Rajoy beija sua mulher na comemoração
da vitória na sede do PP em Madri/El Mundo
=============================

O candidato do conservador Partido Popular (PP), Mariano Rajoy, ganhou neste domingo as eleições gerais espanholas. Com 86% do voto escrutinado, os “populares” obtêm 186 deputados, contra 110 eleitos dos socialistas. O “score” eleitoral do PP bateu todos os recordes históricos, ultrapassando mesmo o número de 183 parlamentares alcançado por José Maria Aznar, quando da maioria absoluta de 2000.

Em contrapartida, Alfredo Pérez Rubalcaba, o candidato do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), ficou aquém das mais negativas previsões das sondagens. A bancada do partido do “punho e da rosa” terá 110 deputados, face à sua performance mínima que era, até agora, de 125, obtidos há 11 anos sob a liderança de Joaquin Almunia.

“Esta vitória obriga-nos à humildade e ao compromisso”, disse Mariano Rajoy no discurso no qual agradeceu aos espanhóis a sua confiança. Foi uma intervenção moderada que procurou a integração de toda a cidadania no seu projeto. “Vou ser o governante de todos, os meus inimigos são o desemprego, o déficit a dívida externa”, garantiu. “Vamos governar na mais delicada conjuntura dos últimos 30 anos e só sairemos desta se sairmos todos juntos”, acentuou.

Rajoy anunciou algumas das suas linhas mestras da ação governativa. Internamente, prometeu que “não haverá sectarismos, guerras pequenas, divisões artificiais, haverá esforço comum, de todos e para todos, esforço solidário”. E dirigiu uma mensagem à Europa. “A voz espanhola tem de voltar a ser respeitada em Bruxelas e em Frankfurt, seremos o mais leal e mais exigente dos sócios, cumpridores e vigilantes”, anunciou.

O próximo presidente do Governo de Espanha, que a meio da noite recebeu os cumprimentos de José Luís Rodriguez Zapatero e do seu rival Pérez Rubalcaba, manifestou a certeza de que a transmissão de poderes do atual gabinete socialista para o futuro Executivo será normal.

“Alfredo não acredito em ti”, gritavam ao princípio da noite os militantes do PP junto à sede do PP, na madrilena calle Génova. “Foram anos difíceis, mas hoje estamos aqui e podemos dizer que temos uma maioria muito importante”, disse Mariano Rajoy à multidão que o esperava na rua. “A melhor coisa que tem Espanha são os espanhóis que vão lutar contra a crise, amanhã [segunda-feira] de manhã estarei já a trabalhar, a tarefa não é fácil”, continuou.

“A Espanha unida jamais será vencida”, respondeu a militância. “É disso que se trata, de esforço, de unidade, peço o vosso apoio, mas temos coragem e vontade de fazer um governo no qual se sintam representados todos os espanhóis”, acentuou.

A alegria vivida na sede dos “populares” tinha contraponto no ambiente pesado que se sentia na calle Férraz, o quartel-general do PSOE. São poucos os quilómetros entre ambas as calles. Mas o ambiente era diametralmente oposto. “Perdemos claramente as eleições, tivemos um mau resultado”, agradeço, de coração, o apoio que nos deram”, leu, numa curta declaração, Rubalcaba. “Vamos defender que a luta contra a crise não represente o fim dos direitos que protegem todos os espanhóis”, disse o candidato socialista. “Vamos defender os serviços públicos universais, a igualdade entre homens e mulheres, as nossas liberdades e direitos civis”, prometeu.

Numa referência ao futuro do PSOE, Alfredo Pérez Rubalcaba anunciou que tinha proposto ao secretário-geral, Zapatero, a convocatória de um congresso ordinário que, pelos estatutos, deverá decorrer até Junho do próximo ano. Foi notória a ausência do atual líder socialista e presidente do Executivo espanhol junto ao seu candidato na sempre difícil hora de reconhecer a derrota.

( Com informações do PÚBLICO, de Lisboa)

nov
20
Posted on 20-11-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 20-11-2011


Mariano Rajoy:emoção com a vitória
Foto: EFE -Javier Lizon
=================================

DEU NO TERRA

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, e o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, parabenizaram neste domingo Mariano Rajoy, líder do Partido Popular (PP), por seu triunfo nas eleições gerais na Espanha. Fontes do PP informaram à Agencia Efe sobre essas felicitações, mas ressaltaram que Rajoy não falou diretamente com Merkel, e está previsto que os dois conversem na segunda-feira.

Sarkozy, por sua vez, enviou a Rajoy sua felicitação e seus “mais calorosos desejos de sucesso para a alta missão que foi confiada a ele pelo povo espanhol”, em carta assinada de próprio punho. O chefe do Estado francês citou ainda a luta dos dois países “contra o terrorismo”, e também “nesse período particularmente difícil, os desafios que enfrentam juntos” na União Europeia e no Grupo dos Vinte (G20, que reúne os países ricos e os principais emergentes).

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, também cumprimentou o líder do PP, e o presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, tentou ligar para o político espanhol, mas não conseguiu falar com ele.

Já o embaixador dos Estados Unidos na Espanha, Alan Solomont, afirmou a Rajoy que o presidente de seu país, Barack Obama, vai cumprimentá-lo quando ele tomar posse de seu cargo de presidente do Governo espanhol, já que é sua prática habitual. Rajoy foi felicitado ainda pelo presidente chileno, Sebastián Piñera.

O Partido Popular ganhou as eleições gerais na Espanha por uma ampla vantagem ao obter, com 84,51% dos votos apurados, 187 cadeiras contra 110 do Partido Socialista, atualmente no poder.

O Partido Popular liderado pelo conservador Mariano Rajoy é apontado como vencedor das eleições legislativas em Espanha, podendo conquistar uma maioria absoluta histórica, segundo projeções das televisões.
Sondagens de boca de urnas divulgadas pela TVE às 20h00 antecipam que o PP obtenha entre 181 e 185 deputados no parlamento de 350 lugares – a maioria absoluta ocorre com apenas 176 deputados.

O PSOE, liderado por Alfredo Pérez Rubalcaba, pode hoje registar uma derrota acachapante e sem precedentes, com entre 115 e 119 mandatos.

Em 2008, o PSOE obteve 43,87 por cento dos votos, o que se traduziu em 169 deputados, contra os 39,94 por cento obtidos pelo PP que conseguiu 154 deputados.

Os socialistas governaram nos últimos três anos com maioria relativa, no parlamento de 350 lugares, tendo necessitado de acordos pontuais com as forças minoritárias, nomeadamente os nacionalistas bascos do PNV.

O pior resultado de todos os tempos do PSOE registou-se em 2000, quando obteve apenas 125 deputados, exatamente o mesmo ano em que o PP registou o seu melhor resultado de sempre, com 183 dos 350 deputados.

(Com informações do portal europeu TSF)


=====================================
De arrepiar, Marlon Marcos postou hoje essa pérola em seu twitter.
Salve Zumbi!

MarlonMarcos: Sem navios negreiros: http://t.co/5h9p9QCD
Original Tweet: http://api.twitter.com/1/MarlonMarcos/status/138252918812966912
(Maria Olívia Soares, jornalista, colaboradora do BP)

deu em O Globo e A Tarde

CONTEÚDO LIVRE – CAETANO VELOSO

Caetano Veloso – Dia da Consciência Negra

Só poso de chato porque considero o assunto importante demais

Na Praça do Mercado, em Santo Amaro, festejávamos o 13 de maio. Foi no ano passado. O bembé do mercado é festa tradicional de minha cidade. Começou em 1889, um ano depois da Abolição. Quando éramos meninos, meu pai falava com carinho e mesmo um certo orgulho dessa festa. Nos levava para assistir e, à medida que fomos crescendo, continuou nos encorajando a que participássemos. Parece que é a única celebração pública do 13 de Maio que se faz no Brasil. “Bembé” é uma outra palavra para candomblé — ou para os batuques que o acompanham e sustentam (há canções cubanas em que a palavra aparece com o mesmo sentido). Carlinhos, filho de Edith do Prato, sempre usava essa palavra para se referir a qualquer festa de orixá que se desse na cidade, quase todas em recintos fechados. O bembé do 13 de Maio é na rua.

Para celebrar a existência dessa celebração, o secretário de Cultura do município (que é meu irmão Rodrigo, petista desde o nascimento do PT) interveio na arrumação da festa e convidou entidades ligadas à defesa do negro no Brasil e o Ministério da Cultura (ainda sob Juca Ferreira) enviou seu representante. A professora Zilda Paim, conhecedora e amante da história de Santo Amaro, falou sobre a importância da festa. A professora Mabel (que também é minha irmã) relembrou as idas ao Mercado com meu pai. Tanto a representante do Movimento Negro quanto o do Ministério falaram da consciência do negro brasileiro e, enquanto relembravam Zumbi, não mencionaram nada referente à Abolição — exceto se quisermos tomar como tal o repúdio à “liberdade dada” a que um deles fez menção.

Mabel gostava da versão edulcorada do nome “bembé”: teria sido uma corruptela de Isabel (Isabé, Zabé), aceitando inclusive a hipótese de tratar-se de uma contração de “o bem de Isabel”. Nunca acreditei nisso. Por mera intuição linguística, se não por reação instintiva àquilo que Mangabeira Unger caracteriza, tão agudamente, como “sentimentalização das relações desiguais”. Mas a vontade de apagar a princesa do map não me parece nem um milímetro mais realista. De modo que, quando chegou a minha vez de falar (fui convidado porque tenho uma composição intitulada “ 13 de Maio”, que canta a tradição do festejo), gritei vivas aos nomes da Princesa Isabel e de Joaquim Nabuco.

Sei que Liv Sovik já caracterizou meu disco que contém essa canção (e a transformação do trecho mais denso de “Minha formação”, de Nabuco, em peça musical), assim como minha identificação com as posições de Nabuco, como um olhar “do ponto de vista do senhor”. Não faz mal, como diria Lygia Clark. Continuo fazendo o contraponto que me parece essencial ao discurso que racializa a discussão sobre a sociedade brasileira. Esse discurso me pareceu não apenas desejável, mas urgente, quando a sentimentalização ameaçava apagar todas as arestas de nossa vida, tornando impossível até mesmo uma leitura corajosa das estatísticas. Só poso de chato porque considero o assunto importante demais para parar no estágio ainda superficial em que se encontra.

Mitos são essenciais à saúde coletiva. Quando eu era novo, ouvia mulatos claros gritarem a negros óbvios que parecessem ter feito algo errado aos olhos daqueles: “A culpada é a Princesa Isabel”. A mãe de meu padrinho (“de apresentação”, pois o amigo que meu pai escolhera para ser meu padrinho era um preto que morava em São Paulo e não pôde vir para o batizado aí esse mulato gordo e surdo, pessoa maravilhosa, tomou o lugar na cerimônia e, para sempre, na minha vida) era uma mulata de olhos verdes que se lembrava do dia 13 de maio de 1888. Uma festa. Seus olhos se enchiam aind da explosão de alegria que ela evocava. Então, agora, estávamos repetindo a comemoração dessa alegria, tal como a população da cidade faz desde o ano seguinte à Abolição, e nem se podia falar na Princesa Isabel? E toda a luta abolicionista teria que fica esquecida nesse momento, num desprezo pela mitologia que o povo negro (e quase negro, como nós) alimenta há mais de século? Zumbi era citado no 13 de Maio e os abolicionistas, não? Sim. Zumbi: mitos são essenciais à saúde coletiva. Mas, como diz uma outra canção que fiz sobre o tema, “Zabé come Zumbi, Zumbi come Zabé”.

No domingo em que sai este artigo estarei cantando com Seu Jorge, louvando o Dia da Consciência Negra. Não há nada que eu mais quisesse nesse dia do que persuadir a todos os interessados na questão a ler o capítulo “O mandato da raça negra”, de “O Abolicionismo”, esse livro magnífico de Joaquim Nabuco. Neguinho entende quem é lendo aquilo. Descendente de senhores e de escravos, sou um que nota que no Brasil “neguinho” quer dizer todo mundo, qualquer um, a gente. Ecoo o grito dos que cantam o nome de Zumbi mas enriqueçoa polifonia com os nomes Nabuco e Zabé. “O Abolicionismo” pode ser baixado em dominiopublico.gov.br. É só nego procurar no Google. Um aperitivo: “Por esses sacrifícios sem número, por esses sofrimentos, cuja terrível concatenação com o progresso lento do país faz da
história do Brasil um dos mais tristes episódios do povoamento da América, a raça negra fundou, para outros, uma pátria que ela pode, com muito mais direito, chamar sua.” E mais: “Quem pode dizer que a raça negra não tem direito de protestar perante o mundo e perante a história contra o procedimento do Brasil?” Tudo escrito antes de 1888. Vale a pena ler o texto integral. E, depois, o resto do livro.

Deu na revista Época, edição desta semana, já nas bancas de Salvador, de Paulo Afonso, Glória e quase todo interior da Bahia:
==================================
Deu bode na festa

O ministro das Cidades usa o cargo e arranca patrocínio estatal para evento no interior da Bahia que promoveu os interesses políticos de sua família

ISABEL CLEMENTE /Época

CADÊ O DECORO?

Negromonte telefonou para a Chesf para pedir apoio ao evento promovido pelo correligionário Delmiro do Bode. A estatal liberou, pela primeira vez, dinheiro para a Festa do Bode. No detalhe, o nome de Negromonte e de seu
filho nos cartazes de divulgação da festa (Foto: Andre Dusek/AE e reprodução)
==================================

As festas do bode fazem parte da tradição do interior nordestino. Em muitas cidades, as comemorações misturam exposições dos caprinos com muita comida, música e concursos entre vaqueiros a pé laçando os animais soltos no mato. A realização de uma dessas festas na semana passada em Paulo Afonso, município no norte da Bahia, mereceu a atenção de um ilustre representante da região, o ministro das Cidades, Mário Negromonte. Os cartazes da 11a Festa do Bode espalhados pelas ruas destacaram o nome e o cargo de Negromonte e do filho, o deputado estadual Mário Filho, ao lado dos logotipos de sete órgãos públicos apresentados como patrocinadores.

A exibição do nome dos dois políticos no cartaz de divulgação de uma festa paga, pelo menos em parte, com verbas oficiais materializa uma situação delicada para um ministro ou um deputado. A legislação brasileira proíbe a promoção pessoal no exercício de cargos públicos (leia o quadro na página 66). Veda também qualquer ato que possa ser caracterizado como campanha eleitoral antecipada. Para entender o exato envolvimento do ministro das Cidades com o bode de Paulo Afonso, é importante reconstituir os antecedentes da festança. O assunto foi tratado publicamente por Negromonte na manhã do dia 22 de outubro, durante a inauguração de uma estação de piscicultura em Paulo Afonso, obra realizada com verbas do Ministério da Pesca e do governo da Bahia. Acompanhado por Mário Filho, pela mulher, Ena Vilma, prefeita de Glória, município a 10 quilômetros de Paulo Afonso, e por vários outros aliados, Negromonte soube na ocasião que seu correligionário Delmiro do Bode, ex-vereador do PP, tinha dificuldades para obter patrocínio para a festa.

Delmiro é cabo eleitoral de Negromonte e responsável pela Coomab, cooperativa que fez a festa. Nos dias anteriores à inauguração da estação de piscicultura, tentava sem sucesso arrancar verbas de órgãos como a BR Distribuidora, o Banco do Nordeste e a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), uma estatal do grupo Eletrobras. Na frente de várias pessoas, Negromonte deu um telefonema para a Chesf e falou com um interlocutor sobre os problemas da festa. À noite, o ministro e Delmiro do Bode estiveram juntos num encontro do PSL em Paulo Afonso. Ele estava acompanhado, mais uma vez, de Mário Filho. Poucos dias depois, a Chesf autorizou a liberação de R$ 70 mil para o evento de Delmiro do Bode.

A boa vontade com a festa de Paulo Afonso é uma novidade na Chesf. A estatal nunca colocara dinheiro na produção anual de Delmiro. A empresa tem critérios para patrocínios predefinidos e registrados no portal oficial. As regras internas impedem contribuições financeiras para “eventos que possam caracterizar promoção pessoal de autoridades”. As marcas da BR Distribuidora e do Banco do Nordeste estão no cartaz indevidamente, segundo as assessorias das duas empresas. No caso da distribuidora da Petrobras, o projeto de Delmiro do Bode “não se enquadrava na política de patrocínios”.

O Banco do Nordeste também informou que o pedido não cumpria as formalidades exigidas pela instituição. Os outros órgãos citados no cartaz são ligados à Secretaria de Agricultura da Bahia. Disseram a ÉPOCA que entraram com apoio técnico, palestrantes e inspeção dos animais. A homenagem a Negromonte nos cartazes, segundo Delmiro, é uma retribuição a favores prestados pelo ministro. “Ele sempre ajuda com alguma coisinha, mas neste ano nem vi o ministro”, diz Delmiro. Não é a primeira vez que Delmiro do Bode põe o nome de Negromonte nos cartazes de suas festas. Ele fez a mesma coisa em 2009, quando Negromonte se preparava para disputar mais um mandato de deputado federal. Não foi repreendido.

(Leia integra da reportagerm na revista Época, já nas bancas)


Seif, filho de Khadafi, após a detenção /AFP
================================
Seif al-Islam, filho do ex-dirigente líbio Muammar Khadafi, “não teve medo no momento da sua detenção”, descreveu hoje à agência France Presse um dos combatentes que participou na sua captura.

“Nós os surpreendemos, eles não tiveram tempo para resistir”, disse Ahmed Amer, acrescentando que Seif e os cinco homens que o acompanhavam tinham poucas armas: “[metralhadoras] Kalashnikov, pistolas automáticas e algumas granadas”.

O filho mais influente de Kadhafi e os seus acompanhantes “tiveram medo no início”, quando os combatentes dispararam sobre eles, relatou, sublinhando que “há que reconhecer que Seif al-Islam” demonstrou uma “calma e coragem” surpreendentes.

“Não teve verdadeiramente medo”, afirmou Ahmed Amer.

“Ele pediu-nos que o alvejássemos na cabeça ou que o levássemos para Zintan”, uma cidade situada a 170 quilômetros a sudoeste de Trípoli, capital da Líbia.

“A nossa missão terminou ali. Agora ele está detido em Zintan e devemos esperar o novo Governo [em processo de formação] para decidir o seu destino”, acrescentou.


=================================
Comentário do uma ouvinte espanhola no espaço do You Tube:

“Soy orgullosa de ser madrileña pero mas de ser española a:) viva Madrid y Viva? ESPAÑA !”

Viva, responde o editor do BP, para a quem esta canção do mexicano Agustan faz chorar de saudades da Espanha e da linda e sempre alegre Madri.

(Vitor Hugo Soares)

nov
20
Posted on 20-11-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 20-11-2011


Rajoy (PP) e Rubacalba (PSOE): hora da decisão
===================================

O conservador Mariano Rajoy, líder do Partido Popular espanhol, grande favorito nas eleições deste domingo (20), diz estar «preparado para o que os espanhóis quiserem».

No momento do voto,Mariano Rajoy explicou que uma grande participação neste ato eleitoral é a melhor mensagem dos espanhóis para o mundo.

«Levo muitos anos de atividade política e tive muitas responsabilidades. Fui vereador muitos anos e estou preparado para os que os espanhóis queiram e estou à sua disposição», acrescentou.

Por seu lado, o candidato de esquerda do PSOE apelou ao povo e destacou a importância de este domingo se começar a definir o rumo que o país deve seguir.

«Espanha vive numa encruzilhada histórica e os próximos quatro anos são muito importantes para o nosso futuro. Nestas condições é ainda mais importante que as pessoas votem», explicou Alfredo Perez Rubalcaba

nov
20
Posted on 20-11-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 20-11-2011


=====================================
Mariano, no site A Charge Online
http://www.chargeonline.com.br/

Pages: 1 2

  • Arquivos

  • novembro 2011
    S T Q Q S S D
    « out   dez »
     123456
    78910111213
    14151617181920
    21222324252627
    282930