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Música das mais lindas que conheço, nada melhor para começar (ou terminar) o dia…

(Maria Olívia Soares)

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DEU NA FOLHA DE S. PAULO

CONTEÚDO LIVRE

NIZAN GUANAIS

PROCURA-SE UMA BOA COZINHEIRA

A razão do meu desespero por uma cozinheira é fruto do bom momento econômico do Brasil

Estou há anos procurando uma cozinheira de mão-cheia. Uma Dona Flor, mas que não precisa ter o corpo da Sônia Braga -precisa é cozinhar mesmo. Fazer aquela grande e vasta comida brasileira. E se ainda souber fazer comida baiana, melhor ainda. Um bom mal-assado, uma feijoada como se come lá nas festas do terreiro do Gantois.

Não precisa saber cozinha francesa e italiana. Porque a cidade já dispõe de grandes restaurantes para isso.

Precisa, sim, de leitão a pururuca, de sequilhinhos, de um belo bolo de laranja. Tendo mão e alma boa, não precisa nem ter gênio bom. Basta ser divina. Como a cozinheira da grande estilista Lenny Niemeyer, que faz todos os domingos o melhor almoço do Brasil.

Escrevo este artigo porque acredito muito na força mobilizadora da mídia impressa, dos jornais que todos os dias entram na nossa casa cedinho gritando as notícias em silêncio.

Escrevo também para lembrar que os primeiros anúncios publicitários feitos neste país foram de coisas triviais como vender um burro, achar um cão perdido ou buscar uma cozinheira.

O peixe que um anúncio vende pode ser vender um carro, um perfume, recrutar uma cozinheira, mas anúncios são feitos para vender o peixe.

Os melhores anúncios são aqueles que se não se esquecem disso.

Que não se esquecem de que a propaganda foi feita para chamar a atenção da pessoa, para reter o leitor, o telespectador. Como você já está lendo este texto por alguns parágrafos, é sinal de que estou sendo bem-sucedido nessa função.

O título “Procura-se uma grande cozinheira” é chamativo. Porque é inesperado. Sobretudo no caderno Mercado da Folha.

Títulos têm de ser inesperados, senão ninguém lê anúncio. E as pessoas, como você bem sabe, não nasceram para ler anúncios.

A chamada é verdadeira. Não é propaganda enganosa. Porque preciso de fato de uma cozinheira.
É verdade que a quituteira que procuro talvez não leia este caderno. Mas a Folha é o jornal mais lido em todo o país e certamente deve ter alguém entre seus leitores que pode conhecer a minha prenda.

Estamos chegando ao final do ano, ao período de Natal, as pessoas estão imbuídas do espírito natalino e podem fazer essa boa ação para um ex-gordo como eu.

Portanto, se você conhece uma grande cozinheira, mande um e-mail para nizan@africa.com.br. É óbvio que preciso de referências. Melhor ainda se forem de gourmets ou gordos, de pessoas de colesterol e acido úrico altos.

A razão do meu desespero por uma cozinheira é fruto do bom momento econômico do Brasil.
Como em qualquer país que se preze, graças a Deus não é mais fácil encontrar empregados domésticos no nosso prezado país.

As pessoas querem ter seu próprio negócio, abraçar profissões “mais nobres”. E isso é ótimo para elas e para o país.
É uma mudança transformadora, que nos impacta das melhores maneiras possíveis, mas também nos coloca na desesperadora e cafajeste situação de desejar a cozinheira do próximo.

Peço aos leitores que sejam solidários comigo e aos jovens redatores de propaganda que lembrem o que o grande guru da propaganda David Ogilvy me ensinou: propaganda é para vender.

Ela tem de ser sedutora, confiável e vendedora como um bom corretor de imóvel. Seja o anúncio de um celular, seja o anúncio procurando uma cozinheira, ele tem de ter impacto, eficiência e graça.
Se não entretém, não chama a atenção e não vende, não é boa propaganda. Propaganda tem de ter molho e sal. E ser feito por gente que tem boa mão.

Espero que este artigo-anúncio classificado atinja seus objetivos. E que graças à força da Folha e de santo Expedito eu encontre a minha tão sonhada cozinheira.

Aliás, cozinheira anda tão difícil que hoje a gente não pede mais para santo Expedito, a gente pede é para santo Antônio.

NIZAN GUANAES, publicitário e presidente do Grupo ABC

Manifestantes caminharam pela Avenida Getúlio Vargas, principal de Feira de Santana. Img: reprodução da TV Subaé-G1

Dezenas de moradores de Feira de Santana se reuniram no feriado desta terça-feira (15), dia em que se celebra os 122 anos da Proclamação da República do Brasil, para protestar contra a corrupção. Os manifestantes cantaram o Hino Nacional e fizeram homenagens à data histórica da Repúblicano Brasil.

(Informações G1 Bahia e TV Subaé)

nov
15
Posted on 15-11-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-11-2011

A economia europeia está estagnada quer na Zona Euro quer na União Europeia, revelam dados divulgados esta terça-feira pelo Eurostat.

Segundo o gabinete de estatísticas da União Europeia, o PIB da Zona Euro cresce 0,2 por cento face aos três meses anteriores em cadeia, cai 0,2 por cento em relação ao trimestre anterior e sobe 1,4 por cento se comparado com o mesmo período de 2010.

Este organismo confirmou ainda os dados avançados pelo INE na segunda-feira em relação à queda de 1,7 por cento do PIB português no terceiro trimestre de 2011.

O Eurostat revelou ainda que Grécia e Chipre foram os outros dois países europeus que tiveram crescimento negativo no terceiro trimestre do ano.

Dados provisórios apontam para um recuo no Produto Interno Bruto grego de 5,2 por cento, ao passo que em Chipre o PIB recuou 0,6 por cento.

(Com informações do portal europeu TSF)


Strauss-Khan e Anne:invasão de privacidade
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Dominique Strauss-Kahn e sua mulher Anne Sinclair vão tomar medidas legais para proteger a privacidade do casal depois de terem surgido notícias “fantasiosas” sobre o seu divórcio, segundo anunciaram ontem (14) os advogados do casal em Paris.

“Estamos estudando que medidas acionar contra artigos [nos jornais] que recaem na forma mais baixa de voyerismo e não dão qualquer informação legítima ao público,” disseram em comunicado os advogados, Henri Leclerc e Frederique Beaulieu.

As notícias agora desmentidas citavam fontes anónimas e diziam que a antiga apresentadora de televisão Anne Sinclair tinha perdido a paciência com o marido depois de o nome do ex-chefe do Fundo Monetário Internacional ter surgido na investigação a rede de prostituição na cidade de Lille conhecido por Carlton Affair.

Strauss-Kahn, que abandonou o posto no FMI quando foi acusado de tentativa de violação por uma empregada de hotel em Nova Iorque — perdeu, ao mesmo tempo, a possibilidade de se candidatar pelos socialistas à presidência de França nas eleições de 2012 — pediu para ser interrogado pela polícia o mais rápido possível. Porém, o caso foi adiado o que levou os advogados a considerarem que o seu cliente está a ser vítima de uma campanha de “linchamento” por parte dos media.

O Carlton Affair começou a ser investigado no início do ano após a descoberta de uma rede que fornecia prostitutas a clientes deste hotel de luxo em Lille. Em Outubro o nome de Strauss-Kahn foi associado ao processo, logo após a acusação de que era alvo em Nova Iorque ter sido retirada. Logo de seguida, uma queixa de agressão sexual feita por uma escritora francesa foi também rejeitada pela Justiça.

A imprensa francesa publicou mensagens de telefones móvel atribuídas a Strauss-Kahn e dirigidas a um empresário investigado no caso, nas quais se propõem encontros com “garotas” em “discotecas picantes”.

Strauss-Kahn e Anne Sinclair fizeram saber que irão recorrer à Justiça para “acabar com os ataques contra a sua vida pessoal e defender a sua presunção de iniocência”. “As necessidades judiciais (…) não autorizam ninguém a desrespeitar o segredo de instrução, a presunção de inocência e os diversos aspectos da vida pessoal”, indicaram os advogados no comunicado.

(Com informações do PÚBLICO, de Lisboa)

nov
15
Posted on 15-11-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-11-2011


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DEU NO GLOBO.COM/ESPORTES

Das agências de notícias
Filadélfia, Estados Unidos

Frazier derrotou Ali em 8 de março de 1971, no Madison Square Garden de Nova York, na que foi chamada de “A Luta do Século”. Após 15 rounds, vitória de Frazier, que impôs o primeiro revés ao então chamado Cassius Clay.

Frazier conquistou o cinturão dos pesos-pesados em 1968 vencendo Buster Mathis (nocaute no 11º round). Sua última luta foi em 1981, quando, aos 37 anos, empatou com Floyd Cummings, em Illinois, nos Estados Unidos.

Hino da Proclamação da República

Letra de Medeiros de Albuquerque

Música de Leopoldo Migues

Seja um pálio de luz desdobrado.
Sob a larga amplidão destes céus
Este canto rebel que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus!
Seja um hino de glória que fale
De esperança, de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!

Nós nem cremos que escravos outrora
Tenha havido em tão nobre País…
Hoje o rubro lampejo da aurora
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais! Ao futuro
Saberemos, unidos, levar
Nosso augusto estandarte que, puro,
Brilha, ovante, da Pátria no altar!

Liberdade! Liberdade!
Se é mister que de peitos valentes
Haja sangue em nosso pendão,
Sangue vivo do herói Tiradentes
Batizou este audaz pavilhão!
Mensageiros de paz, paz queremos,
É de amor nossa força e poder
Mas da guerra nos transes supremos
Heis de ver-nos lutar e vencer!
Liberdade! Liberdade!

Do Ipiranga é preciso que o brado
Seja um grito soberbo de fé!
O Brasil já surgiu libertado,
Sobre as púrpuras régias de pé.
Eia, pois, brasileiros avante!
Verdes louros colhamos louçãos!
Seja o nosso País triunfante,
Livre terra de livres irmãos!

Liberdade! Liberdade!

nov
15
Posted on 15-11-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 15-11-2011


CGU: de olho nos computadores contra a corrupção
==========================================DEU EM O GLOBO

Excursionar pelos corredores da Controladoria Geral da União (CGU) é certamente menos palpitante que correr os olhos pelas auditorias produzidas ali, com a crônica das perversões e malabarismos cometidos com o dinheiro público Esplanada afora. O ambiente é silencioso, com um quê de biblioteca. Tomado por pilhas de processos, parece bem mais uma repartição pública do que sugeriria o imaginário sobre um órgão que investiga corrupção.

Os analistas de finanças e controle não usam lupa e não recorrem a escutas. Passam o dia com os olhos vidrados na tela do computador ou debruçados sobre planilhas e processos, à moda antiga. Têm mais um jeitão de nerds, e só se despem desse estereótipo às 15h30m, quando uma professora de ginástica, devidamente uniformizada, chama cada grupo ao corredor para uma aula de ginástica laboral, ao som de blues.

Dali saíram, recentemente, confirmações escabrosas, como a de que as irregularidades cometidas por empreiteiros, políticos e servidores abriram um rombo de quase R$ 700 milhões no Ministério dos Transportes. Os nerds já expulsaram da administração pública, desde 2003, 3.434 sanguessugas com crachá de funcionários públicos – 465 só de janeiro a outubro deste ano, um recorde. Colocaram na internet o breve relato de todos os convênios com ONGs, a caixa-preta dos ministérios. E colaboraram com a Polícia Federal em muitas operações.

Formados em variadas áreas, os analistas, no topo da carreira, ganham entre R$ 10 mil e R$ 12 mil por 40 horas semanais, menos que os auditores do Tribunal de Contas da União (TCU).

Não raro, o dia a dia é monótono, dedicado a farejar impropriedades em notas fiscais, contratos e processos. Uma das ferramentas mais importantes é o cruzamento de dados com os sistemas de informação do governo, como Siafi e Siconv, que formam uma babel de siglas. Com isso, é possível descobrir mortos recebendo benefícios do governo. E gente bem viva, embolsando o que não deve.

– Na verdade, a gente não deve ficar restrita à análise de papel, mas verificar o objeto do convênio. E não adianta cumpri-lo com custos exorbitantes – constata Eliane Viegas Mota, coordenadora-geral de auditoria dos ministérios do Turismo e do Esporte, duas vedetes do noticiário político-policial.

Está no setor dela um volume grosso, com o título rabiscado à mão: “Kung Fu”. É o processo do policial João Dias Ferreira, símbolo da crise no Esporte, que derrubar o ex-ministro Orlando Silva.

Eliane diz que a tarefa da CGU, criada em 2001, não é só achar desvios, mas auxiliar os ministérios a aperfeiçoar a gestão. Nomeado pelo presidente, assim como os demais ministros, o chefe dos nerds, o baiano Jorge Hage, vez ou outra se põe em saia-justa ao apontar o dedo para os colegas. Em meio ao escândalo dos Transportes, declarou que “a corrupção está no DNA do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit)”.

– Não tenho dor de cabeça. E não diria que tem reação ao nosso trabalho de forma direta. Pressão, nunca sofri, até porque trabalhamos para o governo e pelo governo – assegura.

A CGU tem hoje 2.200 funcionários, metade nos estados. O quadro completo, previsto na carreira de finanças e controle, prevê cinco mil. Além do crescente Orçamento federal a ser auditado, é preciso dar conta de programas de prevenção à corrupção, orientar gestores e promover ações de transparência. No ano que vem, haverá novo teste: implementar a Lei de Acesso à Informação, aprovada pelo Congresso e à espera de sanção da presidente Dilma. Caberá à CGU analisar recursos de interessados quando um ministério se negar a fornecer dados ou documentos. Ela terá de treinar servidores para atender às novas demandas.

Hage lembra que, a cada concurso que o TCU abre para contratar analistas de finanças, a CGU perde entre 30 e 50 servidores, a maioria de alta qualificação. É que lá eles ganham mais, em torno de R$ 17 mil no topo da carreira.

– (Não está) da maneira que gostaríamos. Mas temos que dar conta – resigna-se o ministro.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/cgu-ataca-corrupcao

nov
15
Posted on 15-11-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-11-2011


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Duke , no jornal O Tempo (MG)

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