jan
04
Postado em 04-01-2012
Arquivado em (Artigos) por vitor em 04-01-2012 10:22

DEU NO CORREIO

Da Redação

No ano em que sete ministros do primeiro escalão do governo de Dilma Rousseff caíram e que o tema do combate à corrupção foi levado às ruas por milhares de jovens em todo o país, três importantes personalidades baianas têm atuado severamente pelo fim da impunidade. Jorge Hage, Marília Muricy e Eliana Calmon, se destacam nos seus devidos espaços de atuação político-profissional, por expressar críticas às estruturas e às engrenagens do poder no qual também estão inseridos.

As medidas e estratégias de publicizar e de submeter cada ponto ao crivo intenso da transparência, como não poderia deixar de ser, não é unanimidade. Há quem revide sustentando acusações sobre quebra de decoro, invasão de privacidade, leviandade e, nos casos mais extremos, de que o trio quer mesmo é a aparecer de
forma gratuita.

Independente da posição que se adote no sempre intricado jogo de forças e de interesses em voga no Brasil, as ações dos baianos provocam novas reflexões e maneiras de agir em relação aos bens públicos, ao controle social das instituições e, especialmente, a questionar certos privilégios comuns a quem ocupa cargos públicos de alta relevância.

Para ficar atento, o iBahia preparou um resumo da vida e das ações dessa tríade.

Jorge Hage Sobrinho e o controle das irregularidades
Nascido em Itabuna, sul da Bahia, no ano de 1938, é o atual Ministro de Estado Chefe da Controladoria-Geral da União. Em 1960, graduou-se em direito pela Universidade Federal da Bahia, concluiu o mestrado em Administração Pública pela University of Southern California – Los Angeles (1963) e em Direito Público
pela Universidade de Brasília (UNB), em 1998. Iniciou a vida pública como prefeito de Salvador (1975-1977), deputado estadual (1983-1987), deputado federal (1987-1991) e consultor internacional da Organização dos Estados Americanos (OEA). Tendo sido aprovado por concurso público, ingressou na magistratura do Distrito Federal, em 1991.

Como Ministro tem se destacado no trabalho com de transparência. Desde 2006, tirou da máquina pública 2.800 servidores inoperantes ou que tinham vínculos com denúncias de irregularidades. Costuma dizer que a falta de punição dos gestores das diferentes esferas é a principal barreira para terminar com a corrupção. Sua gestão foi a responsável por impulsionar a 1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social, que ocorrerá em maio de 2012.

Leia texto na íntegra no Correio da Bahia

Be Sociable, Share!
Deixe um comentário
Name:
Email:
Website:
Comments:

  • Arquivos

  • Janeiro 2012
    S T Q Q S S D
    « dez   fev »
     1
    2345678
    9101112131415
    16171819202122
    23242526272829
    3031