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Thank you, mana!!! Boa noite a todos!!!

(Vitor Hugo Soares)

A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) pediu, em discurso nesta quarta-feira (23) que o orçamento destinado ao Ministério da Cultura não seja usado para socorrer outras áreas, uma vez que já é um dos menores da Esplanada dos Ministérios.

Lídice da Mata disse que 78% dos brasileiros acham que o montante reservado para a área da cultura já é pouco e não deve ser reduzido; e 31% acreditam que o dinheiro aplicado nesse segmento é mal gerenciado. Por outro lado, 17% opinaram que, numa situação de extrema necessidade, o governo poderia tirar dinheiro previsto para ações culturais.

Os números apresentados por Lídice baseiam-se no resultado de uma pesquisa sugerida por ela ao DataSenado sobrea opinião dos brasileiros sobre a importância da cultura. Realizada de 31 de outubro a 14 de novembro, a enquete levou em conta as respostas de 1.306 cidadãos com mais de 16 anos entrevistados por telefone. De acordo com a senadora, 83% consideram a cultura como propulsora do desenvolvimento e 70% acham que o apoio do governo à cultura gera mais empregos.

– A pesquisa mostra o alto grau de consciência do brasileiro sobre a necessidade de preservação e de investimento na cultura – disse a senadora.

Ela mostrou que após solucionar as necessidades básicas – saúde, educação e infraestrutura, por exemplo – as pessoas desejam consumir os produtos da indústria cultural.

Lídice é autora do Projeto de Lei do Senado – Complementar 20/2011, que impede a limitação do empenho e movimentação no orçamento destinado à cultura.

– Sabemos que o Ministério da Cultura é um dos que recebe menos dinheiro. Não estamos reivindicando sequer o aumento dos recursos. Apenas queremos impedir o contingenciamento dos recursos da cultura – disse.

(Deu no Correio do Brasil, com informações da Agência Senado)


Deam: cartas do bad boy apaixonado por Barbara Glenn
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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (LISBOA)

Três cartas manuscritas do ator norte-americano James Dean (1931-1955), dirigidas à sua namorada, Barbara Glenn, na década de 1950, foram vendidas esta quarta-feira(230 em leilão, na casa Christie’s, de Londres, por 22.500 libras (26.034 euros).

As cartas, que se apresentavam em três lotes diferentes, foram adquiridas por via telefónica por um só comprador não identificado que, com a sua oferta, superou o preço estimado de 16 mil libras (18.600 euros), indicou um porta-voz da leiloeira. As cartas, nas quais Dean fala da sua experiência na Broadway e das saudades de casa, provinham do arquivo familiar de Barbara Glenn, com quem o ator namorou durante dois anos.

Numa das cartas, escrita na Filadélfia, a 10 de janeiro de 1954 – o ano anterior à morte do ator num acidente de carro – James Dean fala dos ensaios para “The Immoralist”, baseada numa novela de Andre Gide, numa encenação de Daniel Mann, que considera “uma porcaria” e para a qual antecipa, desde logo, “um enorme êxito”.

Na peça, protagonizada por Louis Jordan, James Dean contracenou com a atriz Geraldine Page. Noutra carta, escrita em maio desse ano, enquanto filmava “A Leste do Paraíso”, o seu primeiro filme como protagonista, Dean critica Barbara, aspirante a atriz, por ter aceitado um papel no qual tem de se apresentar de roupa de banho.

Na terceira carta, James Dean brinca com a sua relação, afirmando “meu amor, não te escrevi antes porque me enamorei”, para mais à frente se perceber que a “paixão” se refere ao cavalo “Cisco, the kid”. Dean acaba esta missiva agradecendo a Barbara por lhe enviar “as cartas mais belas e doces do mundo”.

Segundo a Christie’s, Dean e Barbara conheceram-se em Nova Iorque através de um amigo comum, o ator Martin Landau. O filho de Barbara Glenn, o cineasta Keith Gordon, que pôs a correspondência à venda, declarou antes do leilão que esperava que o comprador das cartas pudesse desfrutar delas e aprofundar o conhecimento da história de amor que marcou a vida de sua mãe. “Eram atores jovens em início de carreira. Ela nunca falou da sua amizade com James Dean, mas esta foi de fato a primeira relação da sua vida”, disse Gordon, citado pela agência Efe. “Tudo indica que foi uma relação muito intensa, com muitas ruturas e reconciliações, mas Barbara manteve sempre a confiança [de Dean]”, acrescentou.

A atriz rompeu com James Dean quando conheceu o realizador Mark Gordon, pai de Keith Gordon, “com a ‘benção’ de Jimmy”, de acordo com o filho da atriz. Segundo o diretor do departamento de Cultura Pop da Christie’s, Neil Roberts, que coordenou a venda das cartas, estas “são uma janela aberta” para James Dean, revelando “uma parte pouco conhecida da sua personalidade”, “uma pessoa só, insegura e afetuosa, dedicada à sua arte”. Nascido a 08 de fevereiro de 1931, em Indiana, Estados Unidos, James Dean, um dos derradeiros símbolos dos anos dourados de Hollywood, teve uma curta mas fulgurante carreira, praticamente reduzida aos três filmes rodados entre 1954 e 1955: “A leste do Paraíso”, de Elia Kazan, “Fúria de viver”, de Nicholas Ray, e “O gigante”, de George Stevens.

James Dean morreu em 1955, num acidente de automóvel, na Califórnia. No leilão de hoje da Christie’s, um uniforme Stormtrooper da “Guerra das Estrelas”, de George Lucas, atingiu o preço mais alto, ao ser arrematado por 205.250 libras (perto de 237.474 euros).


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Performance magistral de Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown, o grande aniversariante de hoje, na interpretação de “Velha Infância”, eternizada no album Tribalistas. Bahia em Pauta tira o chapeu.

Um salve especial para Carlito Marron nesta data.

(Vitor Hugo Soares)


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Dica da jornalista Maria Olívia para o Bahia em Pauta

‘Bula Pro Nobis’, livro de poesias de Fernando da Rocha Peres, tem lançamento nesta quinta-feira, dia 24, na Livraria Cultura do Salvador Shopping, a partir das 18 horas. O novo trabalho de Peres tem ilustrações de Mario Cravo Junior e apresentação de Carlos Nelson Coutinho.

“É certamente como poeta que a fisionomia intelectual de Fernando da Rocha Peres encontra – como diria Caetano – a sua ‘mais completa tradução’. Desde seus primeiros poemas, publicados há mais de 50 anos, até seus livros mais recentes, entre os quais este belo Bula Pro Nobis, Fernando construiu uma obra de alto nível, que se equipara à criação poética dos seus mais talentosos contemporâneos nacionais”, escreveu Carlos Nelson Coutinho. Para ele, Fernando está consciente do ‘peso que a palavra tem na forma’ e, por isso, se empenhava e se empenha, com êxito, em construir versos que sejam também ‘escultura de palavras’, afirmou. Tá esperando o quê para conferir? Vamos lá, Fernando Peres está esperando por você, caro leitor. O encontro é na Cultura do Salvador Shopping, o livro custa R$ 35,00 e fazer parte deste ‘sarau’ não tem preço.


Maria Olívia Soares, jornalista, é colaboradora do BP

nov
23
Posted on 23-11-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 23-11-2011


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Jarbas, no Diário de Pernambuco (PE)


Wagner (com Dilma):alternativa para a hegemonia?
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OPINIÃO POLÍTICA

Crise e eleições

Ivan de Carvalho

Impressiona o fato de que, três anos antes das eleições presidenciais de 2014 e com as eleições de municipais de 2012 no caminho, já estejam de prontidão para uma eventual investida em direção ao Palácio do Planalto pelo menos cinco aspirantes. Três deles são do PT, o partido que trabalha duro para conquistar a hegemonia política no país, mas ainda tem uma parte importante do caminho até alcançar esta situação e consolidá-la.
Aliás, teria o PT pela frente menos caminho a percorrer se não estivessem a União Européia e o Estados Unidos mergulhados em uma crise financeira e econômica que já contaminou seriamente a política nesses dois entes. Vale assinalar que há uma grande sinergia entre a crise na União Européia e nos Estados.

Assim é que a crise explodiu primeiro nos Estados Unidos, usando como estopim os chamados títulos sub-prime, representando a ganância de lucros em negócios irresponsáveis de altíssimo risco, enquanto a União americana esvaía-se em déficit orçamentário fortemente acentuado pelas guerras no Afeganistão e no Iraque.

Ao explodir espetacularmente nos Estados Unidos, a redução da “confiança dos mercados” e a realidade das relações econômicas entre a economia americana e economia da União Européia acabaram impondo fase aguda da crise à EU, dentro da qual alguns países importantes ou relevantes já vinham apresentando problemas próprios. A impressão que se tem hoje é que na União Européia ainda vai se agravar muito – a França já balança e a Alemanha, sozinha, não tem como tapar as brechas na represa e, devido às circunstâncias americanas, não tem como receber a ajuda dos Estados Unidos.

E nossa eleição presidencial com isso?

Bem, é que a crise nos Estados Unidos e União Européia (com um agudíssimo complicador político na perigosa bagunça no mundo árabe e as intenções cavernosas do regime iraniano) tem tudo para afetar com força a economia brasileira. Nessas prováveis circunstâncias, a natural candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff poderá se revelar seriamente ameaçada.

Se Dilma ou o PT virem que Dilma não dá, então a alternativa será o ex-presidente Lula. Isso era óbvio até ser descoberto o seu câncer de laringe. Agora, Lula continua sendo a principal alternativa a Dilma no PT, mas, ainda que se possa torcer e rezar, já não se pode considerar tão óbvio enquanto não for constatada a cura. O tratamento, com grandes chances de êxito, está em curso, fase inicial.

Caso sejam inviabilizadas as candidaturas de Dilma e Lula em 2014, talvez nada reste ao PT senão o governador da Bahia, Jaques Wagner. O Escândalo do Mensalão, em 2005, guilhotinou, para efeito de candidatura a presidente da República, algumas lideranças petistas. E o ex-ministro Palocci cuidou de por o próprio pescoço sob a lâmina, em duas oportunidades. Wagner atravessou a tempestade sem se molhar.

Mas se realmente a crise chegar fundo no Brasil, isto significará que nem só do PT poderá sair o futuro presidente. O PSB, hoje na área governista, tem dois nomes em campo, Ciro Gomes (já por duas vezes candidato a presidente) mais claramente, Eduardo Campos, governador de Pernambuco e controlador do PSB, discretamente. No PSB, um exclui o outro, é claro. O PSB seria o “caminho do meio”.

O caminho exposto, vistas de hoje as coisas, seria o PSDB com Aécio Neves ou, numa hipótese menos provável, o teimoso José Serra.

Mas, e o PMDB, com sua recente estratégia de disputar campeonato para ter torcida, o que faria ante uma conjuntura marcada pela crise, com o governo enfraquecido? Eis aí um mistério.


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Bravo, Becaud !!! Adieu, Danielle!!!

BOA NOITE!!!

(VHS )

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