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Posted on 24-10-2011
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Com Márcia, Eduardo Gudin, em seu “Derradeiro Porto “, no BP, porque o samba não tem hora pra dormir.

(Gilson Nogueira)

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Derradeiro Porto

Eduardo Gudin

Ahhh o passado valeu
Pelo que nos deixou
Entre os erros e acertos de Deus

As minhas fraquezas antigas
Você dominou
E as culpas maiores que eu tinha
Você perdoou, porque?

Porque um precisou do outro
E entre nós todo mal foi curto
E nós dois temos hoje um caminho sem fim
Bem melhor pra você e pra mim.

E eu vou fazer teu corpo
De meu derradeiro porto
E ancorar o meu velho navio
Como quem dormiu.

Ahhh o passado valeu


DEU NO CORREIO

Motoristas fizeram um protesto na noite desta segunda-feira (24) no posto de Amélia Rodrigues na BR-324, segundo informações da Polícia Rodoviária Federal. Os dois sentidos da pista chegaram a ser fechados, por volta das 20h, mas a situação foi contornada antes das 21h, segundo a PRF.

Os manifestantes pedem que haja melhorias na via, que é administratada pela concessionária ViaBahia. O prefeito de Feira de Santana, Tarcízio Pimenta, disse via Twitter que chegou a ocorrer um “quebra-quebra” no pedágio, o que foi negado pela PRF.

A ViaBahia confirmou, através de assessoria, que houve danos no pedágio.

No início da manhã desta segunda-feira, cerca de 40 km de congestionamento foi registrado pela PRF em outro protesto na região conhecida como Passagem dos Teixeira – os dois sentidos da pista foram bloqueados.

De acordo com a PRF, os manifestantes alegam que havia feito um acordo com a ViaBahia – concessionária que administra a BR-324 – para que os moradores da localidade ficassem isentos de pagar o pedágio. Como desde a instalação o acordo não estaria sendo cumprido, os moradores decidiram fechar a estrada em protesto.

Amélia Rodrigues

Por volta das 9h da manhã de hoje os moradores finalizaram uma manifestação iniciada por volta das 7h, no Km551 da BR-324. Segundo informações da PRF, os moradores reivindicavam melhorias na via, que estaria toda esbucarada e isenção no pagamento do pedágio. Eles também chegaram a bloquear as duas vias causando grande engarrafamento. A situação já foi resolvida.

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24
Posted on 24-10-2011
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DEU NA AGÊNCIA ESTADO

Há um lado afetivo em “Marighella”, documentário de Isa Grispum Ferraz sobre o guerrilheiro, morto pela polícia política em plena ditadura. Carlos Marighella (1911-1969), quadro histórico do Partido Comunista e dirigente da ALN (Ação Libertadora Nacional), era tio de Isa.

Assim, à reconstrução histórica da figura do militante mesclam-se recordações afetivas da diretora, que fala de um tio carinhoso, porém cercado de mistérios, que aparecia de vez em quando e, em seguida, sumia do mapa. Fala de como a notícia da morte do tio veio pela TV quando a família assistia a um Corinthians x Santos muito especial, pois naquela noite caía a série de vitórias de 11 anos seguidos do time da Vila Belmiro sobre seu rival.

É preciso dizer que essa pátina familiar é muito tênue e que o cerne do filme é a reconstrução histórica de uma trajetória. Esse percurso é refeito de maneira ampla, tendo como consultor o jornalista Mário Magalhães, que prepara a sua biografia. Isa utiliza entrevistas com militantes que combateram ao lado do guerrilheiro, o depoimento de Clara Charf, sua viúva, de seu filho Carlos Augusto Marighella e de figuras notáveis na resistência à ditadura, como o professor Antonio Candido, que tem Marighella na conta de um herói do povo brasileiro. Há, além disso, narrativa em off de poemas e escritos de Marighella, interpretados pelo ator Lázaro Ramos, e um arrepiante rap de Mano Brown, celebrando a biografia do personagem e destacando sua luta em favor dos pobres.

“Marighella” não é um documento jornalístico sobre a controvertida figura de um guerrilheiro. Não ouve o outro lado, ou os outros lados, como em termos ideais deveria fazer uma reportagem de jornal, uma pesquisa acadêmica ou mesmo uma biografia isenta. Não é imparcial. É uma homenagem e filme de um lado: o de uma pessoa da família, e também o de uma parcela da sociedade brasileira, aquela que simpatizou com a luta contra a ditadura militar. Mesmo aí encontram-se divisões. É possível que quem tenha fé na resistência pacífica não nutra simpatia por quem pegou em armas para se opor.

Controvérsias à parte, Marighella foi figura exemplar na luta contra a ditadura e morreu defendendo suas ideias, sem medo e sem recuar um passo. O homem que cai nessas circunstâncias não morre; vira mito. Fica encantado, como dizia Guimarães Rosa, em outro contexto.

MARIGHELLA

Espaço Unibanco Pompeia – Hoje, 22h40

Espaço Unibanco – Quarta, 18h20

Cine Sabesp – Dia 31, 16h30

Unibanco Arteplex – Dia 3/11, 15h30

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24
Posted on 24-10-2011
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Dilma e Lula hoje em Manaus/IG
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DEU NO IG

A presidente Dilma Rousseff anunciou hoje a prorrogação da Zona Franca de Manaus por mais 50 anos e a ampliação dos benefícios para toda região metropolitana da capital amazonense. O comunicado foi feito durante cerimônia de inauguração da ponte que liga as duas margens do Rio Negro, realizada no dia em que a cidade completa 342 anos. “Trouxe dois presentes”, afirmou Dilma, ao anunciar as duas medidas. “Queremos que a Zona Franca gere emprego a milhões de amazonenses”, disse.

De acordo com Dilma, a ocupação de vagas geradas na Zona Franca vai enfraquecer a exploração predatória da floresta amazônica. “Este é um reconhecimento da situação do povo do Amazonas e do que representa a floresta e sua imensa riqueza de biodiversidade para o País”, disse a presidente, ao lado do governador do Amazonas, Omar Aziz, e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Quando impedimos o desmatamento, criamos oportunidades de trabalho para o Amazonas. Aqui combinamos duas coisas, o crescimento e a preservação do meio ambiente”, completou, antes de exaltar a inauguração da Ponte Rio Negro e parabenizar os moradores de Manaus pelo aniversário da cidade. “A ponte é um monumento à altura dos 342 anos”, disse. “Desejo a Manaus, ao Amazonas e ao povo amazonense um feliz aniversário.”


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Nesta data, há 52 anos, Dolores Duran partiu, deixando saudades e muita música bonita e interpretações inigualáveis, como esta de Manias, que BP apresenta em tributo à grande artista. Celebremos sua memória, som na caixa.

(Maria Olívia Soares, jornalista colaboradora do BP)

DEU NO IG

O fundador do WikiLeaks, o australiano Julian Assange, de 41 anos, disse nesta segunda-feira que problemas financeiros podem levar ao fechamento do notório site de vazamentos até fim deste ano.

“Se o WikiLeaks não encontrar uma forma de remover o bloqueio, simplesmente não seremos capazes de continuar no próximo ano”, disse Julian Assange, referindo-se ao bloqueio de seus recursos por operadoras de cartões de crédito e outras empresas desde o ano passado.

“Se não pusermos fim ao bloqueio, simplesmente não poderemos prosseguir”, disse, lembrando ter entrado com uma queixa em julho junto à comissão europeia de violação das regras da concorrência. “Um grupo de empresas financeiras americanas não pode ser autorizado a decidir sobre a maneira de o mundo inteiro aplicar seu dinheiro”, afirmou.

As declarações foram feitas por Assange no Reino Unido, onde está está retido à espera da conclusão de um julgamento de extradição para a Suécia sob a acusação de supostos abusos sexuais.

Em um comunicado, o site de vazamentos, que publicou milhares de documentos comprometedores de governos de todo o mundo, anunciou a suspensão temporária da divulgação de segredos e sigilos para concentrar-se na arrecadação de fundos que permitam garantir a futura sobrevivência.

O WikiLeaks destacou que suspende a divulgação de documentos secretos oficiais perante “o bloqueio arbitrário e ilegal” imposto desde dezembro de 2010 por empresas americanas como Bank of America, Visa, MasterCard, PayPal e Western Union, que, segundo Assange, “destruiu 95% de nossos rendimentos”.

O site criado por Assange afirma em um comunicado que se vê forçado a “arrecadar fundos agressivamente para contra-atacar”, após o bloqueio que dificulta o acesso a fontes de financiamento.

Assange acusou os EUA de estar por trás da iniciativa dos ataques bancários, que privaram a organização de “dezenas de milhões de dólares em donativos” nos últimos 11 meses. O porta-voz do site, Kristinn Hrafnsson, disse que os donativos ao WikiLeaks foram de “mais de US$ 100 mil por mês” (antes da decisão do Visa e do Mastercard) para “US$ 6 mil ou US$ 7 mil” atualmente.

Leia mais sobre o assunto no IG

www.ig.com.br


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A canção para começar o dia no Bahia em Pauta vai com um Viva ao povo argentino e do continente latino-americano:”A nossa Casa”, como destacou Cristina Kirchner em seu discurso da vitória.

SALVE ELA!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)


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No discurso da vitória, na Casa Rosada, diante de enormes imágens de Néstor Kirchner, de Eva y de Perón, a presidente Cristina Kirchner agradeceu aos argentinos e a todos los partidos e de imediato aos sulamericanos: “Esta região, nossa casa”, disse sob fortes aplausos.

Nos agradecimentos, ela contou de saída que a presidente brasileira, “a companheira Dilma Rousseff”, dirigiu a ela (por telefone) “palavras muito doces”. Foi “um chamado amigo, regional, solidário, fraternal”.

Também mencionou por seus nomes a Pepe (Mujica) , Hugo (Chávez) e Juan Manuel (Santos). Explicou que o presidente de Colombia “sempre me lembra de Néstor”, em relação à mediação de Kirchner e a Unasur entre seu país e a Venezuela em agosto do ano passado.

O chileno Sebastián Piñera foi vaiado pelo auditório do salão da Casa Rosada ao ser citado pela vitoriosa Cristina, ainda que menos que quando ela citou argentinos como Julio Cobos e Mauricio Macri (prefeito de Buenos Aires). Nos três casos, Cristina pediu que os apupos fossem interrompidos: “Mesquinharia, não”, disse. “Na vitória é preciso que sejamos grandes. Generosos. Y más agradecidos que nunca.”

( Traduzido por Vitor Hugo Soares do texto “Essa Mulher”, do jornalista Martín Granovsky, publicado na edição impressa do diário Página 12, de Buenos Aires).

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Cristina Kirchner: na vitória, a lembrança de Néstor
Imagem: Página 12 (BS)
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A Presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, conquistou ontem a recondução a novo mandato de quatro anos, com uma reeleição histórica por 54 por cento dos votos, logo no primeiro turno. Os eleitores deram pleno crédito às suas controversas políticas económicas pelo sólido crescimento do país.

“Contem comigo para prosseguir este projeto”, asseverou aos milhares de argentinos que festejavam ontem à noite na Plaza de Mayo, em Buenos Aires, num discurso em que fez referências muito emocionais ao marido e ex-Presidente Nestor Kirchner, que morreu há um ano. “Tudo o que quero é continuar a ajudar a Argentina a crescer. Quero continuar a mudar a história”, sublinhou.

Este resultado, dando a Cristina Kirchner mais quatro anos na chefia do Estado, expressa uma drástica mudança no estado de espírito do eleitorado, o qual a chegou a penalizar, durante o primeiro mandato, com uma taxa de aprovação de apenas 20 por cento: um escândalo de financiamento partidário, o prolongado confronto com os agricultores, o constante braço-de-ferro com a imprensa, a cavalgada da inflação criaram uma sucessão de casos que foi erodindo o Governo e a popularidade da chefe de Estado – levando muitos críticos a preverem que teria que abandonar o poder antes mesmo de chegar ao fim de mandato.

Mas, ao longo do último ano, esta tendência inverteu, com Kirchner, de 58 anos, a transformar a comoção pública com a morte do marido (devido a um ataque cardíaco) em aceitação popular, e a tirar pleno partido de estar no poder no momento em que a economia da Argentina começou a refletir os efeitos positivos da política monetária e fiscal definida antes pelo Governo de Eduardo Duhalde.

“Se algum de nós dissesse há dois anos que isto seria possível, dir-nos-iam que estávamos loucos”, regozijou-se a reeleita Presidente, frisando que “ainda há muito por fazer”.

Com 96 por cento dos votos contados, Kirchner (de centro-esquerda) registava 54 por cento dos votos – e entrou assim para a história como a política mais votada desde o regresso da democracia à Argentina, em 1983 –, deixando o mais próximo rival, o socialista Hermes Binner, a uns 36 pontos percentuais de distância.

(Com informações do jornal PÚBLICO (Lisboa)

out
24
Posted on 24-10-2011
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Iotti, hoje, no jornal Zero Hora(RS)

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