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Postado em 16-10-2011
Arquivado em (Newsletter) por vitor em 16-10-2011 14:35


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Direto da Varanda:Chico Bruno ( http://www.chicobruno.com.br/ )

Orlando Silva pode ir cantar em outro terreiro

Neste sábado (15), Dia do Professor, a revista VEJA mais uma vez estraga o fim de semana da presidenta Dilma Rousseff com a reportagem “Militante do PCdoB acusa Orlando Silva de montar esquema de corrupção”, na qual estão explícitos indícios flagrantes de corrupção.

Em nove meses e meio de governo, a presidenta Dilma mandou para casa Antonio Palocci (PT), Alfredo Nascimento (PR), Wagner Rossi (PMDB) e Pedro Novais (PMDB), ministros que cometeram ou acobertaram ilicitudes em suas pastas à semelhança do que o corre agora com o ministro do Esporte, Orlando Silva.

A reportagem de VEJA deixa a Dilma duas opções: mandar o homônimo do “cantor das multidões” para casa ou fazer ouvidos de mercador a denúncia.

O fio condutor da reportagem é soldado da Polícia Militar do Distrito Federal João Dias Ferreira, militante do PCdoB e candidato a deputado distrital em 2006, que em entrevista a revista afirma: “ministro recebia o dinheiro na garagem”.

Dias Ferreira presidiu duas entidades acusadas pela Operação Shaolin, da Polícia Civil do Distrito Federal, no ano passado, de desviar cerca de R$ 2 milhões do programa Segundo Tempo do Ministério do Esporte.

As denúncias pipocaram, mas Dias Ferreira se manteve a sombra em silêncio sepulcral.

Não se sabe por que cargas d’água ele deixou a sombra e foi se queimar sob o sol escaldante do Distrito Federal.

O soldado da PM-DF e militante comunista criou o blog Rota de Colisão e apontou sua metralhadora giratória em direção a antigos companheiros, entre eles o governador do DF, Agnelo Queiroz (ex-PCdoB, hoje no PT), o vice-governador do DF, Tadeu Filipelli (PMDB) e companheiros do PCdoB.

Reportagem publicada na revista eletrônica Quidnovi, do jornalista Mino Pedrosa, na sexta-feira (14), dá conta que Dias Ferreira revelou, a um assessor militar da presidenta Dilma Rousseff, desvios de dinheiro do programa Segundo Tempo para o PC do B, partido do ministro Orlando Silva desde 2006.

Dias Ferreira detalhou, segundo Mino, que um contrato que o Ministério do Esporte mantém com uma empresa de publicidade é a fonte dos desvios que tem entre os favorecidos Vicente José de Lima Neto, chefe de gabinete do ministro Orlando Silva, servidor da UFBA, ex-coordenador de campanhas da deputada federal Alice Portugal (PCdoB-BA) e ex-secretário de Cultura, Esporte e Lazer de Lauro de Freitas e de Planejamento de São Sebastião do Passé.

Vale lembrar, que de acordo com o relatório final da Operação Shaolin, da Polícia Civil do DF, empresas de fachada cobravam 17% do valor das notas para emitir os papéis frios, sacar os recursos depositados pelas associações em suas contas e devolver o dinheiro para as ONGs de Dias Ferreira: a Federação Brasiliense de Kung Fu (Febrak) e a Associação João Dias de Kung Fu.

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