dez
31


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Chita e o filho de Jader

Janio Ferreira Soares

No mesmo jornal em que vejo a foto da posse de Jader Barbalho no Senado – após dez anos de sua renúncia por ter sido acusado de desviar R$ 9,6 milhões -, vejo também a foto que anuncia a morte de Chita, o impagável chimpanzé (sim, ele era macho) que fazia minha alegria nas memoráveis matinês das tardes de domingo.

Na fotografia de Chita, ele tem ao seu lado as companhias de Tarzan, Jane e Boy, além de vários animais sempre alertas a espera de um grito para se fazerem presentes. Na do senador estão seus filhos Daniel e Giovanna, além de vários colegas sempre atentos para acudir companheiros que podem gritar segredos fatais. Sarney e Renan que o digam.

Se uma foto vale por mil palavras, as do pequeno Daniel nas primeiras páginas dos principais jornais do País valem por uma enciclopédia inteira. Nelas, ele faz uma série de caretas em direção aos fotógrafos que, espertos, entenderam as entrelinhas da mensagem e dispararam seus flashes em sua direção. Pronto, sem querer (porém, vindo de quem veio, com toda a pinta de querendo) e sem dizer nenhuma palavra, o caçula de Jader proporcionou as melhores manchetes sobre a nossa política neste ano que se finda.

Na Folha de São Paulo e no O Globo ele dá a língua e abana as duas mãos abertas nas orelhas, como quem diz: “aqui pra vocês, seus bestas, ó meu pai tomando posse!”. Já no Estado de São Paulo, ele faz um gesto muito parecido com o do homem do quadro O Grito, do norueguês Edvard Munch, (aquele em que ele abre a boca numa espantosa expressão de medo), como se dissesse: “o horror!, o horror!, a nossa justiça é um horror!, por isso meu pai voltou!”.

Segundo seus tratadores, Chita era dócil e apreciava música gospel, mas de vez em quando arremessava seus excrementos nos inimigos.

Após sua posse, Jader pediu para homenagear ACM. Deve ter sido zona.

Quando vivo, o baiano o chamou de “ladrão” e “truculento”. Jader retrucou, chamando-o de “corrupto” e “mentiroso”.

Na época não se soube se houve arremessos de excrementos. Mas a coisa continua fedendo lá pras bandas do Congresso.

Feliz 2012.

Janio Ferreira Soares, cronista é secretário de Cultura de Paulo Afonso, no Vale do São Francisco


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Bahia em Pauta, site blog baiano plugado no mundo, hospedado temporariamente no Rio de Janeiro à espera de 2012, deseja Feliz Ano Novo a todos os seus ouvintes e leitores.

(Vitor Hugo Soares)


Monumento a Ary: atração diante do La Fiorentina

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A sexta-feira(30), penúltimo dia e madrugada de 2011 da turma do Bahia em Pauta de férias no Rio de Janeiro , não poderia ter sido melhor e mais agradável.Não dá para contar tudo (nem cabe) aqui e agora. Por enquanto, basta dizer que tudo começou ainda de manhã no Clipper, um barxinho superanimado do Leblon. Seguiu à tarde no Mondego, avenida Atlântida, e terminou já na madrugada de hoje(31) no “La Fiorentina”, um renovado ponto de encontro para comer bem, beber e conversar localizado no Leme, bem ao pé do monumento a Ary Barroso, um dos mais visitados da cidade maravilhosa atualmente.

Chegamos ao “La Fiorentina” levados pelo jornalista Roberto Gonçalves e sua Nina (também amiga do peito), atualmente no jornalismo da TV Globo, mas parceiro leal de profissão, amigo especial de fé e de farra deste editor do BP desde tempos gloriosos do Jornal do Brasil. Juntos varamos a madrugada de um reencontro para não esquecer.

Mas quando saímos do Lá Fiorentina ainda deixamos por lá mesas animadas como a da sambista Beth Carvalho(e muitos amigos) e a do jornalista e escritos Artur Poerner, que mesmo depois dos 70 não perde uma noite na casa preferida de Ary Barroso no Rio de Janeiro.

Que noite!

(Vitor Hugo Soares)=======================================

Abaixo um texto recolhido na Internet sobre o La Fiorentina

Templo maior dos artistas e intelectuais do final da década de 1950 ao início da década de 1990, o restaurante La Fiorentina, no bairro do Leme tem muita história para contar.

Foi inaugurado em 1957 e durante 31 anos freqüentado pela intelectualidade carioca que, não se sabe quem começou, deixava sua assinatura nas paredes e colunas do restaurante.

Artistas famosos, advogados ilustres, médicos, escritores, etc., sentiam-se orgulhosos ao serem convidados para assinar uma parede. Milhares de assinaturas, àquela altura, se sobrepunham umas às outras, em variadas cores, parecendo um afresco moderno.

O espaguete com frutos do mar e a lasanha verde à bolonhesa eram os capitães da cozinha. O chope, da Brahma, geladíssimo, rivalizava com o vinho em caneca (de gosto duvidoso) da casa. O porteiro vendia cigarros americanos por baixo do pano. Dois leões de bronze tomavam conta da entrada.

Um terrível incêndio, em 1988, acabou com tudo, inclusive cremou os milhares de assinaturas das celebridades que decoravam as paredes. Foi um dia muito triste. Os freqüentadores fizeram questão de lá comparecer, como uma última homenagem e muitos choravam copiosamente.

Um esforço hercúleo dos proprietários permitiu que o local fosse reaberto dois meses após e o hábito de assinar as paredes pelas celebridades renasceu. Lamentavelmente, por desencontros entre o dono do imóvel e os proprietários do restaurante, a Fiorentina fechou suas portas em 1992.

Oito anos após, no ano 2000, eis que, como Fênix, a Fiorentina ressurge das cinzas.

Lamentavelmente a nova decoração, o ar condicionado (sem demérito para o conforto), as mesas na calçada e, principalmente o menu, foram descaracterizados perdendo o charme da mistura décô/anos 50 que possuía. O espaguete ainda esta lá, mas a minha querida lasanha verde ficou na História. Não se come mal. Boas massas e boa pizza.

Os leões também estão de volta fazendo companhia a uma estátua de Ary Barroso, voraz freqüentador do local.

O ambiente vai retornando aos antigos padrões. À noite se podem ver artistas e intelectuais jantando calmamente.

Calmamente em termos. Eu estava jantando lá na noite do último capítulo da novela Paraíso Tropical quando chegou o vilão, o assassino da Thaís e também o capitão Nascimento do BOPE, Wagner Moura.

Amigos…Que tumulto!

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dez
31
Posted on 31-12-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 31-12-2011


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OPINIÃO POLÍTICA

Feliz Ano Novo

Ivan de Carvalho

Estão, muitos, desconfiados pelo mistério que o fim do calendário maia em 21 de dezembro de 2012 oferece.

Mas pode não significar algo de relevância. Quem sabe os maias, mestres na astronomia e outros saberes, perderam a paciência de ficar contando o tempo – o que já passara, o que estava passando e o que ainda não havia passado, mas só passaria bem depois. Afinal, teriam percebido que, não acabassem eles, o mundo ou o tempo, teriam de permanecer nessa monótona tarefa indefinidamente.

Então os maias puseram fim ao seu agora famoso calendário. E sumiram, porque – é uma hipótese bem razoável – saíram a procurar outra coisa para fazer e nessa busca misturaram-se a outros povos, perderam ou, por espírito de fraternidade, renunciaram a sua identidade como povo e assim não foram mais achados por nossos historiadores e arqueólogos.

Mas espalhou-se a outra hipótese, muito estimulada pelo filme 2012, uma espécie de Dilúvio bíblico tecnologicamente reformulado. E chegaram os mais apressados à conclusão de que o fim do calendário maia é o sinônimo para o fim do mundo. Mais ajuizados, outros concluíram que o fim do calendário significa o fim de uma Era, não do mundo.

Há uma hipótese que pode abrigar não somente o fim do calendário maia – estudado por especialistas em coisas esotéricas, das quais a academia científica não entende nada – como outros avisos. Em livros sagrados de várias, digamos, religiões, a exemplo do bramanismo, da teosofia, livros entre os quais destaco especialmente a Bíblia judaico-cristã, por ser detalhada e estar à disposição de qualquer leitor.
A mesma hipótese pode ainda abrigar avisos de profetas ou videntes “modernos” do calibre de Nostradamus, Edgar Cayce, Jacob Lorbner, Giorgio Bongiovanni, as duas revelações e o “segredo” de Fátima – mas cujo conteúdo o papa até hoje achou por bem manter oculto, apesar de revelar uma mínima fração dele e deixar circularem intensos e graves rumores quanto ao restante.
Esse grande conjunto de profecias mais ou menos antigas e até recentes aponta, todo ele, para a iminência de um processo de crise total, devido a causas diretamente provocadas pelo homem (a exemplo de guerras, incluindo guerra nuclear) e causas naturais, telúricas e astronômicas.

A “grande tribulação” de que falou Jesus, avisando, entre outras coisas, que “se aqueles dias” não fossem abreviados, “nenhuma carne sobreviveria”, mas ressalvando que tais dias “serão abreviados”. A impressão que tenho aí é a de que falava de uma guerra nuclear. Até porque, lá no Antigo Testamento, Isaías já reforçava por antecipação: “No grande e terrível dia do Senhor, todos os ímpios queimarão como palha”. Mas Jesus afirmou também que “as potestades celestes serão abaladas”, podendo-se entender que “as forças celestes” serão abaladas e isso acarretará ao planeta gravíssimas consequências. Ao final, no entanto, há um recomeço, em um mundo mudado e muito melhor. A Fénix.

Não sei a razão das Igrejas, na sua quase totalidade, evitarem abordar esses assuntos seriamente com seus fiéis, durante os cultos. Mas se formos dar algum crédito ao calendário maia e a sinais preditos (especialmente na Bíblia) e que estão aí a cada dia mais notórios, elas deveriam abordar intensamente essa temática apocalíptica, sim. Ela é absolutamente atual.

Apenas tendo o cuidado de avisar que não há data marcada, mas que já estamos no processo, que, como processo, é gradual e ainda não chegou às suas fases mais agudas.

Faço votos para que, em 2012, o bom senso, a paz e o amor prevaleçam sobre a crise econômica global, os imensos riscos envolvidos na luta pelo poder no mundo árabe e pelo assédio deste contra o Estado de Israel. E prevaleçam também sobre muitas outras coisas ruins que estão aí, umas expostas, outras ocultas.

Feliz 2012.

dez
31
Posted on 31-12-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 31-12-2011


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Amorim , hoje ,Correio do Povo(RS)

dez
30
Posted on 30-12-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 30-12-2011


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Sinfrônio, no Diario do Nordeste(CE)


Gilson Dipp

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OPINIÃO POLÍTICA

Ainda o Judiciário

Ivan de Carvalho

O ministro Gilson Dipp, do STJ e que precedeu como corregedor nacional de Justiça a ministra Eliana Calmon, afirma que pediu em 2009 dados fiscais de magistrados e servidores porque as informações fornecidas pelos tribunais nas inspeções eram insuficientes.

Bem entendido, o que o ministro está revelando, em meio ao tiroteio sobre os poderes do CNJ fiscalizar a eficiência e os eventuais malfeitos de magistrados é que os tribunais sob inspeção não estavam com ânimo cooperativo em relação às inspeções. Talvez o ânimo fosse corporativo, uma pequena diferença apenas na área idiomática.

Ou fosse pura incompetência, negligência e ausência do senso de responsabilidade.
Aliás, aproveito a circunstância de voltar a abordar – o que já fizera ontem e em ocasiões anteriores – esse tema do CNJ, a polêmica em torno desse órgão de controle administrativo do Poder Judiciário e as ações favoráveis e contrárias a restrição ou manutenção dos seus poderes para fazer uma correção. É que ontem (traição da memória) mencionei a criação do CNJ pela Constituição de 88, quando, em verdade, isso aconteceu somente pela emenda constitucional 45, de 8 de dezembro de 2004, que instituiu a reforma do Poder Judiciário.

O então deputado baiano Jairo Carneiro, do PFL (hoje chefe de gabinete da Secretaria de Agricultura do Estado da Bahia e filiado ao PP) foi o relator e depois o presidente da comissão que elaborou a reforma. E foi o autor da sugestão para a criação do CNJ, o que, segundo ele mesmo relembra, exigiu muita negociação.

Mas é hora de voltar ao ministro Gilson Dipp, que é um especialista em crimes financeiros. Ele nega a ocorrência, no CNJ, por ação da Corregedoria, da violação de sigilos (fiscal, bancário) dos magistrados, como, aliás, já o fizera a ministra Eliana Calmon, quando deu explicação detalhada ao repelir essas acusações partidas de setores que pretendem manietar o CNJ em suas atribuições de controle.
Dipp explicou em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo que pediu informações de magistrados e servidores ao COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) “por causa da falta de informações nos bancos de dados dos tribunais” e atira: “O Coaf não é órgão de investigação. Não é um órgão policial. É um órgão do Ministério da Fazenda. Não me preocupei especificamente com as informações do Coaf, eram dados a mais. Também pedi informações à Receita Federal”.

E acrescentou Dipp: “Não vejo problema em pedir informações sobre movimentações atípicas. A Eliana [Calmon, atual corregedora do CNJ] pediu informações adicionais para fazer uma verificação comparando com as folhas de pagamentos. Não cheguei a ver as informações. Elas só foram enviadas ao CNJ no início deste ano. Foi quando Eliana começou a apurar essas movimentações”.

Sobre a reação das associações de magistrados À Corregedoria Nacional de Justiça e à própria hipótese do CNJ prosseguir no sistema de investigação que vinha exercitando até ser travado pelas liminares dos ministros do STF Marco Aurélio Melo, Ricardo Lewandowski e Cezar Peluso, presidente do Supremo, Dipp manifestou contido otimismo:

“Está havendo muita disputa interna. Mas parece que todos estão recuando. A AMB publicou uma nota. A Anamatra (magistrados da Justiça do Trabalho) não mantém as mesmas posições da AMB. A Ajufe [Associação dos Juízes Federais do Brasil] está numa posição mais conciliatória. Temos que voltar ao bom senso”.

Espera-se que isso aconteça em 2012. Mas bom senso para melhorar, não para desfazer o que funciona bem. Aí já seria mau senso. Ou mau caráter.

 Chico Anysio e Nonato Buzar compuseram essa bela música em 1979; Alcione a interpreta magnificamente.

Quero um bate-papo na esquina
Eu quero o Rio antigo
Com crianças na calçada
Brincando sem perigo
Sem metrô e sem frescão
O ontem no amanhã
Eu que pego o bonde 12 de Ipanema
Pra ver o Oscarito e o Grande Otelo no cinema
Domingo no Rian
Me deixa eu querer mais, mais paz

Um pregão de garrafeiro
Zizinho no gramado
Eu quero um samba sincopado
Taioba, bagageiro
E o desafinado que o Jobim sacou
Quero o programa de calouros
Com Ary Barroso
O Lamartine me ensinando
Um lá, lá, lá, lá, lá, gostoso
Quero o Café Nice
De onde o samba vem
Quero a Cinelândia estreando “E o Vento Levou”
Um velho samba do Ataulfo
Que ninguém jamais gravou
PRK 30 que valia 100
Como nos velhos tempos

Um carnaval com serpentinas
Eu quero a Copa Roca de Brasil e Argentina
Os Anjos do Inferno, 4 Ases e Um Coringa
Eu quero, eu quero porque é bom
É que pego no meu rádio uma novela
Depois eu vou à Lapa, faço um lanche no Capela
Mais tarde eu e ela, pros lados do Hotel Leblon

Um som de fossa da Dolores
Uma valsa do Orestes, zum-zum-zum dos Cafajestes
Um bife lá no Lamas
Cidade sem Aterro, como Deus criou
Quero o chá dançante lá no clube
Com Waldir Calmon
Trio de Ouro com a Dalva
Estrela Dalva do Brasil
Quero o Sérgio Porto
E o seu bom humor
Eu quero ver o show do Walter Pinto
Com mulheres mil
O Rio aceso em lampiões
E violões que quem não viu
Não pode entender
O que é paz e amor
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BOA NOITE!!!

(Vitor Hugo Soares)

DEU NA REVISTA DIGITAL MTERRAMMAGAZINE

Eliano Jorge

É um óbvio benefício ao PMDB a chegada de Jader Barbalho ao Senado, no lugar de Marinor Brito, do Psol-PA, após polêmica judicial sobre a validade da Lei da Ficha Limpa. Mas enfraquece uma ala de senadores peemedebistas representada por Jarbas Vasconcelos (PE) e Pedro Simon (RS). De volta nesta quarta-feira (28) após 10 anos, Jader reforça o núcleo dos líderes José Sarney (AP), Renan Calheiros (AL) e Romero Jucá (RR).

– Ele forma com o Sarney, o Renan e o Jucá o quarteto que vem dominando o Senado e exercendo uma influência muito grande no PMDB. Então, (sua posse) refez o grupo com muita força. Temos que aceitar, não temos outra saída – avalia Simon em conversa com Terra Magazine.

Na sua opinião, Jader também “fortalece muito” a base de apoio à presidente Dilma Rousseff:
– Sim, é da estrutura fechada do governo. Ele, Sarney, Renan e Jucá são os quatro nomes que têm mais força no Congresso. Jader foi líder por muito tempo, presidente do Senado. Na campanha das eleições que passaram, o (então presidente da República) Lula, no palanque lá, apoiando a candidatura dele, beijou a mão dele, agradecendo o trabalho que ele tinha feito com o governo.

Apesar das suas diferenças com Jader Barbalho e das ponderações, Simon não omite elogios:
– Ele tem muita qualidade, é um grande líder. Tem a experiência que sofreu na (Lei da) Ficha Limpa, a renúncia da presidência do Senado e do mandato de senador (em 2001). Ele tem uma história muito bonita; quando jovem deputado, era do Grupo dos Autênticos, era do grupo mais lutador que tinha. Depois se elegeu governador e aconteceu isso tudo. Dá para se ter uma expectativa de que ele vai querer fazer uma atuação mais positiva, isso sinceramente. Até porque ele está muito visado. Qualquer coisa que acontecer, vão rever todo o processo. Então, acho que ele vai ter uma atuação, pelo menos, mais séria. Agora, com relação ao esquema, não tem dúvida que eles vão ficar muito fortes: Jucá, Sarney, Renan e Jader… Meu Deus do céu!

Grupo dos oito

Entre os senadores do PMDB, Simon se alinha numa espécie de oposição interna, ao lado dos ex-governadores do Paraná e de Santa Catarina, Roberto Requião e Luiz Henrique da Silveira, do catarinense Casildo Maldaner e de quem considera três “rapazes muito bons”: Ricardo Ferraço, do Espírito Santo, Vital do Rêgo, da Paraíba, e Waldemir Moka, do Mato Grosso do Sul.

O amazonense Eduardo Braga completa o “grupo dos oito”, que, admite o parlamentar gaúcho, reduz seu poderio a partir da posse de Jader Barbalho.
– Fica um pouco mais em baixa, digamos assim. Já estamos em baixa neste partido. Nós somos o grupo minoritário. Agora até melhorou porque ficou um grupo de oito, estamos nos unindo, dialogando, analisando. Até então, mesmo eu e o Jarbas, cada um falava por si, a gente nem conversava.

Simon acredita que essa pequena mobilização já deu frutos positivos:
– Fizemos uma reunião, e toda a bancada aceitou, por proposta nossa, que não tem mais o que acontecia muito aqui: chegava no fim do ano, o líder colhia assinaturas e todo mundo assinava sem saber o que era, e era conduzido o líder, ou o presidente era candidato à presidência do Senado, ou os membros eram indicados para ministro. E foi feito um compromisso de reunião da bancada para as discussões.

Ve

dez
29
Posted on 29-12-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 29-12-2011


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Amarildo, hoje,para A Gazeta online(ES)

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