dez
27
Posted on 27-12-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-12-2011


Rui Costa na Casa Civil:jogo embolado na sucessão
de Wagner

====================================

DEU NA COLUNA DE FELIPE PATURY/ REVISTA ÉPOCA

O governador da Bahia, o petista Jaques Wagner, vai curtir os feriados do Ano Novo como turista nas praias da Colômbia. Ficará longe da presidente Dilma Rousseff que chegou ontem à Base Naval de Aratu e passará o réveillon na praia de Inema, na Baía de Todos os Santos. No dia 5 de janeiro Wagner empossa na secretaria de governo do estado o deputado Rui Costa, seu mais íntimo aliado político desde os tempos de sindicalista, na década de 1980. Costa embolou a sucessão baiana e é o quinto nome na base do governador que pretende concorrer ao Palácio de Ondina. Os outros concorrentes no quarto colégio eleitoral são o presidente da Petrobrás, Sergio Gabrielli, os senadores Walter Pinheiro (PT) e Lídice da Mata (PSB), e o ex-prefeito de Camaçari, a poderosa cidade do Pólo Petroquímico, Luiz Caetano.

Leonel Rocha


=====================================
Comentário de um ouvinte de Portugal do vídeo da canção de Milton Nascimento no You Tube:

“Esta música é linda, uma das minha favoritas. É raro ouvir musica brasileira aqui em Portugal, fiquei a conhecer por causa de uma novela da Globo. É linda e apesar de não ser brasileiro dá me orgulho ouvir musica desta qualidade em portugues “:)
JosephEdwardMD

Nada a acrescentar, a não ser os votos de

BOM DIA!!!

(VHS)

=================================


Charge de Sinfrônio/ Diário do Nordeste (CE)
===================================

OPINIÃO POLÍTICA

A nova estrela

Ivan de Carvalho

“Excelente”, diria – se ainda estivesse entre nós, Pedro Matos, um colega que tive – numa ironia não manifesta, mas que todo mundo que o conhecia sabia que estava lá e era a componente dominante do comentário para ele habitual.

A ironia estaria seguramente presente, ante o mundo de miseráveis e “muito pobres” – que diferença! – que o Brasil ainda abriga, a guerra urbana disfarçada, os flanelinhas, os buracos em ruas, estradas e cofres públicos, as filas, lágrimas e mortes do SUS, o ensino público e mil outras coisas que infernizam os supostos beneficiários da agora sexta economia do planeta.

Excelente, como anunciou o jornal britânico The Guardian, a economia brasileira – com uma inflação no limite máximo fixado para ela pelo Banco Central, uma dívida pública que vai levar no ano que vem 47 por cento do orçamento federal e investimentos empacados no setor de infraestrutura, de saúde, e vários outros de importância fundamental – haver se tornado maior que a do Reino Unido, com a presidente Dilma atropelando a rainha e deixando Sua Majestade a comer poeira de pernas para o ar.

Certamente é um grande feito, mas não feito pelo Estado, que garfa grande parte da economia brasileira na forma de tributos, mas por circunstâncias como a fome chinesa e de alguns outros países por nossas commodities, a exemplo de minérios e soja, a que se somará o petróleo, quando o tivermos excedente.

Há, entretanto, dois outros fatores que estiveram mais ou menos inativos durante até recentemente, mas que agora estão influindo poderosamente para essa escalada, seja ela passageira ou não. Um dele é o tamanho do território. O das ilhas do Reino Unido é modesto, não dá para abrigar muita coisa, se comparado aos 8.500 mil metros quadrados do território brasileiro, com imensos recursos em terras agricultáveis, em água, em sol, em energia. O outro fator é a população, menos pelos braços que ela tenha para produzir – pois na produção a tecnologia vai ficando imbatível – do que pela capacidade atual e potencial que tem para consumir bens e serviços. Nós temos atualmente, pela estimativa do IBGE e arredondando o número, pouco menos de 191 milhões de habitantes.

O Reino Unido, segundo estimativa relativa a 2010, tem 62 milhões de habitantes, caminhando para 62,3. Menos de um terço da nossa população.

Mas vamos comemorar esse nosso “excelente” momento às vésperas de 2012, especialmente aproveitando o fato de que a Zona do Euro está em crise, que repercute diretamente em toda a União Europeia – na qual se inclui, com a sua respeitada libra esterlina, o Reino Unido – e indiretamente afeta o restante do mundo, salvo, provavelmente, as economias dos esquimós, dos pigmeus, dos gnomos e da Choreia, porque este último é um país do outro mundo, onde quem chora não mama.

Coisa aborrecida é que a ordem de grandeza econômica atual – Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, França, Brasil e Reino Unido – é muito instável. Segundo o Centre for Economics and Business Research (CEBR), que fez a pesquisa para The Guar dian, nos próximos dez anos a Índia deve saltar para o quarto lugar e a Rússia para o quinto, de modo que o Brasil irá para o oitavo, caso não dê a volta por cima e ultrapasse alguns dos que estão à sua frente agora, a exemplo da França. Que, aliás, é candidata a ser ultrapassada sem demora pelo Reino Unido.

dez
27
Posted on 27-12-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-12-2011


=====================================
Clayton, hoje, no Jornal O Povo (CE)

dez
27
Posted on 27-12-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-12-2011


Dilma:primeiros passeios no refúgio dos presidentes
Foto:Correio
===================================
DEU NO CORREIO DA BAHIA

No final da manhã de ontem, a presidente chegou à Base Aérea de Salvador. No aeroporto, emoção e expectativa de um grupo de cerca de 50 pessoas. Já na praia de São Tomé de Paripe, divisa com a praia de Inema, não se falava em outra coisa a não ser a chegada da visitante famosa, que ficará com a família na vila residencial da Base Naval de Aratu.

Para o empresário Bruno Lincoln Ferreira, 25 anos – que se juntou por mais de 50 minutos a um grupo que esperava a chegada da presidente -, a espera valeu a pena. “Tô emocionado! Adoro a Dilma”, afirmou. A movimentação pôde ser vista da área externa do Aeroporto Luiz Eduardo Magalhães.

Já em Inema, os moradores estavam divididos da presidente por um muro que se inicia na guarita de segurança da base, construído da rua até a areia, seguido de alambrado que alcança um trecho do mar da Baía de Todos os Santos.

“Eu queria era que a presidente viesse do lado de cá, para ver a falta de estruturas decentes para o povão aproveitar a praia, que é o único lazer que a gente pode ter”, provoca Cristiano Rocha, 29 anos, funcionário de uma das barracas da área.

Queixas

Se a presidente resolver aceitar a sugestão de Cristiano, muitos já têm ensaiado o que gostariam de falar para ela. Carlos Oliveira, 49, dono da barraca onde Cristiano trabalha, pediria que Dilma desse umas dicas ao prefeito João Henrique e deixasse os ambulantes trabalhar com maior tranquilidade.

“Aqui a gente não pode colocar mais de cinco mesas, mesmo com a clientela pedindo, ficando aí sem lugar para relaxar. A fiscalização leva as nossas mercadorias, mas condições de trabalho que é bom, nada”, reclama.
Morador de Paripe e frequentador assíduos da praia, o casal Valdice Cotrim, 46, e Jorge Luis Ferreira, 55, alertaria sobre a falta de banheiros na praia. Já o pescador José Duarte Marciel, 45, não gostou muito da visita, que o obriga a fazer um retorno maior na volta do mar.

“Na quarta-feira, colocaram aquelas boias amarelas e a gente não pode passar, e ali é uma região que dá muito peixe”, reclama o pescador, se referindo à Área Com Limitação de Navegação, que é de dois quilômetros.

“Quando Fernando Henrique teve aqui, ele passou pela rua, falou com os ambulantes. Tenho até hoje um autógrafo que ele me deu. A Dilma, que diz que é do povo, deveria passar por aqui também”, destaca Dulcevan Francelina da Silva, 53 anos, vendedora de peixe frito no
local.

Aparição

No píer do Terminal Marítimo de São Tomé de Paripe, onde passa diariamente uma média de 1.800 pessoas, a aglomeração da imprensa instigava passageiros a arriscar onde a presidente passará os próximos dias. “Tenho um amigo da Marinha que fez a faxina da casa. Ele disse que é muito luxuosa e que todos os móveis foram trocados. Tem uma sala com duas TVs de plasma só para ela”, contou um dos passageiros que desembarcaram no píer.

A residência onde a presidente fica é no centro da vila, tem lagoas com patos e foi reformada este ano para recebê-la. Por volta das 18h, com um vestido verde escuro, a presidente Dilma e quatro convidados foram à beira da praia, onde um toldo branco tinha sido montado de manhã. Lá, a presidente passou 28 minutos, conversou com convidados e se refrescou com água de coco.

dez
26

DEU NO IG

O jornal britânico “The Guardian” informa na edição desta segunda-feira que o Brasil superou o Reino Unido e se tornou a sexta maior economia do mundo. O levantamento publicado pelo jornal foi feito pelo Centro para Pesquisa Econômica e de Negócios (Centre for Economics and Business Research).

Agora, o ranking das maiores economias é liderado pelos EUA, seguido por China, Japão, Alemanha e França. O Reino Unido ocupa o sétimo lugar.

Segundo Douglas McWilliams, presidente do CEBR, “o Brasil tem batido os europeus no futebol por um longo tempo, mas superá-los na economia é um fenômeno novo”. Ainda ao Guardian, McWilliams concluiu: “Nossos rankings mostram que os países asiáticos e os países que produzem commodities estão escalando os pontos mais altos da tabela enquanto, nós, da Europa, estamos ficando para trás”.

Entre as razões para a ascensão do Brasil, segundo o estudo, estão a crise de 2008, que dissolveu o crescimento dos países europeus em um caldeirão de dívidas, e as exportações de produtos primários, como minérios, soja e petróleo, para a China e para o Sudeste Asiático.

Porém, o Brasil não deve ficar neste posto por muito tempo. Ainda segundo o CEBR, a Índia deve pular para o quinto lugar e a Rússia, para o quarto, nos próximos dez anos.

‘Locomotiva’

O Daily Mail, outro jornal que destaca o assunto nesta segunda-feira, diz que a Grã-Bretanha foi “deposta” pelo Brasil de seu lugar de sexta maior economia do mundo, atrás dos Estados Unidos, da China, do Japão, da Alemanha e da França.

Segundo o tabloide britânico, o Brasil, cuja imagem está mais frequentemente associada ao “futebol e às favelas sujas e pobres, está se tornando rapidamente uma das locomotivas da economia global” com seus vastos estoques de recursos naturais e classe média em ascensão.

Um artigo que acompanha a reportagem do Daily Mail, ilustrado com a foto de uma mulher fantasiada sambando no Carnaval, lembra que o Império Britânico esteve por trás da construção de boa parte da infraestrutura da América Latina e que, em vez de ver o declínio em relação ao Brasil como um baque ao prestígio britânico, a mudança deve ser vista como uma oportunidade de restabelecer laços históricos.

“O Brasil não deve ser considerado um competidor por hegemonia global, mas um vasto mercado para ser explorado”, conclui o artigo intitulado “Esqueça a União Europeia… aqui é onde o futuro realmente está”.

A perda da posição para o Brasil é relativizada pelo Guardian, que menciona uma outra mudança no sobe-e-desce do ranking que pode servir de consolo aos britânicos.

“A única compensação (…) é que a França vai cair em velocidade maior”. De acordo com o jornal, Sarkozy ainda se gaba da quinta posição da economia francesa, mas, até 2020, ela deve cair para a nona posição, atrás da tradicional rival Grã-Bretanha.

O enfoque na rivalidade com a França, por exemplo, foi a escolha da reportagem do site This is Money intitulada: “Economia britânica deve superar francesa em cinco anos”.

(com BBC Brasil)


Wagner e Fátima: descanso em Cartagena das Índias(Colombia)
================================

DEU EM A TARDE

Patrícia França

Sem qualquer divulgação oficial por parte de sua assessoria, o governador Jaques Wagner (PT) embarcou, na noite deste domingo (26), para uma semana de descanso na Colômbia. Na companhia apenas da primeira-dama do Estado, Fátima Mendonça, o governador vai à capital Bogotá e a Cartagena das Índias – cidade histórica, Patrimônio da Humanidade e localizada às margens do Mar do Caribe.

O assessor do governador, Ipojucã Cabral, informou que divulgaria uma nota dando detalhes da viagem nesta segunda-feira (26). Wagner só deverá retornar ao Estado no dia 2 de janeiro. Cabral também não confirmou a informação, que circulou entre pessoas próximas a Wagner, de que a presidente Dilma Rousseff chegaria a Salvador momentos antes do embarque do governador, para um período de descanso na Praia de Inema. O Palácio do Planalto informou que a presidente só chegaria hoje.

Dilma ficará hospedada na Base Naval de Aratu, em área da Marinha na praia de Inema, acompanhada da filha Paula, do neto Gabriel, e da mãe, dona Jane.

O local da viagem teria sido escolhido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que passou o réveillon de 2009/2010 na região.

Ainda não há previsão de quanto tempo a presidente permanecerá na Bahia. Há uma estimativa de que ela possa voltar para Brasília na primeira semana de janeiro, entre os dias 4 e 5. Seu período de férias vai até 10 de janeiro.


=====================================
A música do dia, com Billie Holiday em uma de suas mais perfeitas interpretações , vai para Margarida, que aniversaria neste 26 de dezembro.

Dona da casa do Bahia em Pauta e do coração de seu editor, esta é uma das canções preferidas da aniversariante desde sempre.

Parabéns pelo aniversário e belo bom gosto.

(Vitor Hugo Soares, com beijos)


Eliana: sem trocar verdades e deveres
por concessões e conivências.

=========================================================

OPINIÃO POLÍTICA

Memórias do Natal

Ivan de Carvalho

No Painel, da Folha de S. Paulo, Renata Lo Prete escreve o seguinte: “As mesmas vozes do bom senso, minoritárias na atual conjuntura, ponderam que a corregedora nacional de Justiça contribuiu, com palavras e gestos, para a situação de asfixia em que se encontra. Eliana, observam essas pessoas, enfrenta dificuldades até entre os conselheiros do CNJ. Sem alguma negociação, a cada dia mais difícil, ela ganhará a batalha da opinião pública, sem dúvida, mas não conseguirá dar mais um passo.”

Bem, acabamos de viver o Natal. O que traz a alguns a lembrança do nascimento e da história de vida, morte e ressurreição de Jesus. Um bom motivo para perguntar se ele negociou com o Sinédrio, se deixou de expulsar os mercadores do Templo ou se chegou a algum acordo com Pôncio Pilatos, trocando verdades e deveres por concessões e conivências.

Sei que todos que conhecem a história de Jesus sabem qual a resposta a essa pergunta. E tenho a impressão que Ele, como Renata Lo Prete prevê no caso de Eliana Calmon, ganhou a batalha da opinião pública. Isso fez uma grande diferença.

Mesmo que na batalha da opinião pública a vitória não haja sido total. Mas o próprio Jesus já sabia que seria assim, o Novo Testamento deixa isso evidente. A vitória completa não seria mesmo a da opinião pública, pois que de qualidade e não de quantidade, mas a vitória na “batalha da opinião pública”, ainda que parcial, seria e será fator importante para a vitória final, a da mudança, que só chegará ao completar-se, no seu tempo, que não tarda, o drama ainda em curso.

Mas já que do Conselho Nacional de Justiça passamos ao Natal, cumpre expressar uma observação que há anos já se tornou um clichê, um lugar comum. Salvo nos templos cristãos, na transmissão da “missa do galo” pela televisão e em mais alguns lugares discretos e privilegiados, às vezes secretos para evitar perseguições, esqueceu-se o Dono do Natal, miseravelmente trocado por um “simpático” velhinho barbudo com um saco enorme, cheio de atrativos com que a indústria e o comércio desviam do Aniversariante o coração das crianças e até a atenção dos adultos.

Ah, sim, comemorei o Natal em companhia de umas 15 a 20 pessoas, além de um cachorro e um papagaio. Respeitoso, o papagaio não disse nenhuma bobagem, aliás, ficou em total silêncio, ainda que não seja mudo. Também silente, talvez meditativo, quedou-se o cachorro.

As pessoas estavam alegres. Trocaram presentes (sem se darem ao trabalho de lembrar a razão profunda dessa atitude), abraços e beijos, beberam moderadamente, conversaram, mas o Natal nem o Dono dele foram assunto em momento algum. Uma delas tocou violão, duas cantaram, outras tentaram acompanhar, nenhuma música tinha referência com o Natal ou o Aniversariante. Entre as canções, umas três ou quatro de Roberto Carlos, mas nenhuma daqueles em que ele fala Nele. Nenhuma rejeição, apenas esquecimento.

Dois de meus netos, crianças, estavam presentes. Havia um mural com desenhos/pinturas deles e de uma prima sobre o Natal. Papai Noel estava em destaque em 90 por cento dos “quadros”, em 80 por cento com o saco e em alguns com o acréscimo daquele ridículo Hô! Hô! Hô! Nos outros, o destaque eram pinheiros, a “árvore de Natal”.

Chamei o meu neto mais velho (?!), uma linda (por dentro e por fora) criança-adolescente de 12 anos. “Parece que tem alguma coisa faltando aí no mural, não é?”, provoquei. “O que, voinho?”, perguntou, depois de um atento olhar geral. “Quantos Papai Noel tem aí?”, repliquei. Ele contou, não lembro exatamente, mas eram uns dez. “E árvores de Natal?”, insisti. Havia umas cinco ou seis. Então dei o golpe final: “E o Dono do Natal, Jesus, quantos tem?”. Não havia. “Ah, voinho, eu fiz um quadro com Jesus, mas ficou muito ruim, eu não botei no mural”.

Acho que a intenção dele salvou o mural. Acho que a intenção (e a coragem) de Eliana salva sua luta, mesmo que algum abutre lhe devore o fígado ou que o corporativismo nada santo a crucifique.

dez
26
Posted on 26-12-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 26-12-2011


====================================
Duke, hoje no O Tempo (MG)

Pages: 1 2 3 4 5 6 7 ... 22 23

  • Arquivos

  • dezembro 2011
    S T Q Q S S D
    « nov   jan »
     1234
    567891011
    12131415161718
    19202122232425
    262728293031