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E aqui estamos para viver uns dias com a intensidade desta cidade única. Tão diferente e, ao mesmo tempo, tão semelhante com o lugar de procedência do BP. Tom Zé que o diga!

Viva Sampa!!! Viva a Bahia

(Vitor Hugo Soares)

jan
04
Posted on 04-01-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 04-01-2012

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CRÔNICA

O 2012 DA DILMA E DO BRASIL SEM MISÉRIA

Maria Aparecida Torneros

Meu amigo Admar Branco, jornalista e cordelista, me escreve dizendo que a Dilma se redimiu. Ele se refere aos concursos públicos que estão sendo reabertos com “vagas para todos os lados”, sinal de um Brasil emergente e atuante. Por minha parte, assisti por estes dias um discurso da Presidenta Dilma, lançando o programa Brasil sem miséria, e me ative a observar os dados que ela passava.

“Na última edição do ano do programa “Café com a presidenta”, Dilma Rousseff fez um balanço do programa Brasil sem Miséria, que engloba os programas sociais do governo e dá sequência ao Bolsa-Família do governo Lula. Segundo Dilma, no início do seu governo identificou-se que ainda havia 800 mil famílias que tinham direito aos benefícios do Bolsa-Família, mas ainda não os recebiam. Nos primeiros seis meses do Brasil sem Miséria, diz a presidenta, foram localizadas 407 mil dessas famílias, 90 mi a mais que a meta que havia sido estipulada para 2011. Destas, 325 mil famílias já começaram a receber os benefícios.

Segundo Dilma, um programa chamado Busca Ativa foi fundamental para a localização das famílias. Trata-se de uma unificação de cadastros e esforços que visa ir atrás de todos os que vivem no Brasil em condição de miséria e pobreza extrema. “Até 2013, nós vamos, com certeza, encontrar todos que ainda não estão no Bolsa-Família, e dar a eles o direito e as condições para que deixem de ser extremamente pobres”.

A comandante do Executivo brasileiro, também esclareceu que se ampliou o processo de parcerias com estados para complementar a renda das famílias mais pobres. Há convênios nessa direção com os estados do Amapá, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo e com o Distrito Federal. Nesses estados, o governo estadual oferece um complemento aos benefícios previstos no Bolsa-Família.

Houve, ainda, disse Dilma, implementos ao programa social do governo federal. O número de benefícios por família foi ampliado de três para cinco filhos até 15 anos. Para as mães e gestantes, foram criados o Bolsa-Gestante e o Bolsa-Nutriz. Segundo esses benefícios, a mulher que ficou grávida tem direito a receber R$ 32 além do que já recebe. A única exigência é fazer acompanhamento pré-natal numa unidade de saúde. Depois do nascimento do bebê, nos primeiros seis meses de amamentação, a mãe passa a ter direito ao Bolsa-Nutriz, uma bolsa-alimentação. Segundo a presidenta, os benefícios já estão sendo pagos a 92 mil mulheres que estão alimentando e a 25 mil gestantes.

Dilma também destacou no programa ações de incentivo à produção contidas no Brasil sem Miséria. Estão sendo distribuídas 375 mil toneladas de sementes. Iniciou-se a construção de 315 mil cisternas para captação de água em residências pobres no campo. Programas de qualificação profissional nas cidades destinaram 61 mil vagas em 161 municípios nas áreas de construção civil, serviços, hotelaria, comércio, indústria, bares, restaurantes e cuidado com idosos.

Seu semblante era de alguém convicto dos passos que dá em direção aos desafios que enfrenta. Repetiu exatamente que os desafios não a amedrontam e pelo contrário, a estimulam. Lembrou que por toda sua vida, é movida a desafios. E lá vai ela, iniciando um 2012 que prevê um Brasil sem miséria. As classes mais abastadas talvez nem dimensionem o alcance de uma barriga sem fome, porque é mesmo difícil imaginar a miséria sólida para quem a vê de forma liquefeita em filmes ou literatura, em novelas ou como pano de fundo da história da humanidade. Miséria é guerra e é combate. Na verdade, miséria envergonha a quem pode comer e tem na mesa e no conforto da sua casa aquilo que ainda, milhões não podem ter.

Miséria humana é triste. Miséria espiritual é pior. Miséria que fecha os olhos e faz de conta que não vê, essa é o grau máximo da dissidência humana… por isso, torço por ela, por sua equipe, pelos bons propósitos, pelo povo brasileiro, e pela vitória contra a miséria, afinal, em 2012!

Cida Torneros , jornalista e escritora, mora no Rio de Janeiro onde edita o Blog da Mulher Necessária

jan
04
Posted on 04-01-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 04-01-2012


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Bruno Aziz, no jornal A Tarde (BA)

DEU NO CORREIO

Da Redação

No ano em que sete ministros do primeiro escalão do governo de Dilma Rousseff caíram e que o tema do combate à corrupção foi levado às ruas por milhares de jovens em todo o país, três importantes personalidades baianas têm atuado severamente pelo fim da impunidade. Jorge Hage, Marília Muricy e Eliana Calmon, se destacam nos seus devidos espaços de atuação político-profissional, por expressar críticas às estruturas e às engrenagens do poder no qual também estão inseridos.

As medidas e estratégias de publicizar e de submeter cada ponto ao crivo intenso da transparência, como não poderia deixar de ser, não é unanimidade. Há quem revide sustentando acusações sobre quebra de decoro, invasão de privacidade, leviandade e, nos casos mais extremos, de que o trio quer mesmo é a aparecer de
forma gratuita.

Independente da posição que se adote no sempre intricado jogo de forças e de interesses em voga no Brasil, as ações dos baianos provocam novas reflexões e maneiras de agir em relação aos bens públicos, ao controle social das instituições e, especialmente, a questionar certos privilégios comuns a quem ocupa cargos públicos de alta relevância.

Para ficar atento, o iBahia preparou um resumo da vida e das ações dessa tríade.

Jorge Hage Sobrinho e o controle das irregularidades
Nascido em Itabuna, sul da Bahia, no ano de 1938, é o atual Ministro de Estado Chefe da Controladoria-Geral da União. Em 1960, graduou-se em direito pela Universidade Federal da Bahia, concluiu o mestrado em Administração Pública pela University of Southern California – Los Angeles (1963) e em Direito Público
pela Universidade de Brasília (UNB), em 1998. Iniciou a vida pública como prefeito de Salvador (1975-1977), deputado estadual (1983-1987), deputado federal (1987-1991) e consultor internacional da Organização dos Estados Americanos (OEA). Tendo sido aprovado por concurso público, ingressou na magistratura do Distrito Federal, em 1991.

Como Ministro tem se destacado no trabalho com de transparência. Desde 2006, tirou da máquina pública 2.800 servidores inoperantes ou que tinham vínculos com denúncias de irregularidades. Costuma dizer que a falta de punição dos gestores das diferentes esferas é a principal barreira para terminar com a corrupção. Sua gestão foi a responsável por impulsionar a 1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social, que ocorrerá em maio de 2012.

Leia texto na íntegra no Correio da Bahia

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