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BOA NOITE!!!

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Senadores Walter Pinheiro, Delcídio Amaral e Lindbergh Farias, PT, a caminho do “gabinete” de Dirceu no hotel de Brasília/Veja online
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Deu na Veja Online (reproduzido no Blog do Noblat)

Desde que foi abatido pelo escândalo do mensalão, em 2005, tudo em que o ex-ministro José Dirceu se envolve é sempre enevoado por suspeitas. Oficialmente, ele ganha a vida como um bem sucedido consultor de empresas instalado em São Paulo. Na clandestinidade, porém, mantém um concorrido “gabinete” a 3 quilômetros do Palácio do Planalto, instalado numa suíte de hotel.

Tem carro à disposição, motorista, secretário e, mais impressionante, mantém uma agenda sempre recheada de audiências com próceres da República – ministros, senadores e deputados, o presidente da maior estatal do país. José Dirceu não vai às autoridades. As autoridades é que vão a José Dirceu, numa demonstração de que o chefão – a quem continuam a chamar de “ministro” – ainda é poderoso.

A edição de VEJA que chega às bancas neste sábado revela a verdade sobre uma das atividades do ex-ministro: mesmo com os direitos políticos cassados, sob ameaça de ir para a cadeia por corrupção, ele continua o todo-poderoso comandante do PT. E agora com um ingrediente ainda mais complicador: ele usa toda a sua influência para conspirar contra o governo Dilma – e a presidente sabe disso.

A conspiração chegou ao paroxismo durante a crise que resultou na queda de Antonio Palocci da Casa Civil, no início de junho. Na ocasião, Dirceu despachou diretamente de seu bunker instalado na área vip de um hotel cinco estrelas de Brasília, num andar onde o acesso é restrito a hóspedes e pessoas autorizadas.

Foram 45 horas de reuniões que sacramentaram a derrocada de Palocci e nas quais foi articulada uma frustrada tentativa do grupo do ex-ministro de ocupar os espaços que se abririam com a demissão. Articulação minuciosamente monitorada pelo Palácio do Planalto, que já havia captado sinais de uma conspiração de Dirceu e de seu grupo para influir nos acontecimentos daquela semana.

Imagens obtidas por VEJA e que estão na galeria que ilustra esta reportagem mostram que Dirceu recebeu, entre 6 e 8 de junho, visitantes ilustres como o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, os senadores Walter Pinheiro, Delcídio Amaral e Lindbergh Farias, todos do PT, e Eduardo Braga, do PMDB, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e os deputados Devanir Ribeiro e Cândido Vaccarezza, do PT, e Eduardo Gomes, do PSDB. Esteve por lá também o ex-senador tucano Eduardo Siqueira Campos.

Apesar de tantas articulações, Dirceu não conseguiu abocanhar cargos para seus indicados no governo. A presidente Dilma já havia sido advertida por assessores do perigo de delegar poderes a companheiros que orbitam em torno de Dirceu. Dilma também conhece bem os caminhos da guerrilha política e não perde de vista os passos do chefão. “A Dilma e o PT, principalmente o PT afinado com o Dirceu, vivem uma relação de amor e ódio”, diz um interlocutor da confiança da presidente e do ex-ministro.

Dirceu anda muito insatisfeito com o fato de a legenda não ter conseguido, como previra, impor-se à presidente da República. Dilma está resistindo bem. Uma faxina menos visível é a que ela está fazendo nos bancos públicos. Aos poucos, vem substituindo camaradas ligados a Dirceu por gente de sua confiança. E o chefão não tem gostado nada disso.

Procurado por VEJA, Dirceu não respondeu às perguntas que lhe foram feitas. A suíte reservada permanentemente ao “ministro” custa 500 reais a diária. Quem paga a conta é o escritório de advocacia Tessele & Madalena, que tem como um dos sócios outro ex-assessor de Dirceu, o advogado Hélio Madalena.

Na última quinta-feira, depois de ser indagado sobre o caso, Madalena instou a segurança do hotel Naoum a procurar uma delegacia de polícia para acusar o repórter de VEJA de ter tentado invadir o apartamento que seu escritório aluga e, gentilmente, cede como “ocupação residencial” a José Dirceu.

O jornalista esteve mesmo no hotel, investigando, tentando descobrir que atração é essa que um homem acusado de chefiar uma quadrilha de vigaristas ainda exerce sobre tantas autoridades. Tentando descobrir por que o nome dele não consta na relação de hóspedes. Tentando descobrir por que uma empresa de advocacia paga a fatura de sua misteriosa “residência” em Brasília. Enfim, tentando mostrar a verdade sobre as atividades de um personagem que age sempre na sombra. E conseguiu. Mas a máfia não perdoa.


Marco Maia(PT):”eu ganho bem”
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OPINIÃO POLÍTICA

Aeronaves perigosas

Ivan de Carvalho

Voar tem sido sempre um desejo forte do homem. Desde tempos imemoriais ele vê as aves voando e as nuvens flutuando no ar e sempre desejou imitá-los. Começou pelos sonhos. E ainda nos tempos atuais, quem nunca sonhou que estivesse voando? Com o corpo na horizontal ou de pé, conforme a preferência de cada um.

A mitologia grega nos trouxe o mito de Ícaro, em ousado vôo com suas asas postiças coladas com cera, que o Sol derreteu, provocando a Queda, que se aqui vai com inicial maiúscula não é por acaso.

Poema da antiga China nos conta de um arquiteto do imperador, que teria elaborado o projeto de um aeroplano e obtido autorização para construí-lo. Feito isto, sobrevoou com o maravilhado imperador grande parte do país, mas, no retorno, a surpresa: recebeu ordem para destruir tanto a máquina de voar quanto seu projeto, sob a alegação de que era perigosa demais – não porque pudesse cair, mas porque poderia ser (como mais tarde seria) usada para matar.

Mas as vimanas, eficientes máquinas de voar, usadas inclusive na guerra, povoam livros hindus escritos há três mil anos e que contam histórias ocorridas muito antes disso.

Outros “casos” poderiam ser citados, a exemplo da impressionante figura do “Astronauta” de Palenque, no México, tudo isso antes dos balões modernos e de Santos Dumont e os irmãos Wright inventarem (ou reinventarem) o avião, dos vôos de Gagarin, Armstrong, dos ônibus espaciais e da Estação Orbital Internacional.

Com esse atavismo, não é de surpreender que ministros e outros políticos se sintam irresistivelmente tentados a voar, com tal ansiedade que não se disponham a passar pelas esperas, burocracias e outros aborrecimentos dos vôos comerciais. O problema é que o conforto de vôos privados em aeronaves alheias podem acabar acarretando um desconforto para o político usuário.

Recentemente, o ministro da Agricultura, peemedebista Wagner Rossi, cuja pasta já vinha sendo alvo de algumas denúncias, foi obrigado a apresentar sua demissão do cargo quando se descobriu e divulgou que ele pegara carona em um jato – modelo Phenom, avaliado em US$ 7 milhões – da empresa Ourofino Agronegócios. A empresa tem negócios relacionados com o Ministério da Agricultura e a carona foi precedida por uma licença para que fabricasse e comercializasse uma vacina contra a febre aftosa, o que resultou no crescimento de 81 por cento no faturamento da Ourofino. Mera coincidência.

Logo em seguida, surgiu a denúncia da revista Época de que o ministro das Comunicações, o petista Paulo Bernardo, viajou em um avião da construtora Sanches Tripoloni, que faz obras para o governo federal. Uma reportagem do jornal O Globo mostrou ontem que ele, em 2009, quando era ministro do Planejamento, usou avião de um empresário ligado ao agronegócio e à construção de imóveis de luxo.

Em nota, Paulo Bernardo admitiu que utilizou aviões de “várias empresas” no ano passado, no período de campanha eleitoral, mas ressalvou que as viagens foram pagas pelas campanhas e que ele não lembra “prefixos e tipos, ou proprietários, dos aviões”. O PPS vai pedir, na segunda-feira, à Comissão de Ética da Presidência da República, que se pronuncie sobre o caso do ministro das Comunicações, que, aliás, é marido da ministra-chefe da Casa Civil, senadora Gleisi Hoffmann.

Mas a sensação aérea de ontem foi a reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, segundo a qual o presidente da Câmara dos Deputados, o petista gaúcho Marco Maia, usou aviões particulares para viajar nos fins de semana pelo país. No sábado passado, um avião e um helicóptero da Uniair, empresa de transporte aéreo da Unimed do Rio Grande do Sul. Ele admitiu ao jornal, na quinta-feira, cinco dias após a viagem, que o vôo não foi pago e ele é que vai pagar: “Eu ganho bem”.

Mas se atrapalhou: “Neste ano foi a primeira vez que utilizei um vôo particular”, disse, antes de ser informado que o jornal descobrira outra viagem dele para ver um jogo da seleção brasileira de futebol em Goiânia e depois ir a Porto Alegre.

Como percebeu o imperador chinês, aeroplanos são muito perigosos.


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Quixabeira – Música do primeiro cd de Carlinhos Brown Alfagamabetizado de 1996. Gravado com Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil e Maria Bethania.

Domínio Popular. Arranjo e adaptação: Carlinhos Brown / B.Von Der Weid
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BOM DIA!!!

ago
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UFBA:ca´pus no abandono/IG
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DEU NO IG

Thiago Guimarães

iG Bahia

Para além de paralisações de servidores e docentes, alunos da Universidade Federal da Bahia enfrentam também problemas de infraestrutura em alguns cursos, com instalações precárias e dificuldades em aulas práticas.

A situação motivou, por exemplo, um protesto de alunos de Veterinária e Zootecnia da universidade. No último dia 6 de junho, cerca de 200 estudantes dos cursos tomaram uma rua em frente à faculdade com apitos e cartazes para criticar problemas como falta de equipamentos e demora na reforma do prédio, que já se estende por cerca de dois anos.

A Bahia é um dos Estados que devem receber novas universidades federais, conforme o plano de expansão divulgado no dia 16 de agosto pela presidenta Dilma Rousseff.

Os alunos chegaram a organizar uma paralisação para forçar o diálogo com a direção da unidade, que prometeu atender as reivindicações. Mas a reportagem do iG esteve na faculdade nesta quinta-feira (23) e constatou a permanência de problema como infiltrações e imóveis amontoados, sucata nos corredores e móveis em estado crítico de conservação.

No dia seguinte ao protesto dos alunos de Veterinária, foi a vez dos estudantes de Odontologia da universidade, que interromperam atendimento à população em protesto por melhores condições de segurança e estrutura. Em maio deste ano, estudantes da faculdade se feriram levemente após a queda de uma placa do teto de uma sala – uma aluna chegou a ser levada ao hospital.

Os cerca de 33 mil alunos da UFBA e 3.300 da UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia), no interior do Estado, sofrem ainda com a greve dos servidores técnico-administrativos, que se estende desde junho – houve apenas uma suspensão de uma semana da paralisação em julho. A paralisação atrasa procedimentos como matrículas e fechamento de notas.

Situação semelhante experimentam os cerca de 30 mil alunos das universidades federais em Pernambuco (Universidade Federal de Pernambuco e Federal Rural de Pernambuco) e os 25 mil estudantes em Alagoas (Universidade Federal de Alagoas), unidades em que os servidores também estão parados desde junho. Decisão tomada neste mês pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) determinou manutenção de percentual mínimo de 50% em atividade, mas praticamente não há fiscalização do cumprimento da ordem. “Enquanto o governo não resolver as reivindicações não haverá volta”, diz Roberto Maximiano, dirigente do sindicato dos servidores da UFAL.

Leia reportagem completa sobre abandono da UFBA no IG

www.ig.com.br

ago
27
Posted on 27-08-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 27-08-2011


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Myrria, hoje, no jornal A Crítica (AM)

“Os Infiltrados”:lnvestigação sobre os espiões…

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… que vigiavam Dilma, Prestes e outros

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ARTIGO DA SEMANA

“Os Infiltrados” e Dilma Rousseff

Vitor Hugo Soares

Na sua passagem mais recente por Salvador, para rever a cidade – que anda meio perdida em labirintos de modernices e descontrolada sanha imobiliária – além de reencontrar amigos de antigos carnavais baianos que ela cultivou no Rio Grande do Sul em tempos temerários -, a arquiteta gaúcha Helga Corrêa me trouxe de presente um desses livros cada vez mais raros de encontrar em estantes de livrarias baianas: “Os Infiltrados”.

O livro de apenas 126 páginas é uma construção de jornalistas profissionais produzida por Carlos Etchichury, Carlos Wagner, Humberto Trezi e Nilson Mariano. Inspirado na série publicada pelo jornal Zero Hora, de Porto Alegre, no verão de 2010, “Os Infiltrados” pode e deve ser lido neste inverno confuso da política brasileira, em 2011, por vários motivos. Entre eles o prazer despertado pelos bons textos e as surpresas de cada página recheada do melhor jornalismo investigativo. Produto cada vez mais raro na época das operações tipo “prato feito” da Polícia Federal no estilo atirar (ou algemar) primeiro e perguntar depois, dos filmes de caubói americano.

Um exemplo é o capítulo no qual Dilma Rousseff – a presidente do Brasil posta esta semana no terceiro lugar do ranking das 100 mulheres mais poderosas do mundo da revista Forbes – vivia como militante de esquerda na capital gaúcha. Com o subtítulo “eles eram os olhos e ouvidos da ditadura”, o livro tem como ponto de partida “uma foto embolorada” de arquivo de jornal, caída por acaso nas mãos do premiado repórter Carlos Wagner, quando ele produzia reportagem sobre Trabalhadores Sem Terra (MST).

A imagem mostrava homens de chapéu de palha e sandálias de couro curtido acampados em um parque público “como se agricultores fossem, sorvendo mate à sombra de uma árvore”. Na vida real, como dizem os baianos, eram policiais em campana, disfarçados de trabalhadores rurais na linha de frente dos chamados conflitos de terra na virada dos anos 1970 para 80, no Rio Grande do Sul, berço da luta pela reforma agrária.

O resultado decorre do faro jornalístico, instinto investigativo, garra e competência profissional de repórteres especiais que se reuniram para apurar fatos escondidos a sete chaves em arquivos e porões poeirentos. “O cheiro da foto deu impulso à idéia de revelar pela primeira vez a face dos espiões da ditadura militar que assombrou o Brasil”, assinala Ricardo Stefanelli na apresentação do livro que reli ainda mais atentamente e surpreso esta semana de tumultos e dúvidas em Brasília e em vários estados do País, incluindo a Bahia.

Na verdade, o livro desvenda a trajetória do “agente policial infiltrado”, um personagem indispensável à sustentação da ditadura militar de 64 a 85 no Brasil (e de tantos outros regimes repressivos e prepotentes na América Latina no mesmo período, e em outros países do mundo atualmente). “Vinte e cinco anos depois de cumprida a missão secreta, eles rompem o silêncio a que foram obrigados, pela profissão, para contar como se introduziram nos movimentos de resistência ao regime autoritário. Pela primeira vez os espiões revelam como se transformaram em clones daqueles a quem deviam vigiar e sabotar, como estudantes, guerrilheiros, colonos sem terra, políticos, religiosos e sindicalistas”.

“São relatos exclusivos que agora (o livro saiu ano passado) se incorporam à História do Brasil”, destacam os editores gaúchos da obra. Um desses episódios está relatado em “Os Infiltrados” no capítulo intitulado “Olhos treinados vigiavam Dilma e Prestes”. Fala do período em que a volta dos exilado políticos ao País ainda era uma miragem, mas os espiões da ditadura não largavam o calcanhar dos perseguidos políticos, de Montevidéu a Paris.

Uma noite em 1979 na capital francesa, por exemplo, um público, formado por muitos banidos e jornalistas, assistiu a uma palestra. Ao microfone um dos mais famosos perseguidos pela ditadura militar, Luis Carlos Prestes, dirigente máximo do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e o primeiro da lista de cassados pelo regime militar de 1964.

O que ninguém sabia é que, dias depois da palestra em Paris, uma foto do evento chegaria às mãos do capitão Sílvio Carriço Ribeiro. Oficial da Brigada Militar, ele não usava farda. Trabalhava em roupas civis, a serviço do Departamento Central de Informações (DCI), o núcleo de operações secretas da Secretária de Segurança Pública do Rio Grande do Sul.

“Como a foto foi parar lá?”, perguntam aos autores no livro.

A resposta é dada em “Os Infiltrados” pelo próprio Ribeiro, hoje com 70 anos e aposentado, que abre o jogo no livro. Ele não tem certeza de quem a enviou. Sabe apenas que desde Paris “alguém avisou a comunidade de informação – como gostam de ser chamados os policiais que atuavam para o regime militar – da reunião de comunistas brasileiros”.

Aponta, também, que a foto pode ter sido obtida em uma das inúmeras vezes em que a polícia política deu batidas e fez buscas no Coojornal, veículo ao qual Prestes deu entrevista exclusiva pouco antes de retornar ao Brasil, depois de 15 anos de exílio. O fato, revela o livro, é que a fotografia está numa pasta guardada com carinho por Ribeiro.

Entre os vigiados da mesma operação estava a atual presidente da República, a terceira mulher mais poderosa do mundo, segundo a revista americana, que na época assinava Dilma Linhares. Ela morava então com o advogado Carlos Araújo, militante brizolista, numa bonita residência da Vila Assunção, à beira do Guaíba. “Ribeiro e uma policial vigiaram o casal, fazendo-se passar por namorados numa praça contígua à casa de Araújo”.

E mais não digo para não bater com a língua nos dentes e quebrar outras surpresas de quem ainda não leu o livro dos jornalistas gaúchos. Só digo e garanto, antes do ponto final: “Os Infiltrados” é leitura mais que recomendada nestes dias da política e do governo no Brasil. E na passagem dos 50 anos da Campanha da Legalidade, liderada por Leonel de Moura Brizola, então governador do Rio Grande do Sul, que através de uma cadeia nacional de emissora de rádio (Cadeia da Legalidade), a partir de Porto Alegre, comandou a mobilização que empolgou o País. Confira.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br


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A música vai para Olívia e Mariana, cadeiras cativas deste Bahia em Pauta, que neste sábado trafegaM pela Paulista, Jardins e outras maravilhas de São Paulo, que encantam (e as vezes assustam) antrigos e novos baianos.

BOA NOITE!!!

(VHS)

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