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Posted on 27-10-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 27-10-2011


Lula sopra em família velinha de aniversário
Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação
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DEU NO TERRA

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou nesta quinta-feira, 27, seu aniversário de 66 anos. A celebração ocorreu na cobertura do prédio onde mora, em São Bernardo do Campo (ABC paulista). Apesar de seus documentos indicarem 6 de outubro de 1945 como o dia de seu nascimento, Lula comemora seu aniversário no dia 27, data na qual, segundo sua mãe, ele nasceu.

Esperada para ir ao município, sua sucessora na presidência, Dilma Rousseff, desistiu de comparecer. A mandatária está gripada e enfrentará uma viagem para Cannes (França) na semana que vem, onde participa de reunião de cúpula do G20 (grupo das 20 maiores economias do planeta).

A presidente também iria a Porto Alegre na sexta-feira, onde participaria da abertura da 57ª edição da Feira do Livro. Contudo, a viagem foi cancelada. Segundo fontes no Palácio do Planalto, ela estaria se precavendo de uma piora no seu quadro de saúde.

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Pausa para “Meditação”. Agora e sempre!

BOA NOITE!!!

(Gilson Nogueira)

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Rebelo: o novo ministro de Dilma
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DEU NO PORTAL TERRA

Diogo Alcântara

Direto de Brasília

Após receber o pedido de demissão do ex-ministro do Esporte Orlando Silva, o Palácio do Planalto anunciou nesta quinta-feira, às 12h35, Aldo Rebelo como seu substituto. Com a confirmação do deputado federal como novo ministro, o PCdoB mantém o controle da pasta, que vem sendo alvo de denúncias de desvio de recursos de convênios com organizações não governamentais (ONGs). A posse, de acordo com o Planalto, ocorre na próxima segunda-feira.

“A presidente Dilma (Rousseff) me fez um convite para assumir o ministério do Esporte, eu agradeci a confiança e aceitei como um desafio. As orientações (da presidente) são a de procurar conduzir o trabalho com os desafios que estão à frente do País e também do ministério, Copa do Mundo e Olimpíadas, e todas as tarefas relacionadas não apenas com os programas do ministério, mas também com esses eventos internacionais que vão ser sediados no Brasil”, afirmou o novo ministro.

Ele não entrou em detalhes da situação do Esporte e nem falou sobre os convênios com as ONGs, que derrubaram seu antecessor. Renato Rabelo, presidente do PCdoB, afirmou que Aldo “é um grande quadro e acho que vai dar uma grande contribuição ao ministério”. A presidente Dilma assinou hoje a nomeação, que deve ser publicada na sexta-feira no Diário Oficial da União.

Deputado federal por São Paulo pelo quinto mandato consecutivo, Aldo Rebelo presidiu a Câmara entre 2005 e 2007 e foi ministro-chefe da Secretaria de Coordenação Política e Relações Institucionais de 2004 a 2005, durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Sua carreira política teve início no movimento estudantil, chegando à presidência da União nacional dos Estudantes (UNE). Seu primeiro cargo eletivo foi o de vereador da cidade de São Paulo, que exerceu entre 1989 a 1991.

Como deputado, Rebelo foi o relator do projeto de lei que atualiza o Código Florestal. Outros projetos de sua autoria causaram polêmica por sua suposta irrelevância. Um deles é o que trata da promoção, proteção e defesa da língua portuguesa. Atualmente em tramitação no Senado, a proposta combate o uso excessivo de expressões em língua estrangeira. Caso a lei seja aprovada, todos os documentos oficiais do Brasil deverão ser escritos em português. O projeto prevê ainda que toda comunicação dirigida ao público, caso utilize palavras em outra língua, terá tradução para o português. A regra vale para peças publicitárias, relações comerciais, meios de comunicação de massa e informações afixadas em estabelecimentos comerciais.

Outra proposta polêmica foi a criação do Dia do Saci Pererê no dia 31 de outubro – quando, em outros países, é comemorado o Halloween. Em sua justificativa, o político lembrou que o símbolo do folclore é uma “força da resistência cultural à invasão dos x-men, dos pokemons, os raloins (sic) e os jogos de guerra”. Conforme o texto do PL 2762/2003, a lei “apoiará as iniciativas, programas e atividades culturais de entidades públicas (…), que poderão contribuir para a celebração do folclore brasileiro, através do Saci e de seus amigos (Iara, Curupira, Boitatá e tantos outros)”. A proposta, no entanto, não chegou a ser apreciada por nenhuma comissão da Casa e foi arquivada em janeiro de 2007, ao fim da legislatura.

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RAZON DE VIVIR

Victor Herédia

Para decidir si sigo poniendo esta sangre en tierra,
Este corazón que va de su parte, sol y tinieblas
Para continuar caminando al sol por estos desiertos
Para recalcar que estoy vivo en medio de tantos muertos.
Para decidir, para continuar, para recalcar y considerar
Sólo me hace falta que estés aquí con tus ojos claros

ay fogata de amor y guía
Razón de vivir mi vida
ay fogata de amor y guía
Razón de vivir mi vida.

Para aligerar este duro peso de nuestros días,
Esta soledad que llevamos todos islas perdidas
Para descartar esta sensación de perderlo todo
Para analizar por donde seguir y elegir el modo.

Para aligerar, para descartar, para analizar y considerar
Sólo me hace falta que estés aquí con tus ojos claros
ay fogata de amor y guía
Razón de vivir mi vida
ay fogata de amor y guía
Razón de vivir mi vida

Para combinar lo bello y la luz sin perder distancia,
Para estar con vos sin perder el ángel de la nostalgia
Para descubrir que la vida va sin pedirnos nada
Y considerar que todo es hermoso y no cuesta nada.

Para combinar, para estar con vos, para descubrir y considerar
Sólo me hace falta que estés aquí con tus ojos claros

ay fogata de amor y guía
Razón de vivir mi vida

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Bela e pungente composição de Herédia em memória de sua irmã, integrante da lista dos milhares de “desaparecidos” durante a ditadura na Argentina, que teve no oficial da Marinha Alfredo Astiz – condenado a prisão perpétua esta madrugada – um de seus comandantes mais perversos.
Confira.

(Vitor Hugo Soares)

out
27
Posted on 27-10-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 27-10-2011


Astiz:cara de anjo, maldade de demônio na Argentina

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Deu no diário PÚBLICO, de Lisboa:

Por Francisca Gorjão Henriques

O antigo oficial da Marinha Alfredo Astiz foi condenado a prisão perpétua por crimes contra a humanidade cometidos durante a ditadura militar na Argentina (1976-83).A sentença foi pronunciada na madrugada desta quinta-feira, 27, em Buenos Aires.

Astiz era conhecido como o “Anjo Loiro da Morte” e foi considerado culpado de tortura, assassínio e sequestros. Entre as suas vítimas estavam duas freiras francesas e fundadores do grupo de direitos humanos Mães da Praça de Maio.

A alcunha de Astiz vem do seu aspecto quase angélico. Mas este antigo capitão da Marinha, agora com 59 anos, foi um dos principais responsáveis pelo desaparecimento de quase cinco mil opositores que foram detidos e torturados na Escola Superior de Mecânica da Armada (ESMA).

Este foi um dos maiores processos judiciais de direitos humanos na Argentina, onde se estima que tenham morrido 30 mil pessoas vítimas da ditadura. E foi também a primeira vez que 16 elementos deste centro de torturas compareceram perante a justiça.

Doze, incluindo Astiz, foram condenados pelo Tribunal Federal número 5, na noite de quarta-feira (madrugada de quinta-feira em Lisboa), a passar o resto da vida na prisão. Entre estes está Jorge Acosta, com a alcunha de “O Tigre”, que argumentou durante o julgamento que “as violações aos direitos humanos são inevitáveis durante uma guerra”. Os outros quatro receberam penas entre os 18 e os 25 anos de cadeia.

Nenhum outro local se tornou tão emblemático da repressão militar argentina como a ESMA, situada em plena capital, recorda o “El País”. Dali saíram largas centenas de pessoas para aviões que depois sobrevoavam o rio da Prata, para onde eram lançadas vivas, num grotesco ritual semanal. Muito poucos – talvez duas centenas – sobreviveram à passagem pela Escola.

Esta era apenas uma das prisões clandestinas da ditadura, mas era a mais conhecida – e em 2007 abriu as portas ao público como memorial dos direitos humanos.

Em 1998, Astiz gabou-se durante uma entrevista que era “o melhor homem da Argentina a matar jornalistas e políticos”. Depois do golpe de estado de 1976, tornou-se rapidamente um dos membros do grupo 3.3.2, responsável por sequestros, torturas e desaparecimentos da ESMA, onde entrara em 1968. “Não lamento nada”, afirmou.

Infiltrou-se em grupos de direitos humanos cujos membros foram depois sequestrados, como as Mães da Praça de Maio que lutavam por saber o paradeiro de filhos desaparecidos; foi condenado na Europa à revelia pela morte de duas freiras francesas e uma sueca detidas na ESMA por acolherem familiares de desaparecidos.

A justiça foi feita

A sala de audiências estava cheia e centenas de pessoas juntaram-se à porta, na rua, alguns com fotografias das vítimas dos homens que estavam a ser julgados, refere e Reuters. A leitura de cada sentença era aplaudida pela multidão. Quando chegou a vez da decisão sobre Astiz a multidão gritou: “Filho da puta!”. No fim das sentenças, ouviu-se música, houve dança e abraços na rua.

“Podemos finalmente ficar em paz, sabendo que a justiça foi feita”, disse uma mulher à televisão local. “A justiça é a base da democracia”, comentou à AFP Geneviève Jeaningros, sobrinha de uma das freiras, que veio à Argentina para assistir ao veredicto. “Todos os que deram a sua vida não o fizeram em vão”.

Com o fim da ditadura militar, em 1983, houve processos por crimes contra os direitos humanos contra membros da junta, mas os detidos foram depois amnistiados e postos em liberdade. A amnistia seria depois revista pelo Tribunal Supremo, em 2005, a pedido do então Presidente Nestor Kirchner (marido da atual chefe de Estado, Cristina Fernandez Kirchner), e desde então que os tribunais condenaram várias figuras do regime.

O julgamento da ESMA, como ficou conhecido, durou dois anos e por lá passaram 160 testemunhas, incluindo 79 sobreviventes que relataram as torturas que sofreram, refere ainda o “El País”. No final, formaram-se 86 acusações por crimes contra a humanidade

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Posted on 27-10-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 27-10-2011


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Sinfrônio, hoje, no jornal Diário do Nordeste(CE)


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OPINIÃO POLÍTICA

Fracassa estratégia do casco duro

Ivan de Carvalho

O ex-presidente Lula instigou o ministro do Esporte, Orlando Silva e seu partido, o PC do B, a resistirem às denúncias feitas por algumas pessoas, por intermédio de veículos de comunicação social e consolidadas por estes, mediante algumas investigações e checagens.

Claro que muito resta a esclarecer e espera-se que provas materiais sejam apresentadas ou produzidas.
Mas os “fatos” – para usar vocábulo empregado pelo procurador geral da República, Roberto Gurgel – acumularam-se a ponto de justificarem a abertura de inquérito pelo Supremo Tribunal Federal. E foi por isto que Gurgel pediu a abertura de inquérito e o STF o atendeu. Isso complicou gravemente o caso sob o aspecto político e prejudicou não só as imagens do ministério e do ministro, que já estavam bem ruins, como desfavoreceu as do governo e da própria presidente da República.

Ao aconselhar com veemência o então ministro Orlando Silva a lutar para ficar no cargo e o PC do B a sustentá-lo com o máximo vigor, o ex-presidente Lula deu a impressão, como já o fizera em recentes episódios anteriores, que não gosta de faxina e que o remédio para encerrá-la é resistir a ela e não remover a poeira, para usar um substantivo leve, sob os aspectos físico e semântico.

O ex-presidente sustentou publicamente que ministro (quando é atacado, denunciado) precisa ter “casco duro”, isto é, ser capaz de tomar pancada sem ceder, sem desistir. Resistir para ficar no cargo. É uma opinião dele e ele tem direito a ela.

Essa “estratégia do casco duro” – as aspas são minhas – faz sentido, de certa forma, pois se ficar evidente que denúncias, mesmo fundadas, não derrubam ministros e outras altas autoridades, a conseqüência lógica é um poderoso desestímulo aos denunciantes. Já que no final tudo ficaria por isso mesmo, a descrença se instalaria, a indignação se apagaria, o mal feito endêmico se consolidaria e tudo ficaria pacificado, sem ter o governo que enfrentar crises políticas tão merecidas como as que o têm atingido.

A crise em curso é das brabas, pois era o ministro Orlando Silva que deveria estar à frente dos assuntos da Copa do Mundo de 2014 e não estão fora do raio de ação do mesmo ministério também as Olimpíadas de 2016. E o ministério será ocupado por um interino, Waldemar Manoel de Souza, mas o governo e o PC do B vão decidir quem, do PC do B, sucederá, em caráter de titular do cargo, o ex-ministro Orlando Silva.

Mas a crise é braba não só por isto. Também porque o atual governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, do PT, era do PC do B e como representante deste partido antecedeu Orlando Silva como ministro do Esporte. Várias denúncias no Ministério do Esporte vêm do tempo de Agnelo Queiroz. O inquérito do STF não irá ignorar o gigantesco detalhe. Já que falamos em detalhe: tanto Orlando quanto Agnelo são baianos.

Mas, voltando à “estratégia do casco duro”, seu fracasso neste caso não é atestado apenas pela queda do ministro Orlando Silva, que todos viram na televisão demonstrando uma confiança – que não existia – em sua permanência no cargo. Enquanto ele falava à nação, sentia-se a corda apertar em seu pescoço. Apertar-se tanto que não imagino como conseguia emitir ainda algum som ao microfone.

O fracasso da “estratégia do casco duro” acabou atingindo também a presidente Dilma. Ela estivera disposta a dispensar o ministro antes, recebeu o apelo para aplicar a estratégia, decidiu adiar a demissão, para mostrar que não decidia sob pressão. Aí surgiram novas denúncias e, o pior, a abertura do inquérito pelo Supremo Tribunal Federal. Diante disso, a presidente teve que agir, não só sob pressão, mas às carreiras.

Estava ficando mal na foto.


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A Última Canção

Orlando Silva

De: Guilherme A. Pereira

Esta será a última canção
Que cantarei ao me despedir
Depois verás então
Em breve eu partir
Para não ver em vão
O teu sorrir.
Esta será a última canção
Que cantarei ao me despedir
Quando eu te abraçar chorando
Para seguir e te deixar cantando.

FALADO:

Com os olhos rasos d´água
Olhos que vivem cheios de mágoas
Ao partir venho triste, soluçando, me
despedir,
Dar-te o último adeus.
Lamento que os olhos meus
Não tenham sido os olhos teus
Para terem chorado tanto,
Tanto, tanto quanto os meus.

(Retorna a estrofe primeira e finaliza.)
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BOA NOITE!!!

(VHS)

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