MUNCAB: diálogo com várias culturas
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O Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (MUNCAB), localizado na Rua do Tesouro, Centro Histórico da capital baiana, realiza esta noite de terça-feira, 13 , no Museu Nacional de Brasília, situado no setor Cultural Sul, da Esplanada dos Ministérios, no lote dois, a abertura da exposição “Primeira Coleção de Um Acervo Em Construção”. Com visitação gratuita e curadoria de Emanoel Araújo, a exposição ficará aberta ao público até 23 de outubro, das 09h00min às 18h30min expondo, em primeira mão, a primeira coleção de um acervo em construção e realizando seminários sobre a importância da consolidação de um museu nacional sobre a cultura afro-brasileira. O evento irá contar com a presença de importantes autoridades governamentais, artistas, políticos e intelectuais do cenário brasileiro.

Desde dezembro de 2002, a Bahia teve atendido o apelo de sediar o seu primeiro Museu Nacional, com a missão de conservar, promover e difundir o patrimônio material e imaterial da contribuição dos afro-descendentes à criação da diversidade cultural.

Em novembro, com a participação do IBRAM e recursos do FNC, o Museu Nacional Da Cultura Afro-Brasileira abrirá suas portas ao público. A instalação do MUNCAB, fundamental para recuperar a função cultural do Centro Histórico, consagra o primeiro Museu Nacional da Bahia. ” O MUNCAB vai dialogar com as diversas culturas, não só baianas e brasileiras, nem somente africanas e da diáspora afro-atlântica, mas planetária, onde se encontrem todos os homens interessados em conhecer suas origens e refletir seus destinos”, afirma o poeta e compositor José Carlos Capinan, presidente da AMAFRO, instituição responsável pela instalação do museu.

set
13
Posted on 13-09-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-09-2011

DEU NA REVISTA DIGITAL TERRA MAGAZINE

Claudio Leal

De Brasília (DF)

Os ex-ministros José Gregori, Paulo Sérgio Pinheiro e Paulo Vannuchi fizeram um voo da “Verdade”, na ponte São Paulo-Brasília, na manhã desta terça-feira (13), para se reunirem com a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, e com o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS). Eles vão pressionar o governo e o Congresso a agilizarem a tramitação da Comissão da Verdade, idealizada para investigar as violações dos direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988.

No aeroporto de Brasília, os três líderes da comissão suprapartidária, que pegaram o mesmo avião da Gol, encontraram-se com Nilmário Miranda, que também participará das reuniões. Às 16h, após as conversas institucionais, os ex-secretários de Direitos Humanos promoverão uma coletiva à imprensa.

Gregori afirma que o objetivo da comitiva é saber os “prognósticos” do encaminhamento do projeto. Ex-ministro da Justiça do governo Fernando Henrique Cardoso, ele vincula a Comissão da Verdade à tradição criada pela Lei de Desaparecidos Políticos. Questionado sobre os possíveis entraves dos congressistas do DEM, Gregori avaliou: “Não creio que o DEM tenha alguma objeção de fundo às medidas de direitos humanos. No governo de Fernando Henrique, sempre tivemos o apoio do DEM (à época, PFL) a essas políticas”.

Representante de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos), Paulo Sérgio Pinheiro diz que a presença dos ex-ministros em Brasília “mostra a continuidade nos três governos – FHC, Lula e Dilma – do apoio ao projeto”. “Essa comissão já foi criada em 40 outros países. Não tem caráter judicial. Um relatório sobre a ditadura militar será apresentado depois de dois anos”, relata Pinheiro. “A ideia é acelerar o ritmo para evitar a polarização eleitoral”.

Vannuchi, ocupante da secretaria no governo Lula, afirma que o menos importante, no momento, é discutir sobre questões pontuais de aperfeiçoamento do projeto. Os ex-secretários querem evitar que a tramitação dure o tempo habitual de outros projetos encalhados no Congresso, alguns deles por mais de 15 anos, a exemplo da PEC do Trabalho Escravo. “Vamos aproveitar esse consenso para garantir a celeridade”, expõe.

Leia mais sobre o assunto em Terra Magazine

( http://terramagazine.terra.com.br/ )


Colares;presente de aniversário
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Deu no Blog de Rosane Oliveira, no jornal ZERO HORA, de Porto Alegre. Sugestão da jornalista Maria Olívia Soares:

Presente de aniversário

Para homenagear o ex-governador Alceu Collares, que comemorou 84 anos em 7 de setembro, a deputada Manuela D’Ávila preparou um presente especial e foi à casa dele ontem entregar o mimo. É um CD com a gravação de um rap feito a partir do poema O Voto e o Pão, que Collares escreveu em 1977 e que recitou incontáveis vezes em entrevistas, programas de televisão e conversas com amigos. O refrão diz “O voto é tua única arma/ Põe teu voto na mão”.

A produção e o arranjo é do rapper White Jay.
http://wp.clicrbs.com.br/rosanedeoliveira/ (ouça clip)
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O VOTO E O PÃO

(Alceu Collares)

Mandam no teu destino.

Mas ele é teu, meu irmão.

Ergue teus braços finos

E acaba com a exploração

Faz tua revolução!

O voto é tua única arma.

Põe teu voto na mão.

O voto é tua única arma.

Põe teu voto na mão.

O voto é tua única arma

Põe teu voto na mão.

Tua casa está caindo;

Pouca comida tem no fogão;

Tua mulher está mal vestida;

Teu filho de pé no chão.

FAZ TUA REVOLUÇÃO!

O voto e tua única arma;

Põe teu voto na mão.

O voto é tua única arma;

Põe teu voto na mão;

O voto e tua única arma;

Põe teu voto na mão.

Escravismo, feudalismo, capitalismo,

Socialismo, tudo em vão.

Vai milênio, vem milênio.

E continuas na escravidão

FAZ TUA REVOLUÇÃO!


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Viva Clara, Viva Leila, Viva Chico e Salve Angola e o povo angolano em sua luta por respeito, reconhecimento e liberdade.

BOA TARDE!!!

(VHS )

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Leila:carisma e sorriso de uma rainha de beleza

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DEU NO UOL

Leila Lopes, miss Universo: Sorriso e carisma foram as grandes armas da vitória e timidez a maior dificuldade

DEU NO BLOG PARAIBA AGORA:

“Nunca antes na história deste país”. Não tem nada a ver com Lula ou política, mas se encaixa perfeitamente com a eleição de Leila Lopes, a nova Miss Universo 2011, candidata de Angola que, pela primeira vez leva o título para seu país.

A eleita na 60ª edição do concurso, que aconteceu no Brasil pela primeira vez, revela que seu sorriso cativante foi a grande arma para vencer o certame. “Meu sorriso contagia as pessoas e mostra minha personalidade. Sou alegre e consegui mostrar que sou divertida”, conta a Miss Universo 2011.

Leila afirma que a grande dificuldade de sua jornada rumo à coroa foi a timidez. “Ficava com aquela dúvida: será que os jurados vão ver que eu tenho alguma coisa com toda a minha timidez?”.

Ainda por conta da timidez, bem no início de sua luta pelo título, ela achava que não conseguiria, mas começou a acreditar no que as pessoas diziam, de que ela teria chance de ser miss. “Sempre sonhei com isso [ser miss] e comecei a dizer para mim mesma: ‘eu vou ganhar’. Disse para os meus amigos que queria ganhar aquela coroa”, conta a bela.

Durante as semanas que antecederam o Miss Universo, com uma agenda extensa e lotada de compromissos por São Paulo, Leila disse que aprendeu a ser mais respeitável e paciente. Em relação aos bastidores do concurso, ela frisa: “não é complicado, mas é outro mundo”.

Apelidada de “diamante africano”, quando questionada sobre racismo, Leila foi enfática na resposta: “racismo não me atinge. Os racistas sim devem procurar ajuda, porque não é normal uma pessoa pensar assim no século 21. Qualquer tipo de preconceito não tem fundamento”.

Causas sociais

Sobre uma miss apoiar causar sociais, Leila conta que como Miss Angola já encampou diversas campanhas em seus país por várias causas sociais e espera agora com o título de Miss Universo fazer muito mais no mundo todo.

“Com a minha beleza posso ajudar todo o mundo. Meu foco social será no HIV, o principal projeto que apoiava em Angola”, explica. Beleza

A angolana garante que “nasceu assim” e nunca fez qualquer intervenção cirúrgica. Quando perguntada sobre dicas de beleza, a beldade é certeira: “dormir bastante e beber muita água”. Brasil

“Felizmente já conhecia o Brasil de outras oportunidades. Adoro o país e acompanho as novelas de vocês. Adoro Tarcísio Meira, Glória Pires e Lília Cabral”, disse a bela.

Sobre sua homônima brasileira, a atriz Leila Lopes, morta em dezembro de 2009, a Leila angolana disse que não a conhece profundamente, mas que apenas ouviu falar que ela era uma atriz muita famosa que morreu. Conselho

Ao fim da entrevista coletiva, a recém-eleita a mulher mais bela do planeta deixou um conselho a todos: “respeitem-se, sejam educados e gostem de si da forma que são”.

Leia mais sobre o assunto no portal UOL

set
13

Deu ns coluna Na TV. assinada por Fernando Oliveira, no IG

A Band fez bem em apostar no Miss Universo. O evento, transmitido ao vivo direto de São Paulo, quase dobrou a audiência da emissora. Acostumado a marcar cerca de 5 pontos nos finais de segunda-feira, o canal registrou média de 8 pontos com picos de 11 com a eleição da angolana Leila Lopes. Um número muito expressivo.

Pelo menos sete pessoas morreram e 100 ficaram feridas, algumas em estado grave, em um choque nesta terça-feira que envolveu dois trens e um ônibus em uma passagem de nível do bairro de Flores, ao sudoeste da capital argentina. “Os médicos confirmaram a morte de sete pessoas, mas ainda não há um número final de vítimas”, disse o comissário Fernando Sostre, porta-voz da Polícia Federal. Mais cedo, o comandante dos Bombeiros, comissário Omar Bravo, havia anunciado a morte de seis pessoas e que pelo menos 100 pessoas haviam sido hospitalizadas.

“Os bombeiros resgataram pessoas que estavam no ônibus, no trem e na estação, incluindo um bebê de dois anos”, afirmou Bravo. O acidente aconteceu na linha Sarmiento, que liga a estação Onze, no centro de Buenos Aires, com a periferia oeste, pouco antes das 7h00, quando milhares de pessoas viajam nos transportes públicos até o local de trabalho. O acidente envolveu dois trens e um ônibus, confirmou Gustavo Gago, gerente de Relações Institucionais da empresa Trens de Buenos Aires.

“Um trem que estava entrando na estação de Flores, procedente da Onze, bateu em um ônibus da linha 92 e o arrastou até a plataforma. O trem descarrilou e invadiu a via em frente, onde foi atingido na lateral por um trem que estava entrando na estação e que vinha de Moreno” (periferia oeste), explicou Gago. Segundo um funcionário da estação, o ônibus cruzou o local quando as barreiras da passagem de nível estavam abaixadas, mas a polícia afirmou que a versão ainda deve ser confirmada.

(Com informação do portal Terra)


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OPINIÃO POLÍTICA
O dinheiro para a saúde

Ivan de Carvalho

O líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vacarezza, garantiu em debate na televisão Bandeirantes, no fim de semana, que nenhum novo tributo será criado para o financiamento do setor de saúde “em 2011”. Sua garantia está sendo repetida por outros governistas, ao tempo em que a presidente Dilma Rousseff já afirmou à nação e até repetiu que se o Congresso determinar o aumento dos gastos públicos com a saúde estará na obrigação de indicar as fontes de recursos que cobrirão esses gastos.

Essa polêmica a respeito dos recursos e gastos para o setor público de saúde decorre do fato de que está marcada para o dia 28, na Câmara dos Deputados, a votação de um solitário destaque que vai liberar para tramitação no Senado Federal o projeto de lei complementar que regulamenta a Emenda Constitucional 29.

Esta emenda constitucional – que está completando 11 anos de vida e não conseguiu ainda ser regulamentada porque o governo e o Congresso negligenciam o setor e têm preferido gastar o dinheiro tomado aos contribuintes em muitos outras coisas menos importantes que a saúde das pessoas – aumenta, em caráter obrigatório, as dotações orçamentárias para o setor de saúde. A União terá de aumentar sua parte de sete para dez por cento de suas receitas correntes, enquanto os Estados deverão aumentar de dez para 12 por cento sua participação e os municípios passarão a investir 15 por cento de sua receita bruta no setor de saúde.

Em verdade, para a União não deveria ser nenhum grande sacrifício, pois, por exemplo, conseguiu arrecadar este ano R$ 1 trilhão nada menos que 43 dias antes da data em que havia atingido a mesma marca no ano passado. Por aí se observa o crescimento da receita da União. Quanto aos Estados e, em grande parte, aos municípios, a verdadeira dificuldade não está em aumentar suas respectivas participações para 12 e 15 por cento de suas receitas.

A dificuldade deles está em que o projeto de lei complementar em tramitação no Congresso – e que está avançando aí sob a pressão de muitas lideranças partidárias sensibilizadas pelos efeitos que o assunto pode ter na decisão dos eleitores no ano que vem – dificulta extremamente um drible, uma espécie de fraude mais ou menos ostensiva que vem sendo largamente praticada por muitos Estados e municípios.

Sem considerar a saúde da população pobre e da classe média fajuta que não pode ter um plano de saúde respeitável – uma prioridade que mereça dez, imagine-se 12 por cento, como deverá ficar –, Estados têm gasto os valores constitucionais destinados à saúde em outras coisas que somente nas cabeças dos governantes e alguns de seus auxiliares têm relação com o setor. É uma vergonha e é isto que o projeto de lei complementar à Emenda 29 vai travar – normas bem específicas definem o que é gasto com a saúde e o que não está assim qualificado não é e pronto.

Aí estão correndo pra todo lado, em busca de alguma maneira de arranjar mais dinheiro, com novo tributo, com aumento de alíquotas de tributos antigos (pelo menos dois casos são aceitáveis, os tributos sobre cigarros e bebidas). Mas o dinheiro para a saúde – neste país em que se paga uma das mais altas cargas tributárias do mundo em troca de serviços públicos que ficam entre os piores do planeta – não deve ter uma “fonte específica”, como não a têm outros setores.

Que as fontes sejam os Orçamentos federal, estaduais e municipais e fim. Há uma fonte tributária específica para pagamento dos servidores públicos? Ou para comprar caças-borbardeiros ou porta-aviões? Ou para encher a sacolinha de milhares de ONGs que de repente aparecerem por aí e são, parece, prioridade absoluta?

Foi sancionado ontem (12) pela presidente Dilma Rousseff , a Lei que cria novas regras para o serviço de TV por assinatura no País. As novas regras vão permitir a entrada das teles no mercado de TV por assinatura e criar cotas para veiculação de produção nacional nas grades de programação, disse o senador Walter Pinheiro (PT-BA), relator do projeto no Senado.

“Com as novas regras, o serviço de TV por assinatura será universalizado no Brasil, ficando mais acessível para a maioria da população. A lei também vai ampliar a competitividade no setor e impulsionar o mercado audiovisual nacional”, disse o senador baiano.

Dilma vetou dois dispositivos do projeto original: um deles transferia do Ministério da Justiça para os programadores a definição dos critérios de classificação indicativa. O outro veto previa a possibilidade de cobrança para os serviços de atendimento telefônico ao consumidor ofertado pelas distribuidoras.

Segundo Pinheiro, que participa do Futurecom – maior evento de telecomunicações da América Latina, os vetos não mudam o acordo de mercado da proposta.

Com informações são da Casa Civil da Presidência da República.

Assessoria de Comunicação do Senador Walter Pinheiro (PT-BA)
Gabriel Carvalho – (71) 8860.1300
Alexandre Requião (Borega) – (71) 9112.0050

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set
13
Posted on 13-09-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 13-09-2011


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Pater, hoje, para A Tribuna (ES)

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