nov
07


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“The Man I Love”, por Miles Davis do album The Modern Jazz Giants. Music composta por George Gershwin.

Musicos:
* Miles Davis – Trumpet
* Milt Jackson – Vibraphone
* Thelonious Monk – Piano
* Percy Heath – Bass
* Kenny Clarke – drums
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A sugestão vem do rico e inesgotável garimpo do jornalista Gilson Nogueira, colaborador da primeira hora e sempre leal amigo do BP.

BOA NOITE!!!

(vhs)

nov
07
Posted on 07-11-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 07-11-2011


JK no casamento de Gilberto e Vera: despedida de Brasília
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DEU NA C0LUNA DE HILDEGARD ANGEL

“O colunista social decano do país, Gilberto Amaral, que milita em Brasília, achou que enfim chegou a hora de bater o martelo: vai escrever seu livro de memórias! Será lançado pela Dom Quixote Editora, do jornalista Marcone Formiga, e tem até título escolhido: Ninguém me contou, eu vi. Nome muito adequado para esses tempos de bloguismo-jornalismo-colagem, em que todo mundo se acha sabido, pesquisando na internet, copiando dados (muitas vezes toscos e errados), colando fotos e posando de autoridade em fatos e assuntos que não viu, não viveu, de que não entende, envolvendo personagens que não conheceu, não conhece e, talvez, jamais conhecerá…

Um dos capítulos do livro Ninguém me contou, eu vi, de Gilberto Amaral, será dedicado ao presidente Juscelino Kubitscheck, que foi padrinho de seu casamento com Mara (foto), há 52 anos, aqui no Rio de Janeiro, na Capela da Reitoria.

Gilberto, em sua coluna diária, no último dia 12 de setembro, contou como foi a última noite de JK em sua amada Brasília, um relato muito interessante, que eu aqui transcrevo:

” (…) saímos peruando na noite da Corte e passamos pelo Eron Hotel. Na recepção, falaram: o presidente Juscelino está lá no bar. Subimos e o Dimple corria solto, e JK admirando a sua Brasília by night. Ficou impressionado e gostou da união da W3 Sul com a Norte. Expliquei que tinha sido obra do governador Elmo Serejo Farias. Eron (NR: Eron Alves de Oliveira, dono do hotel), como sempre, anfitrião perfeito, Olavo Drummond, Vera Brant, senador Heráclito Fortes formavam o grupo. Lá pelas tantas, todo mundo já alto, resolvemos ir embora, mas antes passamos pela boate que o Eron queria mostrar ao presidente. E mandou achar na madrugada o Macarrão, discotecário que encontrou uma gravação do Peixe Vivo que nunca mais ouvi. Cantado em espanhol. Para não perder o hábito, (JK) deu uns passinhos com a Vera”…

nov
07


Murray: algemas no tribunal depois da condenação
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DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

O médico Conrad Murray foi condenado, esta segunda-feira, por homícidio involuntário do cantor Michael Jackson, em 25 de Junho de 2009. O médico pessoal do popstar incorre numa pena, que só será conhecida a 29 de Novembro, até quatro anos de prisão e à perda da carteira profissional.

Conrad Murray, 58 anos, negou em tribunal ter administrado uma dose excessiva de propofol, um sedativo extremamente poderoso, que causou a morte ao cantor americano, a 25 de Junho de 2009.

À porta do tribunal de Los Angeles, dezenas de pessoas aguardaram a leitura da sentença, empunhando cartazes pedindo justiça e gritando “Culpado! Culpado”. Quando o veridito foi conhecido, ouviram-se aplausos.

Desde a passada sexta-feira que o júri, composto por sete homens e cinco mulheres, analisaram toda a prova produzida em tribunal para emitir um veredito.

O médico, de 58 anos, saiu da sala de audiências algemado e ficará sob detenção até voltar a comparecer perante o juiz, no final deste mês.

nov
07


Wagner:”Brasil e Bahia são muito grandes”

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DEU NO IG/Agência Estado

O governador da Bahia e ex-ministro do governo Lula, Jaques Wagner (PT), admitiu hoje, em Salvador, que o Poder Executivo não tem capacidade para controlar possíveis atos de corrupção em governos. “A gente vive em um momento no qual as pessoas acham que tudo é patrimônio, então, toda vez que tem dinheiro há a possibilidade de ter corrupção”, afirma.

“O Brasil, assim como a Bahia, é muito grande. É difícil para que um gestor consiga saber se cada convênio de R$ 500 mil, de R$ 1 milhão, se cada estrada, se cada hospital vai ser bem feito ou não. É difícil para um secretário ou um ministro saber se, lá na ponta, uma quadra de esportes está sendo feita correta ou incorretamente”, acrescentou.

De acordo com Wagner, a melhor saída para se evitar o desvio de recursos públicos é a população e a imprensa controlarem o destino das verbas. “O que os governos precisam garantir é transparência dos dados dos convênios e incentivar o controle social, para que a sociedade possa conhecer tudo que está acontecendo e a própria sociedade fazer o controle e reclamar”, afirma.

“Por exemplo, se localmente alguém sabe que tem um convênio de R$ 1 milhão para construir uma escola, se isso é tornado público, e a construção não acontece ou se a construção não justifica o preço vinculado, não tem ninguém melhor para reclamar do que o próprio interessado”.

Ao falar sobre as frequentes denúncias envolvendo ministros do governo federal, porém, o governador criticou o que chama de “linchamento público” dos gestores. “As investigações da imprensa ajudam a desvendar problemas de corrupção, mas a gente vive num sistema democrático, então a todos é dado o direito à defesa”, avalia. “Se há uma denúncia, ela tem de ser investigada. Se a investigação ocorre e comprova, acho que tem de haver o afastamento, a prisão. O que sou contra é promover o linchamento sem a investigação”, falou o governador baiano.

Sobre as denúncias que agora envolvem o ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), Wagner diz que a possibilidade de afastamento do titular da pasta causa “um clima de intranquilidade que não é bom para o governo”, mas diz confiar na capacidade de análise da presidenta Dilma Rousseff. “Ela pode tomar a decisão de que o afastamento é bom para a investigação ou para a tranquilidade do governo, portanto o afastamento não quer dizer uma condenação”, afirma. “Neste momento, é uma decisão política e administrativa”, acrescentou.


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Música de Ary Barroso, cantada por Rainy Aghata, cantora há 13 anos. A composição integra a trilha sonora do espetáculo “É com esse que eu vou”, apresentado no Teatro Castro Alves no último fim de semana para um público vibrante, mas reduzido. “De fazer vergonha”, afirma a jornalista Maria Olívia em seu comentário abaixo no BP. O que fazer?

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)


“É com esse que eu vou: “belo espetáculo
com público reduzido no TCA
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Maria Olivia viu no TCA e comenta no Bahia em Pauta

Depois das marchinhas de carnaval em Sassaricando, musical de sucesso há cinco temporadas, os roteiristas Rosa Maria Araújo e Sérgio Cabral, mais uma vez em parceria com Claudio Botelho e Charles Möeller, voltam a ribalta com outra farra carnavalesca: O musical É Com Esse Que Eu Vou, sambas de carnaval de rua e de salão, que se tornaram clássicos de 1920 a 1970.

Os baianos tiveram a oportunidade de se deleitar com o belo espetáculo este final de semana, no Teatro Castro Alves, a preços populares, R$ 10 e R$ 20. No palco, sete atores-cantores encantaram o reduzido público presente com os inesquecíveis sambas de carnaval. A folia reuniu no palco baiano a nobre linhagem que tomou conta da Lapa carioca e vem transformando aquele espaço de samba – Pedro Paula Malta, Pedro Miranda, Marcos Sacramento e Makley Matos, uma diva de musicais, Sheila Matos, e duas legítimas herdeiras do trono do samba, Beatriz Faria, filha de Paulinho da Viola (fiquem de olho nela, maravilhosa) e Juliana Diniz, filha de Mauro Diniz e neta de Monarco.

‘É com esse que eu vou’ dá sequência ao espetáculo “Sassaricando” – que contabilizou quatro anos em cartaz, com mais de 200 apresentações em várias capitais do país e um total de 170 mil espectadores. Nesta nova montagem, Rosa Maria Araújo e Sérgio Cabral radiografaram as marchinhas de carnaval e resgataram o que de melhor foi produzido no gênero. Pura nobreza da produção musical brasileira, a exemplo de ‘Com que roupa’ (Noel Rosa), ‘Lata d´água’ (Jota Júnior/Luiz Antônio), ‘Leva meu samba’ (Ataulfo Alves), ‘Ai que saudades da Amélia’ (Ataulfo Alves/Mário Lago), ‘Seu Libório’ (João de Barro/Alberto Ribeiro), ‘Falta um zero no meu ordenado’ (Benedito Lacerda/Ary Barroso), ‘O homem sem mulher não vale nada’ (Roberto Roberti/Arlindo Marques Jr) e muito mais. O trabalho será lançado pela Biscoito Fino, em cd duplo, com direção musical de Luis Filipe de Lima.

A Bahia, mais uma vez, me matou de vergonha. Para um espetáculo desta grandeza e a preços populares, metade das cadeiras do TCA estavam vazias, pasmem senhores leitores. Divulgação ruim, talvez. Deixei o teatro encantada com o show, mas decepcionada com meus conterrâneos que, a toda semana, lotam qualquer apresentação de Axé , Arrocha ou pagode da vida.

Uma pena, perderam a oportunidade de ver um belíssimo musical, com uma orquestra afinadíssima e ouvir música, de verdade.

Maria Olívia Soares, jornalista, é colaboradora do Bahia em pauta.


Ernani: reporter trabalhava com…
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…Gelson, cinegrafista morto no tiroteio
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DEU NO IG

O repórter Ernani Alves, da TV Bandeirantes, que acompanhava o cinegrafista Gelson Domingos da Silva, de 46 anos, morto durante a cobertura da operação policial que aconteceu na manhã deste domingo (6) na Favela de Antares, em Santa Cruz, zona oeste do Rio, afirma que Gelson filmou os criminosos que trocaram tiros com a polícia
Segundo Alves, a equipe soube da grande operação da Polícia Militar por volta de 5h. Por volta das 6h30, veio a informação de que o comboio de soldados do Bope e do Batalhão de Choque estavam acessando a Avenida Brasil na altura do Caju.
“Partimos imediatamente em alta velocidade para a Avenida Brasil e conseguimos encontrar o comboio na entrada para a zona oeste. Fomos a primeira equipe a entrar na Favela de Antares com os batalhões de Operações Policiais Especiais (Bope) e de Choque”.
Alves afirmou que ele e Gelson avistaram um valão e, do outro lado, bandidos fortemente armados que começaram a exibir os armamentos para a equipe e para os PMs. O cinegrafista fez imagens desse grupo. Minutos depois, eles começaram a atirar contra a equipe e os policiais.
“Foi muito rápido. Ele foi atingido pelos disparos e caiu imediatamente. Não deu nem para tirá-lo da viela. Homens do Bope começaram a atirar contra o grupo. Fiquei no meio do fogo cruzado e deitei no chão. Gelson em nenhum momento parou de filmar. Ele filmou quem o matou”, relata o repórter. “Hoje é o dia mais triste da minha vida porque saí com um amigo para trabalhar e não retorno para a emissora com ele”.
Ernani Alves já prestou depoimento na 36ª DP (Santa Cruz). As imagens feitas por Gelson foram encaminhadas para a Polícia Civil para serem analisadas e comparadas com os presos na operação. Segundo Alves, quem matou o cinegrafista foi provavelmente uma das pessoas presas

( Com informações do IG )

nov
07
Posted on 07-11-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 07-11-2011


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Lute, no jornal Hoje em Dia (MG)


Haroldo, Alice e a prefeitura:
“por que não ela?”
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OPINIÃO POLÍTICA

Ebulição nas esquerdas

Ivan de Carvalho

“Toda grande marcha começa com o primeiro passo”, dizia o líder chinês Mao Tsé-tung, por décadas o farol do PC do B, farol mais tarde deslocado para a Albânia, quando, morto Mao, Deng Xiao-ping, o inventor da “nova China”, para quem não importava a cor do gato, desde que ele caçasse ratos, cometeu o grande insulto revisionista.

Mas isto já é história antiga, pelo menos do século passado. O que importa é que o PC do B deu neste fim de semana não exatamente o primeiro, porque este já dera antes, mas dois dos passos iniciais da marcha que decidiu empreender na direção da prefeitura de Salvador, a ser disputada nas eleições do ano que vem.

Na Conferência do PC do B que se realizou no sábado no Hotel Fiesta, os comunistas realizaram dois objetivos. Um deles foi fazer uma ostensiva manifestação de desagravo ao ex-ministro do Esporte, o baiano Orlando Silva, que, envolvido em acusações e investigações por corrupção, pediu exoneração do cargo que exercera de 2006 até fins do mês passado. Não queria sair, mas a presidente Dilma Rousseff o aconselhou a pedir demissão. Ele não pedira o conselho, que, no entanto, era irrecusável.

Mas ante as acusações levantadas pela mídia e os “fatos” apontados em pedido de investigação que o procurador geral da República, Roberto Gurgel, fez, convencendo o STF a determinar uma investigação, o PC do B da Bahia quis fazer algo para afirmar a lisura da conduta do ex-ministro. Até porque precisava exorcizar a suspeita que poderia espalhar pedras na marcha eleitoral que o partido iniciara. Para isso contou até com a ajuda do governador Jaques Wagner, que, contrariando muitas expectativas (dos que esperavam que ele comparecesse, mas fosse discreto), atendeu a expectativas do PC do B: chamou Orlando Silva de “jovem político”, disse ter orgulho dele e defendeu sua atuação no governo. Mais tarde, declarou à imprensa: “Fiz a defesa dele. Podemos até errar, mas não se pode admitir a imolação pública”.

Como em política, dizem os políticos, ninguém dá prego sem estopa, a impressão que fica é a de que o governador, por melhor que seja o conceito que tem de Orlando Silva, quis também, talvez pensando não só no agora como no futuro próximo de 2012 e 2014, reduzir tensões entre seu partido, o PT e o PC do B do ex-ministro Orlando Silva, que é da sua base político-parlamentar, mas decidiu ter candidata própria à prefeitura de Salvador, a deputada Alice Portugal.

O segundo passo dado sábado pelo PC do B foi a confirmação (mais uma, porém a mais solene e politicamente mais ampla), pela Conferência do partido, da candidatura de Alice Portugal à sucessão de João Henrique. Este segundo passo foi dado com uma firmeza e uma graça admiráveis. A firmeza pode ser expressa por poucas palavras do líder comunista baiano Haroldo Lima, presidente do Conselho Nacional do Petróleo: “Não é possível mais que a unidade seja só em torno deles (petistas). Por que a unidade não é feita em torno de nós (PC do B)?”. E reforçou com a revelação de que o PC do B está cansado de ser linha auxiliar, de bater palmas e pregar ou carregar faixas para candidatos de outros partidos.

Quanto à graça, ficou por conta da presença de dirigentes oposicionistas, a exemplo dos presidentes estaduais do PMDB e do DEM, Lúcio Vieira Lima e José Carlos Aleluia, dando o sinal de que a candidatura de Alice não somente é estimulada por eles como pode fazer parte de seus planos, a depender da conjuntura eleitoral. Para preocupação, não admitida, mas inevitável nas circunstâncias, do candidato petista a prefeito, deputado Nelson Pelegrino.

Talvez também por isso, o governador, no encontro estadual do PT, no Marazul Hotel, também no sábado, afirmou: “Reconheço a legitimidade de o PC do B querer crescer, mas espero que não perca a dimensão do todo”. Advertência ou desejo – melhor deixar que ele mesmo o defina. No encontro do PT estiveram, entre muitos, o governador, que discursou e elogiou José Dirceu, ex-ministro-chefe da Casa Civil de Lula e o mais importante réu no processo do Mensalão, que corre no STF. Dirceu estava presente, e talvez não por coincidência o encontro do PT e o lançamento de um livro seu no Shopping Salvador foram marcados para o mesmo sábado. Há no país uma ampla campanha petista de reabilitação de Dirceu, expurgado pelo escândalo do Mensalão.

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