

Não só por isto, mas por muitos outros sinais conhecidos por todo o meio político, Gabrielli, que é filiado ao PT desde criancinha e já disputou (sem nenhuma chance de vitória, mas para marcar a posição petista na época) o cargo de governador, deverá ocupar cargo no governo Wagner.

Ainda há alguma dúvida quanto a qual será este cargo, mas é muito improvável que se concretize a hipótese de ser o do secretário da Fazenda, cujo atual ocupante, Carlos Martins, do PT, vai deixar o governo para disputar a prefeitura de Candeias.

Até ontem à noite, a hipótese considerada mais provável é a de que o cargo de secretário da Fazenda venha a ser ocupado por James Correia, que atualmente é o secretário da Indústria e Comércio. E Gabrielli iria para a Secretaria da Indústria e Comércio, pois aí teria melhores condições para articular-se com o empresariado e preparar, neste setor, a sua candidatura a governador.

Mas convém lembrar que, no lado do governo, José Sérgio Gabrielli não é o único aspirante. Além dele, são notórios também outros. Pela movimentação política que empreendem, esbracejando doidamente, ou pelas posições e poderes que lhes foram atribuídos ou que conquistaram.

Não vou incluir nessa lista, por mais guerreira que seja, a prefeita petista de Lauro de Freitas, Moema Gramacho, que deixa o cargo em 31 de dezembro deste ano. Mas vale citar o obstinado petista Luiz Caetano, prefeito de Camaçari e presidente da União dos Municípios da Bahia e o senador petista candidato a tudo Walter Pinheiro, ainda que seja para não ficarem zangados. E o secretário-chefe da Casa Civil, deputado federal petista Rui Costa, ex-secretário de Relações Institucionais, porque aí a coisa é muito séria.

Terá notado o leitor que só citei nomes de petistas como aspirantes ao cargo de governador no lado governista. Isto porque o PT não admite a ideia de o governo ter um candidato não petista à sucessão de Wagner. Notará o leitor, com o tempo, que dos nomes citados – salvo gravíssimo acidente de percurso – a lista de candidatos petistas a governador tenderá a limitar-se a Gabrielli e Rui Costa.

O cantor Caetano Veloso foi sondado pela Portela para desfilar no Carnaval deste ano. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do cantor. Ele já confirmou presença na Águia de Ouro, em São Paulo, mas ainda não recebeu um convite oficial da escola do Grupo Especial do Rio de Janeiro.

Com um enredo que homenageia a Bahia e seu universo de crenças e festas, a Portela contará com participações especiais em seu desfile na Sapucaí. Vanessa Da Matta irá representar a sambista Clara Nunes, que marcou a música brasileira por dar voz aos sambas da Portela e também às canções das tradições afro-brasileiras.

Além dela, a cantora baiana Daniela Mercury também confirmou presença no desfile e fará sua estreia no Carnaval carioca. Em nota divulgada pela azul e branco de Madureira, a baiana disse que teve que mexer na agenda para aceitar o convite.

– Recebi os representantes da Portela em meu camarim em um show que fiz em Brasília, há alguns meses. Eles me explicaram sobre o tema do carnaval, falaram da homenagem especial que fariam à Bahia e me convidaram para sair na escola como destaque. Fiquei muito lisonjeada, mas, em um primeiro momento, achei que não seria possível confirmar a participação porque a escola desfila no domingo de carnaval e no mesmo horário em que estou me apresentando no trio elétrico, em Salvador. Mesmo assim, mantive o canal aberto porque sempre quis participar do carnaval do Rio. Desfilar na Sapucaí sempre foi um sonho.

Segundo o carnavalesco Paulo Menezes, a agremiação ainda vai convidar outros artistas baianos para desfilar, mas ele não quis adiantar os outros nomes.

Samba é o grande brilho da escola

O presidente Nilo Figueiredo disse que o grande diferencial deste Carnaval será o samba-enredo. A composição de Wanderley Monteiro, Luiz Carlos Máximo, Toninho Nascimento e Naldo, que vai embalar o enredo “…E o povo na rua cantando. É feito uma reza, um ritual…”, agitou a Marquês de Sapucaí no último ensaio técnico. O presidente garante que o público vai cantar o samba da Portela na avenida.

– O samba é a novidade deste ano. É o povo cantando. Este samba está sendo cotado como o samba do Carnaval. Se o pessoal [integrantes] cantar, tenho certeza que a arquibancada também vai cantar o samba. Tenho certeza que faremos um bom desfile.

O barracão da Portela foi um dos atingidos pelo incêndio do ano passado na Cidade do Samba. As chamas prejudicaram também a União da Ilha do Governador e a Grande Rio. Por causa disso, as agremiações não foram julgadas.

O presidente Nilo Figueiredo disse que não é o momento de lembrar dos momentos difíceis e, sim, de pensar em determinação.

– Não vamos falar de superação. Eu tenho que colocar a Portela para cantar o samba, para entrar com determinação na avenida.

A Portela vai desfilar no domingo de Carnaval, dia 19 de fevereiro.

jan
24
Posted on 24-01-2012
Filed Under (Charges) by vitor on 24-01-2012


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Aroeira, hoje no O Dia (RJ)

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