DEU NO JORNAL DIGITAL BRASIL 247

A Polícia Civil de São Paulo já identificou dois suspeitos de participarem do arrombamento de cofres na agência do Banco Itaú, na Avenida Paulista, no centro de São Paulo, nos dias 27 e 28 de agosto. Os assaltantes arrombaram 138 cofres de 120 clientes do banco, levando joias de personalidades como a apresentadora Hebe Camargo

A Polícia, entretanto, não quis revelar os nomes dos assaltantes mas disse que identificou os homens por intermédio de imagens de uma câmera de segurança.

Durante a ação, os criminosos arrombaram 138 cofres pertencentes a 120 clientes do banco. Eles permaneceram cerca de dez horas no local. No assalto, renderam dois vigilantes.

set
10
Posted on 10-09-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-09-2011


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Vai para Glauvânia e Wellington Jansen amigos do BP e os pernambucanos mais baianos de Salvador.

BOM DIA!!!

(VHS)


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OPINIÃO POLÍTICA

Confusão nos bastidores

Ivan de Carvalho

Tudo está a indicar que no dia 28 de deste mês vai ao plenário da Câmara, para votação de um solitário destaque restante – após o que seguirá para o Senado Federal – o projeto de lei complementar que regulamenta a Emenda Constitucional 29, sobre os recursos para o setor de saúde. Diante disso, há uma grande polêmica nos bastidores.
Os governadores estão divididos entre a defesa da criação de um novo tributo para financiar o setor público de saúde – a Contribuição Social para a Saúde, CSS – e a rejeição dessa iniciativa, que deverá levar, se não forem irresponsáveis os governantes, à busca de outros caminhos para assegurar os recursos necessários a fazer avançar realmente o sistema público de saúde, deixando de ser a vergonha que há tanto tempo é, apesar das milhares ou milhões de vítimas da negligência dos governantes.

Os governadores mais chegados à criação de um novo imposto – que viria para substituir a CPMF, rejeitada pelo Congresso Nacional sob forte pressão da sociedade e que, embora criada para financiar o setor de saúde, foi em grande parte desviada para outros fins, em quase nada contribuindo para a finalidade que supostamente a justificara – são os mais ligados ao governo Dilma Rousseff, entre eles, claro, os do PT.

Destes, um exemplo de destaque é o governador da Bahia, Jaques Wagner, talvez o primeiro dentre todos a manifestar-se favorável à criação de um tributo específico (e quando se fala nisso, fala-se precisamente na CSS), como quer, mas não assume a maternidade, para não sofrer o respectivo destaque, a presidente Dilma Rousseff.
Ela já deixou claro em uma reunião com o Conselho Político da coalizão de governo que não quer sofrer tal desgaste e sugeriu, um pouco na base da ironia e outro tanto na base do desaforo (mas, dizem as más línguas, que de línguas trançadas, tudo combinado para os outros participantes da reunião verem, ouvirem e transmitirem) que o interlocutor fizesse aprovar o tributo no Congresso, por sua conta e risco. O interlocutor era o Humberto Costa, líder do PT no Senado e ex-ministro da Saúde do governo Lula.

Contrário à criação de um novo tributo estão, entre outros, os governadores oposicionistas. Alguns já criticam o aumento da insuportável carga tributária. Registre-se, a respeito, que o governador de São Paulo, do PSDB, Geraldo Alckmin, ao defender, ontem, uma solução a curto prazo para o financiamento da saúde, criticou a tese de criação de novos impostos, como vem sendo discutido em áreas governistas, na esfera do Executivo (federal e de governos estaduais) e no Congresso Nacional. Alckmin questionou ainda a cota mínima de investimento da União em saúde. “Veja que há um percentual mínimo para Estados e Municípios. E qual é o percentual do governo federal? Dizem que é a variação do crescimento do PIB. Então, se o PIB cresce menos, tem menos dinheiro para a saúde?”.

Como solução de curto prazo, o governador de São Paulo, que é médico, rejeitou um percentual específico dos royalties do pré-sal para a saúde. Advertiu que isso não tem influência rápida. A produção efetiva do pré-sal só é coisa para 2018, 2019, só haverá uma produção mais forte daqui a vários anos. “Hoje há um subfinanciamento da saúde e isso é um fato grave”. Ele disse que é imprescindível que haja uma solução imediata para resolver os problemas da saúde no país. Para o longo prazo, no entanto, tudo bem que entre na conta parcela dos royalties do pré-sal.

Bem, a presidente Dilma está mandando avisos discretos de que ou cria-se novo imposto ou não tem dinheiro acrescido, porque a União não vai dar – é a CSS ou nada, inferniza o Palácio do Planalto, que nem quer tomar a iniciativa de propor a CSS.

set
10


Breivik:veste a camisa do jacaré
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A marca de roupas francesa Lacoste teria pedido para a polícia norueguesa impedir que o extremista Anders Breivik, que admitiu ter matado 77 pessoas em um tiroteio e em um ataque a bomba em julho, use roupas da grife durante seu julgamento, informou o jornal loca “Dagbladet”. O criminoso foi fotografado com um casaco vermelho da Lacoste no dia 21 de julho, quando saía de um interrogatório. Breivik ainda teria aparecido com uma camiseta preta da grife.

– É verdade, fomos contactados pela Lacoste, mas o que eles pediram permanece entre nós – disse ao jornal o promotor-chefe do caso, Christian Hatlo.

A Lacoste não quis comentar a notícia.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo

set
10
Posted on 10-09-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 10-09-2011


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Sponholz, no Jornal da Manhã (PR)


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Música composta e cantada por “Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e Sombrinha para tema da novela Fina Estampa da TV Globo que vai ao ar de segunda a sábado. Vale a pena ver Griselda, uma mulher como poucas.

BOA NOITE!!!

(vhs)


Lula com Cristina no velório de Néstor Kirchner
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ARTIGO DA SEMANA

Tango brasileiro para Cristina

Vitor Hugo Soares

Em fevereiro deste ano, um mês depois da festa da posse da presidente Dilma Rousseff, o carnaval fervia no Brasil. Nos camarotes mais badalados, frequentados por empresários, políticos e “celebridades” no circuito Barra-Ondina, em Salvador, e no sambódromo na Avenida Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, já rolava a pergunta da hora: “E agora, fora do Palácio do Planalto, o que o ex vai fazer”?

No mesmo período, metido em um daqueles táxis pintados em tonalidades fortes de preto e amarelo, uma das marcas da cidade para o visitante, eu cruzava Buenos Aires a caminho do hotel onde estava hospedado, na Calle Lima. Por puro vício profissional, mal percebia a linda paisagem da ensolarada tarde portenha à minha frente. Da janela do automóvel, preferia olhar curioso para os inumeráveis quiosques de jornais e revistas ao longo das largas calçadas.

Na verdade, andava atraído principalmente pela capa sensacional de “Noticias” daquela semana. Lá estava, em formato de esfinge, o retrato da presidente Cristina Kirchner em seus primeiros ensaios explícitos com vistas à conquista do segundo mandato na Casa Rosada. A chamada de capa para a reportagem naquela edição dos “140 dias da presidente vestida de negro”, não escondia as suspeitas sobre a utilização marqueteira do luto como arma na caça ao voto: “El Extraño Luto de Cristina”. Dispensa tradução.

Escrevi sobre isso neste espaço ao retornar da viagem. No princípio, porém, tudo parecia muito distante, diga-se a bem da verdade factual. “O projeto de bis da viúva Kirchner no poder” mostrava-se um desafio considerado quase inatingível antes da morte repentina do marido ex-presidente, até mesmo para muitos aliados históricos do justicialismo peronista. Diante de resultados eleitorais e de pesquisas mais recentes, a empreitada parece agora “um passeio por Olivos” até para adversários mais ferozes e competitivos.

Um deles, o prefeito Mauricio Macri, de Buenos Aires, citado na grande imprensa argentina como praticamente imbatível há menos de um ano. Este até já entregou os pontos, atropelado pelo fiasco de sua administração à frente da cidade-vitrine da América do Sul.

O liberal e moderado Ricardo Alfonsín, atualmente considerado o mais competitivo candidato da oposição para as eleições presidenciais de 23 de outubro próximo na Argentina, ameaça igualmente “jogar a toalha” antes mesmo do primeiro “round”. Domingo passado, o filho do saudoso e eticamente modelar ex-presidente Raul Alfonsin, reconheceu ser quase impossível ganhar da presidente Cristina Kirchner, vencedora nas recentes primárias gerais com 50,20% dos votos.

E estamos de volta ao táxi que segue sem muita pressa pelas ruas da estupenda metrópole latino-americana, capital do país cujo PIB neste ano de crise geral deve bater perto dos 10%. Outra vez recém saída do buraco e novamente florescente em suas monumentais avenidas em diagonal, descrita na letra de “Anclao em Paris”, o tango imortal no qual Carlos Gardel canta sua saudade desde o exílio francês em Montmartre.

Sem tirar os olhos das bancas de revistas, alimentava a conversa com o bem informado e politizado motorista que me conduzia. Tentava matar com as informações de que dispunha no começo do ano, a curiosidade do taxista, também voltada para o futuro do ex-presidente do Brasil, mas com um viés de interesse bem argentino: “Como vai Lula? Por onde anda? Será que ele vem dar uma ajuda na campanha de reeleição da viúva este ano?”.

O motorista, sem disfarçar a paixão de peronista histórico, seguidor de Nestor Kirchner depois do desastre do governo Menem “que quase sepultou de vez a Argentina”, lembrava com emoção as imagens da recente passagem do ainda presidente brasileiro pela cidade, no velório de Nestor Kirchner. Lula suspendeu sua participação em comício marcado para Recife, considerado crucial no Nordeste na reta decisiva da campanha de Dilma.

“Ele embarcou no Rio de Janeiro, onde se encontrava, e voou para abraçar Cristina no velório de “Pinguim” (Nestor Kirchner) na cena mais tocante transmitida ao vivo pela TV da Casa Rosada. Chávez, da Venezuela, também estava presente, mas os argentinos se apaixonaram pelo brasileiro”, conta o taxista, que insiste por uma resposta: “Ele vem ajudar Cristina?”

Na época – e isso contei em artigo neste espaço ao retornar de Buenos Aires no período do carnaval – , o ex-presidente mal iniciava sua nova fase de conferencista, em geral para empresários. Fiquei devendo uma resposta ao motorista de Buenos Aires.
Esta semana li reproduzida no Blog do Noblat matéria assinada pela repórter Janaina Figueredo, publicada originalmente no jornal O Globo. O texto informa que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitará Buenos Aires nos primeiros dias do mês que vem, na reta final da campanha para as eleições presidenciais do próximo dia 23 de outubro. Segundo a repórter, Lula participará de atos de campanha da presidente argentina.

A matéria acrescenta: “A presença de Lula, um dos políticos estrangeiros com melhor imagem no país, caiu como balde de água fria entre os opositores de Cristina. Já é difícil enfrentar uma candidata que obteve 50,20% nas primárias realizadas em 14 de agosto passado. A ajudinha do presidente brasileiro favoreceria ainda mais a candidatura de Cristina, que segundo analistas locais vencerá sem problemas a eleição no primeiro turno”.

Pode ser que tudo isso seja parte do que a candidata a senadora nacional pela Frente Popular, Hilda “Chiche” Duhalde, chama de “estratégia do kirchenismo de instalar nos eleitores a idéia de que Cristina Kirchner já ganhou”. Ela exorta os partidos de oposição a “incrementar os controles para evitar que a manobra se repita no pleito de outubro que vem”. Oposição de fato e pra valer é isso mesmo. Mesmo com o reforço prometido de Lula no palanque argentino, acredita até o fim, na hora da apuração dos votos.

Falta pouco para a hora de conferir quem de fato tem farinha no saco para vender na feira, como dizem os gaúchos ali pertinho da fronteira.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

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