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Maysa canta um dos grandes clássicos da dupla Tom Jobim e Vinicius de Moraes.Gravação de seu último LP ”Maysa” de 1974. Blog Oficial de Maysa
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“O Grande Amor”, de Tom e Vinícius, com Maysa. E haja o que houver”
BOA NOITE!!!

(Gilson Nogueira)

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Strauss-Khan:jornalista americano
levanta suspeitas de complot/ DN
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O governo francês e os hotéis Sofitel negaram qualquer “complot” contra Dominique Strauss-Kahn, após a publicação de uma investigação jornalística que aponta para a intenção de prejudicar o ex-diretcor geral do FMI na corrida às eleições presidenciais francesas.

A questão foi suscitada por uma investigação de um jornalista norte-americano sobre o caso em que Strauss-Kahn foi acusado de violar uma empregada de quarto de um hotel Sofitel em Nova Iorque, em Maio passado, situação que não foi dada como provada.
O ministro do Interior francês, Claude Guéant, considerado próximo do presidente Nicolas Sarkozy, rejeitou veementemente a hipótese de uma conspiração contra Strauss-Kahn.

As acusações inicialmente feitas contra o antigo líder do FMI foram abandonadas pelas autoridades judiciais norte-americanas em Agosto, mas o caso deitou por terra as ambições políticas do ex-ministro socialista, principalmente a alegada intenção de se candidatar à presidência francesa.

Numa investigação publicada na revista New York Review of Books, o jornalista Edward Epstein revela detalhes sobre o que passou no dia 14 de Maio no hotel Sofitel, em especial o desaparecimento de um telefone celular de Strauss-Kahn que estaria sendo vigiado por elementos da UMP, partido de Sarkozy, que pretenderá recandidatar-se à presidência francesa.

O “Clube DSK”, lançado em Agosto de 2010 para apoiar a candidatura presidencial de Strauss-Kahn, defendeu no domingo que a procuradoria francesa deveria investigar as “numerosas revelações” do jornalista americano que “vêm confirmar a possibilidade de uma armadilha política” com o objectivo de afastar da corrida eleitoral “o principal adversário do chefe de Estado”.

Ler texto completo sobre o assunto no DN

http://www.dn.pt/inicio/globo


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Viva o Fado, viva Amália, viva Dulce, viva Portugal.

BOM DIA

(VHS)

nov
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Os portugueses estão em festa: O Comité Intergovernamental da Organização da ONU para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) declarou ontem, 27, o Fado como Património Imaterial da Humanidade.

O reconhecimento foi feito em Bali, na Indonésia, durante uma conferência realizada para votar e declarar os novos patrimónios imateriais da humanidade.

“Acho que [essa] foi a melhor forma de homenagear aqueles que têm de ser hoje homenageados. São aqueles que têm feito o fado e que são os fadistas”, afirmou António Costa, presidente da Câmara de Lisboa.

(Com informações do site ACTUALIDADES)

As penas contra juízes envolvidos em corrupção “têm de mexer no bolso deles’. A opinião é da ministra Eliana Calmon, corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Para a corregedora, as penalidades devem incluir multas e a devolução de valores que forem obtidos pelos magistrados com a venda de sentenças ou outros atos ilegais.

A ministra defendeu a reformulação das punições para juízes e desembargadores no encerramento da reunião anual da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA), no último sábado, dia 26, na cidade de Bento Gonçalves (RS).

“Se há um patrimônio incompatível com a renda, com a suspeita de receber um valor ‘x’ em um processo, devolva”, disse Eliana Calmon, sobre a venda de sentenças. Mais de 60 instituições do Executivo, Legislativo, Judiciário e da sociedade civil, participaram da ENCCLA. A corregedora do CNJ informou que, atualmente, a pena máxima prevista para magistrados é a aposentadoria compulsória. “Hoje em dia, aposentadoria não é mais punição”, disse.


Gabrielli:”acidentes podem e tem de ser evitados”
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DEU NA COLUNA DE GUILHERME BARROS/ IG

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, tem sido muito reticente a comentar o acidente da Chevron na Bacia de Campos, até porque a companhia é sócia da empresa norte-americana no campo petrolífero.

A Petrobras detém 30% do campo de Frade, onde ocorreu o vazamento de óleo, mas a operação é de total responsabilidade da Chevron.

Em entrevista concedida ao iG, Gabrielli concordou em falar sobre acidentes com vazamentos de óleo sem se referir especificamente ao da Chevron, que ele diz que é impedido de se pronunciar por questões de cláusula de confidencialidade no contrato da Petrobras com a petrolífera americana, a segunda maior do mundo.

Gabrielli afirma, no entanto, que existem meios de as companhias de petróleo se prevenirem de acidentes.

“Os acidentes podem e têm como ser evitados”, afirmou.

“Na dúvida, o melhor, no entanto, é parar a operação. Nosso slogan principal na Petrobras é esse: Na dúvida, pare”, disse.

Segundo Gabrielli, a Petrobras dispõe, hoje, de um complexo aparato capaz de se mobilizar a qualquer momento para qualquer sinal de acidente em seus campos de petróleo.

Chama-se CDA, Centro de Defesa Ambiental, que compreente mais de 500 operadores e líderes da Petrobras em todas as bases avançadas das companhias, 37 embarcações dedicadas, 130 embarcações de apoio, 150 km de barreiras de contenção, 120 km de barreiras absorventes, 200 unidades de recolhimento de óleo e 200 mil litros de dispersantes, entre dezenas de outros itens para resposta a emergências.

Além de um sistema que pode também mobilizar, a qualquer momento, prefeituras, Defesa Civil, comunidades etc.

Todo esse aparato, segundo Gabrielli, está preparado para entrar em ação durante 24 horas por dia todos os sete dias da semana.

Segundo Gabrielli, são como bombeiros, que torcem para não ser acionados, mas que podem ser mobilizados a qualquer momento.

Por isso, para Gabrielli o risco de um vazamento de petróleo é menos de fiscalização e mais de prevenção.

Segundo ele, antes do acidente, sempre é possível se detectar algum sinal.

“O acidente nunca tem uma única causa, mas sempre múltiplas causas”, afirmou Gabrielli.
Gabrielli reconhece, no entanto, que é mais difícil para uma companhia que detém apenas uma operação de petróleo, como no caso da Chevron, em relação à Petrobras, por exemplo, que possui diversas operações.

Por isso, ele minimiza os riscos de acidentes no pré-sal, uma das preocupações maiores que vieram à tona depois do acidente da Chevron.

A grande preocupação, a seu ver, é com a política de prevenção de acidentes.
“A lei brasileira de meio ambiente é uma das mais rígidas do mundo. O problema é de execução e da percepção de risco”, afirmou.

De qualquer forma, o presidente da Petrobras afirma que um acidente como o que ocorreu com a Chevron atinge toda a indústria.

“O acidente atinge a indústria petrolífera como um todo. Todos temos que colaborar com essa situação”.


O “Fora Agnelo” do bafafá em Ceilândia
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OPINIÃO POLÍTICA

O PSOL, o PT, a falange

Ivan de Carvalho

O ex-ministro José Dirceu, que, apesar de tudo, é o mais influente político petista depois do ex-presidente Lula e da presidente Dilma, marcou esta semana com o lamento de que não haja sequer um grande jornal brasileiro favorável ao PT.

Ele bem sabe que o correto jornalisticamente e melhor para a sociedade é não haver jornal algum favorável ao governo, da mesma forma que sabe existirem, infelizmente, numerosos jornais médios e incontáveis jornais pequenos “a favor”.

Mas deixemos de lado, por hoje, essa afirmação do ex-ministro-chefe da Casa Civil do governo Lula. Dirceu exercita a estratégia partidária de acusar a imprensa de ser contra para ficar mais fácil passar a idéia de que as denúncias de corrupção e outros malfeitos no governo são uma “conspiração da mídia”.

Vamos a outro assunto, sem esquecer Dirceu. No ano 2000, ainda o PT sem o poder federal, Dirceu discursou em um encontro do partido. “Mais e mais greve, mais e mais mobilização”, grita, “porque eles têm de apanhar na rua e nas urnas”. O discurso de Dirceu não cairia no vazio. Dias depois, em maio de 2000, o governador tucano Mário Covas, de São Paulo, precisou atravessar a Praça da República, centro da capital paulista e lá havia um acampamento de professores em greve, sob o comando da Apoesp – Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo, entidade controlada (até hoje) pelo PT.

Mário Covas estava de câncer, cabelo rarefeito e curto por causa da radioterapia, doença em estágio irreversível e terminal. Pois barraram-lhe o caminho, houve tentativas de empurrão e tapa, que a segurança evitou, mas não pôde interceptar laranjas e pedras, que lhe feriram a cabeça e a boca, o que ele fez questão de mostrar na hora, como comprova filme posto no Youtube. No filme, também se pode ver uma cadeira voar, lançada por algum grevista, mas sem atingir o alvo.

No último sábado, o discurso feito em 2000 por Zé Dirceu continuava a produzir efeitos, “porque eles têm de apanhar na rua e nas urnas”. De preferência, primeiro, na rua. O site do PSOL, desde sábado, divulga artigo do secretário-geral do PSOL do Distrito Federal, Jorge Antunes, maestro e professor aposentado da Universidade Nacional de Brasília. Ele conta que na manhã de sábado um grupo do PSOL foi fazer, em ato “Fora Agnelo”, uma panfletagem na Feira de Ceilândia, uma das cidades-satélites de Brasília.

Agnelo Queiroz é um baiano eleito governador de Brasília pelo PT, depois de ter pertencido ao PC do B e ocupado o Ministério dos Esportes antes de outro baiano, Orlando Silva, que teve de deixar o cargo sob pesada carga de denúncias de corrupção e outros malfeitos na pasta. Agnelo sofre denúncias de ter deixado ao sucessor no ministério uma considerável herança de malfeitos. No momento, está envolto em denúncias. Então o PSOL foi distribuir um panfleto em que relatava denúncias divulgadas na mídia e em apuração na área judicial.

O grupo do PSOL teve que enfrentar uns cem militantes do PT, devidamente uniformizados com camisas vermelhas e estrela branca (quando a estrela é vermelha, a camisa é branca), que de boca própria e também com a ajuda de um carro de som provocavam o grupo do PSOL, faziam cercos intimidatórios, arrancavam das mãos de seus militantes maços e maços de panfletos, passaram mesmo a arrancar das mãos das pessoas panfletos já distribuídos e quando um militante do PSOL foi buscar em um carro mais panfletos, integrantes da “falange fascista” (foi como o dirigente do PSOL qualificou ou desqualificou a “militância” do PT) foram junto, e, enquanto uns o agarravam, outros invadiram o veículo e roubaram os panfletos.

Alguns policiais militares subordinados ao governo Agnelo apareceram e nada fizeram, exceto o cabo Railson, que além de tirar o revólver das costas e colocá-lo na cintura, bem na frente, deu pouco depois um “calço” em Jorge Antunes, o secretário-geral do PSOL do DF.

Falange com apoio policial… que coisa feia para um sábado – ou para qualquer dia. E qualquer partido.

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Duke, hoje no O Tempo (MG)

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