http://youtu.be/PMYsGbVQMKc
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A música deste domingo para o boa noite do Bahia em Pauta é uma sugestão (excelente e de muito bom gosto) do leitor que assina Vangelis na área de comentários. Uma canção que lembra um belo filme ,o serviço de som Marabá. de Gil Brás, e duas cidades amadas pelo editor do BP: Juazeiro da Bahia e Petrolina, Pernambuco.
BOA NOITE!!!

(Vitor Hugo Soares)


Janio Ferreira Soares
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E se o disjuntor da usina da Chesf desligar?

CRÔNISTA

O dia em que Wagner tremeu

Janio Ferreira Soares

Cena 01 – Junho de 2014, Arena Fonte Nova lotada para o primeiro jogo da Copa. Na tribuna de honra o governador Jaques Wagner, em plena campanha para eleger seu sucessor, vibra com a festa e com o som dos tambores do Olodum, que reverbera pelas arquibancadas antes de desaparecer pela nesga que revela o Dique e aborta o anel. Do lado direito das cabines a torcida grita “bahêêêa!”, para surpresa dos estrangeiros que pensam tratar-se de um ritual. Acertaram. A resposta vem em forma de vaias, o que faz com que alguns políticos tremam na base, como se dissessem: “pronto, me descobriram”. Mas é apenas a torcida do Vitória dando o troco.

Cena 2 – Final do primeiro tempo, Wagner e comitiva sorriem aliviados. Agora é esperar os 45 minutos finais e comemorar. Os jogadores retornam ao gramado já iluminado por modernos refletores de led, que em contraste com o Sol que se põe por trás do Farol proporcionam imagens aéreas indescritíveis. Mas eis que, quando tudo se encaminha para os tradicionais tapinhas nas costas seguidos de “parabéns, governador!”, apagam-se os refletores e o verde vira breu.

Cena 3 – Enquanto as luzes de emergência são acesas (para alívio de muitos que já tinham colocado suas carteiras no bolso da frente) Wagner e Leonelli disparam telefonemas aflitos, até que o locutor avisa que o problema é numa usina de Paulo Afonso e que os jogos de Recife, Natal e Fortaleza também foram interrompidos. Imediatamente os turistas e jornalistas procuram nos panfletos distribuídos pela Embratur alguma informação sobre essa estratégica cidade que pode parar uma Copa. Espanto. A Bahiatursa sequer a colocou entre os destinos baianos indicados para visitação durante a competição. O bem informado locutor da Globo estranha e comenta que Paulo Afonso, com seus cânions e cachoeiras, é uma das cidades mais bonitas e importantes do País, já que é de lá que sai toda a energia que abastece o Nordeste. Em meio às vaias, alguém liga: “operadores da Chesf? Acho que dessa vez o governo aprendeu a lição. Religuem o disjuntor”.

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura, Turismo e Esportes de Paulo Afonso, cidade da margem baiana do Rio São Francisco, mas que a administração estadual quase nem liga, a não ser quando alguma pane desliga as usinas da CHESF

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DEU NO JORNAL ZERO HORA (REPRODUZIDA NO SITE DE CHICO BRUNO)

Letícia Duarte

Para marcar o aniversário de 90 anos do ex-governador Leonel Brizola, que seriam completados neste domingo, os pedetistas preparam um presente para Porto Alegre
Com 2m20cm e 160 quilos, uma estátua em bronze vai eternizar a memória do líder trabalhista, no mesmo cenário onde ele liderou a campanha da Legalidade, cinco décadas atrás.

A peça foi encomendada pela Fundação Caminho da Soberania, presidida pelo deputado federal Vieira da Cunha, ao artista plástico carioca Otto Dumovich. Autor de mais de 10 esculturas no Rio de Janeiro, como as de Pixinguinha, Cartola e Dorival Caymmi, o artista levou quase cinco meses para confeccionar a peça, em seu ateliê, no Rio, que agora está pronta para ser transportada para o Estado.

– Me inspirei em várias imagens, fiquei quase um mês estudando. Mas não é o Brizola, é a interpretação de um artista sobre o Brizola – diz Otto.

Segundo Vieira, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e a prefeitura de Porto Alegre ainda estão em conversações para definir o local, mas a intenção é colocá-la em algum ponto do chamado Largo da Legalidade, no caminho entre a Praça da Matriz e o Palácio Piratini, provavelmente em fevereiro.

jan
22
Posted on 22-01-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-01-2012

Rita se aposenta e sonha
ser abduzida este ano

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DEU NO JORNAL O DIA

Rio – A rainha do rock Rita Lee anunciou a sua aposentadoria, diante de milhares de fãs, que lotaram o Circo Voador, na Lapa, na noite deste sábado. No show, a cantora, que marcou muitas gerações, falou sobre a idade – Rita Lee está com 65 anos, 45 de carreira – e disse que aquela seria sua penúltima apresentação. Muito emocionada, a “Ovelha Negra” chorou e foi aplaudida pelo público.

A novidade pegou todos os que estavam presentes desprevenidos, na primeira vez em que a estrela subiu ao palco da casa e antes do lançamento do seu novo CD com músicas inéditas, previsto para chegar as lojas em março. O anúncio também foi comentado no Twitter, onde muitos seguidores da rainha do rock lamentavam a despedida.

Na última semana, Rita Lee conversou com O DIA sobre suas histórias, da sua atuação no Twitter, onde tem mais de 340 mil seguidores, e da sua meta para 2012: “Ser abduzida”.

jan
22

http://youtu.be/T-hDt2E8MoE

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O Presidente dos EUA, Barack Obama, cantou um trecho do clássico de Al Green ‘Let’s Stay Together’, numa festa para angariar fundos de sua campanha pelo Partido Democrata para reeleição. Ele bricou depois da palinha, dizendo que não tinha sido expulso do palco.

O evento decorreu no Apollo Theather, no Harlem, na noite de quinta-feira. Obama subiu ao palco para agradecer a presença de Al Green, mas desviou-se do roteiro e cantou um pedacinho da música de 1972. “I’m so in love with you”, entoou.

Obama disse depois que a sua equipe não acreditava que ele fosse capaz de cantar. “Há cinco anos que trabalho para o Presidente Obama e, até ontem à noite, não sabia que ele era capaz de cantar”, escreveu depois o diretor de comunicações da Casa Branca, Dan Pfeiffer, no seu Twitter.

(Com informações do jornal português Diário de Notícias)

http://youtu.be/f2Wg6vS2R78
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Percy Faith’s “Theme From a Summer Place” , lançado em Janeiro de 1960 e vencedor do Grammy na categoria “Melhor Gravação Ano”.

Agradecimento especial ao poeta paulista Luiz Fontana, do Blogbar.

BOM DOMINGO A TODOS

(VHS)

jan
22
Posted on 22-01-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-01-2012

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DESOCUPA:protesto em Salvador
contra molecagem administrativa
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Felipe Amorim

De Salvador (BA), especial para TM

O pacote de leis aprovado pelo prefeito João Henrique (PP), com amplas e profundas alterações na cidade de Salvador, levaram o arquiteto Luiz Antônio de Souza, mestre em Planejamento Urbano, a uma desolada conclusão: o crime de urbanismo precisa com urgência ser incluído no rol das leis penais.

– Não é uma questão técnica, é uma questão de polícia: foram perpetrados crimes urbanísticos. Não há qualquer elemento com o mínimo de seriedade naquelas propostas que pudesse ser analisado dentro do marco que define o conhecimento urbanístico. O que deixa mais claro todo esse pacote de projetos, primeiro, é que a cidade é gerida como oportunidade de negócios para determinados grupos de pessoas que se vinculam a determinadas estruturas de poder – dispara Souza, professor do curso de Urbanismo da Universidade do Estado da Bahia (Uneb).

O prefeito sancionou, segunda-feira (16), um pacote de leis, enviado à Câmara de Vereadores a duas semanas do recesso de fim de ano, e aprovado pelo legislativo municipal, em 29 de dezembro, por meio de um estratagema para burlar uma liminar judicial que suspendia a tramitação das propostas. “Uma grande molecagem”, resume Souza. “A prefeitura desrespeita até mesmo o Ministério Público, a Justiça, e a Câmara também, na sua maioria, entra nesse processo. Isso leva a desqualificar o exercício da cidadania”, aponta o arquiteto.

A aprovação dos projetos pela Câmara levou o Ministério Público a acionar por improbidade administrativa os 30 vereadores favoráveis à proposta, mais o presidente da casa por ter colocado o texto em votação. O MP estuda também ingressar com ações de improbidade e de responsabilidade criminal contra o prefeito. Sexta-feira (20), um protesto contra as alterações na Lei de Ordenamentodo do Uso e da Ocupação do Solo (Louos) encheu a Praça Municipal, sede da Prefeitura.

O “Desocupa, João”, como foi batizado o movimento, é o segundo ato popular contra os rumos da cidade em menos de uma semana. No sábado, 14, o “Desocupa, Salvador” mobilizou uma marcha dos descontentes com a ocupação de uma área pública por um camarote privado para o Carnaval, na orla. “Foi demonstrado, com aquela praça em Ondina, que tudo é possível”, intervém o professor.

Entre as inovações urbanísticas, está a construção de espigões que causam sombreamento nas praias. “O prefeito pega meia dúzia de terrenos que ele sabe muito bem de quem são e diz que ali pode fazer hotéis sem respeitar a lei maior da cidade, depois da Lei Orgânica, que é o PDDU. Fala que é em nome do turismo, mas não tem qualquer estudo que diz que Salvador precisa de oferta de leitos”, dispara Souza.

Ele enumera uma série de críticas à nova legislação. “Tem outro absurdo maior, que é você estabelecer a hora que o sol pode bater na praia. Um problema sanitário gravíssimo: sem presença do sol na areia, você não mata os microorganismos”, diz. Também reclama da extinção de uma reserva de mata atlântica de um milhão de metros quadrados: “Esses espaços também podem reduzir zonas de calor, além de contribuir para a não brutalização dos espaços da cidade, que acaba sendo também a brutalização do homem”. E condena a manobra que permite a privatização de áreas costeiras da Ilha dos Frades: “É você segregar o oceano para que determinado grupo social usufrua sozinho”.

O arquiteto sempre volta ao centro da questão, a política. “Enquanto não resolvermos a forma de financiamento de campanhas, vamos ficar sujeitos a esse absurdos”, opina. “Há um grupo que assalta o poder municipal. O que está acontecendo com a cidade é algo insano porque, se você observar bem esses últimos anos, são delitos urbanísticos, contra a natureza”.

Confira a entrevista:

Terra Magazine – Como o senhor avalia urbanisticamente o impacto da aprovação dessas leis na cidade?

Luiz Antônio de Souza – Ainda que pareça, ela, no frigir dos ovos, não é uma questão urbanística. Toda questão técnica é também uma questão política, mas esse caso parece uma demonstração de que todas as questões são políticas. Então, não há qualquer elemento com o mínimo de seriedade naquelas propostas que pudesse ser analisado dentro do marco que define o conhecimento urbanístico. Na verdade, o que deixa mais claro todo esse pacote de projetos, primeiro, é que a cidade é gerida como oportunidade de negócios para determinados grupos de pessoas que se vinculam a determinadas estruturas de poder. Isso para mim seria o marco zero. E as pessoas que dirigem a cidade e determinado grupo da burguesia local estão pouco preocupados com a cidade, com a cidadania.

Mas qual o impacto disso para a cidade?

São significativos. Primeiro porque isso revela, demonstra, que, mesmo numa cidade com quase 3 milhões de habitantes, pode imperar a molecagem. Porque o que foi feito é uma grande molecagem. Há exigências da sociedade, que a gente chama de justiça, para que as alterações no PDDU sejam discutidas. Mas aí a expertise moleca cria a figura de colocar (as alterações) em outro instrumento (legal). Por outro lado, a gravidade para a cidade, porque a cidade é uma fato social, na medida em que o poder público atua dessa forma, você desenvolve uma visão de desconfiança, de ignorância, de irrespnsabilidade (sobre o poder público).
No fundo, no fundo, o que essas pessoas fizeram foi um insulto, um insulto que vem desde o processo supostamente de reuniões que foram feitas, aquelas reuniões que chamaram de audiências públicas. Na verdade aquilo foi uma piada, porque eu estava numa delas em que se passava a folha de frequência de funcionários da Casa Civil. Fui testemunha disso. Isso, para as cidades, para esse mundo urbano que demanda cada vez mais a necessidade de que seus cidadãos incorporem o refletir, o pensar, o que chamamos de gestão democrática, isso é humilhante, é uma ducha fria. Desestimula o cidadão, que passa a não se sentir dono desse lugar. Isso é que é o pior.

Leia integra da entrevista na revista digital Terra Magazine

http://terramagazine.terra.com.br

jan
22
Posted on 22-01-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-01-2012


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Clayton, hoje no O Povo (CE)

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