deu na Agência Estado

O governador da Bahia, Jaques Wagner, apresentou, agora à tarde, o projeto da Ponte Salvador-Itaparica. Segundo o plano, a ponte terá 11,7 quilômetros de extensão, com seis faixas de trânsito (três em cada pista), sem falar dos acostamentos. O custo projetado é de R$ 7 bilhões.

O projeto, desenvolvido em consórcio pelas construtoras OAS, Odebrecht e Camargo Correa, prevê entre 200 e 250 metros de distância entre os pilares de sustentação da ponte, um vão central de 700 metros de largura e 70 de altura para a passagem de navios e ainda um trecho de pista móvel, com pilares girando sobre o próprio eixo, para possibilitar a passagem de estruturas maiores, como plataformas de petróleo.

De acordo com o governador, a obra tem previsão de início para 2014 e deve estar concluída em 2018. “O financiamento será feito por três fontes: o governo federal, o governo estadual e a iniciativa privada”, afirma. “Já há um compromisso do governo federal com essa obra, mas seguramente vamos falar em pedágio.”

Para Wagner, o anúncio de um projeto de tal porte em um período de crise econômica global não é megalomania. “Quando se tem bons projetos, o dinheiro aparece – e vamos construir esse dinheiro”, garantiu.

“Estamos falando em desenvolvimento, em negócios. Já há empresas interessadas. Não podemos perder esta janela de oportunidade que o Brasil vive.”

set
29
Posted on 29-09-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 29-09-2011

DEU NA REVISTA DIGITAL TERRA MAGAZINE

Redação

A presidente Dilma Rousseff participou na manhã desta quinta-feira (29) do programa Hoje em Dia, na TV Record. Em entrevista aos jornalistas Celso Zucatelli e Chris Flores, no Palácio do Planalto, em Brasília, Dilma afirmou que o Brasil terá que olhar para os mais velhos para garantir uma condição melhor no futuro. “Antes de termos uma população mais velha, vamos ser um país mais rico”, declarou a presidente.

Segundo Dilma, a maior parte da população brasileira é composta por adultos que podem trabalhar e garantir retorno financeiro. “Somos um país que tem a melhor faixa etária do mundo, pois a parte maior pode usar do seu trabalho para dar sustento à sua família”, disse Dilma.

A reportagem intercalou a entrevista em uma mesa de café da manhã com um longo vídeo que narrou parte da trajetória de Dilma Rousseff, destacando a participação da presidente na Assembleia-Geral da ONU. De acordo com a presidente, ser a primeira mulher na história a fazer a abertura do debate geral da Assembleia foi “significativo” e “pode influenciar os países em que várias mulheres ainda são vítimas de práticas de segregação”.

“Nosso país é reconhecido internacionalmente com enormes possibilidades à sua frente e hoje é um país que cresce e distribui renda. Governar o Brasil é mais do que bom, mas é um desafio. Temos que fazer o possível para estar à altura desse desafio, desses 190 milhões de brasileiros, é para eles que temos que governar”, afirmou Dilma Rousseff.


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Recordações de um show inesquecível no Teatro Castro Alves.

DA-LHE, BELCHIOR!!!

boa tarde!

(VHS)

DEU NO JORNAL DO BRASIL(ONLINE)

Ao menos 35 desembargadores acusados de cometer crimes podem ser beneficiados se o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir restringir os poderes de investigação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão que fiscaliza o Judiciário. Nesta semana, a corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon, declarou que o Poder sofre com a presença de “bandidos escondidos atrás da toga”. Ela tenta evitar que o Supremo restrinja a capacidade de investigação do CNJ ao julgar uma ação proposta pela Associação dos Magistrados do Brasil. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

O caso seria analisado na sessão da última quarta-feira, mas os ministros adiaram o julgamento para buscar uma saída que imponha limites ao CNJ sem desgastar a imagem do Judiciário. Dos 35 desembargadores acusados de crimes, 20 já foram punidos pelo conselho e os demais ainda respondem a processos no âmbito do CNJ. Dependendo do que decidirem os ministros do STF, os desembargadores acusados poderão pedir em juízo a derrubada das punições e das investigações em andamento.

DEU NA EDIÇÃO IMPRESSA DE HOJE DO JORNAL O GLOBO

Manchete: No país da impunidade – STF em crise não consegue decidir sobre punição a juízes

Reação da opinião pública impede tribunal de retirar poderes do CNJ

Diante da forte reação da opinião pública e das críticas ao corporativismo no Judiciário, o Supremo Tribunal Federal (STF) desistiu de julgar ontem a ação que tira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) poderes para investigar e punir magistrados. A maioria dos ministros do STF tendia a aceitar a ação, movida pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AME), mas o presidente da Corte, Cezar Peluso, adiou sua apreciação. “O momento não é adequado. Vamos deixar até que os fatos sejam mais esclarecidos”, resumiu Marco Aurélio Mello, relator da ação. A crise chegou ao seu auge com a declaração da corregedora do CNJ, Eliana Calmon, para quem o esvaziamento do Conselho beneficiará “bandidos escondidos atrás da toga”. No Senado, foi apresentada emenda constitucional mantendo os poderes do CNJ.
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BAHIA EM PAUTA RECOMENDA:

( Leia reportagem completa na edição desta quinta-feira(29) de O Globo; Págs. 1, 3 e 4)

set
29
Posted on 29-09-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 29-09-2011


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Thomate , hoje, no jornal A Cidade(Rio Preto-SP)


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OPINIÃO POLÍTICA

Ainda pode piorar

Ivan de Carvalho

A ministra do Superior Tribunal de Justiça e corregedora do Conselho Nacional de Justiça, Eliana Calmon, disse ontem que a imagem do Judiciário é a pior possível.

Peço licença para discordar. A imagem do Judiciário não é a pior possível. Ela ainda pode piorar.

Suponho, aliás, que já piorou mais um pouco. É que a ministra Eliana Calmon certamente estava se referindo à imagem que o Judiciário já vem projetando há um certo tempo, bastante tempo, para ser veraz.

Mas as reações que a entrevista coletiva da ministra à Associação Paulista de Jornais provocou no âmbito do próprio Conselho Nacional de Justiça, que ela integra, com nota de crítica lida pelo presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal, ministro Cezar Peluso, em nada contribuíram para melhorar aquela imagem.

Antes, contribuíram para acrescentar-lhe a mais recente piora, reforçando a impressão passada pela Associação Brasileira de Magistrados – ao ajuizar ação no STF para restringir e quase inutilizar o poder fiscalizador e disciplinador do CNJ – de que um amplo movimento corporativista está em curso e se manifestou no episódio.

A ministra, ela que é juíza de carreira, criticou a iniciativa da AMB e então a grande maioria dos integrantes do CNJ endossaram uma nota de crítica, principalmente às afirmações dela de que há, no Judiciário, “bandidos que se escondem atrás da toga” e de que a ação ajuizada no STF pela AMB “é o primeiro passo” no caminho que leva à inviabilização das funções fiscalizadora e disciplinadora do CNJ.

O primeiro passo para deixar tudo como está, em verdade pior do que está, pois o CNJ perderia os poderes que exercita hoje e teria sua atuação drasticamente restringida.

Mas é claro que este jornalista – e com mais razão a ministra Eliana Calmon – não tem a menor pretensão de negar à AMB o direito de ir ao STF defender o que considera ser o interesse de seus associados e alegar que o CNJ não tem poder constitucional para fazer o que vem fazendo.
Não há como negar o direito de questionar a inconstitucionalidade seja lá do que for, pois se órgãos públicos se apropriarem de poderes que não podem ser seus de acordo com a Constituição, haveria grave risco de serem criadas ilhas de arbítrio ou autoritarismo que com o tempo se multiplicariam até que todo o sistema fosse contaminado.

Assim como não se pode deixar sem repreensão no grau adequado – por sentimentos corporativos ou qualquer outro motivo – a atuação de bandidos “infiltrados” na magistratura. Claro que se são “infiltrados”, segundo palavra usada pela ministra Eliana Calmon, não está sendo atacada a magistratura, mas apenas os que, tendo nela ingressado, não a honram.

Estes são uma minoria esmagadora, nos dois sentidos. Em um, porque representam uma pequena parcela do todo. Em outro, porque sua presença esmaga a instituição a que desservem, instituição essencial numa sociedade.

Se o STF verificar que o CNJ tem poderes apenas para agir como quer a AMB em sua Adin, então o Congresso Nacional tem a obrigação, com a sociedade, de emendar a Constituição para atribuir explicitamente ao CNJ os poderes que lhe são indispensáveis para justificar sua existência e para cumprir a função que dele se espera.

set
29


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Acércate más,
Y más, y más
Pero mucho más.
Y bésame así,
Así, así,
Como besas tú.
Pero besa pronto,
Porque estoy sufriendo,
No lo estás tú viendo
Que lo estoy queriendo
Sin quererlo tú.
Acércate más,
Y más, y más
Pero mucho más.
Y bésame así,
Así, así
Como besas tú.
Acaso pretendes
A desesperarme
Ven por Dios a darme
Ese beso tuyo
Que te pido yo.
Acércate más,
Y más, y más
Pero mucho más.
Y bésame así,
Así, así
Como quieras tú.
Pero besa pronto,
Porque estoy sufriendo,
No lo estás tú viendo
Que lo estoy queriendo
Sin quererlo tú.
Acércate más,
Y más, y más
Pero mucho más.
Y bésame así,
Así, así
Como besas tú.
Acaso pretendes
A desesperarme
Ven por Dios a darme
Ese beso tuyo
Que te pido yo.

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BOA NOITE !!!

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