Dona Marisa faz a barba de Lula
(Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula)
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DEU NO G1

De Brasília

O Instituto Lula informou na tarde desta quarta (16) que a ex-primeira-dama Marisa Letícia raspou a barba e cortou o cabelo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que faz tratamento contra um câncer na laringe.

Com a decisão de raspar barba e cabelo, Lula se antecipou aos efeitos da quimioterapia, que provoca a queda de pelos. O ex-presidente cultivava a barba, que se tornou uma marca pessoal, desde quando era sindicalista, nos anos 1970.


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Grande Núbia!!!

Boa Noite!

(VHS)


Tatiana, subsecretária da Saúde, na foto
com o prefeito JH/ Img. Correio
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DEU NO CORREIO DA BAHIA ( ONLINE)

Da Redação
atualizada às 17h37

A deputada estadual Maria Luiza (PSD), ex-mulher do prefeito de Salvador, João Henrique Carneiro (PP), disse hoje no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia que o casamento entre eles acabou por conta de traição. Segundo a deputada, João Henrique se envolveu com Tatiana Paraíso, subsecretária de saúde de Salvador. Maria Luiza disse que resolveu divulgar o caso em de João Henrique não ter se manifestado sobre a situação.

“Eu entrei e sai dessa relação de forma honesta e correta. Ele sabe disso. Não tenho porque baixar minha cabeça, não me afastarei dos amigos. Eu assumo meus atos e não admito que distorçam as verdades para salvar a imagem de João Henrique e macular a minha. Eu pedi um tempo e levei um susto. Foi por conta da traição dele que eu me separei”, desabafou, conforme reportagem do site Política Livre. Ainda de acordo com o site, antes de encerrar o discurso, a deputada disse ainda que não almeja uma vaga para o Executivo de Salvador.

Separação

A separação do casal foi confirmada em outubro. Na ocasião, a deputada disse que estava separada de João Henrique há um mês, mas não quis dar mais detalhes alegando se tratar de um assunto pessoal. Maria Luiza e João Henrique têm dois filhos: Luiz Henrique e Paulo Henrique, frutos de um relacionamento de 30 anos.

A assessoria de comunicação do prefeito informou que ele não se manifestará sobre o assunto.

A deputada divulgou o discurso em sua página no Facebook:

Confira o discurso na íntegra:


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Relíquia: o passaporte azul do professor Luis Henrique

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CRÔNICA/ HISTÓRIA E SENTIMENTOS

O PASSAPORTE AZUL DE MEU PAI

Luis Guilherme Dias Tavares*

Está comigo o passaporte azul, modelo destinado a diplomatas e autoridades de alto escalão que o governo brasileiro forneceu ao professor Luis Henrique Dias Tavares em 1959. Aconteceu quando Juscelino Kubitschek era presidente da República e o doutor Anízio Teixeira era o diretor do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais – INEP -. A história do passaporte especial tem a ver com hombridade, determinação e generosidade.

O doutor Anízio Teixeira escolheu alguns dos seus colaboradores do INEP para comporem um grupo que visitaria instituições educacionais norte-americanas. A Embaixada dos Estados Unidos, no Rio de Janeiro, então capital do país, vetou o pedido de visto do professor Luis Henrique Dias Tavares que, na época, além de ensinar no Colégio Central da Bahia e na Faculdade de Filosofia da UFBA, trabalhava no INEP – pesquisava no Arquivo Público, do qual era diretor, a educação na Bahia. Indignado, Anízio Teixeira solicitou que, em seu gabinete, ele, um representante da Embaixada e o professor Luis Henrique tratassem do assunto a fim de superar o impasse diplomático. O funcionário norte-americano propôs que o professor Luis Henrique ditasse uma nota que sairia no jornal O Globo repudiando o Partido Comunista. O professor declarou que era assunto pessoal e o funcionário da Embaixada levantou-se e deixou o gabinete. Crescia no país a campanha anti-comunista que desembocou no Golpe Militar de 1964 e no AI-5 de1968.

Anízio Teixeira, após a saída do funcionário da Embaixada norte-americana, indignado com o seu procedimento, decidiu enviar o professor Luis Henrique para a Europa com a missão de conhecer ao vivo o sistema educacional de Portugal, Espanha, França e Itália. Chamou a secretária e mandou entregar ao professor US$ 1,500.00 (mil e quinhentos Dólares) para a viagem. Meu pai chegou do Rio de Janeiro e foi direto para casa, onde comunicou à esposa, dona Laurita, que iriam viajar para a Europa por três meses. Tinham três filhos. Eu era o mais velho. Em seguida vinha o meu irmão Sérgio. Minha irmã Cláudia não completara dois anos de idade.

O que fazer? Meu pai tinha muita coisa para resolver. Minha mãe e ele decidiram que nós ficaríamos sob os cuidados de Glória, auxiliar em quem minha mãe depositava imensa confiança, e tia Maria Luiza, irmã caçula de meu pai. Sérgio completara seis anos e eu tinha pouco mais de sete anos. Sérgio estudava numa pequena escola da rua Manoel Barreto, perto do apartamento da família no bairro da Graça. Eu estudava na recente Escola de Aplicação do INEP de formação de professores. Naqueles dias, os jornalistas tinham abatimento na compra de passagem aérea. Isso animou o professor Luis Henrique a levar sua esposa com ele na viagem. Meu pai comprou as passagens na Panair do Brasil e viajaram com destino a Lisboa, escala em Dakar (Senegal) para reabastecimento do avião Constellation. Na capital portuguesa, foram para um hotel sugerido pela Panair. Dali, Luis Henrique telefonou para o primo Antonio Henrique, cujo número telefônico fora fornecido pelo primo Nestor Duarte. Ele atendeu-lhe e marcou o primeiro almoço num restaurante da Avenida da Liberdade. Antonio Henrique foi acompanhado da esposa e das filhas Guida e Terezinha.

Guardo na lembrança o comentário do professor com relação ao rigor francês com as crianças nos primeiros anos da idade escolar. Os professores franceses puniam os alunos com a dor física e moral. Da Itália, destino mais que sonhado pela dona Laurita, restaram, até a última mudança do casal, guias, mapas e postais da terra de Dante e o comentário repetido de que em 1959 o país ainda exibia marcas muito evidentes da 2ª Guerra Mundial, vencida pelos aliados desde 1945.

O passaporte azul número 024392 tem 24 páginas numeradas e sua validade foi de apenas três meses e meio. Emitido em 16 de setembro de 1959, valeu até 31 de dezembro do mesmo ano. As páginas 8 e 9 contêm os vistos dos Consulados de Portugal e Espanha carimbados em Salvador e as páginas 10, 11 e 12 tem os carimbos alfandegários do Brasil, Itália, França, Portugal e Espanha. Permanece grampeado na face interna da contracapa o Certificado Internacional de Vacinação contra Varíola, com selo, no verso, do Tabelião do 4º Ofício.

O passaporte do professor Luis Henrique é, para mim, uma relíquia, apesar de documento de apenas 52 anos. É a prova material de um episódio relevante da vida dele… Alguns anos depois, mais uma vez os norte-americanos vetaram sua entrada quando ele desembarcou com a esposa em Nova Iorque. Ela pode circular na cidade, ele ficou detido no hotel. Enfim, passaram-se os anos e não houve mais problemas e o casal retornou alguns vezes aos Estados Unidos e acompanhou netos nos parques da Disney, em Orlando. No seio da família, jamais cultivou nenhum anti-americanismo. Ao contrário, tem manifestado sempre admiração e respeito pelo povo lá de cima. Ademais minha filha Gabriela, neta deles, mora lá há mais de 10 anos.

Está comigo o passaporte azul… Os filhos e netos do casal que viajou em 1959 pela primeira vez para a Europa são viajantes como poucos. O casal, até cinco anos atrás, viajou todos os anos para Portugal e Inglaterra, como se revisitassem lugares aos quais pertenciam. Agora, aos 85 anos, depois de tantas viagens, depois da construção de tantas memórias, esvaem-se pouco a pouco as imagens do passado e temo, de coração, que quiçá lhes reste a saudade.

* Luis Guilherme Dias Tavares é Jornalista e produtor editorial. O texto foi revisto pelo professor Luis Henrique Dias Tavares. lulapt@svn.com.br


Mario Hirss: novo comando no TJB

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Maria Olívia Soares

O desembargador Mário Alberto Simões Hirs acaba de ser eleito presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) para o biênio 2012-2013. A eleição aconteceu na manhã desta quarta-feira na sede do TJ, no Centro Administrativo da Bahia. Ele recebeu 21 dos 33 votos. Também concorreram ao cargo de presidente os desembargadores Lícia de Castro Laranjeira Carvalho e Eserval Rocha. No ocasião também foi escolhido como primeiro vice-presidente o desembargador Eserval Rocha, por unanimidade. A segunda vice-presidência será ocupada por Vera Lúcia Freire de Carvalho.

Mário Hirs é o atual presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e assumirá o novo cargo no dia primeiro de fevereiro de 2012. Ele vai substituir a desembargadora Telma Brito. O próximo presidente vai tentar construir a paz entre os poderes Judiciário e Legislativo, além dos funcionários do judiciário, por conta dos recentes desentendimentos em função do projeto de privatização dos cartórios. A decisão de desativar 50 comarcas do interior da Bahia só fez aumentar as divergências entre a cúpula do Tribunal de Justiça e seus servidores. Vamos a ver.

Maria Olívia Soares é jornalista, colaboradora do BP

nov
16


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Homenagem de Ray Conniff ao grande Ary Barroso e a sua linda “Na Baixa do Sapateiro”

Boa quinta-feira!!!

(postado por VHS)


Mentira?:Luppi desce de avião, mas nega voo
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DEU NA COLUNA DE GUILHERME BARROS/IG

A bolsa de apostas no Palacio do Planalto aponta como fortes as chances de o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, ser demitido ainda hoje.

Conforme Poder Online informou, foram decisivas as fotos do ministro no jatinho que ele disse nunca ter voado, alugado por Adair Meira, dono de uma ONG que prestava serviços ao Ministério.

Tudo agravado por um vídeo divulgado pela revista Veja mostrando o ministro em solenidade no Maranhão logo após desembarcar do avião:

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nov
16
Posted on 16-11-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 16-11-2011


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Humberto,hoje no Jornal do Comércio (PE)


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Duas pessoas possivelmente com olhos de aves de rapina, que os têm de extrema eficiência, estão surpreendentemente se comportando como cegos em tiroteio. O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, do PDT, e o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, do PT.
1. O primeiro, de acordo com o noticiário, ouviu da presidente Dilma uma orientação no sentido de desafiar e confrontar a mídia, que vinha veiculando e levantando denúncias contra ele, mas num sintoma de que talvez esteja também com problemas de audição, mira na direção errada e lança desafio à autoridade da presidente da República, confrontando-a na medida em que diz que é “indestrutível”, que “a Dilma não vai me tirar” e que só sai do ministério “abatido por bala e bala forte”, porque ele, Lupi, é “pesadão”.
Caneta, assinatura da presidente, tudo isso seria uma futilidade. Mas um Colt 45, ah, aí vamos respeitar.
No entanto, ante outra bronca presidencial, desta vez por intermédio da ministra-chefe da Casa Civil, senadora licenciada Gleisi Hoffmann (que, como afirmam da presidente, também adoraria dar ou mesmo transmitir broncas), o ministro Lupi pede desculpas à presidente e faz uma declaração pública abrasadora (e abraçadora): “Presidenta, eu te amo”.
A nação aguarda, emocionada e ansiosa, o próximo capítulo.
2. Enquanto isso, também em Brasília, desenrola-se outra novela, com indicação de horário – como a anterior – para lá de meia noite. O personagem principal é o governador Agnelo Queiroz, que, como o ministro, emerge do meio de muitas denúncias. Ou submerge no meio delas, tanto faz.
Uma das denúncias é a de que, quando era, representando o PC do B, o dirigente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – veja o leitor a responsabilidade da coisa, já que o órgão fiscaliza a qualidade de alimentos e medicamentos e os licencia, entre outras funções – teria recebido uma propina de R$ 50 mil. R$ 45 mil em dinheiro e mais uma transferência (a prova material) de R$ 5 mil, no dia 28 de janeiro de 2008, paga por Daniel Tavares, que trabalhava como lobista da União Química.
A Folha de S. Paulo de ontem conta uma história. Na quarta-feira da semana passada, Agnelo Queiroz, hoje do PT e governador de Brasília, disse que podia provar que fizera apenas um empréstimo pessoal de R$ 5 mil a Daniel Tavares e que este, com a transferência, pagara o empréstimo. A Folha questionou quais eram as provas que tinha, mas o governador do DF não respondeu. Depois, por meio de sua assessoria, voltou à versão anterior: “O que o governador disse é que, de modo geral, há provas de que ele fala a verdade”. Mas radicalizou: “A palavra de um governador de Estado já é, por si, uma prova”.
Ah, então prova mais forte é a palavra de um presidente da República. E, mais ainda, da República mais poderosa do planeta. No entanto, Richard Nixon renunciou à Presidência para não sofrer impeachment por haver mentido. O presidente francês Sarkozi chamou há dias o então primeiro ministro da Itália, Silvio Berlusconi, de “mentiroso”. E, para voltar ao Distrito Federal, quão indestrutíveis foram as provas representadas pela palavra dos então governadores Joaquim Roriz e José Roberto Arruda!
Até quando, ó Catilina, abusarás de nossa paciência?

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