dez
25


=======================================
BOA NOITE!!!


===================================
DEU NO PORTAL G1

A atriz sueca Anita Ekberg, ícone do cinema e que em setembro completou 80 anos, empobreceu a ponto de ter que pedir ajuda financeira à fundação do célebre cineasta italiano Federico Fellini, informou nesta sexta-feira (23) o jornal La Stampa, da cidade de Turim.

“Não é elegante dizê-lo, mas a senhora Ekberg sofre de uma verdadeira falta de liquidez”, disse ao jornal Massimo Morais, um administrador nomeado pela Justiça e que pediu em nome da atriz os subsídios de emergência da Fundação Fellini.

“A fundação ainda não respondeu, mas eu conto com a solidariedade dos benfeitores, que queiram ajudar, mesmo modestamente, uma grande atriz que merece”, disse.

A atriz marcou a história do cinema com uma lendária sequência no filme “A doce vida” (dirigido por Fellini em 1960) rodado junto à Fontana de Trevi e na qual Ekberg atua ao lado de Marcello Mastroianni. Ekberg agora vive em um asilo perto de Roma.

Limitada a uma cadeira de rodas desde que quebrou o fêmur em uma queda, Ekberg teve que deixar sua casa depois de um incêndio provocado por ladrões. Além de alguns vizinhos e dos serviços sociais, a diva recebe poucas visitas e passa o tempo escrevendo suas memórias.

Ao celebrar seus 80 anos, em setembro, a atriz admitiu em uma entrevista que se sentia “um pouco sozinha”. “Os dias são infinitamente longos”, disse ao jornal Il Corriere della Sera


================================================
A imagem correu mundo: já casada com Alfonso Diez, Cayetana de Alba, 85 anos – a famosa e animada duques de Alba, de Espanha – dançou uma sevilhana à saída da igreja. Emilio Castro foi um dos profissionais que captaram o instante, vencendo a quarta edição do prémio Nikon 2011 na categoria de Gente e Sociedade. David Ramos venceu a categoria de desporto e Francisco Mingorance na de natureza.

O prémio é de 6 mil euros.

Concorreram 400 fotógrafos e 2 mil imagens que tivessem sido publicadas em meios de comunicação impressos ou digitais, com uma máquina da marca patrocinadora do prémio, de acordo com o ‘El Mundo’.

Outras 75 fotografias das três categorias foram escolhidas pelo júri para fazer parte de um livro que será publicado em 2012.

(Informações do jornal português Diário de Notícias)


========================================================

Sakineh Mohammadi-Ashtiani, a iraniana condenada à morte por infidelidade e cumplicidade no assassinato do marido, será executada por apedrejamento ou enforcamento, adiantou este domingo uma autoridade judicial local, segundo notícia distribuida pela agencia norte-americana AP.

O portal português TSF que dá a notícia em uma de suas manchetes de hoje, acrecenta que segundo a AP, Malek Ajdar Sharifi, chefe do departamento de justiça da província do Azerbaijão Oriental – onde a iraniana está presa – foi hoje citado pela agência de notícias semi-oficial Isna, avançando «que as autoridades judiciais ainda discutem se a vão executar por apedrejamento ou por enforcamento».

Sakineh Mohammadi-Ashtiani foi condenada à morte por apedrejamento mas acreditava-se que a sentença tinha sido suspensa em julho, depois de um protesto internacional sobre o caso.

Aprisionada em Tabriz, Sakineh Mohammadi-Ashtiani, de 43 anos, foi condenada à morte em 2006 por envolvimento no assassínio do seu marido e à lapidação por adultério.

A primeira pena foi fixada em 10 anos de prisão, em recurso, em 2007, mas a segunda foi confirmada no mesmo ano por outro tribunal de recurso.

A Justiça suspendeu em junho de 2010 a pena de lapidação, enquanto aguardava uma nova análise do caso, após a qual Sakineh Mohammadi-Ashtiani foi considerada culpada de ter morto o marido com a ajuda do amante, Issa Taheri.


ACM Neto: na contramão do DEM?

=========================================

DEU NO SITE DE CHICO BRUNO
http://www.chicobruno.com.b

O deputado federal ACM Neto (Democrata-BA) deveria ver e rever o excepcional programa tocado pelo jornalista e marqueteiro baiano José Fernandes para o seu partido na TV.

É que o discurso do deputado destoa da estratégia nacional traçada por Zé Agripino para o Partido Democrata.

ACM Neto insiste em criticar pontos negativos do governo baiano inerentes a todas as administrações estaduais do país, independente da cor partidária.

A violência e a criminalidade assolam todos os quadrantes do país.

A insistência de ACM Neto na comparação entre a Bahia e Pernambuco destoa o discurso traçado pelo partido, pois enche a bola de uma legenda da base aliada do governo federal e prejudica a oposição que o Democrata faz ao governo de Pernambuco.

Na medida em que ACM Neto elogia o desempenho de Eduardo Campos em desfavor de Jaques Wagner ele atira contra o próprio quartel.

Além disso, não é verdade que “as principais indústrias estão indo pra Pernambuco” como alega o deputado.

A verdade é que novas unidades industriais estão se espalhando por todo o Nordeste.

Vale lembrar ao deputado que o complexo portuário da Baía de Todos os Santos é o líder do Nordeste. O porto de Salvador movimenta 50 milhões de toneladas, contra pouco mais de doze milhões de toneladas do segundo lugar, o Porto de Suape, em Pernambuco.

A Bahia é o estado líder em atração de investimentos no Nordeste e o quarto do país, abaixo de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

São dados oficiais que desmentem a comparação entre Bahia e Pernambuco feita por ACM Neto.

ACM Neto também tem criticado as viagens internacionais de Wagner com ênfase as empreendidas pelo governador a China.

Nesse sentido, o deputado deveria conversar com o professor Carlos Arruda, da Fundação Dom Cabral, que coordena no Brasil dois importantes estudos internacionais sobre competitividade.

O professor Arruda em conversa com a jornalista Regina Alvarez, de O Globo, afirma “que o Brasil tem muito a aprender com os chineses, pois eles têm visão de longo prazo, investem fortemente em tecnologia e inovação, em infraestrutura, em formação e qualificação profissional. E vão fundo quando se trata de conhecer um parceiro em potencial. É assim que agem em relação ao Brasil”.

– O país deveria olhar a China não como um concorrente, mas como parceiro – recomenda.

Como a China tem produtos em excesso e capital para investir, o professor Arruda anota.

– Por que então não deixar os chineses instalarem aqui suas fábricas e exigir como contrapartida investimentos em infraestrutura, por exemplo? – sugere o economista.

Resumo da ópera.

Justamente o que aconselha Arruda é o que o governo baiano vem fazendo em relação à China, inclusive com a abertura de um escritório no país asiático.

O governo da Bahia foca a atração de investimentos chineses, tanto que o estado é o líder desta agenda no país.

Por tudo isso, vale a pena ao deputado ACM Neto rever o seu discurso e se adequar ao que foi expresso no programa partidário do Partido Democrata na TV.

Um pequeno lembrete: Zé Fernandes e o deputado moram em Salvador, o que facilita um papo entre os dois.


=======================================================
A letra do saudoso Vinícius de Moraes, a música de Toquinho e a energil de Gilberto: Feliz Bahia!

(Sugestão e garimpo do jornalista Gilson Nogueira, amigo dileto e colaborador primeiro do BP, direto do Rio de Janeiro, onde ele curte o Natal ao lado da netinha e da filha, e recebe os abraços de Feliz Natal e agradecimentos dos que fazem o BP).==================================

A música do domingo vai com dedicatória especial para Márcia, moderadora deste BP, que também passa as festa de fim de ano no Rio, ao lado de Tiago (com a sua Dani) e Natasho. Marcita, logo estaremos aí, junto com vocês para ver a chegada de 2012.

(Vitor Hugo Soares e Margarida)

dez
25


Praia de Inema, Base Naval de Aratu(BA): paraiso privado
das férias de Lula e Marisa à espera da presidente Dilma

===============================================

DEU NO SITE CONGRESSO EM FOCO

A partir deste domingo (25) quando começa um período de dez dias de descanso na Base de Aratu (BA), a presidenter Dilma Rousseff terá um aliado para se manter a par do que acontece em Brasília: o tablet, dispositivo que se tornou indispensável no dia a dia da presidente.

Dilma se tomou de amores pelo iPad, da Apple, aos poucos. De início, demonstrava dificuldade de navegar pelos aplicativos e de lidar com o teclado na tela touch screen.

Hoje ela lê ao menos dois jornais internacionais todos os dias no tablet, tem uma vasta biblioteca de e-books baixados e despacha com ministros por meio da máquina. Agora está lendo “Confidence Men: Wall Street, Washington, and the Education of a President”, de Ron Sus-kind, que narra bastidores dos dois primeiros anos de mandato de Barack Obama.

“Quando chega o clipping de jornais da EBC, ela já leu de cabo a rabo o ‘Financial Times’ e o ‘Le Monde’ no iPad, logo cedo”, diz um auxiliar. É uma mudança de hábito em relação a Lula, que, segundo ex-auxiliares, preferia recorrer à compilação de jornais feita pela EBC


============================================

Versão de Iris Pedreira em vídeo de 2009 no You Tube do famoso comercial da TV em tempo de Natal. FELIZ DOMINGO PARA TODOS.

(vhs)

dez
25
Posted on 25-12-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 25-12-2011


=====================================================
Aroeira, hoje, no jornal O Dia (RJ)


===========================================================

DEU NO JORNAL ELETRÔNICO BRASIL247

Continua quente a guerra no Judiciário. Depois que três associações de magistrados protocolaram ações contra a corregedora Eliana Calmon, do Conselho Nacional de Justiça, um grupo de juízes saiu em defesa da ministra e está preparando um manifesto público. Leia, abaixo, reportagem da Folha de S. Paulo a respeito:

Um grupo de juízes federais começou a coletar ontem assinaturas para um manifesto público condenando as críticas feitas pela Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) à atuação da corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon.

“A agressividade das notas públicas da Ajufe não retrata o sentimento da magistatura federal”, afirma o manifesto, que já reúne 43 assinaturas.

“Em princípio os juízes federais não são contrários às investigações promovidas pela corregedora. Se eventual abuso investigatório ocorrer, é questão a ser analisada concretamente”, dizem os juízes, para os quais não é razoável “impedir a atuação de controle da corregedoria”.

A ideia surgiu em uma lista de discussão de magistrados federais na internet. Foi proposta pelo juiz federal Rogério Polezze, de São Paulo.

Ela ganhou adesões após manifestação do juiz Sergio Moro (PR), especializado em casos de lavagem de dinheiro, que não está convencido de que houve quebra de sigilo de 200 mil juízes, como alegam as associações de magistrados que criticam Calmon.

“Não estou de acordo com as ações propostas no STF nem com as desastradas declarações e notas na imprensa”, disse Moro: “É duro como associado fazer parte dos ataques contra a ministra”.

Marcello Enes Figueira (RJ) disse que “assinava em baixo do que afirmou o colega Sergio Moro”. Em outra mensagem, o juiz federal Jeferson Schneider (MT) disse que não se sentia “representado pela Ajufe”, apesar de ser filiado.

O juiz federal Odilon de Oliveira, de Campo Grande (MS), também aderiu ao manifesto, dizendo que “entregar” a ministra era um “absurdo”.

“A atitude da Ajufe em represália à ministra é inaceitável”, acrescentou o juiz Eduardo Cubas, de Goiás.

O juiz Roberto Wanderley Nogueira, de Pernambuco, criticou as manifestações das entidades. E disse que “a ministra não merece ser censurada, e tanto menos execrada pelos seus iguais, pois seu único pecado foi ser implacável contra a corrupção”.

O presidente da Ajufe, Gabriel Wedy, atribuiu a iniciativa à proximidade das eleições para renovação da diretoria da Ajufe, em fevereiro.

“É um número bastante pequeno, diante de 2.000 juízes federais”, disse. “São manifestações democráticas e respeitamos o direito de crítica.”

A Ajufe e outras duas associações de juízes entraram ontem com representação na Procuradoria-Geral da República para investigar a conduta de Calmon no levantamento de pagamentos atípicos a magistrados e servidores.

Segundo as associações, a ministra quebrou o sigilo fiscal dos investigados ao pedir que os tribunais encaminhassem as declarações de Imposto de Renda dos juízes.

“Não se pode determinar ou promover a ‘inspeção’ das ‘declarações de bens e valores’ dessas pessoas, porque tais declarações são sigilosas e não poderiam ser objeto de qualquer exame por parte da corregedora nacional de Justiça”, diz a representação.

Calmon não comentou a representação. Anteontem, ela disse que magistrados e servidores são obrigados a entregar a declaração de Imposto de Renda aos tribunais.

De acordo com ela, os dados são entregues justamente para que a corregedoria tenha acesso, e não para “ficarem dentro de arquivos”.

O objetivo da corregedora é cruzar as informações com o levantamento do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), que apontou 3.438 juízes e servidores com movimentações atípicas.

A polêmica começou quando o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski mandou parar a investigação no Tribunal de Justiça de São Paulo, primeiro alvo da corregedoria do CNJ.

Os juízes então passaram a acusar a ministra Eliana Calmon de quebrar o sigilo de todos os magistrados e servidores que foram alvo da varredura do Coaf -um total de mais 200 mil pessoas.

A ministra rebateu e disse que as acusações são uma maneira de tirar o foco da investigação do CNJ.

Apagando rastros

Na outra ponta do poder Judiciário, o jornal O Globo publicou reportagem neste domingo, apontando que o Supremo Tribunal Federal apagou rastros de ações promovidas contra autoridades nos últimos anos. Leia:

O Supremo Tribunal Federal (STF) apagou de seus registros de processos 89 das cerca de 330 ações penais propostas contra autoridades desde 1990. O expurgo no sistema de acompanhamento processual foi determinado pelo presidente do STF, ministro Cezar Peluso, sob a justificativa de impedir a violação da intimidade dos réus. Foram retirados casos que deram em absolvição; ações que demoraram a ir a julgamento e o crime prescreveu; e até ações que foram remetidas a outras instâncias do Judiciário porque o réu perdeu o direito a foro privilegiado.

Para descobrir a lacuna, O GLOBO fez um levantamento de todas as ações penais abertas de 1990 até dezembro deste ano. Alguns números que identificam os processos não apareciam. São casos que já passaram pela Corte. As ações que ainda tramitam no Supremo permanecem disponíveis para consulta.

Esta não é primeira restrição imposta na gestão de Peluso. Ele já implantou a regra de só identificar pelas iniciais os investigados em inquéritos no STF. No caso das ações penais, adotou uma nova interpretação da resolução 356, editada ainda na gestão da ministra Ellen Gracie na presidência da Corte. A resolução criou regras para emissão de certidões de antecedentes e informações eletrônicas do STF. Pela norma, uma pessoa que já foi absolvida, teve o inquérito contra si arquivado ou a ação penal trancada, ou ainda foi condenada apenas a pagamento de multa, tem direito a uma certidão de “nada consta” do STF.

A partir de julho de 2010, depois de analisar e atender a um pedido administrativo para retirar do site um inquérito já arquivado, o STF passou a adotar o entendimento para os demais processos criminais. Ou seja, o “nada consta” das certidões, previsto na resolução 356, passou a valer como um “nada a constar” no site da Corte. Sequer o número do processo aparece no sistema público de acompanhamento do STF. Com isso, não é mais possível procurar a ação no sistema onde são informados os nome dos réus e toda a tramitação da ação até a última decisão proferida pela Corte. Todos são processos públicos.

A lista dos casos retirados foi enviada ao STF pelo GLOBO, indagando os motivos do sumiço. Após a consulta, a assessoria de imprensa do STF reconheceu que, em função de um erro de interpretação da resolução 356, parte das ações tinha sido excluída indevidamente.

Tribunal alega evitar violação de intimidade

Após o Supremo Tribunal Federal (STF) receber do GLOBO a lista da ações desaparecidas, e admitir que houve erro de interpretação da resolução, 31 das 89 ações expurgadas voltaram a aparecer no site do tribunal para consulta. A maioria era de ações que deixaram de tramitar no STF porque o acusado não era mais ocupante do cargo público que tinha dado direito ao foro privilegiado. Outras tinham sido novamente autuadas como inquérito.

Mas 58 ações penais continuam sem constar no sistema de registro de processos do STF. A assessoria de imprensa do tribunal informou que elas não aparecem justamente por conta da interpretação que foi feita da resolução 356.

“Não é razoável que as consultas por meio eletrônico revelem dados que nem sequer por certidão se poderia obter. Haveria, de outro modo, violação à intimidade. Como se vê, a impossibilidade de visualização de processos na internet, nesses casos, decorre de interpretação lógica, pois não há sentido em que sejam disponibilizados dados que o STF não está autorizado a fornecer oficialmente, porque não passíveis de valoração jurídica”, informou a assessoria, em resposta a perguntas enviadas pelo jornal.

– Lutamos por transparência e o Supremo vai na contramão. Assim fica mais difícil exercer o controle social – contestou Jovita Rosa, uma das dirigentes do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que idealizou a Lei da Ficha Limpa.

Para Jovita, esses processos envolvem pessoas públicas e, portanto, o registro deles não pode ser suprimido. A direção do STF alega que pessoas inocentadas poderiam ser prejudicadas pelo uso indevido da informação de que já foram processadas.

Na lista dos casos que permanecem de fora está, por exemplo, a AP 527. Motivo: o réu, um deputado federal, foi absolvido e o registro desta ação não é mais passível de consulta pública pelo sistema de acompanhamento processual.

Na presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – instância à qual o STF não está subordinado -, Cezar Peluso editou no ano passado uma outra resolução, a 121, que estabelece regra diferente. Processos que deram em absolvição devem, sim, estar disponíveis para consulta pública. Mas essa consulta só pode ser feita pelo número da ação. No caso da AP 527, nem isso é possível. A assessoria do STF informou que Peluso pretende discutir com os demais ministros uma adequação entre as resoluções do CNJ e do Supremo, e que as duas instâncias são colegiados diferentes, com atribuições diferentes.

  • Arquivos

  • dezembro 2011
    S T Q Q S S D
    « nov   jan »
     1234
    567891011
    12131415161718
    19202122232425
    262728293031