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Olha aí, Maria do Socorro, leitora e amiga do BP: esta é para recordar das animadas matinês do Cine Juazeiro, dos sorvetes na Primavera e dos elegantes desfiles na Rua da Apolo, na então cidade mais animada do Vale do São Francisco.

Boa Noite!!!

(VHS e Margarida)

set
07
Posted on 07-09-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 07-09-2011

DEU NA BBC BRASIL
Fotp: Estadão
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Mais de 25 mil pessoas participaram nesta quarta-feira da chamada Marcha contra a Corrupção diante do Congresso Nacional, em Brasília.
De acordo com a Agência Brasil, boa parte das pessoas estava vestida de preto e carregando cartazes pedindo o fim do voto secreto na Câmara e no Senado, além da punição para políticos corruptos.

O protesto tomou todo o gramado do Congresso e também o espelho d’água do local.

A marcha começou por volta das 10h no Museu da República, onde os manifestantes usaram vassouras e rodos para uma limpeza simbólica do Ministério da Agricultura e do Congresso Nacional.

Pouco depois, muitos dos que acompanhavam os desfiles do 7 de Setembro na capital aderiram à manifestação.

Apartidário, o movimento foi convocado principalmente pelas redes sociais, em protesto aos últimos casos de desvio de dinheiro público em diversos ministérios do governo de Dilma Rousseff.

set
07
Posted on 07-09-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 07-09-2011

Deu em O Globo, em 06/o0/2011

Uma nova independência

Rodrigo Constantino

Como um simples tropeiro, sujo e com dor de barriga, foi assim que D.
Pedro proclamou a Independência do Brasil, segundo Laurentino Gomes.
Se os fatos daquele sete de setembro de 1822 correspondem a esta
versão, ou à imagem épica do brado retumbante às margens do Ipiranga, não vem ao caso aqui; o importante é que o Brasil ainda é uma república inacabada.

Se antes éramos colônia de Portugal, hoje somos súditos de Brasília. O
Executivo governa com “medidas provisórias” de dar inveja aos decretos
da ditadura. A carga tributária já chega a quase 40% do PIB. Há
excesso de leis e regulações. O cidadão é tratado como um incapaz que
necessita da tutela do Estado. Até quando vamos tolerar isso?

Amanhã (hoje) celebraremos 189 anos de Independência. Peço ao leitor que, antes de abrir a merecida cerveja no feriado, dedique alguns minutos à reflexão acerca de nosso país. Vivemos em tempos de acelerada decadência moral e completa desmoralização da política. “Quando os que mandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito”, alertava o Cardeal de Retz.

O brasileiro trabalha até maio apenas para sustentar uma máquina
estatal ineficiente e corrupta. Em contrapartida, não tem segurança,
educação, saúde ou infraestrutura decentes. O Estado falha em suas
funções precípuas, enquanto estende seus tentáculos a inúmeras áreas
que não deveria. Em nome da “justiça social”, o Leviatã estatal se
transformou numa gigantesca máquina de transferência de riqueza,
cobrando enorme pedágio por isso. Não satisfeito, ainda quer
ressuscitar a CPMF!

Recentemente, o Congresso desferiu mais um duro golpe nos brasileiros
honestos, com a votação secreta que absolveu Jaqueline Roriz. Ela foi
pega em vídeo recebendo propina, mas se alegou que o episódio ocorrera antes de sua eleição. Eis o escárnio total com que os deputados tratam seus eleitores: roubar pode, desde que não seja pego até as eleições.

Tanto absurdo deveria parar o país, só que muitos estão perdendo a
capacidade de indignação. Um rumo deveras perigoso.

Mas o espetáculo precisa continuar. Seguem batendo o bumbo da “faxina” contra a corrupção, ignorando detalhes importantes: as atitudes da presidente Dilma foram sempre reativas; ela veio do mesmo governo Lula que a antecedeu; Erenice Guerra, acusada de corrupção, estava ao lado de Dilma no dia da posse; e a própria presidente já sinalizou que a “faxina” acabou. É esta a “faxineira” que desperta tanta esperança na classe média?

A presidente alterou o discurso sobre austeridade fiscal. Aquilo que
antes era considerado “rudimentar”, agora é defendido como necessário
para reduzir a inflação. Mas, novamente, vemos que o espetáculo é mais importante que o resultado. O governo pretende ampliar em R$ 10
bilhões o superávit primário, sendo que os gastos públicos chegam a R$
1 trilhão. Algo análogo a uma família endividada que gasta R$ 10.000
anunciar uma redução de R$ 100 nas despesas, para “arrumar” as
finanças.

Como o governo não reduz seus gastos, não desarma a bolha de crédito
do BNDES, e não aprova uma única reforma estrutural, resta derrubar os
juros na marra. Foi justamente o que vimos semana passada, numa
decisão inesperada do Copom, mesmo com inflação acima da meta.
Trata-se de mais uma independência necessária: a do Banco Central.
Quando este deixa de ser o guardião da moeda e passa a ser cúmplice do governo gastador, abrem-se as comportas da inflação galopante.
Não obstante, o brasileiro esclarecido parece acovardado, sem
esperanças ou forças para lutar. Mas a apatia não nos levará a lugar
algum além de mais abuso de poder. O derrotismo das pessoas de bem é
grande aliado dos corruptos. O dirigismo estatal e a impunidade andam
de mãos dadas com a corrupção. É preciso ter coragem para se erguer
contra isso. É preciso ter visão de longo prazo, lutar contra a miopia
daqueles que trocam a liberdade por migalhas, ainda que de ouro. Todos
querem “direitos”, mas ninguém quer responsabilidades. As mudanças
dependem de nós.

Por isso, caro leitor, peço a você que use algum tempo ocioso neste
feriado para pensar no que fazer de concreto para melhorar as coisas.
Precisamos conquistar uma nova independência, desta vez dos abusos de Brasília. Se cada um colaborar à sua maneira, em vez de apenas se
resignar ou esbravejar num bar com os amigos, quem sabe teremos alguma chance?

(Sugestão para reprodução do texto no BP é do jornalista e colaborador Gilson Nogueira)

set
07


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BOM DIA, PÁTRIA MINHA!!!

set
07
Posted on 07-09-2011
Filed Under (Poesia) by vitor on 07-09-2011


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PATRIA MINHA

Vinicius de Moraes

A minha pátria é como se não fosse, é íntima
Doçura e vontade de chorar; uma criança dormindo
É minha pátria. Por isso, no exílio
Assistindo dormir meu filho
Choro de saudades de minha pátria.

Se me perguntarem o que é a minha pátria direi:
Não sei. De fato, não sei
Como, por que e quando a minha pátria
Mas sei que a minha pátria é a luz, o sal e a água
Que elaboram e liquefazem a minha mágoa
Em longas lágrimas amargas.

Vontade de beijar os olhos de minha pátria
De niná-la, de passar-lhe a mão pelos cabelos…
Vontade de mudar as cores do vestido (auriverde!) tão feias
De minha pátria, de minha pátria sem sapatos
E sem meias pátria minha
Tão pobrinha!

Porque te amo tanto, pátria minha, eu que não tenho
Pátria, eu semente que nasci do vento
Eu que não vou e não venho, eu que permaneço
Em contato com a dor do tempo, eu elemento
De ligação entre a ação o pensamento
Eu fio invisível no espaço de todo adeus
Eu, o sem Deus!

Tenho-te no entanto em mim como um gemido
De flor; tenho-te como um amor morrido
A quem se jurou; tenho-te como uma fé
Sem dogma; tenho-te em tudo em que não me sinto a jeito
Nesta sala estrangeira com lareira
E sem pé-direito.

Ah, pátria minha, lembra-me uma noite no Maine, Nova Inglaterra
Quando tudo passou a ser infinito e nada terra
E eu vi alfa e beta de Centauro escalarem o monte até o céu
Muitos me surpreenderam parado no campo sem luz
À espera de ver surgir a Cruz do Sul
Que eu sabia, mas amanheceu…

Fonte de mel, bicho triste, pátria minha
Amada, idolatrada, salve, salve!
Que mais doce esperança acorrentada
O não poder dizer-te: aguarda…
Não tardo!

Quero rever-te, pátria minha, e para
Rever-te me esqueci de tudo
Fui cego, estropiado, surdo, mudo
Vi minha humilde morte cara a cara
Rasguei poemas, mulheres, horizontes
Fiquei simples, sem fontes.

Pátria minha… A minha pátria não é florão, nem ostenta
Lábaro não; a minha pátria é desolação
De caminhos, a minha pátria é terra sedenta
E praia branca; a minha pátria é o grande rio secular
Que bebe nuvem, come terra
E urina mar.

Mais do que a mais garrida a minha pátria tem
Uma quentura, um querer bem, um bem
Um libertas quae sera tamem
Que um dia traduzi num exame escrito:
“Liberta que serás também”
E repito!

Ponho no vento o ouvido e escuto a brisa
Que brinca em teus cabelos e te alisa
Pátria minha, e perfuma o teu chão…
Que vontade de adormecer-me
Entre teus doces montes, pátria minha
Atento à fome em tuas entranhas
E ao batuque em teu coração.

Não te direi o nome, pátria minha
Teu nome é pátria amada, é patriazinha
Não rima com mãe gentil
Vives em mim como uma filha, que és
Uma ilha de ternura: a Ilha
Brasil, talvez.

Agora chamarei a amiga cotovia
E pedirei que peça ao rouxinol do dia
Que peça ao sabiá
Para levar-te presto este avigrama:
“Pátria minha, saudades de quem te ama…
Vinicius de Moraes.”

set
07
Posted on 07-09-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 07-09-2011


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Simanca, hoje, no jornal A Tarde (BA)

set
07


Governado Wagner vai para cima do deputado Targino

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deu no Política Hoje

Rodrigo Aguiar

O governador Jaques Wagner concedeu entrevista há pouco, no Campo Grande, durante as comemorações do 7 de setembro e confirmou que irá processar o deputado Targino Machado (PSC), por ter lhe chamado de “CANALHA” em entrevista à rádio Tudo FM. “A liberdade não pode resvalar para a falta de educação . E ninguém tem o direito de ofender ninguém.”, afirmou Wagner.

Rodrigo Aguiar


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Salve Ary!!! Salve o Brasil no 7 de Setembro, e A Bahia do 2 de Julho também!!! Viva o povo brasileiro. Sempre.

BOA NOITE!!!

(VHS

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