nov
19


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Última Página”,com Meirelles e os Copa 5, instrumental para acompanhar o tim tim do sábado.

BOA NOITE!!!

(Gilson Nogueira)

Se você fez uma aposta esta semana corra para conferir o cartão, que tem ótima notícia para a Bahia.
Um apostador de Salvador acertou as seis dezenas do concurso 1338 da Mega-Sena e vai levar sozinho R$ 5.448.452,03.

Os números sorteados em Campo Bom (RS) na noite deste sábado foram: 01 – 18 – 19 – 33 – 43 – 60.

Ao todo, 102 bilhetes acertaram a quina e vão levar R$ 17.484,40 cada um. Outras 6.329 apostas levaram a quadra e ganharam R$ 402,54 cada uma.

Se você não apostou, ou se não é o soteropolitano da grande sorte deste sábado, saiba que o próximo sorteio acontece na quarta-feira (23) e tem prêmio estimado em R$ 2.300.000,00.

(Com informações da Folha.com )


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Texto de Clarice Lispector, música de Jards Macalé, letra de Capinan, do show Rosa dos Ventos de Maria Bethânia.

Um registro: Inesquecível a primeira vez que vi Bethania no show Rosa dos Ventos, palco sagrado do Teatro Castro Alves, em Salvador.

Bom sábado para todos

(Vitor Hugo Soares)


Ciro Gomes:de volta à raia e à polêmica
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OPINIÃO POLÍTICA

O tamanho da goela

Ivan de Carvalho

Depois de um retiro durante o qual certamente ruminou o veneno político que lhe serviu o ex-presidente Lula ao convencê-lo a mudar seu domicílio eleitoral do Ceará para São Paulo, o que o alijou das eleições de 2010, o ex-ministro, ex-governador do Ceará e ex-candidato a presidente da República duas vezes, Ciro Gomes, do PSB, está de volta.

Ciro, um político que preza polêmicas, cria mais uma no retorno, que formaliza com uma entrevista à Folha de S. Paulo e ao UOL. Nela, considera “natural” que “em algum momento” o PSB saia da base de sustentação político-eleitoral do governo petista de Dilma Rousseff e passe a ser, não mais um aliado, mas um concorrente do PT em nível nacional.

Antes de ingressar nos quadros do PSB, Ciro foi filiado ao PDS, PMDB, PSDB e PPS. E considera-se pronto para disputar concorrer pela terceira vez à Presidência da República. “Admito”, afirma. Questionado se o governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos, seria o candidato mais forte à sucessão de Dilma Rousseff entre os partidos governistas, Ciro Gomes exercitou seu estilo franco e duro de dizer as coisas: “Hoje o mais forte ainda sou eu. Mas ele tem potencial para superar tranquilamente”.

O mais importante na entrevista de Ciro foi, no entanto, a abordagem do tema da hegemonia petista sobre os partidos da base do governo federal, comandado há quase nove anos – e com mais três anos e 40 dias a serem acrescentados – pelo PT.

Ciro acredita que o rompimento entre o PT e o PSB em âmbito nacional dependerá do que vai acontecer com sua legenda, que no momento “subalternizou-se”. Ele acha natural que o rompimento ocorra em algum momento, mas diz não saber se será mesmo em 2014, que – observação minha – seria o momento lógico.

Seria em 2014, dá ele a entender, “a não ser que o PSB comece a definhar. Mas o PSB vem crescendo. Crescendo vai contrastar (pode-se trocar o verbo por confrontar, sem prejuízo do sentido), nesse mesmo espaço, a hegemonia do PT. Na opinião de Ciro Gomes, o PT “já liquidou” o PC do B e o PDT. Vale notar que o PC do B teve recentemente demitido do Ministério do Esporte o comunista Orlando Silva, num episódio extremamente desgastante, enquanto o presidente licenciado e controlador de fato do PDT, Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, está todo enrolado em denúncias e desfruta de uma suposta “sobrevida” concedida pela presidente Dilma Rousseff, do PT.

“Nós (o PSB) seremos o próximo”, afirma Ciro e vai adiante: diz que o PT, no governo federal, “cooptou tudo o que é sociedade civil organizada no Brasil. Tudo. Centrais sindicais, movimento estudantil, tá tudo dominado”. Novidade não é, mas estava faltando um político importante para proclamar isto com todas as letras. Este repórter só faria a exceção da OAB – por enquanto.

Ciro diz, sobre o PT, uma verdade evidente por si mesma: “O tamanho da goela não tem limite”.

O PMDB já percebe isto cada vez com mais clareza. Este partido discute internamente e conclui que se continuar sendo caudatário, mero apoiador, como nos últimos 17 anos, vai definhar. Seu destino será semelhante ao do PFL, agora DEM. Sinal desta compreensão, de que é preciso mostrar a cara nas eleições majoritárias, foi a cooptação do deputado Gabriel Chalita do PSB para o PMDB, com a missão de concorrer à prefeitura de São Paulo. Pois o PT, por intermédio do presidente Lula, vai tentar convencer Chalita (e o PMDB, em conseqüência) a desistir em favor de Haddad, o candidato do PT.

O tamanho da goela não tem limite.

nov
19

Na coluna Tempo Presente, assinada pelo jornalista Levy Vasconcelos, o jornal A Tarde publica:

O poeta José Carlos Capinan venceu um desafio e agora encara outro. Idealizou o Museu Nacional da Cultura Afro (na Rua Tesouro, atrás da Igreja da Ajuda), que ninguém acreditava, e no dia 13 último inaugurou em caráter provisório, para aproveitar o Encontro Ibero-Americano do Ano Internacional dos Afrodescendentes, o Afro XXI, que termina hoje em Salvador, mas o sucesso foi tanto que a abriga agora é para não mais fechar. O Museu Afro, o único federal da Bahia, é um projeto de R$ 9,8 milhões do Ministério da Cultura, mas só recebeu a primeira parcela de R$ 3,8 milhões. Capinan tenta liberar a segunda, de R$ 1,8 milhão, para tocar a obra mantendo as portas abertas. Ontem, o presidente da Guiné-Bissau, Malam Bacai Sanhá, foi lá. Encantou-se, prometeu doar peças. Capinan quer quer Dilma vá e passou a missão ao amigo Gilberto Gil, que é amigo de Dilma (foram ministros de Lula) e à noite iria cantar para a presidente. “Gostaria que ela visse. A ajuda da presidente seria providencial”, disse Capinan.
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Bahia em Pauta informa: Bizu baiano quentinho dá conta que ela (Dilma) está inclinada a ir à Rua do Tesouro, onde está instalado o Museu Afro . A conferir.

(Maria Olívia)

nov
19
Posted on 19-11-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 19-11-2011


Thomate, hoje no A Cidade(R. Preto-SP)


Mariano Rajoy entre simpatizantes na Espanha
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ARTIGO DA SEMANA

Espanha: Direita, volver!

Vitor Hugo Soares

A alternância de poder (sempre e tão almejado objetivo que motiva, mobiliza e dá sentido a todas as verdadeiras democracias do mundo) sopra em rajadas neste fim de semana sobre terras de Espanha, no quase início de inverno europeu de 2011. A imprensa brasileira, mobilizada de uma maneira geral em torno da pacificação da Rocinha, no Rio de Janeiro, ou do xaveco do ministro Carlos Lupi, em Brasília, parece não ter-se dado conta ainda da intensidade da tempestade política e econômica que vem do outro lado do Atlântico.

No continente à beira de um ataque de nervos que ameaça contaminar outras terras e outras regiões do planeta (atenção Dilma Rousseff e PT), milhões de eleitores do país de Dom Quixote (viva Cervantes!) vão às urnas este domingo (20), prometendo surpresas de arrepiar. A começar por uma virada de quase 180 graus da esquerda para a direita.

A vitória esmagadora do conservador do PP, Mariano Rajoy, sobre os socialistas e aliados da esquerda de José Luiz Zapatero, no comando do país há quase uma década (esta é a previsão de praticamente todos os institutos de pesquisas), era algo quase inimaginável há quatro anos, quando andei nas ruas e avenidas monumentais de Madri pela última vez.

Era abril de 2007, começo de primavera na Europa em tempo de apogeu do milagre econômico espanhol. Madri, como a Buenos Aires do tango de Gardel, exibia-se outra vez florescente, bonita e aberta para o mundo. “Uma capital ensolarada, festiva e em obras”, como proclamavam eufóricos seus principais jornais e emissoras de TV.

Otimismo borbotava por todos os poros. Os diários e revistas semanais em geral, mas principalmente as redes de TV, não cansavam de mostrar imagens dos múltiplos e imensos canteiros de obras de uma capital e de um país a quase pleno emprego, paraíso de poderosos grupos financeiros e das grandes empreiteira da construção civil a pleno vapor.

Tudo começava já no monumental aeroporto de Barajas, que acabara de ser ampliado e de passar por ampla reforma modernizadora bilionária em todas as instalações. Ali desembarquei com Margarida (minha mulher e também jornalista) em uma manhã de fim de Semana Santa. Retornava à Espanha depois de viver intensamente dias muito agradáveis em Londres, naquele ano em que também o Reino Unido e sua capital viviam de braços com a felicidade e o bem-estar.

O Reino Unido e sua principal vitrine urbana, política e social, até importavam na época profissionais de nível superior, sem emprego em seus países do leste europeu, para trabalhar na capital britânica. Ambiente bem diferente da cidade tensa e tumultuada por protestos que os noticiários exibem quase diariamente neste tempo de crise braba.

Lembro, por exemplo, do simpático hotelzinho em Notting Hill, onde fiquei hospedado. Parecia uma agradável representação de Praga, a capital da República Tcheca, às margens do Tâmisa. Dos recepcionistas às camareiras, todos falavam o inglês britânico com forte e inconfundível sotaque do Leste desde o tempo da antiga e extinta União Soviética.

No embarque em Heatrow, um primeiro sinal de alerta: os encarregados da Imigração no principal aeroporto londrino, aos berros e caras de poucos amigos, me mandaram abrir o cinturão que segurava as calças, tirar sapatos e meias, e ficar de braços abertos como espantalho em roça de milho no sertão baiano, para a revista em regra. Margarida quase precisou jogar fora o vidro de perfume preferido usado que trazia na bolsa, antes de receber ok para deixar a Inglaterra.

Na chegada à Madri, menos de duas horas de vôo depois, a recepção dos sonhos de qualquer turista em suas viagens. Um aeroporto quase novinho em folha, apinhado de gente, com todas as conquistas da moderna tecnologia funcionando para facilitar e amenizar a vida do cidadão viajante, em lugar de atanazá-lo com suspeitas e burocracia invencíveis. Nem ao menos um cara daqueles renitentes para conferir se a bagagem que você está levando e a sua mesmo.

E estamos na Espanha de 2007, antes da segunda e esmagadora vitória da esquerda nas eleições para o Parlamento, que levaria Zapatero ao comando do poder, onde se manteria por longo período até a crise chegar, corroendo o prestígio desgastado até o final melancólico de uma era que se anuncia para este domingo espanhol.

Ateu baiano que acredita em milagre vibrava com as imagens e o otimismo que borbulhavam em minha volta naquele tempo. Margarida, ao meu lado, mais cética como devem ser os jornalistas, pontuava como uma espécie de permanente e vigilante consciência crítica a soprar nos meus ouvidos: “Isto é muito bonito, mas não me cheira bem. Não sei explicar o motivo, mas algo me diz que alguma coisa está fora da ordem ou de controle por aqui”.

É sobre isso que reflito agora nestas linhas, véspera da eleição que promete virada histórica na Espanha neste final de 2011. Quatro anos depois de passar pela “Espanha socialista”, leio agora em um dos principais diários europeus:

“Mariano Rajoy Brey, 56 anos. Galego da gema, conservador nascido em Santiago de Compostela em 1955 no seio de uma família de políticos, presidente e candidato do Partido Popular, é o favorito nas sondagens e já considerado o futuro primeiro-ministro de Espanha”.

Quem diria? Direita, volver! Mas ainda assim, viva o voto popular e se as previsões se confirmarem nas urnas de amanhã, viva a alternância de poder na Espanha.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

nov
19


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Un Canto a Galicia

(Julio Iglesias). Subtítulos en gallego.

Yo te quiero tanto
y aun no lo sabes
yo te quiero tanto
tierra de mi padre.

Quiero tus riberas
que hacen recordar
y tus ojos tristes
que hacen Ilorar.

BOA NOITE!!!

(VHS)


Dilma em Salvador: mais dinheiro
para obra que não entra nos trilhos
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DEU NO CORREIO

Gilvan Reis

A presidente Dilma Rousseff anunciou na tarde desta sexta-feira (18), em Salvador, investimentos de R$ 1,6 bilhão para as obras de mobilidade urbana na capital baiana. A verba será destinada para a construção da Linha 2 do metrô, entre o Aeroporto e a Rótula do Abacaxi. No evento, que ocorreu no auditório do Bahia Othon Palace, em Ondina, Dilma Rousseff afirmou que as obras constituem um passo decisivo para o desenvolvimento do país.

“O Brasil tem de investir nas suas cidades. A mobilidade urbana é um prioridade do nosso governo. Nas cidades com mais de um milhão de habitantes, o metrô é uma das principais alternativas. Em Salvador, com este investimento, teremos um trânsito mais rápido entre a estação da Bonocô até o Aeroporto. E esse é um trabalho que precisa ser feito em parceira com o Município, com o Estado e com a iniciativa privada “, declarou Dilma.

A presidente destacou também que o emprego desses recursos e a manutenção das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) funcionam como uma das maiores blindagens contra a crise econômica internacional. Em todo Brasil, serão investidos R$ 30 bilhões em obras relacionadas à mobilidade urbana. Salvador é a quarta cidade que tem o lançamento do metrô.

Dilma aproveitou para garantir que o governo federal continuará criando e ampliando os programas sociais. “Ontem lançamos o Viver Sem Limites, que é mais uma etapa na inclusão social e um dos maiores programas de apoio e de sustentação das pessoas com deficiência. Acredito que temos de perseguir um país que tenha qualidade de vida para a população brasileira. E, por isso, a mobilidade deve estar na nossa pauta”, reforçou.

Além de empresários e de autoridades políticas, o governador Jacques Wagner também estava presente no encontro. Na sua intervenção, Wagner pontuou a obra da Nova Arena Fonte Nova como um das principais realizações da gestão. “A equipe de trabalhadores foi ampliada em 50%. Aumentamos o número de gruas e de fábricas produzindo pré-moldados para o estádio porque estamos nos preparando para a Copa das Confederações em 2013 e vamos sediar os principais jogos da Copa do Mundo”.

Agenda
Cumprindo a agenda oficial, a presidente Dilma Rousseff participará amanhã, sábado (19), junto com outros chefes de Estado do encerramento do Encontro Iberoamericano do Ano Internacional dos Afrodescendentes (Afro XXI). O evento acontecerá às 10h no Palácio Rio Branco e será transmitido pelo site do Afro XXI.

Depois desta atividade, Dilma visitará o Museu Nacional da Cultura Afrobrasileira (Muncab), na Rua Chile. Às 18h, a presidenta e o governador assistirão ao show de encerramento do Afro XXI, no Pelourinho.

Leia mais sobre a visita da presidente Dilma na edição impressa do Correio

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