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Antonio Adolfo (piano), Leo Amuedo (guitarra), Jorge Helder (baixo), Rafael Barata (bateria) e Marcos Suzano (percussão), exemplo de banda inteira.

BOA NOITE!!!

(Gilson Nogueira)

DEU NO PORTAL TSF (PORTUGAL)

Os bombeiros encontraram mais cinco corpos de vítimas do deslizamento de terras que atingiu o município de Sapucaia, no Rio de Janeiro, elevando-se para 18 o número de mortos.

O deslizamento ocorreu na zona do quilómetro 108 da estrada BR 393, na região centro-sul do estado do Rio de Janeiro, onde oito casas foram atingidas.

Entre as vítimas estão 16 adultos e duas crianças, segundo informações da imprensa brasileira.

Uma família inteira – pai, mãe e duas filhas – foram encontradas dentro de um carro onde, segundo relatos, teriam entrado para se proteger.

Devido às fortes chuvas, que voltaram a assolar a região desde terça-feira à noite, a cidade entrou hoje novamente em estado de emergência.

Ao todo, nove municípios do Rio de Janeiro estão em alerta máximo.


Marta x Pimentel:embate petista no senado
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DEU NO IG

De olho na vitrine que cargos importantes no Legislativo trazem em ano eleitoral, caciques do Partido dos Trabalhadores iniciaram 2012 com uma disputa por postos-chave que rachou as bancadas no Senado e na Câmara dos Deputados.

No Senado, a disputa pela primeira vice-presidência da Casa opõe o líder do governo no Congresso, José Pimentel (CE), e a senadora Marta Suplicy (SP), atual dona do posto. Pimentel cobra acordo, firmado no início do ano passado, após conflito interno, que estabelecia um rodízio no qual cada um ocuparia a vaga por um ano.

Marta foi escolhida para iniciar no cargo por dois motivos: a importância simbólica de se ter uma vice-presidente mulher no primeiro ano de governo da presidenta Dilma Rousseff; e, como na época havia a possibilidade de que Marta disputasse este ano a prefeitura de São Paulo, seria melhor que ela não acumulasse a agenda de candidata com o posto na Mesa.

Porém, na última reunião da bancada, ocorrida em 20 de dezembro, Marta sinalizou aos petistas que não deixaria a primeira vice-presidência. Em conversas privadas, a senadora alega que seria obrigada a renunciar à vaga, o que, segundo ela, iria contra o regimento da Casa, além de gerar desgaste político.

“Isso pode esquentar o clima”, afirma o senador Walter Pinheiro (BA). “Fui o único a ser contra o acordo. Para passar o lugar ao Pimentel, a Marta teria que renunciar ao cargo. O regimento diz que seria preciso fazer nova eleição, com votação em plenário. É um negócio complicado”.

O líder do PT, Humberto Costa (PE), explica, contudo, que a questão da renúncia havia sido acertada com Marta no ano passado. “Acredito que não exista esse problema, não nada que respalde essa posição”, assinala Costa. “Pelo que senti em conversas, a maioria defende que o acordo seja cumprido. E não há problema de negociação com outros partidos. A vaga é do PT”.

A bancada petista se reunirá no dia 31 para resolver a questão. O acordo também inclui rodízio nas comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Direitos Humanos (CDH). Segundo Costa, Delcídio Amaral (MS) cederá o comando da CAE para Eduardo Suplicy (SP) e Paulo Paim (RS) passará a presidência da CDH para Ana Rita Esgario (ES).

Na data também deve ser votado o substituto de Costa na liderança. Os candidatos ao posto até o momento são Wellington Dias (PI) e o próprio Walter Pinheiro, que nega haver confronto pela liderança. “Não está neste contexto”, reforça. “Vários parlamentares pediram para que liderasse a bancada em 2012. O Wellington tem a pretensão ser líder. Não há nenhum tipo disputa”.

Tatto x Guimarães

Na Câmara, dois parlamentares pleiteiam a liderança da bancada petista, hoje ocupado pelo deputado Paulo Teixeira (SP): o cearense José Guimarães e o paulista Jilmar Tatto. Guimarães é ligado à corrente majoritária Construindo Um Novo Brasil (CNB) e conta com apoio do líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP).

Já a postulação de Tatto é sustentada pelo grupo de parlamentares que, na última eleição para a Presidência da Câmara, derrubou a candidatura de Vaccarezza e elegeu o deputado Marco Maia (PT-RS), então no início de seu segundo mandato como titular na Casa – sua primeira posse ocorreu quando era suplente, em 2005.

Nos bastidores, os dois grupos negociam o acerto de um rodízio, segundo o qual um parlamentar ficaria com a liderança em 2012 – ano eleitoral – e o outro, em 2013. A ordem de qual deputado assumirá primeiro o posto deve ser definida até o dia 1º de fevereiro, quando foi marcada a primeira reunião no ano da bancada petista da Câmara.

Berzoini assumirá CCJ

“A princípio tem essa divisão”, diz Vaccarezza. “Estamos tentando chegar a um acordo. Todo acordo, mesmo que seja ruim, é melhor do que uma boa briga”. O atual líder petista, deputado Paulo Teixeira, explica que também ocorrerão mudanças nas presidências de comissões.

Segundo ele, o deputado Ricardo Berzoini (PT-SP) substituirá João Paulo Cunha (PT-SP) no comando da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa e Cláudio Puty (PT-PA) entregará a presidência da Comissão de Finança e Tributação (CFT) para o PMDB.

Legenda com maior número de parlamentares na Câmara, o PT deve manter a relatoria da Comissão Mista de Orçamento (CMO) para 2012 e assumir a comissão de Saúde, além de negociar o controle das comissões de Educação e Direitos Humanos.


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Eu Vim da Bahia

Gilberto GilEu vim

Eu vim da Bahia cantar
Eu vim da Bahia contar
Tanta coisa bonita que tem
Na Bahia, que é meu lugar
Tem meu chão, tem meu céu, tem meu mar
A Bahia que vive pra dizer
Como é que se faz pra viver
Onde a gente não tem pra comer
Mas de fome não morre
Porque na Bahia tem mãe Iemanjá
De outro lado o Senhor do Bonfim
Que ajuda o baiano a viver
Pra cantar, pra sambar pra valer
Pra morrer de alegria
Na festa de rua, no samba de roda
Na noite de lua, no canto do mar
Eu vim da Bahia
Mas eu volto pra lá
Eu vim da Bahia

jan
11


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Bahia em Pauta:de volta à terrina
antes de começar o cortejo do Bonfim
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Depois de duas semanas zanzando por aí, entre Rio e Sampa, a turma do Bahia em Pauta está de volta à terrinha de origem que felizmente continua ainda aqui, como afirma Caetano Veloso ( e o BP acredita muito nele).

O problema é que os computadores da casa do BP, desligados durante 14 dias , andam meio preguiçosos e criando problemas para iniciar, de fato, os trabalhos 2012.

Há promessas e esperanças, no entanto, de que até amanhã, quinta-feira(12)antes de começar o cortejo da Lavagem do Bonfim, tudo esteja normalizado. Temos fé e confiamos em Oxalá.

Agradecimentos especiais a Tiago,Dani, Roberto Gonçalves e Nina que nos acolheram no Rio de Janeiro, e a Bob Fernandes, Ana, Natasha, Fabrício e Carolina, que abriram suas portas e nos receberam com afeto e generosidade na passagem por São Paulo.

“Vida que segue”, como diria o grande cronista João Saldanha.

(Vitor Hugo Soares, em nome da turma do BP de volta das férias) >

jan
11
Posted on 11-01-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 11-01-2012


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Nani, hoje, no site A Charge on Line
http://www.chargeonline.com.br/


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OPINIÃO POLÍTICA

Assad escolhe o confronto

Ivan de Carvalho

Os fatos e as palavras levam a crer que está se aproximando o desfecho da crise na Síria, mais um dos países onde o movimento por liberdade e democracia apelidado de Primavera Árabe conseguiu instalar-se, mas até aqui não conseguiu desestabilizar realmente o regime do ditador Bashar al Assad, que herdou a “presidência” de seu pai, Hafez al Assad, somando os dois quatro décadas no poder.

Ontem, a embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Susan Rice, em coletiva à imprensa, afirmou que “já passou da hora” de o Conselho de Segurança da ONU agir com seriedade em relação à Síria. Ela acusou a Rússia de “barrar” todas as tentativas de o Conselho de Segurança aprovar um “texto coerente” de condenação à repressão do ditador Assad aos protestos que já duram muitos meses. A embaixadora poderia também acrescentar que a China, que como a Rússia tem também direito de veto no Conselho de Segurança, vem, ainda que menos enfaticamente, auxiliado a Rússia no bloqueio de qualquer condenação séria ao regime de Assad.

Logo após o discurso de Rice, o representante do governo sírio, Bashar Ja’afari, disse que o que está havendo é uma conspiração internacional contra Assad e seu regime. Provavelmente, digo, tipo a que ocorreu na Tunísia, no Egito, na Líbia (onde a intervenção externa aconteceu porque Gadhafi estava ameaçando – e tentando – matar todo mundo).
A ONU afirmou há cerca de um mês, com base em levantamentos feitos por ela mesma, que a repressão do regime aos protestos populares já resultou em 5 mil mortos na Síria. Desde esse anuncio da ONU, centenas de milhares de outras pessoas já morreram, o que pode ser verificado nos noticiários diários da mesma forma que nas informações do Conselho Nacional Sírio, que coordena a oposição na Síria.
Desnecessário dizer que a oposição síria é ilegal para o regime de Assad, regime que resolveu chamar todos os manifestantes, por mais desarmados e pacíficos que sejam, de “terroristas”. Um motivo para matá-las ou prendê-los, pois há milhares (número, porém, indefinido, porque o governo esconde e a oposição não tem como obter informações precisas) de pessoas presas.
Embora os escalões superiores do bem equipado e bem treinado Exército sírio estejam constituídos por oficiais da seita muçulmana alauita (a de Assad), que tem apenas dez por cento da população, têm ocorrido frequentes episódios de deserção em massa (talvez de capitão, no mínimo tenente para baixo). Casos de execução em massa de desertores no momento da tentativa mesma de deserção têm sido também relatados. Os desertores levam suas armas e por isto, principalmente, há também grupos armados hostilizando o regime.
Mas o que pôs mais lenha na fogueira síria foi o discurso do ditador Bashar al Assad, considerado pela oposição como uma “incitação à guerra civil”. O Conselho Nacional Sírio denunciou como inepto o relatório dos monitores (eles foram todo o tempo monitorados pelos agentes do governo de Assad) enviados pela Liga Árabe e pediu à ONU que se posicione.
Assad prometeu convocar eleições para uma constituinte e, depois de pronta a Constituição, convocar eleições parlamentares e depois… depois ninguém sabe. Disse que não há divisão interna na Síria, apenas terroristas hostilizando seu governo e garantiu que nenhuma de suas tropas recebeu ordens de atirar em cidadãos. Suponho que só nos “terroristas” – que para Assad, por coincidência, são os cidadãos que fazem manifestações de protesto.
Está claro que o ditador escolheu o confronto definitivo. E até avisou que não deixará o poder e vai declarar vitória em breve.

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